quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

COMO EVITAR O ESFRIAMENTO

E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. 

S. Mat. 24:12-13.

Em 1776, James Cook, famoso explorador e capitão da marinha britânica, foi encarregado por seu país de liderar uma expedição com o fim de verificar se havia mesmo ou não uma passagem navegável entre os oceanos Atlântico e Pacífico, via costa norte do Canadá. A expedição zarpou de Plymouth, Inglaterra, no dia 12 de julho de 1776. Entre seus integrantes estava o Dr. Solander, um naturalista sueco, cuja responsabilidade era fazer observações científicas da flora e fauna encontradas ao longo do caminho.

No outono de 1779, a expedição pesquisou a área em torno do Estreito de Bering. Ali um grupo, sob o comando do tenente Hodder, e incluindo o Dr. Solander, armou um acampamento e dirigiu-se para o interior. Uma prematura tempestade de inverno apanhou de surpresa aqueles homens longe do acampamento, ameaçando-os de morrerem congelados. Devido à sua experiência com temperaturas baixas em seu país natal, a Suécia, o Dr. Solander reuniu os homens e advertiu-os acerca dos perigos da hipotermia.

- Precisamos resolutamente voltar ao acampamento sem uma única parada - disse ele. - Nosso grande perigo é adormecer e não acordar nunca mais.

- Mas acho que ficaremos terrivelmente cansados - comentou Hodder.

- É lógico que vamos ficar - disse Solander. - Quando o sangue começar a esfriar, os homens implorarão um pouco de descanso. Não permita que se detenham uma só vez. Incite-os com golpes, com baionetas, se for preciso. Ceder ao desejo de dormir será fatal.

Os membros do grupo de Hodder atenderam à admoestação do doutor e voltaram ao acampamento sem perder um homem.

Jesus advertiu-nos de que, ao aproximar-se o fim dos tempos, a iniqüidade aumentaria e o amor de muitos de Seus seguidores ficaria frio, ao assimilarem o espírito do mundo ao seu redor. Vemos que isso ocorre hoje: cristãos adormecendo enquanto se conformam mais e mais com o mundo.

O que podemos fazer individualmente para evitar esse fim triste? Resolutamente encaminhar-nos para Sião, enquanto animamos outros ao longo do caminho por nosso exemplo.

O DOM DA FALA

 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

CRER E CONFIAR

"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim."

 João 14:1

Em meio a tantas lutas , o coração do homem se inquieta, fazendo com que ele se preocupe com muitas coisas deste mundo, turbando-se em seu interior. O homem por sua natureza tende a acreditar somente naquilo que vê com os próprios olhos.

"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem." Hebreus 11:01

Crer é confiar, é esperar, é ver o fato acontecer mesmo antes de ser realizar. Pela fé creia em seu coração que sua situação já mudou, que o seu problema já foi solucionado e que a providência de Deus já veio sobre a sua vida! 

Faça sua oração: Senhor Jesus eu creio em meu coração, que o Senhor já mudou a situação da minha vida, que o Senhor já abriu todas as portas que estavam fechadas, que o Senhor já trouxe a solução para os meus problemas. Em entrego tudo em Tuas mãos! Em nome de Jesus! Amém!

Que o Senhor te abençoe e te guarde!
Um forte abraço!
Brunner Couto

AS PALAVRAS


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

A ALEGRIA DO SENHOR É A NOSSA FORÇA

Quando o povo de Israel foi restaurado em sua própria terra, vindo do cativeiro em Babilônia houve uma reunião solene presidida por Neemias e Esdras, ocasião em que as Escrituras Sagradas foram lidas e ensinadas ao povo.

O primeiro sentimento deles foi de grande tristeza, de profundo pesar, por saberem que tudo o que estava escrito na Lei de Moisés lhes sobreviera em razão do seu viver pecaminoso, e assim, podiam entender agora o quanto haviam agido contra um Deus tão Puro, Amoroso e Santo, e o quanto haviam desconsiderado Sua Palavra que agora lhes estava sendo recordada.

A tristeza do arrependimento, que é segundo Deus, não é para produzir abatimento e sentimentos de morte, senão de alegria e vida.

Quando podemos reconhecer que Ele deve ser obedecido e amado, e o pecado deve ser confessado e deixado, temos nisto motivo para nos alegrarmos em Sua presença, porque certamente Ele também está alegre conosco, e o prova concedendo-nos a força da Sua graça para gerar em nós a mais pura alegria espiritual.

Importa então, que seja expresso no exterior, aquilo que está presente em nosso interior, porque se Deus afasta o nosso opróbrio; restaura-nos na terra santa da Sua gloriosa presença, o que é motivo de grande alegria. E, por isso fizeram bem Neemias, Esdras e os levitas em instruírem o povo a não estar contristado no dia da reconciliação, mas a se regozijar grandemente, em face da bondade e misericórdia recebidas de Deus.

Assim, quando o Senhor nos convence dos nossos pecados pela Sua Palavra, e nos arrependemos e lamentamos, ficamos na condição que é adequada para recebermos as grandes e preciosas promessas do Evangelho.

