segunda-feira, 30 de abril de 2012

FOLHA SECA

Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente. 

Efe 4:14

Já viu como fica o chão debaixo de uma árvore depois de um vendaval? Repleto de galhos e folha seca. O vento é como um bom jardineiro, ele vai limpando as árvores, afugentando aquilo que não tem mais vida. Ele retira o excesso de peso, o que não é mais útil e leva o que já está morto.

Às vezes, a gente se comporta como uma folha seca, ficamos desorientados diante de uma encruzilhadas e acabamos sendo levados pelos conselhos humanos, pelos pensamentos sábios deste mundo e abandonamos "O caminho", seguindo por uma estrada que só levar a tristeza.

Outras vezes, abandonamos a segurança do galho. A suavidade do vento parece tão boa. Nossos olhos e sentidos são envolvidos pela brisa da tarde e descuidamo-nos da comunhão com Deus. De repente, estamos sendo levados para longe da árvore e nos vemos lançados ao chão, sendo empurrado na lama, com o coração seco, sem paz e triste, muito triste.

A boa notícia é que Jesus sempre nos aceita de volta. Ele quer nos reatar a árvore e nos fazer sentir vivo. Porque é a presença do Pai que faz o coração rejuvenescer e o espírito sentir a tranquiliadade para enfrentar os vendavais da vida sem temer nem perder jamais a esperança. 

MARA MARAVILHA - Folha Seca.

domingo, 29 de abril de 2012

OS LADRÕES DA CRUZ

Olhemos, neste momento, para a montanha solitária onde estão cravadas três cruzes. Jesus está no meio. Ao Seu lado dois ladrões. O Mestre está a pregar o Seu último sermão. O Seu púlpito é uma cruz. O Seu auditório, apenas duas pessoas: dois homens que nunca quiseram saber nada de Jesus; dois ladrões que, em decorrência dos seus erros, estão ali, pendurados na cruz, à espera da morte.

Mas, porque razão estes dois ladrões foram castigados assim? Aqui há algo que precisamos entender. De Jerusalém saíam dois caminhos: um descia para Jericó que estava na parte baixa e o outro, subia para o Gólgota.

No primeiro caminho, quem ia para Jericó era frequentado por ladrões que se escondiam nas sombras da noite para matar, roubar e violentar. Daí surgiu a parábola do Bom Samaritano que nos fala de um homem que foi assaltado no caminho que descia para Jericó (Lucas 10:25-34).

O que esses homens que se escondiam nas trevas da noite não sabiam é que por terem descido para Jericó, teriam que subir para o Calvário, porque mais cedo ou mais tarde a sociedade os prenderia e seriam julgados e condenados.

Como era essa condenação? Eram condenados com a pena de morte, a pena de crucifixão.
Hoje, não podemos compreender plenamente o que isso significava. Na realidade a pena de morte por crucifixão não era tão simples como a morte na cadeira eléctrica, na câmara de gás ou por fuzilamento.

Esta morte era cruel, terrível, miserável – a pior das mortes. A sociedade tinha inventado este tipo de morte para vingar-se dessa gente ameaçadora e que colocavam a vida em perigo de pessoas inocentes. As pessoas cansavam-se!

Se roubarem o nosso carro, não ficamos irados?
Não sentimos raiva quando entram na nossa casa e levam os nossos bens? Não fica com raiva, quando essa gente a quem não fizemos nada de mal invade a nossa privacidade e matam os nossos queridos?

Por isso, a sociedade em Jerusalém, cansada dos abusos desses marginais, inventou uma morte cruel. E em que consistia a morte por crucifixão?

Deitavam a cruz no chão e sobre ela amarravam o condenado. Pregavam as suas mãos e pés. Mas ninguém morre porque alguém lhe fez dois buracos nas mãos. Se os pregos fossem colocados na cabeça, no coração, seria diferente, mas nas mãos o máximo que pode acontecer é sangrar.

Então, o objectivo desse tipo de morte, ao pregar-se as mãos e os pés, não era matar imediatamente, mas castigar da pior forma possível. Veja como isso acontecia.

