domingo, 31 de maio de 2015

NÃO POSSO DIZIMAR

Certa vez, um jovem desempregado pediu que seu pastor o ajudasse em oração, e prometeu que se Deus o abençoasse, ele passaria a dar fielmente o dízimo. O Senhor deu-lhe um emprego. Seu salário semanal foi de 10 dólares, sendo o dízimo de 1 dólar. Deus o fez prosperar, e seu dízimo passou a ser de 7 dólares por semana, e depois 10 dólares. Transferido para outra cidade, ali seu dízimo passou a ser 100 dólares por semana... E logo 200 dólares.

Depois de algum tempo, ele enviou o seguinte telegrama ao pastor: "Venha ver-me". O pastor foi à casa daquele moço, e ali conversaram longamente sobre o tempo passado. Finalmente o jovem, chegando ao ponto principal da conversa, perguntou: "O senhor lembra do dia em que eu, orando, prometi a Deus que se ele me desse um emprego, eu me tornaria um fiel dizimista?" "Sim, não esqueci de sua promessa, e creio que Deus também não a esqueceu", respondeu o pastor- "Porém, ouça o que vou lhe dizer agora. Quando fiz aquele voto, eu tinha que dizimar somente 1 dólar. Mas agora meu dízimo é de 200 dólares. Já não posso dizimar tanto dinheiro".

O pastor fixou seus olhos no jovem dizimista, e disse: "Parece-me que o irmão não está querendo livrar-se totalmente da promessa que fez a Deus. Sua dificuldade em dizimar é proveniente de sua prosperidade. Mas há algo que pode ser feito agora. Podemos nos ajoelhar aqui e pedir que Deus reduza a sua renda para que seu dízimo volte a ser de 1 dólar". (de "La Trombeta").

DOR

sábado, 30 de maio de 2015

NÃO SEJA APANHADO DE SURPRESA

Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vem a dor do parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão. Mas, vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse dia como ladrão vos apanhe de surpresa.

I Tes. 5:3 e 4.

Quando nosso filho Steve nasceu, Vesta e eu morávamos em Manaus, junto ao rio Amazonas. Nossa casa situava-se nos arredores da cidade. O serviço de ônibus urbanos parava às 10 horas da noite e recomeçava às 4 da manhã. Não havia telefones por perto. Ao aproximar-se o tempo da chegada de Steve, consegui localizar três telefones cerca de um quilômetro e pouco de nossa casa, para alguma eventualidade. Assim mesmo, fomos apanhados de surpresa.

Não que não tivéssemos feito planos para a chegada de Steve. Nós fizemos. Mas ele não nasceu quando esperávamos que nascesse. As dores do parto começaram à uma e meia da madrugada. Eu me vesti e corri para o primeiro telefone tão rápido quanto conseguia. Era a casa de uma parteira. Bati palmas, como era costume. Como eu continuasse a bater, alguns vizinhos acordaram e me informaram que ela estava de férias.

Corri até uma loja onde havia telefone. Estava fechada, claro! Então percebi uma luz que brilhava por trás da porta de uma padaria. Bati palmas, expliquei a emergência aos dois empregados e pedi permissão para usar o telefone. Eles se desculparam, mas eu teria que pedir licença ao patrão, que morava na esquina. Corri até a esquina. Minhas palmas devem ter causado mau humor no patrão, pois quando expliquei minha aflitiva situação e pedi licença para usar o telefone, ele me disse com termos bem explícitos que ninguém usaria o telefone dele àquela hora da noite e bateu a janela com força.

A essa altura eu estava desesperado. Finalmente, encontrei alguns homens que tinham estado bebendo até tarde e haviam chamado um táxi. Quando lhes expliquei a situação, com boa vontade me permitiram usar o táxi que haviam chamado. Quando entramos no hospital, era quase tarde demais. Steve nasceu cinco minutos depois de termos chegado!

Seja quando for, a segunda vinda de Cristo apanhará a maioria das pessoas de surpresa. Você não precisa deixar que isso lhe aconteça, se estiver sempre pronto para o Seu retorno (ver S. Mat. 24:36-44).

sexta-feira, 29 de maio de 2015

ENCONTRO MARAVILHOSO

Um dia, levantei-me de manhã cedo para assistir o nascer do sol. A beleza da criação divina estava além de qualquer descrição. Enquanto eu assistia, louvei a Deus pelo Seu belo trabalho. Sentado lá, senti a presença de Deus comigo. Ele me perguntou: Você me ama?

Eu respondi: É claro, Deus! Você é meu Senhor e Salvador!

Então Ele perguntou: Se você tivesse alguma dificuldade física, ainda assim Me amaria?

Eu fiquei perplexo. Olhei para meus braços, pernas e para o resto do meu corpo e me perguntei: quantas coisas eu não seria capaz de fazer, as coisas que eu dava por certas.

E eu respondi: Seria difícil Senhor, mas eu ainda Te amaria.

Então o Senhor disse: Se você fosse cego , ainda amaria minha criação?

Pensei comigo mesmo: Como eu poderia amar algo sem a possibilidade de vê-lo? E pensei em todas as pessoas cegas no mundo e quantos deles ainda amaram Deus e Sua criação.

Então respondi: É difícil pensar nisto, mas eu ainda Te amaria.

O Senhor então perguntou-me: Se você fosse surdo, ainda ouviria minha palavra?

Pensei comigo mesmo: Como poderia ouvir algo sendo surdo? Então eu entendi. Ouvir a palavra de Deus não é simplesmente usando os ouvidos, mas nossos corações.

Eu respondi: Seria difícil, mas eu ainda ouviria a Tua palavra."

O Senhor então perguntou: Se você fosse mudo, ainda louvaria Meu nome?"

Como poderia louvar sem uma voz? Então me ocorreu: Deus quer que cantemos de toda nossa alma e todo nosso coração. Não importa como possa parecer. E louvar a Deus não é sempre com uma canção, mas quando somos oprimidos, nós louvamos a Deus com nossas palavras de gratidão.

Então eu respondi: Embora eu não pudesse fisicamente cantar, eu ainda louvaria teu nome.

E o Senhor perguntou: Você realmente Me ama?"