Os que choram são então consolados; os de espírito enlutado são alegrados, e nisto se cumpre a palavra da promessa do efeito do evangelho feita através do profeta Isaías:

“e a pôr sobre os que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria, em vez de pranto, veste de louvor, em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo SENHOR para a sua glória.” (Isaías 61.3)


Silvio Dutra

LIVRES


domingo, 19 de fevereiro de 2017

O LIVRO DO MAPA DO TESOURO

Era uma vez um pobre e modesto alfaiate, que sonhava muito tornar-se rico.

Um dia bateu à sua porta um viajante mercador. Dentre os vários objetos que viu, o alfaiate interessou-se tão-somente por um livro muito velho, de capa de couro, escrito num idioma que ele nem conhecia.

O mercador assegurou-lhe tratar-se de um livro que continha os segredos de um grande tesouro escondido por piratas. Muito já haviam tentado desvendar este mistério, sem sucesso.

O alfaiate comprou o livro, não pelas histórias do mercador, mas porque achou que poderia ganhar algum dinheiro ao revendê-lo.

À noite, entediado, decidiu examinar melhor sua aquisição. Por mais que lesse, nada entendia, mas, seu coração disparou quando conseguiu decifrar algumas palavras: "prata... ouro... jóias".

De imediato desistiu de revender o livro. Afinal, se houvesse mesmo ali um segredo de um tesouro, ainda não desvendado, ele não iria desperdiçar esta oportunidade única que bateu à sua porta.

Para decifrar o resto, o alfaiate percebeu que teria que estudar algumas línguas estrangeiras.

Dedicou-se por anos, sem nunca desistir nem se cansar. Todas as tardes, não via a hora de poder fechar a alfaiataria para poder voltar aos estudos.

Um dia um mensageiro trouxe-lhe uma convocação: O seu país precisava de seus préstimos como intérprete do rei, pelo que seria muito bem recompensado.

Atendeu a convocação, mas teve que deixar a profissão de alfaiate, pois não queria parar de estudar e o rei sempre o requisitava.

Comprou numa bela casa próxima ao castelo do rei, para não perder muito tempo se deslocando.

Como o livro tinha muitas figuras, cálculos e números, enveredou-se nos estudos da filosofia, física, aritmética e matemática. Em breve, também era requisitado para efetuar cálculos complicados para grandes edificações.

Ganhou muito dinheiro e tornou uma pessoa notória em seu país, mas, nunca parou de estudar nem de tentar decifrar seu estimado livro; tarefa que finalmente ele conseguiu, muitos anos depois. E o livro dizia o seguinte acerca do tesouro escondido:

"Feliz é o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire entendimento; pois melhor é o lucro que ela dá do que o lucro da prata, e a sua renda do que o ouro. Mais preciosa é do que as jóias, e nada do que possas desejar é comparável a ela - Provérbios 3.14-16".

Conto folclórico oriental, recontado por Ronaldo A. Franco

Fonte: www.metaforas.com.br

NÃO É MOTIVO


sábado, 18 de fevereiro de 2017

RICO... MUITO RICO

"Riquezas e honra estão comigo; assim como os bens duráveis e a justiça. Melhor é o meu fruto do que o ouro, do que o ouro refinado, e os meus ganhos mais do que a prata escolhida" (Provérbios 8:18, 19).

"Nada há de errado no homem possuir riqueza. O errado é a riqueza possuir o homem." (Billy Graham)

"Se você quer se sentir rico, conte apenas o que o dinheiro não pode comprar." (Autor desconhecido)

"Homens fabricam dinheiro falso e, em muitos casos, o dinheiro fabrica homens falsos." (Autor desconhecido)

Este dia é muito significativo para mim. Mais do que a data de meu aniversário, é mais um ano que estou vivendo na presença de Deus. Sou um homem rico! Um homem muito rico! Talvez não tenha dinheiro... mas nada me falta. Tenho o amor de Deus em minha vida; tenho a paz do Senhor reinando em minha alma; tenho a presença viva e revigorante de Jesus em meu coração.

Esse privilégio e essa grande riqueza não é exclusividade minha. Essa é uma riqueza que você pode obter. Com muito ou pouco dinheiro, morando em uma bela casa, com muitos cômodos, uma grande piscina e vários carros na garagem ou em uma bem pequenina, sem muito conforto, porém, iluminada com a felicidade da presença de Jesus Cristo. Isso vale mais que todo o dinheiro do mundo sem a graça e a bênção do Senhor.

Quem tem Jesus tem tudo... quem não O tem não pode experimentar a alegria verdadeira e permanente.

Eu me sinto muito feliz. Tenho um tesouro que não cabe no maior banco do mundo. Tenho as mãos de Deus me abraçando. Tenho os olhares do Senhor fixos em mim, orientando-me em todas as decisões. Que bela e incomparável riqueza!

Você também quer ser uma pessoa muito rica?

Paulo Barbosa
ministerio-pararefletir.blogspot.com.br

SENTA E OUVIR

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

AMPARO NA RUÍNA

Quando destruição, o sofrimento, a angústia atingem a nossa alma é comum o desespero, a tristeza e a angústia nos ferir no mais íntimo do coração. Não raro a esperança desaparecer e a gente ficar perdido no deserto que nossa vida se tornou a contemplar as ruínas de nosso passado. Já aconteceu com você?