Depois de pregarem o condenado, levantavam a cruz. Então as coisas começavam a ficar difíceis para o bandido, porque com o peso do corpo as carnes começavam a rasgar-se, o sangue começava a sair em torrentes e devido ao sangramento, o ladrão enfraquecia, ficava debilitado.

Durante quanto tempo essa pessoa ficava pendurada na cruz? A lei dizia que o seu corpo só poderia ser retirado da cruz depois de morto. E quanto tempo durava esse processo até à morte? Dependia da resistência do condenado. Alguns resistiam seis horas, outras doze horas, vinte e quatro horas. Alguns resistiam dois, três dias, sem comida, sem bebida e a sangrar. A única autorização era passar-lhe de hora em hora um pouco de vinagre nos lábios, mais nada.

Ali ficava ele pendurado. De dia o Sol queimava. Imagine o sangue a secar nas mãos, as moscas pousavam em cima do seu corpo ensanguentado e ele sem mãos para se mexer, defender-se. E, com a febre a aumentar, sentia muita sede...

Quando a noite chegava, o frio gelado como uma chicotada castigava o seu corpo ferido e seminu. Alguns contraiam pneumonia e morriam. Outros enfraqueciam lentamente, gota a gota.

Era uma morte terrível, porque além de se sentir intensa dor, o crucificado tinha tempo necessário para lembrar-se de toda a sua vida passada, de todos os seus erros. Chegava um momento em que ele não aguentava mais. Chegava a um momento em que ele gritava aos soldados lá em baixo: “Por favor, tenham piedade de mim, matem-me, matem-me, dêem-me o golpe final, não aguento mais!”

Mas os soldados diziam: “Não! Tu tens de morrer lentamente e lembrar-te de tudo o que fizeste no caminho de Jericó. Como roubaste, assaltaste, mataste gente inocente, pacífica e que nunca te fez nada. Morre aí, derrama a tua vida gota a gota.”

Agora eu quero que imaginem comigo o Calvário. Três cruzes lá na montanha. Dois tinham motivos suficientes para morrer; o do meio era o que mais tinha motivos, porque o da direita e o da esquerda pelo menos morriam somente por eles, mas o do meio morria pelos outros.

Uma das coisas impressionantes em Jesus é que ao nascer foi rodeado por animais (Lucas 2:6,7) e, ao morrer, por criminosos. Ao morrer, não escolheu ficar ladeado dos melhores cidadãos, dos homens mais ilustres. Não escolheu morrer rodeado por homens famosos, como artistas da TV, jogadores de futebol, políticos. Ao morrer, foi rodeado por dois bandidos. Porque foi deste modo?

Jesus foi sempre coerente. Quando esteve nesta Terra andou e com os excluídos da sociedade, os considerados pecadores. Quando lemos o Novo Testamento vemos que Jesus anda com ladrões, publicanos, prostitutas, a ralé, os párias da sociedade. Que mãe gostaria de ter um filho assim?

Lucas 15:2 “E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe pecadores, e come com eles.” Jesus misturava-se com pecadores. Viveu entre pecadores. Mas o que mais nos impressiona é que quando morreu, escolheu morrer entre pecadores. Morreu cravado, pregado entre dois ladrões. Dois seres humanos em quem a sociedade tinha perdido toda a esperança de recuperação e por isso iam morrer.

Dois seres humanos selvagens, imorais, sem sentimentos, que passaram toda a vida no pecado. Ou se calhar desviaram-se do caminho certo? Até aos 17 ou 20 anos iam à Sinagoga com os pais! Depois zangaram-se com alguém na Sinagoga e foram-se embora!

Mas, Jesus parece que escolheu, (Gál. 1:4) porquê? “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” (Lucas 19:10) Ele escolheu morrer entre os pecadores porque tinha uma missão. Queria transformar a vida daqueles homens. Aí estava a grandeza do ministério de Cristo.
* Viveu entre pecadores para os salvar,
* e morreu entre pecadores para os salvar.

Quando Se separava da multidão era unicamente para receber poder do Seu Pai e logo saía para pregar, transformar vidas e mostrar o amor maravilhoso do Pai.