Com coragem e forte convicção, eu respondi seguramente: Sim, Senhor! Eu te amo. Tu És o Único e Verdadeiro Deus!"

Eu pensei ter respondido bem, mas então Deus perguntou: ENTÃO POR QUE PECAS?"

Eu respondi: Porque sou apenas um humano. Não sou perfeito.

— ENTÃO PORQUE EM TEMPOS DE PAZ VOCÊ VAGUEIA AO LONGE? PORQUE SOMENTE EM TEMPOS DE PROBLEMAS VOCÊ ORA COM FERVOR?"

Sem respostas... Somente lágrimas... O Senhor continuou:

— Por que cantas somente nas confraternizações e nos retiros?

— Por que Me buscas somente nas horas de adoração?

— Por que Me perguntas coisas egoístas?

— Por que me fazes perguntas tão sem fé?

As lágrimas continuavam a rolar em minha face....

— Por que você está com vergonha de mim?

— Por que você não está espalhando as boas novas?

— Por que em tempos de opressão, você chora a outros quando eu ofereço 
Meu ombro pra você chorar nele?

— Por que cria desculpas quando lhe dou oportunidades de servir em Meu nome?"

Eu tentei responder... mas não havia resposta a ser dada.

— Você é abençoado com vida. Eu não lhe fiz para que jogasse este presente fora. Eu lhe abençoei com talentos pra Me servir, mas você continua a se virar... Eu revelei Minha palavra a você, mas você não progride em conhecimento. Eu falei com você, mas seus ouvidos estavam fechados. Eu mostrei minhas bênçãos, mas seus olhos se voltavam pra outra direção. Eu lhe mandei servos, mas você se sentou ociosamente enquanto eles eram afastados. Eu ouvi suas orações e respondi a todas elas." VOCÊ VERDADEIRAMENTE ME AMA?

Eu não pude responder... Como eu poderia? Eu estava, inacreditavelmente, constrangido. Eu não tinha desculpa. O que eu poderia dizer? Quando meu coração chorou e as lágrimas brotaram, eu disse:

— Por favor, perdoe-me Senhor. Eu não sou digno de ser seu filho.

O senhor respondeu: Esta é Minha Graça, minha criança

Eu perguntei: Então por que continuas a me perdoar? Por que me amas tanto?"

O Senhor respondeu: "Porque você é Minha criação. Você é Minha criança. Eu nunca te abandonarei. Quando você chorar, eu terei compaixão e chorarei com você. Quando você estiver alegre, Eu vou rir com você. Quando você estiver desanimado, Eu te encorajarei. Quando você cair, Eu vou te levantar. Quando você estiver cansado, Eu te carregarei. Eu estarei com você até o final dos tempos, e te amarei pra sempre."

Eu jamais chorara daquela maneira antes. Como pude ter sido tão frio? Como pude ter magoado Deus como fiz? Eu perguntei a Deus: Quanto me amas?

Então, O Senhor esticou Seu braço e eu vi suas mãos com enormes buracos sangrentos. Logo, curvei-me aos pés de Jesus Cristo, meu Salvador, e , pela primeira vez, eu orei, verdadeiramente... e se não puderes brilhar como um sol... que brilhe como um farol ...
 
Autor Desconhecido

EXAGERO


quinta-feira, 28 de maio de 2015

LUZ NA ESCURIDÃO

Havia nos alpes, uma pequenina igreja no alto de uma montanha coberta de neve. Era uma linda construção, que chamava a atenção de todos. Um turista que visitava aquela cidade, observou um fato curioso: aquele templo não tinha luzes acessas durante a noite. O gerente do hotel explicou: “Foi um homem muito rico quem construiu aquele templo, doando-a à nossa comunidade. Em seu testamento ele colocou a exigência de que nunca deveria haver luz própria no templo.

Contudo, hoje é dia de culto e o senhor pode observar o que acontece”. Então, quando escureceu, aquele turista observou que uma luzinha surgira ali, outra acolá, todas subindo o monte rumo à igrejinha e, em dado momento, quando as luzinhas se encontraram dentro do templo, a igreja toda brilhou, espalhando luz em seu redor, como um verdadeiro milagre. ...o mundo, jaz em trevas. Somos a luz do mundo. Unamo-nos para afastar a escuridão do pecado!

OBRIGADOS A COLHER

quarta-feira, 27 de maio de 2015

PACTO PELA MORAL

No ano de 1752, um grupo de cristãos Metodistas fizeram um pacto que consistia No seguinte:

1=Que: não ouviremos nem procuraremos saber de más Informações a respeito uns dos outros.

2=Que: no caso de ouvirmos algum mal uns dos outros não seremos afoitos em acreditar.

3=Que: tão logo for possível comunicaremos oralmente ou por escrito a parte acusada daquilo que ouvimos.

4=Que: enquanto não tivermos feito isso não comunicaremos a qualquer outra pessoa uma só Sílaba do que ouvimos.

5=Que: não faremos exceção a nenhuma destas regras a não ser que nos julguemos absolutamente obrigados em reunião do grupo a fazê-lo

UMA VERDADE DITA


terça-feira, 26 de maio de 2015

ANOS DEPOIS


O generoso será abençoado, porque dá do seu pão ao pobre. 

Provérbios 22:9.

Muito tempo atrás, um rapaz que estava viajando para a região Oeste dos Estados Unidos chegou a uma fazenda e pediu uma acomodação onde pudesse passar a noite. O proprietário recebeu-o com boa vontade. Pouco depois, outro viajante e sua esposa pararam e perguntaram se poderiam pernoitar ali. O jovem marido, que sofria de tuberculose, explicou que tinha somente quatro dólares para pagar o alojamento. O fazendeiro convidou-os a entrar e disse que não cobraria nada pelo pernoite.

O primeiro rapaz, sentindo pena do viajante enfermo, ofereceu-lhe sua cama e disse que dormiria no celeiro, o que ele realmente fez. Na manhã seguinte, quando o homem doente e sua esposa estavam partindo, o fazendeiro colocou 100 dólares na mão dele e disse que os usasse, sem preocupar-se no caso de não poder devolvê-los.

