quarta-feira, 18 de maio de 2022

O QUE HÁ EM UM NOME?

E diziam: Não é este Jesus, o filho de José, cujo pai e mãe nós conhecemos?

João 6.42

Jesus era conhecido como filho de José. Lucas 3:23

Nosso filho Kofi nasceu numa sexta-feira, e esse é o significado do nome dele. Nós lhe demos esse nome por causa de um amigo ganês, um pastor cujo único filho morreu. Ele ora pelo nosso Kofi e isso nos honra muito.

É fácil perder o significado de um nome se você não conhece a história por trás dele. Em Lucas 3, encontramos um detalhe fascinante sobre um nome na ancestralidade de José. A genealogia traça a linha de José de volta a Adão e até a Deus (v.38). No versículo 31, lemos: “Natã era filho de Davi”. Natã? Isso é interessante. Em 1 Crônicas 3:5, aprendemos que Natã era filho de Bate-Seba.

É coincidência que Davi tenha chamado de Natã o filho de Bate--Seba? Lembre-se da história. Bate-Seba nunca deveria ser a esposa de Davi. Outro Natã, o profeta, enfrentou bravamente o rei por abusar de sua autoridade para explorar Bate-Seba e assassinar o marido (2 Samuel 12).

Davi aceitou prontamente a repreensão do profeta e se arrependeu de suas ofensas horríveis. Com a passagem curativa do tempo, ele nomearia seu filho Natã. Quão apropriado é que este era o filho de Bate-Seba e que ele seria um dos ancestrais de José, o pai terreno de Jesus (Lucas 3:23).

Encontramos a graça de Deus entretecida por toda a Bíblia, tecida em tudo, até mesmo em um nome obscuro em uma genealogia raramente lida. A graça de Deus está em toda parte.

Por:  Tim Gustafson
Fonte: https://paodiario.org

UMA BOA QUEDA

 

terça-feira, 17 de maio de 2022

PROTEÇÃO EM MEIO ÀS FERAS

Em 1879, Hsi, um pobre chinês, ouviu o Evangelho e converteu-se a Jesus, tornando-se tão zeloso, que os missionários o consagraram ao santo ministério. 

Um domingo de manhã, Hsi, como de costume, foi dirigir um culto em Ping-iang, um lugarejo situado a 21 quilômetros de sua aldeia. Quando o pastor já estava de volta, cansadíssimo, um homem veio pedir-lhe que fosse visitar uma pobre mulher que estava às portas da morte e desejava conhecer a Jesus. 

A doente morava em uma aldeia situada a 26 quilômetros do lugar em que estava o pastor. A estrada era deserta e perigosa. Lobos famintos costumavam atacar os viajantes indefesos. Mas Hsi, sentindo a necessidade de atender ao apelo daquela alma que ansiava pela vida eterna, não hesitou um só momento e, enfrentando toda a sorte de perigos, seguiu o seu caminho, rumo à casa da pobre mulher.

Andou, andou, andou e quando veio a noite, ainda faltavam 5 quilômetros para chegar à aldeia. Parou para repousar um pouco. Momentos depois começou a ouvir uns uivos que se tornavam cada vez mais distintos. Não tardou muito e se viu rodeado por uma alcateia de lobos! Que fazer? Impossível tentar defender-se dos terríveis animais que, ferozes, investiam contra ele. Só Deus podia valer-lhe naquela hora angustiosa. E Hsi, caindo de joelhos, orou em alta voz ao Senhor, pedindo-Lhe que viesse em seu socorro.

Que maravilha! Um grande silêncio se fez e os lobos fugiram espantados e não voltaram mais! Deus atendera ao clamor de Seu piedoso servo e o livrou das garras das terríveis feras. Hsi pôde então continuar o seu caminho e, chegando à casa da pobre enferma, falou-lhe do amor de Jesus e da salvação que Ele oferece aos que nEle creem e aceitam o Seu sacrifício. Momentos depois, a doente, sentindo a alegria da salvação, expirou.