Assim, nunca nos devemos esquecer de que o nosso Senhor Jesus que conhecia tudo, que sabia tudo, gastou a Sua vida para transformar pecadores e exalou o último suspiro acreditando nos piores seres humanos.

Isso quer dizer que o ministério de Cristo teve resultado? Sim e não! Não, porque um dos ladrões, olhou para Ele e disse: “Se Tu és o Cristo salva-te e salva-nos.” - “Se tu és o Cristo”- lembram-se do que Satanás disse a Cristo lá no deserto? “Se tu és o Cristo, lança-te ...” - Lembram-se do que os sacerdotes disseram? – “Se tu és o Cristo, desce da cruz.” E, agora, o ladrão disse: “Se tu és o Cristo, salva-te...”

O problema desse homem é que ele não sentia necessidade espiritual, estava consciente, apenas, da sua necessidade física. Não estava arrependido, não confessou. Ele somente queria alívio para a difícil situação em que se encontrava.

Esse homem mostra a realidade de todos os tempos. Milhões de pessoas seguem a Jesus simplesmente por interesses terrenos. Porque Jesus pode curar ou derramar uma bênção para encontrar um bom emprego, ou porque pode tirar o filho da miséria em que está a viver ou porque pode trazer o marido ou a mulher de volta.

São as motivações ocultas que muitas vezes trazemos no coração. Qual é a nossa motivação para seguir a Jesus? Pense no raciocínio do primeiro homem: “Se tu és o Filho de Deus, salva-me. Porque se me salvares, se me tirares da cruz, acreditarei que Tu és o Filho de Deus. Se tu me curares, saberei que tu és o Filho de Deus. Se não me curares, então qual é o mérito em Te seguir?”

Quer isto dizer que desejar ser curado é errado? Claro que não! Peça a Deus um milagre. Acredite no poder divino, mas não faça disso a motivação para seguir a Jesus. Quero segui-Lo sem esperar nada d´Ele. Quero segui-Lo simplesmente porque Ele me amou primeiro. E você? 


Cruz - trazendo a arca 

sábado, 28 de abril de 2012

RIQUEZAS, UM FRÁGIL BORDÃO

“As riquezas de nada aproveitam no dia da ira, 
mas a justiça livra da morte. ” 


Pv 11.4

Há dois mitos acerca das riquezas. O primeiro deles é que as riquezas produzem felicidade. Há muitas pessoas que se casam e se divorciam por causa das riquezas. Outras morrem e matam por causa do dinheiro. Há aquelas que se corrompem e são corrompidas pelo amor ao dinheiro. Mas, quando chegam ao topo dessa pirâmide social, descobrem que a felicidade não está lá. O apóstolo Paulo diz que aqueles que querem ficar ricos caem em tentação e cilada e atormentam a sua alma com muitos flagelos.

O segundo mito é que as riquezas produzem segurança. O dinheiro oferece uma falsa segurança. Por isso, o apóstolo Paulo ordena aos ricos não colocarem sua confiança na instabilidade das riquezas, mas em Deus. O sábio diz que as riquezas de nada aproveitam no dia da ira; ao contrário, podem atrair ainda maior fúria e devastação. Porém, a justiça livra da morte. Os justos são aqueles que foram justificados por Deus, estão sob o manto da justiça de Cristo e sobre eles não pesa mais nenhuma condenação.

ORE: Deus, os valores deste mundo estão corrompidos. Defende-se que o dinheiro é a solução para todos os problemas. Mas reconheço que segurança e felicidade estão apenas em ti. Por Jesus.

Fonte: http://www.lpc.org.br/

sexta-feira, 27 de abril de 2012

AS DÚVIDAS DE TOMÉ

Uma lenda dos primeiros séculos de nossa era, diz que Tomé, tempos depois da ascensão de Jesus, voltou a ter dúvidas. Precisando de ajuda, foi procurar outros discípulos. Mas Paulo estava ocupado em refutar alguns ensinos dos helenistas e não pôde atendê-lo. Filipe estava preocupado em escrever uma longa carta ao ministro da rainha dos Etíopes e também não pode atendê-lo. Pedro, por sua vez, tinha partido para Cesaréia a fim de pregar ali o Evangelho. Ninguém pôde ajudar a Tomé. Um tanto desesperado, Tomé resolveu ir a Jope procurar Dorcas, cuja fama de devoção e fé, todos conheciam. Mas Dorcas também estava tão ocupada em trabalhos de costura para socorrer aos pobres, que também não lhe pôde dar atenção. 