Vinte anos se passaram. O primeiro rapaz viajava perto da fazenda onde havia pernoitado tantos anos atrás e decidiu ver se o proprietário ainda morava no mesmo lugar. Morava. Enquanto recordavam aquele dia, outro visitante bateu à porta. Por uma dessas coincidências únicas na vida, era o outro viajante! Havia recuperado a saúde, e a fortuna lhe havia sorrido. Tomara conhecimento, recentemente, de que seu generoso anfitrião havia sofrido sérios reveses financeiros. Estava passando por ali para pagar a generosidade dele.

- Amigo - disse ele ao fazendeiro - você me deu 100 dólares quando eu estava necessitado, e agora quero pagar-lhe 100 dólares para cada dólar que me deu.
Bem que eu gostaria de saber os nomes das pessoas dessa história, mas não sei. Tudo o que sei é que ela foi "contada pelo rapaz que chegou primeiro àquela casa de fazenda".

A generosidade tem suas recompensas, até mesmo nesta vida. Jesus disse: "Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão." S. Luc. 6:38. Mas não espere que sempre aconteça dessa maneira. Seja generoso porque isso faz parte da regra áurea - e espere bênçãos espirituais, não materiais.

PACIÊNCIA


domingo, 24 de maio de 2015

SE CAIR NÃO FICARÁ PROSTADO

Paul Wylie estava a patinar nas Olimpíadas de Inverno em 1988 em Calgary. Ele estava nervoso quando iniciou o seu programa perante 20000 pessoas e uma audiência televisiva de milhões. Então, no seu primeiro salto, algo de errado aconteceu. 

Ele escreveu: “Num segundo a minha mão toca no gelo; a lâmina não se segura. Começo a escorregar e agora compreendo: estou a cair. Tudo o que eu ouço ao me estatelar no gelo é o suspiro empático do que parece um milhão de vozes.” 

Wylie tinha que decidir em menos do que um segundo: Ele podia focar no erro e desistir, ou ele podia continuar a patinar e fazer o seu melhor. Naquele instante esta passagem veio à sua mente: “Ainda que caia, não ficará prostrado” (Sl. 37:24). Ele continuou o seu número e decidiu patinar “de todo o coração, como ao Senhor” (Col. 3:23). No fim do seu programa a multidão irrompeu num aplauso entusiástico pela sua coragem e determinação. 

Como seguidores de Jesus, podemos ser atirados ao chão por um ataque mais forte. Pode morrer uma pessoa querida, ou podemos perder o emprego, ou podemos ser esquecidos para uma promoção. Podemos ser desanimados por uma queda no pecado. Uma coisa é cair; e outra completamente diferente será desistir. Se nos levantamos de novo, reafirmamos a nossa fé em Cristo, e continuamos a servi-lO, não ficaremos “prostrados.” 

Fonte: www.gospelcom.net

AINDA É A VERDADE


sábado, 23 de maio de 2015

POBRES DE ESPÍRITO

Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;


Mateus 5:3

Esta é a primeira das bem-aventuranças do sermão da montanha. Jesus dirigiu-se a multidão com a expressão: "pobres de espírito". O dicionário Aurélio descreve alguém como "simplória, ingênua, parva, tola". Mas será que foi isso que o mestre quis dizer? Que o Reinos dos céus é dos tolos, dos ingênuos, dos insensíveis?

Jesus não está falando aqui de pobreza física, que se ver através da escassez de bens ou da incapacidade de ter suas necessidades saciadas. Mas do espírito. E a palavra humildade é o segredo para se compreender a primeira bem-aventurança.

Qual a maior das humildades? Colocar outra vontade antes da minha vontade. Que exemplo maior do que o de Cristo - nasceu numa estrebaria, viveu com homens maus, andou com pecadores, morreu numa cruz, morte horrenda. Lembremos de suas palavras ante de tal sacrifício: "Pai, se possível, afasta de mim este cálice; não seja feita, porém, a minha vontade, mas sim a Tua."...

Deixar de lado seus desejos, vontades e projetos por causa da vontade de Deus é a maior das humildades (pobre de espírito). Uma coisa fácil de falar, mas difícil de fazer. Pois na vida real, tenho que abandonar nada mais que a minha própria vida e deixar de ser eu mesmo.

Qual a solução para isso? Alinhar os nossos desejos e vontades com a vontade de Deus. Fazendo assim, vamos compreender as palavras de Jesus "quem cuida guardar a sua vida, a perde; e quem abre mão da sua própria vida, por Amor, a ganha". 

LEMBRE-SE


sexta-feira, 22 de maio de 2015

ANTES E AGORA

No qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos. 

Colossenses 3:11.

Antes eu buscava as bênçãos do Senhor, mas agora é o Senhor.
Antes era o que eu sentia; agora é a Sua Palavra.

Antes eu queria os dons; agora, o Doador.
Antes eu queria a cura; agora me basta o próprio Jesus.

Tudo em todos para sempre; somente Cristo louvarei.
Tudo está em Cristo; só Ele é tudo para mim.

Antes era o esforço penoso; agora, a confiança perfeita.
Antes era uma salvação incompleta; agora é a perfeição.

Antes me segurava Nele; agora Ele me segura firmemente.
Antes estava sempre à deriva; agora minha âncora está firme.

Antes era um planejamento incessante; agora a oração da fé.
Antes era um preocupação constante; agora Ele cuida de tudo.

Antes era o que eu queria; agora é o que Jesus disser.
Antes era uma petição constante; agora, adoração incessante.

Antes era eu que trabalhava; agora Ele age por mim em mim.
Antes eu tentava usá-lO; agora Ele que me usa.

Antes eu queria o poder; agora tenho o Todo-poderoso.
Antes trabalhava por vaidade; agora, tão somente para Ele.

Antes tinha esperança de conhecer Jesus; agora sei que Ele é meu.
Antes minha luz era intermitente; agora brilha intensamente.

Antes esperava a morte; agora anseio por Sua volta.
Antes eu era um crente; agora sou um filho de Deus em Cristo Jesus.

Antes eu vivia; agora morri, por isso Cristo vive em mim.
E minhas esperanças estão firmadas no Céu.