Aleksander Kircun, natural da Polônia, relata uma experiência sua que nos faz refletir como é precioso a comunhão em tempo de solidão e ruínas.

"Durante a Segunda Guerra Mundial, quando a linha de frente moveu-se um pouco para a direção ocidental, retornei a Varsóvia. A cidade estava em completa ruína. Ao contemplar a confusão reinante e os edifícios destruídos, meu coração quase se despedaçou. Senti-me só, terrivelmente só.

Mas o que mais me arrasou foi ver as ruínas do templo da Igreja Batista que frequentava. Para aumentar ainda mais minha tristeza descobri que da florescente comunidade de nossa igreja em Varsóvia não restavam mais do que catorze membros.


No meio dessa situação triste e aflitiva, surgiu de repente um lampejo de esperança e alegria. Representantes da Aliança Batista Mundial nos visitaram. E nos disseram: "Não estais sós. Trazemos auxilio para vossa igreja e palavras de encorajamento". Como foram maravilhosas estas palavras, nesse período difícil; e quão esplêndida, a nossa comunhão nessa época."

Quando se confia e espera em Deus a solidão é menor do que imaginamos e a tragédia não irá nos abater para sempre. Porque o nosso Deus levanta o caído e sustenta o aflito.

PESSOAS FELIZES

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

CORAÇÕES DISTANTES

O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões.

Pv 10.12

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos: Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?

— Gritamos porque perdemos a calma disse um deles.

— Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? Questionou novamente o pensador.

— Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar: Então não é possível falar-lhe em voz baixa?

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:

— Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas. Por fim, o pensador conclui, dizendo:

— Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.

Anônimo

ATITUDE


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

DIFERENTES

Sempre dou graças a meu Deus por vocês, por causa da graça que lhes foi dada por ele em Cristo Jesus. Pois nele vocês foram enriquecidos em tudo, isto é, em toda palavra e em todo conhecimento. 
1 Coríntios 1:4-5

Como é bom ter amigos e irmão! O Apóstolo Paulo louvava a Deus pelos irmãos de Corinto. Mesmo sendo uma Igreja com problemas, ele sabia que Jesus Cristo tinha dado a vida por eles, então, ele tinha que agradecer ao Pai por ter esses irmãos com ele.

E nós, como nos relacionamos com nossos irmãos? Louvamos a Deus por suas vidas ou estamos sempre a reclamar? Deus nos ama a todos e o seu amor alcançou cada um de um modo especial. É preciso compreender que o Pai nos escolheu com todos os nossos defeitos e nos fez seus filhos apesar de nossas falhas. Por isso, precisamos está sempre com um coração cheio de ações de graças.

Já pensou se Deus nos tratasse como tratamos nossos irmãos? Com certeza nenhum de nós seria salvo. Uma vez que costumamos desprezar aqueles com os quais não concordamos ou acreditamos que tenham opiniões teológicas diferentes da nossa. Mas o Pai nos trata assim, ele nos ama como somos e, por isso, entregou seu filho a uma cruz.

Fandermiler Freitas

CADA DIA MELHOR


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

SUSSURRO DE DEUS

Conta-se que um amigo levou um índio para passear no centro de São Paulo. Seus olhos não conseguiam acreditar na altura dos edifícios e ele mal conseguia acompanhar o ritmo frenético das pessoas indo e vindo. Espantava-se com o barulho ensurdecedor das sirenes, dos automóveis, as pessoas falando em voz alta. De repente o índio falou:

- Ouço um grilo...

O amigo espantado retrucou:

- Impossível ouvir um inseto tão pequeno nessa confusão!

O índio insistiu que ouvia o cantar de um grilo. Tomando o seu cicerone pela mão, levou-o até um canteiro de plantas. Afastando as folhas, apontou para o pequeno inseto.

- Como? 

-Perguntou o amigo, ainda sem crer.

O índio pediu-lhe algumas moedas, e então as jogou na calçada. Quando elas caíram e se ouviu o tilintar do metal, muita gente se voltou:

- Escutei o grilo porque o meu ouvido está acostumado com este tipo de barulho. As pessoas aqui ouvem o dinheiro caindo no chão porque foram condicionados a reagirem a esse tipo de estímulo. Depois arrematou:

- A gente ouve o que está acostumado ou treinado a ouvir. 

Vivemos em um mundo materialista. A vida nos impõe que sejamos muitas vezes duros. Acabamos nos tornando céticos. A voz de Deus não é ouvida senão por aqueles que tem o ouvido sensível. Muitas vezes a correria da vida e as agitações da nossa alma inquieta não nos permitem perceber o Divino. Treinamos os nossos sentidos para reagir apenas aos impulsos da sobrevivência, mas há realidades que só se percebem com o espírito. Aqueles que aquietam o coração e se deixam tocar pelo Eterno, escutam o sussurro de DEUS.

Autor desconhecido

O MODO DE SER FELIZ