Tomé, então, voltou para casa e no caminho refletiu que ele era o único a ter dúvidas porque estava sem fazer nada. Os outros, imersos em seus trabalhos, nem tinham tempo para alimentar dúvidas. A lenda termina dizendo que Tomé caiu em si e tratou de realizar um velho projeto: a evangelização dos partas. Nunca mais teve dúvidas

EU ERA O MAIOR CÉTICO DO MUNDO

Se não me falha a memória, antes de vir para a graça salvadora de Jesus Cristo, eu não acreditava que a Bíblia era verdade. Eu duvidava que Deus, Satanás, céu, inferno existiam.

Uma noite, minha esposa e eu ouvimos que vivíamos os últimos dias antes da segunda volta de Jesus Cristo. Eu quase saí da reunião. Mas algo me manteve lá. No entanto, eu não estava convencido de que Jesus voltaria. Eu decidi fazer alguma pesquisa para saber se a Bíblia era verdade. Se eu pudesse encontrar uma contradição ou qualquer coisa que não era verdade, então eu poderia ignorá-lo. Acreditava que isso seria fácil. Aprendi quase um terço da Bíblia está, direta ou indiretamente, relacionada com uma profecia, eram cerca de 10.000 profecias. Eu percebi, então, que eu precisava determinar quando a Bíblia foi escrita. Um estudo da história bíblica, traduções e arqueologia era necessário. Manuscritos do Mar Morto, que foram encontrados em Israel, continha profecias do Antigo Testamento sobre a vinda de Jesus. Provou-se que estes foram escritos antes de Cristo vir. Milhares de tabletes de argila e sítios arqueológicos também confirmam muitos relatos na Bíblia.

Tirei um tempo e comecei a estudar as profecias. Minha esposa passou muito tempo na biblioteca. Ela obteve a documentação de livros de referência, para eu verificar se realmente as profecias aconteceram. Um mês se passou, e cada profecia de que fomos capazes de obter informações a história provou ter ocorrido como estava escrito na Bíblia. Fiquei espantado, mas não convencido. 

Mais tarde, as pessoas me mostravam o que parecia ser erros na Bíblia. Acabou não se tratando de contradições, mas apenas uma falta de pesquisa, ou uma impressora cometeu um erro. Teimoso, sou eu. Após quatro meses de estudo intensivo, autenticando profecia após profecia, eu ainda estava cético. Quatro meses se transformou em seis. Tornei-me mais determinado. Não era possível que os sessenta e seis livros da Bíblia, escritos por muitas pessoas durante centenas de anos, não teria alguns erros. Milhares de profecias e cada uma perfeita? Não, impossível! Se eu admitir que, então eu tenho que admitir que havia um Deus. Eu não estava preparado para fazer isso, ainda, queria saber a verdade. Mais meses se passaram. Finalmente, meu coração admitiu depois de horas incontáveis ​​de pesquisa que eu estava errado. Talvez eu tenha sido o maior cético do mundo, mas agora sei, a Bíblia é verdadeira e é a Palavra de Deus. Qualquer pessoa disposta a tomar o tempo que fiz e fazer a mesma pesquisa só poderá vir à mesma conclusão, se for honesto consigo mesmo. 

Fiquei com medo de morrer e entreguei minha vida a Jesus Cristo, como resultado do Seu amor, compaixão, misericórdia e graça. Fui batizado por imersão. Eu sei que não há nenhum outro nome debaixo do céu dado entre os homens pelo qual devamos ser salvos (Atos 4:12). Eu me arrependi e recebi a Cristo como minha única esperança de salvação pela fé (Ef 2:8-10). Se não vos converterdes e tornardes como crianças, vocês não entrarão no Reino do céu (Mt 18:3). Você também pode ligar-se em Jesus Agora, para ser seu Senhor e Salvador.