Amém, Amém, Glória a Deus.

Bom dia para você - Graça e Paz.

Claudio Morandi

quinta-feira, 21 de maio de 2015

JOGADA DE MESTRE

“Aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância.”, escreveu o apóstolo Paulo na prisão. Naturalmente ele preferia o conforto em lugar da agonia e a saúde em lugar da fraqueza, mas passou a acreditar que o SENHOR poderia usar tanto as circunstâncias boas quanto as ruins para realizar SUA vontade. Quando um Grande Mestre joga contra um enxadrista amador, a vitória é certa, seja qual for a configuração do tabuleiro.

A Bíblia celebra o uso, por parte de DEUS, de fatos ruins para servir ao Seu propósito desejado. Por exemplo, Paulo usou tudo que estava ao seu alcance para executar sua missão. Nas estradas romanas, construídas pelos césares para facilitar o governo sobre os povos dominados, levou a mensagem do amor de DEUS a todo o império. Recorreu à justiça romana para proteger-se em momentos cruciais. Mesmo depois que ele, a maioria dos 12 discípulos e o próprio JESUS morreram nas mãos dessa “justiça”.

O padrão irônico de DEUS prevaleceu. A execução de JESUS concretizou a salvação do mundo: “A tristeza de vocês se transformará em alegria”, prometeu. Para os que confiam em DEUS, ELE promete exatamente o mesmo, ou seja, usar TODAS as circunstâncias a seu favor.

Philip Yancey, em “O DEUS (IN)VISÍVEL.”

JULGAMENTO


quarta-feira, 20 de maio de 2015

OS PERIGOS DA CALMARIA

Em seu ministério John Wesley enfrentou muitas dificuldades, oposições, perseguições, e somente anos depois, ao retornar, é que podia declarar que a vitória foi alcançada. Quando retornou à Irlanda, havia frutificação; o número de membros multiplicava e em muitos lugares eram construídas capelas espaçosas e cômodas em todos os sentidos, graças à liberalidade do povo de Deus.

Embora Wesley muito se regozijasse com essa prosperidade, compreendia que ainda não estava isento de perigos: "não há agora nenhuma oposição da parte dos ricos e dos pobres. Em consequência disso não há muito zelo, pois o povo vive satisfeito com a sua comodidade. Oh em que circunstância o homem se achará livre dos perigos deste mundo? Quando se levanta a perseguição quantos saem ofendidos? Quando tudo está em paz, quantos se esfriam e perdem o primeiro amor? Alguns se perdem na tempestade, porém a maioria na calmaria. Senhor salva-nos senão pereceremos!

Extraído do livro Vida  de John Wesley

COMEÇAR A FAZER


terça-feira, 19 de maio de 2015

IMPORTA JULGAR ALÉM DAS APARÊNCIAS

Quantas vezes sucede que pessoas possuidoras de grandes recursos sejam ignoradas e discriminadas por atendentes comerciais em razão da sua aparência física e modo simplório de se trajar?

Que vergonha e horror quando descobrem a real condição financeira de quem haviam desprezado!

Por isso somos ordenados a não julgarmos pela aparência.

Quanto mal fazemos a nós mesmos quando assim procedemos.

E podemos incorrer neste erro em relação ao bem mais precioso de todos - na verdade, nada há que se lhe compare.

Como nos veio numa manjedoura, e nos trajes humildes de um andarilho – nossa primeira reação a ele poderá ser de completa rejeição.

Não devemos portanto avaliá-lo por sua aparição externa terrena.

Naquele vaso de barro estava encerrado o Espírito criador de tudo e de todos, e pelo qual todo o universo é sustentado.

Por que não se manifestou em toda a Sua eterna Glória e Majestade?

Por que chegou a nós como um humilde carpinteiro?

Teria o intento de colocar à prova a sinceridade do nosso coração e aproximação?

Felizes são aqueles, conforme suas próprias palavras, que não se escandalizam n'Ele.

A estes se manifestará secretamente em espírito, no oculto de seus corações.

Dará sentido às suas vidas.

Abrirá o seu entendimento e libertará de toda forma de cadeia os seus espíritos.

Silvio Dutra

DAI-ME VERDADE


segunda-feira, 18 de maio de 2015

OS ENGANOS DA APARÊNCIA

Senhor não vê como vê o homem; o homem vê o exterior, porém o Senhor o coração" (1 Sm 16.7).


Num grande banquete, certa noite, apareceram dois vultos fantasiados para entreter os hóspedes. Tinham o tamanho de meninos. Um vestia-se como uma senhora, o outro imitava um cavalheiro, e ambos estavam mascarados. Enquanto apresentavam suas partes, os hóspedes aplaudiam, comentando seu preparo e talento. Então aconteceu algo estranho: um dos mascarados precipitou-se para um objeto que caíra ao chão. O outro atirou-se também para o mesmo objeto. Na luta que se seguiu, arrancaram-se as máscaras e revelou-se a identidade dos dois. Eram dois macacos. "O homem vê o exterior", e com isso às vezes fica tristemente desapontado. 

O olhar penetrante de nosso Deus atravessa o verniz exterior e vai até aos secretos recessos do coração humano. Para o nosso Pai celestial o que conta é o interior, O coração é a verdadeira medida do homem. E o manancial de seu caráter. A aparência exterior, não importa quão atraente, é de pouco valor, comparada ao coração.

A uma senhora crente e muito formosa, perguntou-se qual o segredo de sua formosura. "Adorno meus lábios com a verdade", respondeu ela; "para a voz, uso a oração. Meus olhos são ungidos com o colírio da pureza. Uso caridade para as mãos, amor para o coração e retidão para o meu corpo."

CEGO DO CORAÇÃO

domingo, 17 de maio de 2015

LUTA SEM SENTIDO

De onde procedem guerras e contendas que há entre vós? ...


Tiago 4.1


Tenho presenciado um espírito conturbado nos homens. Eles estão sempre estressados e enraivecidos. Se analisarmos o porque das constantes brigas, dos muitos problemas, das discussões inflamadas sinceramente nos surpreenderíamos com o resultado de nossa descoberta.