Fonte: http://www.biblia1.com/Portuguese/index.html

SEM DÚVIDA

terça-feira, 24 de abril de 2012

TARAUACÁ DOS HERÓIS

Há quase 150 anos o Rio Tarauacá começou a ser conquistado. Pequenas gaiolas subiam suas águas levando intrépidos nordestinos cheios de esperanças, sonhos e anseios. Eles construíram na mata sua história, fizeram da selva sua casa e ergueram, ali, um mundo novo de ilusões.

Foi com sangue e muito suor que as primeiras casas surgiram no horizonte, que o verde da mata deu lugar ao terreiro e a plantação. Foi com coragem e pólvora que as estradas foram abertas para o corte da seringa e foi com vidas que se escreveu as primeiras linhas da conquista destas terras virgens.

Quantas cruzes foram erguidas nas matas vítima da malária, febre amarela, onça, cobras, das águas traiçoeiras? A esses heróis sem nome, sem rostos, esquecidos a sombra das grandes árvores ergo meu canto caboclo e disponho o meu mais sincero obrigado.

Hoje, Tarauacá completa 99 anos! Parabéns, minha cidade! Que os sonhos e a coragem dos teus desbravadores povoem os corações de cada um dos teus munícipes e te encha as ruas de esperança, que a fé e a bravura dos teus heróis corra viva no teu sangue, dando-te a coragem para desbravar novamente tuas terras e a força para escrever nova a tua velha história. 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

AOS OLHOS DO MUNDO

E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou terras, por amor de meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna.

Mateus 19.29


Todo trabalhador do campo tem anos ruins. Alguns o clima não ajuda - chove demais, faz seca, neva muito ou acontece alguma coisa que torna a colheita quase impossível. Nesses anos de poucos frutos, o agricultor sofre a agonia de ver os campos destruídos e seu coração chora a dor da incerteza.

Todo servo de Deus também enfrenta anos de dificuldades extremas. Desde o tempo de Moisés, quando o povo se queixava de tudo e lançava dúvida sobre as promessa de Deus, passando por todos os profetas, reis até os discípulos sempre houve anos de pouca fatura, alguém que se levantava para afirmar que era perda de tempo servir ao Pai e, que Deus não se importava com os seus servos.

O tempo passou, mas a nossa luta é a mesma. O mundo continua afirmando a mesma coisa: "é perda de tempo servir a Deus!" Aos olhos humanos é quase inacreditável que alguém decida não "curtir", não "aproveitar", não "experimentar".

O próprio Apóstolo Paulo afirmou: "Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos." Na verdade, o homem de Deus possui uma série de benefícios que o homem natural jamais entenderá nem possuirá.

Jesus prometeu uma série de coisa no versículo acima. Mas nada se compara a presença de Deus nos acompanhando pelo caminho. Isso como diz uma famosa propaganda: "não tem preço".

Vanilda Bordieri - A Pesca;

terça-feira, 17 de abril de 2012

COMO DEUS VÊ O CORAÇÃO


"...porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração."

1 Sm.16:7

Certa vez, um pastor pregou uma série inteira de sermões sobre alguns trechos bíblicos muito debatidos, na esperança de evangelizar um homem de grande nível intelectual. Logo após o término da série de sermões , para alegria do pastor, o homem apresentou-se diante da congregação para nunciar que se convertera a Cristo e desejava fazer parte da igreja.


Satisfeito consigo mesmo, o pastor perguntou: "Qual de meus sermões eliminou suas dúvidas?"


O homem respondeu: "Seus sermões? Não foi nenhum de seus sermões."


O que foi então? - Perguntou o pastor, demonstrando grande desapontamento.


O homem respondeu: "O que me fez pensar seriamente foi uma pobre senhora que, ao sair da igreja, pisou em falso nos degraus da escada, bem ao meu lado. Quando estendi a mão para ajudá-la, ela sorriu e disse: 'Obrigada', e complementou: 'O senhor ama Jesus Cristo, meu bendito Salvador? Ele significa tudo pra mim.' No momento não parei para pensar, mas depois refleti sobre o que ela dissera. Descobri que estava no caminho errado. Ainda tenho muitas dúvida, mas agora Jesus significa tudo para mim."


Fé não se baseia em convencer a Deus que somos bons. Fé é receber a bondade de Deus, que Ele nos concedeu por intermédio de Jesus Cristo.


Pensamento do dia: Quando Deus mede um homem, Ele passa a fita métrica ao redor do coração, não do cérebro.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

AONDE EU QUERO IR?

Ensina-me a fazer a tua vontade, pois és o meu Deus. O teu Espírito é bom; guie-me por terra plana.


Sal 143:10


A vida é cheia de problemas, de obstáculos, de momentos de lutas. Todo dia, a gente precisa decidir o que fazer, como vai agir e por onde caminhar. Nossas escolhas não são tão simples, já que delas dependerá o que encontraremos no final do caminho.

Em razão disso, a gente costuma fazer planos, na tentativa de evitar um futuro de surpresas e dificuldades. Seguindo esse pensamento, planejamos comprar um veículo, a casa própria, escolhemos a escola para as crianças, etc.

Não há nada de errado nisso, porém a gente costuma preocupar-se demais com coisas pequenas e não tão sérias e, esquecer-se das mais importantes. Certa vez, ao observar isso, Jesus disse a uma mulher: "Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária;" 

Se homem compreendesse que Deus deseja guiá-lo, que o seu Espírito quer nos ensinar o caminho a seguir e a como agir, haveria, com certeza, bem menos pessoas sem esperanças, desiludidas e amarguradas nesta vida.

O que Jesus quis dizer para Marta é que ela devia se preocupar com uma única coisa: a vontade de Deus - obedecer a Deus continua sendo a única coisa necessária na vida.

Que Deus nos ajude a planejar nosso futuro com sabedoria e nos livre de tentar encontrar o caminho sozinho e desprezar a voz de Deus.

Unção Ágape - Leva-me Onde estás.

domingo, 15 de abril de 2012

DIANTE DA CRUZ

O maior encanto da vida é não sabermos o que há após a curva. Cada dia é por si só um mistério. Podemos até planejar, edificar, mas saber se o sucesso estará a nos esperar no final do dia ou da semana é incerto.

Alguém já disse que é essas incertezas que move o homem em busca dos sonhos. Nunca há a certeza de que tudo está perdido. Que grande exemplo os dos discípulos que viajaram pelo mundo e conquistaram nação, após nação para o reino de Deus.

O que leva homens como estes, completamente desmotivados, arrasados e tristonhos após a morte de Jesus, a se fortalecerem a tal ponto de que a sabedoria lhe encher a alma de palavras e o coração de sonhos e certezas?

A resposta está na cruz. Se você olhar com cuidado verá que ali o Filho de Deus nos deu uma vitória que ninguém pode tirar. A tristeza, a dor, o mal, a tragédia, a doença, os homens, a força dos maus poderão levantar-se e a gente pensar que é o fim, mas não é... nunca é.

José de Arimatéia encontrou coragem... Pedro, perdão... Os discípulos, forças para continuar... Estevão, amor para perdoar... o ladrão da cruz, a certeza do céu... Todo homem que encontra-se com a cruz de Cristo jamais é o mesmo. Judas encontrou condenação e Pilatos revelou-se um homem corrupto.

Diante da Cruz de Cristo ninguém é mais o mesmo. Hilsson - Diante da Cruz.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

EXPERIÊNCIA

Um homem ainda jovem, ambicionando chegar ao topo de sua empresa, entrou na sala do presidente e disse: "Senhor, como é de seu conhecimento, fui apontado pela diretoria para sucedê-lo como o presidente do banco e ficaria muito grato por qualquer conselho e ajuda que o senhor pudesse me dar".

O velho homem disse: "Filho, sente-se. Tenho duas palavras que servirão de conselho para você. Duas palavras".

– Quais são? - perguntou o jovem executivo. 

– Decisões certas - disse o chefe. 

O jovem pensou um momento e disse: "Senhor, isso certamente é muito útil, mas como se faz para tomar as decisões corretas?"