Parece que vivemos num campo minado, cercado por corações prestes a explodir. Hoje, se discute por nada, se digladiam sem razão e contender tornou-se um ato corriqueiro. Eu mesmo, tenho arduamente me policiado para que uma palavra sem sentido, sem razão escape e acabe fazendo um estrago desnecessário.

É incrível como não conseguimos deixar nada pra lá, nada pode ficar para depois. Muitas vezes, nos comportamos como se a única opção fosse lutar. Que triste engano o do nosso coração: o de conduzir o homem a uma guerra sem vencedores.

Um princípio que aprendi ao ler um livro de Rick Warren, foi: "Nunca entre numa luta quando não vai ganhar nada ao vencer". Já discutiu por causa de uma data sem sentido? "Foi em 1982". "Não, foi em 1983". "Não. Não foi. Foi em 1982". "Não foi não...". Que importa? Nunca entre numa batalha em que você não vai ganhar nada. (Rick Warren, em "Poder Para Ser Vitorioso", pg 158 - Ed Vida).

Fandermiler Freitas

SINCERIDADE E VERDADE


sábado, 16 de maio de 2015

A QUEM DEVEMOS PERDOAR?

O exercício do perdão conforme ensinado e demandado por nosso Senhor Jesus Cristo pode parecer, por uma interpretação precipitada, algo que ultrapasse o racional e aceitável, especialmente por ter dito que devemos perdoar não sete vezes, mas setenta vezes sete.

Evidentemente, tal princípio não foi estabelecido por Ele para o caso de transgressores contumazes e que se deleitam na prática do mal. Até mesmo porque não haveria qualquer sentido lógico em se perdoar quem pouco ou nada está interessado em ser perdoado – e que, ao contrário... sua meta é ofender, destruir, inquietar, matar, e achar nisto tudo um bom motivo de prazer sem que nada lhe incomode a consciência má e cauterizada.

Por isso, nosso Senhor interpôs a necessidade de arrependimento sincero para a concessão do perdão. Ele disse:

“Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe.

Se, por sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe.” (Lucas 17.3,4)


Porque o “acautelai-vos”? Justamente para não sermos achados em falta diante de Deus por não perdoarmos quem deveria ser perdoado.

Veja que, segundo o ensino de nosso Senhor, o faltoso deve ser repreendido. Ele deve sr conscientizado do mal que praticou – se a nós ou a outros.

Caso manifeste sincero arrependimento, ou seja, se mudou o seu comportamento, confessando-se arrependido, então temos o dever de perdoá-lo, uma vez que nós mesmos necessitamos ser perdoados por outros e por Deus, não poucas vezes, pelos erros que cometemos.

Num mundo de pecadores, o perdão sincero e de coração é necessário, especialmente para uma boa continuidade do relacionamento em amor entre aqueles que amam a justiça e não a impiedade.

Portanto, perdoe seu irmão, seu filho, seu cônjuge, seu amigo, seu próximo, por algum mal que tenha praticado, quando se encontrava sob circunstâncias de pressões internas (sistema nervoso abalado etc) ou externas (ataque de demônios, provocações ímpias e desagradáveis etc).

O caráter de uma pessoa não deve ser medido por estes atos falhos que nos acompanham - e em uns mais do que em outros, variando na escala dos setenta vezes sete. Não importa o nível da frequência. O que importa é a real estrutura do caráter e o desejo de buscar a paz que é filha da verdade e da justiça, e que tem em vista o amor não fingido

Silvio Dutra

NÃO SABER OUVIR


sexta-feira, 15 de maio de 2015

CURANDO FERIDAS

Não existe cura sem perdão. Oliver Graham
Quando você culpa os outros pelos seus problemas, você passa a dar a eles o controle sobre a sua vida. Liberte-se da sua própria ira, do seu ressentimento e você encontrará um espaço muito maior para a serenidade e abundância. Já é ruim o suficiente se alguém o feriu no passado. Existe, porventura, algum valor em permitir que essa pessoa continue a manipulá-lo e fazê-lo sofrer, ainda que à distância?

A sua melhor estratégia não é a de prolongar a sua dor ou expandi-la. A sua melhor estratégia é superar e colocar tudo isso no passado e o mais rapidamente possível. Não importa se essa pessoa merece ou não seu perdão; esse não é o ponto. O ponto é que você precisa perdoar a fim de adquirir controle sobre a sua vida de tal maneira que você possa viver de forma plena e abundante.

O seu perdão pode não fazer absolutamente nenhuma diferença àqueles que você perdoou e talvez eles nem sequer tenham consciência desse ato. Porém, para você, isso faz toda a diferença no mundo! Quando é você que está sentindo a dor, cabe também a você iniciar o processo da cura. Cure a ferida, libere perdão, liberte-se do câncer emocional que é o ressentimento e viva uma vida genuinamente abundante.

Para Meditação: Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo. Efésios 4:32

Nélio DaSilva

DIZER A VERDADE


terça-feira, 12 de maio de 2015

JULGAMENTOS EQUIVOCADOS


"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei" 

Mateus 11:28

Um famoso explorador inglês foi convidado para falar de suas aventuras na selva africana. "Vocês podem imaginar", disse ele, "pessoas muito primitivas que amam comer o embrião de certos pássaros, e fatias da barriga de certos animais? Pessoas que moem aquilo tudo formando uma pasta, passam tudo no fogo, e, então, juntam toda aquela bagunça lambuzada e gordurenta a um fluído mamário extraído de certos outros animais?" Quando os alunos se mostraram surpresos com tanto barbarismo, o explorador acrescentou suavemente: "O que eu acabei de descrever para vocês, é claro, é um café da manhã composto de bacon, ovos mexidos e torrada amanteigada."

Muitas vezes nós julgamos, também, com certo desdém, as pessoas que parecem ter costumes diferentes dos nossos. Nem percebemos que, o que achamos estranho nelas, é o que mais fazemos constantemente.

Não nos aproximamos e nem nos interessamos por aqueles que, por exemplo, têm uma religião diferente da nossa. Achamos seu culto impróprio, sua maneira de agir inconveniente, sua indiferença absurda. Não são como nós, que vamos todas as semanas à igreja, que ouvimos nossas músicas de louvor, que oramos antes das refeições e de dormir, que usamos camisetas com versículos bíblicos, que carregamos a Bíblia debaixo do braço. Não são espirituais como nós!

Mas, será que nossa religião é, verdadeiramente, a que agrada ao Senhor? Será que nós, mesmo indo à igreja e fazendo tudo que descrevo acima, não somos igualmente indiferentes à vontade do Pai? Não somos, talvez, menos religiosos e mais hipócritas que eles?

O apóstolo Paulo era diferente dos cristãos, perseguia-os e os levava cativos. Porém, era um escolhido do Senhor! O Senhor tinha planos para ele e, após ser alcançado pelo amor do Senhor Jesus, tornou-se um grande servo de Deus e um dos maiores missionários que o Cristianismo já conheceu. E os nossos amigos? Aqueles que julgamos não valer a pena investir? Não serão, porventura, escolhidos de Deus para grandes obras? Não seria importante continuarmos investindo neles?

Jesus disse que todos deviam ir a Ele. Não cabe a nós ajudá-los nesse encontro?

Paulo Barbosa

PRECISAVA APRENDER


segunda-feira, 11 de maio de 2015

DEUS NÃO ME AMA


Esta é a queixa de muitos, ainda que seja apenas no recôndito de seus pensamentos.

E ela pode ser vista até mesmo, temporariamente, em dados momentos da vida dos santos mais eminentes, quando submetidos a circunstâncias destinadas a provar a sua fé.

Todavia, esta queixa é uma constante naqueles que não amam a Deus, quando as coisas não caminham na direção que eles desejavam. 

Apressadamente concluem: “posso comprovar isto pelas minhas presentes condições de vida.”

“Por acaso é ser amado e assistido por Deus quando se vive na pobreza em que tenho vivido?”

“Quando não se tem as qualificações, dons e habilidades que tantas pessoas possuem e que lhes faz pessoas prósperas neste mundo?”

“Por acaso é ser amado com esta enfermidade que carrego por anos sucessivos?”

A esta lista de argumentos, muitos outros poderiam ser acrescentados, mas estes poucos nos bastam para ilustrarem o ponto que pretendemos enfocar.

Nesta noite de 10-05-2015 tive um sonho muito revelador no qual vi pessoas que tinham profissões que não demandavam qualificações empreendedoras, e nem mesmo capacitação para resolver situações desafiadoras, uma vez que não teriam a mínima possibilidade de atender a tais requisitos. Caso fossem necessários, certamente não permaneceriam empregadas. 

Então ouvi uma voz que dizia alto e bom som: “Nisto se comprova o amor e cuidado divino para com tais pessoas.” 

E isto se aplicava também aos que eram qualificados para tais desempenhos, pois se não fosse pelos dons e capacitações recebidas de Deus, jamais poderiam cumprir as funções para as quais foram designadas a desempenhar neste mundo.

Assim, soa muito estranha ao ouvido divino a queixa de que não somos amados por Ele em razão de não sermos habilitados, ou prósperos em bens terrenos etc.

A declaração de Jesus relativa à viúva pobre destaca muito mais o Seu amor e cuidado por ela, do que propriamente um elogio ao fato de ter ofertado do modo que é esperado por Deus.

Por acaso esta única passagem das Escrituras não é bastante suficiente para exemplificar o amor de Deus pelos que são pobres neste mundo? 

E quanto ao que se queixa de sua enfermidade prolongada... este não possui um grande motivo para louvar a graça divina que o mantêm em vida?

Não lhe é dada a oportunidade de aumentar o seu galardão pelo testemunho de uma boa consciência para com Deus, e de paciência na tribulação?

Não podemos medir de fato o tamanho do amor e cuidado de Deus por nós, pela régua curta e estreita da nossa razão natural, quanto àquilo que somos ou que possamos fazer, uma vez que é Ele que a tudo e a todos governa, e dá a cada um segundo a medida da sua própria capacidade.

Contentemo-nos portanto com a porção que Ele nos tem designado neste mundo, e exaltemos em todas as circunstâncias, o Seu grande, amoroso e poderoso Nome. 


Silvio Dutra

TRAGÉDIA DA VIDA


domingo, 10 de maio de 2015

ANA, UMA MÃE EXEMPLAR

Estamos nos aproximando do Dia das Mães. Por isso, as poesias, as homenagens e os presentes já estão sendo preparados. É muito justo. Gostaria de fazer a minha parte. Mas não o farei em forma de poesia.

Encontramos nas Sagradas Escrituras uma mãe chamada Ana. Sua história é narrada no primeiro livro de Samuel, capítulos 1 e 2. Ana era uma mãe exemplar, uma mãe que assim pode ser definida porque a maternidade vai muito além do parto.

Ana era uma mãe exemplar porque ela era piedosa. Ela era estéril, e isso não era bem visto pela sociedade. Mas em 1º Samuel 1:20, mostra que Ana concebeu um filho e deu o nome “Samuel”, que significa “do Senhor pedir”. Esta atitude demonstra que ela estava reconhecendo que seu filho tinha sido concedido por Deus, que ele era um presente divino.

Além disso, ela orava fervorosamente por um filho (1Sm 1:9-11). Ela fez até um voto (vs. 11). Este envolvia a entrega de Samuel a Deus, e muito mais que isso, que a criança seria nazireu (sobre a sua cabeça não passará navalha ).

Essa primeira característica de Ana reflete o seu relacionamento com Deus. Ela era uma mãe devotada ao seu Deus. Ela havia pedido, e Ele concedido. Seu filho poderia chamar você hoje de uma mãe piedosa, de uma mãe que tem intimidade com Deus? Timóteo poderia dizer que sua avó Lóide e mãe Eunice eram piedosas, pois possuíam uma fé sem fingimento ( 2Tm 1:3, 5 ). Fé sem fingimento nada mais é que uma característica de alguém piedoso. É alguém cuja fé em Deus é provada pelas atitudes.

Ana era uma mãe exemplar porque era cuidadosa (1º Samuel 1:21-23). Ela não queria levar Samuel para o templo antes do mesmo ser desmamado. Neste momento vemos o cuidado dela para alimentar seu filho e fortalecê-lo. Depois que Samuel desmamou, sua mãe o levou para a Casa do Senhor.