O velho homem respondeu: "Uma palavra: experiência". 

– Obrigado, senhor - disse o jovem - Estou certo de que isso me ajudará bastante. Mas, como se pode fazer para obter experiência?

O homem sorriu e disse: "Duas palavras: Decisões erradas".

Joel Comiskey, "Multiplicando a Liderança".

segunda-feira, 9 de abril de 2012

QUERO DEUS SEM COMPROMISSO

A maioria das pessoas não querem um compromisso sério com Deus. O querem apenas por necessidade, por causa da consciência que de vez em quando lhe acusa ou das bênçãos. O próprio Senhor Jesus falou acerca disso: "Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes"

É triste ver a condição humana: esconder-se de Deus, negar-se a comunhão com o Pai, recusar sua graça, porque os anseios e desejos de seus coração não são aceitos e aprovados por Deus.

Ao procurar Jesus, o jovem rico tinha o desejo de ter paz, de encontrar uma razão para viver. Jesus tratou-o com amor. No entanto, as  palavras do Mestre feriram-lhe o coração e ele retirou-se triste. Porque sabia que está com Jesus é muito mais do que ter alguém para o ajudar a caminhar, é preciso ser moldado, ser influenciado e transformado. E jovem queria ter a certeza da vida eterna, mas não abria mão de continuar vivendo a vida do seu modo. E isso, é impossível.

Nosso ego não deseja Deus na sua inteireza. As seguintes palavras de Wilbur Rees estão carregadas desse tipo de sarcasmo: “Eu gostaria de comprar três dólares de Deus, que não chegue a fazer explodir minha alma e nem venha incomodar meu sono, mas que seja suficiente para garantir-me um copo de leite quente e uma soneca ao sol. Não quero dEle uma quantidade tão grande que me faça amar os negros nem colher beterrabas junto com os trabalhadores migrantes. Quero êxtase, não transformação pessoal; quero o calor de um ventre materno, não um novo nascimento. Quero um quilo da eternidade em um saquinho de papel. Por favor, dê-me três dólares de Deus!”

domingo, 8 de abril de 2012

A COISA MAIS IMPORTANTE DO MUNDO

Fui convidado para tomar o café da manhã com Konrad Adenauer antes de ele se afastar do cargo de Chanceler da Alemanha. Quando cheguei, esperava encontrar um homem forte e normal, capaz de ficar embaraçado se eu lhe falasse de religião.

Após os cumprimentos, o Chanceler virou-se para mim, repentinamente, e perguntou: "Sr. Graham, qual é a coisa mais importante do mundo"? Antes que eu respondesse, ele tinha pronta a sua resposta: "A ressurreição de Jesus Cristo. Se Jesus Cristo está vivo, então resta uma esperança para o mundo. Se Jesus Cristo está no túmulo, não vislumbro esperança alguma no horizonte".

E voltou a me surpreender ao dizer que tinha a ressurreição de Cristo como um dos fatos mais seguros da história. Disse ele ainda: "Quando deixar o cargo, pretendo passar o resto de minha vida reunindo provas científicas da ressurreição de Jesus Cristo". Foi o fato da ressurreição de Cristo que levou os discípulos a trabalharem como revolucionários apaixonados e pioneiros na transformação do mundo do seu tempo. Eles pregavam que Cristo estava vivo. Esta deve ser a nossa mensagem, não só na Páscoa, ou no Natal, mas em todos os dias do ano.

Billy Graham.

A PÁSCOA

sábado, 7 de abril de 2012

A COROA

E, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça, e em sua mão direita uma cana; e, ajoelhando diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, Rei dos judeus.

Mateus 27.29

Jesus Enfrentou a morte com coragem e determinação. Cumpriu todas as exigências para salvar o pecador e seus sangue tem todo o poder de apagar o passado e tornar o homem puro diante de Deus. Os discípulos sepultaram o mestre e voltaram para Jerusalém tristes e desanimados.

O sábado foi de silêncio e medo. A tristeza de quando se perde alguém que se ama e o pavor do amanhã invadiam a alma. Lembranças percorriam os corredores do coração como se fossem flechas atiradas, ferindo o corpo e fazendo as lágrimas gritarem de vez em quando.