Além de demonstrar cuidado com a amamentação do filho, a mãe exemplar revelava cuidado também com as vestes do filho, pois todo ano ia até a Casa do Senhor para levar uma roupa especial para o filho. É difícil ver uma mãe que não seja cuidadosa com seu filho. Algumas são cuidadosas até demais, ao ponto de achar que uma palmadinha fará mal. Algumas mães, diferente de Ana, não fazem questão de amamentar seus filhos. Umas não fazem isto por achar incômodo, outras por causa da estética. A verdade é que as crianças devem ser amamentadas durante os seis primeiros meses de vida. Uma mãe que amamenta corretamente seu filho é cuidadosa com a saúde dele.

Poderíamos alistar outras razões por que Ana é uma mãe exemplar, mas vamos ficar nestas. Tente levar uma vida piedosa, que direciona seus filhos para Deus. Seja ainda mais cuidadosa. Fazendo assim, seu exemplo deixará marcas profundas e saudáveis em seus filhos e na sociedade.

Deus abençoe a todas as mães!

Pr. José Roberto (obrigado mãe- Antônia Figueiredo Gomes)

MÃE

sábado, 9 de maio de 2015

URSINHO PUFF

À mais de um ano, quando de viagem para os EUA, um dos presentes que trouxemos na bagagem foi um ursinho Puff para nossa primogênita, Susanne, hoje com quase 17 anos. Ela gosta muito daquele urso. Quase todos os dias, antes de ela acordar, pego aquele urso e coloco numa situação engraçada. Num dia ponho o urso debruçado na janela. Outro dia, na cadeira de praia, com óculos escuros. Um dia desses coloquei-o com um pote de biscoito aberto (até procurei um pote de mel, mas não tinha). 

Ao acordar, às vezes, tendo já saído, ela já sabe que o seu ursinho Puff está fazendo alguma coisa. Pode parecer apenas uma brincadeira familiar, mas o que estou estabelecendo com a minha filha é mais uma forma de nos manter conectado um ao outro. Quando ela acorda já sabe que há uma grande possibilidade de procurar o urso e encontrá-lo numa situação nova (um dia desses ela o encontrou sentado no vaso sanitário!). Quando minha filha acorda, mesmo às vezes mal-humorada, e procura pelo ursinho Puff e o encontra numa situação engraçada, ela inconscientemente pensa: "Meu pai se lembrou de mim e gastou alguns segundos procurando me distrair. Não sou hóspede nesta casa. Eu pertenço à uma família!" – Gilson Bifano, 2005.

SEMPRE QUE POSSÍVEL


O QUE VOCÊ PENSA

sexta-feira, 8 de maio de 2015

JAMAIS ME LEMBRAREI

E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades


Hebreus 10.16-17

Como é bom receber o perdão! É como se a gente alcançasse o topo de uma montanha, depois de uma dura e longa caminhada. A sensação da vitória é algo grandioso. Assim é um coração perdoado! Ele encontra novamente a paz perdida, a esperança frustrada e a alegria roubada simplesmente por receber o perdão.

O que Deus promete ao homem que o encontra e o recebe em seu coração é um perdão incondicional, irreversível e sem limites. Ele diz: Jamais me lembrarei. Tem dias que fico a pensar em como somos falhos e quão distante estou do padrão divino.

As pessoas guardam mágoas em seus corações e tem cicatrizes que são difíceis de sarar. Elas passam a vida inteira remoendo uma dor e, muitas vezes, alimentando-a com pensamentos negativos e desejos de vinganças. Mas Deus, não, Ele nos oferece um coração em paz, uma alma tranquila e um mente feliz. Perdoar faz tão bem quanto ser perdoado.

Que Deus nos ajude a alcançar o padrão bíblico de viver, recebendo e liberando o perdão. Porque isso resulta numa vida feliz consigo, com o próximo e com Deus.

Fandermiler Freitas

EXISTÊNCIA DE DEUS


quinta-feira, 7 de maio de 2015

NOVA OPORTUNIDADE

Thomas Edson fabricou a primeira lâmpada elétrica. Deu essa lâmpada para que um auxiliar seu a transportasse, subindo uma escada. O auxiliar caiu e a lâmpada bateu no chão e quebrou. 24 horas depois, Edsom fabricou outra lâmpada. Chamou aquele mesmo auxiliar, deu-lhe a lâmpada e pediu que a transportasse de novo, subindo pela mesma escada. Edson viu que ele merecia nova chance.

A maioria das pessoas não age assim. Elas sempre se comportam como se não pudessem perdoar ou como se jamais pudessem oferecer uma segunda chance. Não proporcionar nova oportunidade a quem errou é o mesmo que condenar alguém ao fracasso e a infelicidade.


Que Bom que Deus não age assim para conosco, pelo contrário, Ele sempre nos vê merecedores de uma nova oportunidade!

FAZER E FALAR

quarta-feira, 6 de maio de 2015

JULGAMENTO FALÍVEL

Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida com que tiverdes medido vos medirão também. 

Mat. 7:1 e 2.

A Bíblia Viva traduz a primeira parte desse texto da seguinte maneira: "Não critiquem, e assim vocês não serão criticados!" Em geral isso pode ser verdade, mas há exceções. Algumas pessoas que nunca condescendem com a crítica aos outros, são criticadas pelos outros assim mesmo. A Bíblia na Linguagem de Hoje diz: "Não julguem os outros para não serem julgados por Deus". Isso está mais próximo da verdade, mas acho que a Edição Revista e Atualizada tem o melhor texto.

Um dos casos mais incríveis de julgamento errado de que já ouvi falar, foi feito por Honoré de Balzac, o prolífico romancista francês. Além de escrever romances, ele se considerava um perito em grafologia - o estudo (não, não é ciência) de textos escritos à mão para determinar o caráter e a personalidade de uma pessoa.

Certo dia, uma senhora levou ao grande escritor um caderno que continha uns rabiscos infantis. Pediu que ele os analisasse. Depois de esquadrinhar cuidadosamente o texto, o culto homem concluiu que a criança era mentalmente retardada; mas ele quis ser diplomático e perguntou: "A senhora é a mãe da criança?"

- Não, eu não tenho laço nenhum de parentesco com ele - respondeu a senhora.

- Ótimo.

A testa de Balzac enrugou-se. Ele perguntava a si mesmo: "Como posso ser bondoso e ainda assim contar a verdade?" A franqueza venceu.

- A escrita dessa criança dá todos os indícios de imbecilidade. Temo que o menino nunca se torne grande coisa na vida, se é que vai ser alguém.

- Mas, senhor - protestou a mulher - esses rabiscos são seus. O senhor não reconhece a letra? Esse caderno foi seu, quando frequentava a escola de Vendôme.

Balzac evidentemente não conseguiu reconhecer a própria letra! 

Tenho visto grafólogos fazerem fascinantes e espertas "adivinhações" - e acertarem. Mas também já tive oportunidade de ver erros deles. Os julgamentos humanos são falíveis e isso é especialmente verdade no que se refere aos motivos. Só Deus pode ler o coração; você e eu não podemos (ver I Sam. 16:7). Não é surpreendente, portanto, que condenemos a nós mesmos quando julgamos os outros em questões nas quais não somos competentes.

terça-feira, 5 de maio de 2015

ANTES DE CONDENAR

-    Não te precipites com o menino, disse Maria a seu marido, ouvindo-o exortar asperamente o filho a que se não demorasse pela rua quando tornasse da escola.

-    Desejo apenas ser obedecido, retorquiu o marido e, voltando-se para o menino, disse: Agora vá para a escola e, quando voltarem, vem diretamente para casa; do contrário eu te ensinarei.

Carlos despediu-se enxugando as lágrimas que ocultamente lhe deslizavam pelas faces. Era um belo e guapo rapaz de nove anos de idade, cheio de vida, e, portanto, naturalmente disposto a toda sorte de desenvoltura. O pai, porém, parecia antes inclinado a olvidar que os meninos são meninos e que seria fora do natural, em um tal rapaz, não ser desembaraçado e esperto.

Teve, porém, de aprender à sua custa. Durante a tarde os seus negócios o embaraçaram um pouco, pelo que volveu à casa um tanto indisposto. Ele não era mau; enfadava-se, porém, facilmente quando as coisas não corriam conforme os seus desejos. Muito exato e pontual em tudo, não lhe suportava que outros não o fossem também.

Sentado ao fogão da sala, sua fisionomia revelava mau humor, que ainda mais se acentuou quando sua mulher lhe anunciou que Carlos voltara da escola todo molhado e coberto de lama.

-    Onde está ele?, perguntou severamente o pai.

-    Na cozinha, volveu a mãe; ele teme entrar, porquanto a empregada o avisou de que estavas em casa.

-    Não admira que receie entrar, pois ainda ontem o exortei a não ir tão perto do rio. Manda-o entrar.

Carlos entrou, tiritando de frio. Um olhar do pai bastou para o convencer do que o aguardava.

-    Não disse para você não ir tão perto do rio? Amanhã mostrarei a você o que penso deste procedimento, mas de um modo que você não esquecerá tão facilmente.

-    Mas papai, disse o menino, permita-me que explique ao senhor como foi?...

-    Não quero ouvir, vá para a cama!

-    Desejo somente dizer ao senhor, papai, que...

-    Já disse: cale-se! e com um gesto significativo acrescentou: Você vá para a cama ou se arrependerá.

O menino obedeceu vagarosamente, recolhendo-se ao quarto sem haver jantado. Quando Carlos deixou a sala, disse a mãe, comovida:

-    Eu acho que você devia ter escutado o que Carlos tinha a dizer. Você sabe que no mais ele sempre tem sido bom filho, e que, se comete alguma travessura, é mais por inadvertência do que acintosamente.

-    Bem, mas ele devia obedecer-me, visto como lhe proibi terminantemente de ir tão perto do rio.

Entretanto, parecia que uma nuvem sombria pairava sobre aquela habitação, em geral risonha e alegre. Quando os dois esposos se recolheram, o pai sentiu-se impelido a espreitar para dentro do quarto em que Carlos dormia.

Aproximando-se cautelosamente do leito e interceptando com a mão a luz da vela, fixou longamente o rosto do menino que ressonava tranquilo. Intimamente se arrependia de sua atitude, embora procurasse reprimir esse sentimento dizendo de si para si que a consciência do dever o aconselhava a ser firme. Falando depois com a esposa, prometeu ouvir primeiro o que Carlos tinha a lhe dizer, antes de recorrer à medida extrema.

Essa ocasião, porém, não veio. No dia seguinte, ao acordar, notaram com surpresa que o menino tinha sida acometido de uma inflamação cerebral, de que não mais conseguiu restabelecer-se. A despeito de todos os desvelos e do desejo ardente com que estavam os pais de que Carlos os tornasse a reconhecer, o infeliz menino faleceu algum dias depois.

Quando a notícia da morte de Carlos alcançou a escola, um dos colegas íntimos do menino veio ter com sua família.

-    Eu estava com ele quando entrou na água.

-    Deveras?, inquiriu o pai. E você pode me dizer como foi?

-    Sim. Dois meninos estavam pescando, quando, não sei como, um deles escorregou e caiu. Carlos, sem hesitar, atirou o boné, lançando-se após o rapaz, conseguindo, com dificuldade, arrastá-lo para fora do rio. Ele e eu o pusemos na margem. Carlos me pediu que nada dissesse, porque lhe haviam proibido de ir perto do rio, Pelo caminho sempre repetia: "Que dirá meu pai quando me vir assim? Porém, eu não podia proceder de outra maneira, devia salvar Tomé."

-    Meu pobre e desventurado filho!, exclamou o pai. Era isto que me desejava contar, recusando-me a ouvi-lo. Deus me perdoe!

Lágrimas lhe rolaram pelas faces e ainda muitos anos depois o aspecto dos brinquedos e dos livros de Carlos lhe pungia o coração, o que podia ter evitado, se tivesse ouvido o filho antes de o condenar
Pérolas Esparsas