Não estou naquela casa com os discípulos, mas meu coração sempre volta o olhar para a cruz e se detém na coroa do mestre. Ela não era de ouro ou diamantes. Era de espinhos... de espinhos e feriam, faziam sangrar.

Uma coroa que tinha como objetivo humilhar e machucar tocou meu coração, porque ela era para ser minha e me ferir.

A Coroa - Raiz Coral.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

DE MÃOS DADAS

Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus.


Mateus 5.48


O mundo vive uma época difícil, de profundo individualismo e dominante egoísmo. As pessoas não pensam no coletivo. Elas só têm tempo para si e suas ambições. Os jornais, a TV e a vida estão cheios de exemplos de gente  que quer levar vantagem em tudo! 

ao observar esta falta de amor ao próximo, Jesus disse certa vez a uma multidão: "Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus;"

Observai que Jesus pensa contrário a multidão. Ele defendia um mundo novo, onde as pessoas seriam diferentes:

O mundo diz para amar os que nos amam, Jesus disse que o nosso amor deve alcançar os que também nos odeiam;

As pessoa defendem fazer bem aos bons, mas Jesus disse que o bem deve ser feito a todos, inclusive aos maus;

É consenso ao corações orarem por aqueles que lhe ajudam e lhe amam, Jesus, porém, disse que oração deve se estender aqueles que nos desejam mal.

Na verdade, o desejo de Jesus é que cada um aniquilasse o mal praticando o bem, que inimigos fossem vencidos pelo amor, que perseguidores fossem abençoados pelas orações. É preciso ter bem claro que o Mestre via um mundo de mãos dadas, vivendo a harmonia e compreendendo que é necessário unir as mãos para ser feliz. Aliás, ele afirma ser isso condição para que o homem se torne filho de Deus.

Existe uma história que expressa muito bem essa necessidade de viver a alegria das mãos unidas: "Certo fazendeiro, ao saber que sua filha de três anos estava perdida no trigal da fazenda, chamou os amigos e, durante dois dias, puseram-se a procurá-la. No entanto, não a encontram. Então, correu até ao delegado da cidade e expôs a situação. O delegado reuniu todos os homens que pode e dirigindo ao fazenda, ordenou que todos dessem as mãos, formando uma grande fileira varrendo praticamente o trigal. Poucos momentos, encontraram a garotinha morta. O legista declarou que a morte ocorrera uma ou duas horas antes de a encontrarem. Ao saber disso, o fazendeiro, pai da menina, clama: "Oh" Deus! Porque não nos demos as mãos bem antes?"

ESPAÇO ENTRE OS DEDOS

domingo, 1 de abril de 2012

O PÃO

E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo.

Mateus 26.26

Quando Jesus reuniu os seus discípulos numa casa em Jerusalém e instituiu a Ceia como um mandamento, Ele tinha objetivos claros e definidos em mente: um memorial da cruz e da salvação, uma celebração de alegria para recordar dos  benefícios espirituais alcançados.

Ao tomar em suas mãos o pão e o partir, Jesus o deu aos discípulos, dizendo: "Tomai, comei, isto é o meu corpo". A cena que se segue são os discípulos comendo-o. 

Na realidade, o significado destas coisas é bem maior: Jesus queria celebrar a unidade em Deus. Eles eram seres envolvidos pelo amor, pelo Espírito Santo e, por isso precisavam compreender o todo. Em breve, Judas o traria, haveria sua crucificação e morte. Agora, a tristeza tomava conta do ambiente. A Ceia pretendia levar os seus discípulos a pensar um pouco mais além - não na visão do homem, mas no olhar de Deus.

O pão é a representação do corpo de Jesus. Sua parte humana que sofre, ama, tem tristezas. O pão nos conduz a visão de um homem carregando uma cruz, de espinhos em sua cabeça, da angústia de ser abandonado por Deus.

A ceia do Senhor é o momento de agradecer a Deus por Jesus ter vivido entre nós, por seu corpo ter enfrentado a morte por amor a humanidade.

PERDER A FÉ