 Adaptado / D. P. Silva - Mil Ilustrações

A CRUZ TE ENSINA A AMAR

 

segunda-feira, 16 de maio de 2022

O DEUS DE AMANHÃ

Quando Jesus encontrou o homem recém curado no templo, ele falou “Olhe, você está curado. Não volte a pecar, para que algo pior não lhe aconteça” (João 5:14 NVI). Inerte estagnação é uma ofensa séria. Betesda nunca mais para você. Chega de acordar e dormir na mesma bagunça. Deus é o Deus de movimento adiante, o Deus do amanhã. O homem na história de João havia esperado por trinta e oito anos, mas alguma coisa sobre a presença de Cristo, a pergunta de Cristo e o comando de Cristo o convenceu a não esperar nenhum dia a mais.

Vamos nos juntar a ele. Faça essa pergunta ao Senhor: O que é que posso fazer hoje que me levará na direção de um amanhã melhor? Continue perguntando até ouvir uma resposta. E uma vez que escutar, faça. Levante, pegue e ande. E lembre-se amigo, você nunca está só.

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “The God of Tomorrow”

PRA QUE ELE VEIO




 

domingo, 15 de maio de 2022

O FALCÃO E O CÁLICE

Conta a lenda que certa manhã o guerreiro mongol Gengis Khan e sua corte saíram para caçar.

Enquanto seus companheiros levavam flechas e arcos, Gengis Khan carregava seu falcão favorito no braço, que era melhor e mais preciso que qualquer flecha, pois podia subir aos céus e ver tudo aquilo que o ser humano não conseguia ver.

Entretanto, apesar de todo o entusiasmo do grupo, não conseguiram encontrar nada.

Decepcionado, Gengis Khan voltou para seu acampamento. Mas, para não descarregar sua frustração em seus companheiros, separou-se da comitiva e resolveu caminhar sozinho.

Tinham permanecido na floresta mais tempo que o esperado e Gengis Khan estava cansado e com sede.

Por causa do calor do verão, os riachos estavam secos. Não conseguia encontrar nada para beber até que, enfim, avistou um fio de água descendo de um rochedo à sua frente.

Na mesma hora, retirou o falcão do seu braço, pegou o pequeno cálice de prata que sempre carregava consigo, demorou um longo tempo para enchê-lo e, quando estava prestes a levá-lo aos lábios, o falcão levantou vôo e arrancou o copo de suas mãos, atirando-o longe.

Gengis Khan ficou furioso, mas era seu animal favorito, talvez estivesse também com sede. Apanhou o cálice, limpou a poeira e tornou a enchê-lo. Após outro tanto de tempo, com a sede apertando cada vez mais e com o cálice já pela metade, o falcão de novo atacou-o, derramando o líquido.

Gengis Khan adorava seu animal, mas sabia que não podia deixar-se desrespeitar em nenhuma circunstância, já que alguém podia estar assistindo à cena de longe e mais tarde contaria aos seus guerreiros que o grande conquistador era incapaz de domar uma simples ave.

Desta vez, tirou a espada da cintura, pegou o cálice, recomeçou a enchê-lo. Manteve um olho na fonte e outro no falcão. Assim que viu ter água suficiente e quando estava pronto para beber, o falcão de novo levantou vôo e veio em sua direção. Gengis Khan, em um golpe certeiro, atravessou o seu peito do falcão, matando-o.

Retomou o trabalho de encher o cálice. Mas o fio de água havia secado.

Decidido a beber de qualquer maneira, subiu o rochedo em busca da fonte. Para sua surpresa, havia realmente uma poça de água e, no meio dela, morta, uma das serpentes mais venenosas da região.

Se tivesse bebido a água, já não estaria mais no mundo dos vivos.

Gengis Khan voltou ao acampamento com o falcão morto em seus braços.

Mandou fazer uma reprodução em ouro da ave e gravou em uma das asas: Mesmo quando um amigo faz algo que você não gosta, ele continua sendo seu amigo.

Na outra asa: Qualquer ação motivada pela fúria é uma ação condenada ao fracasso.

Nem sempre o que parece ser, realmente é.

Autor: Autor Desconhecido

PRECISA OUVIR DEUS

 

sábado, 14 de maio de 2022

AQUELE QUE VÊ

…se não fizerem como prometeram, terão pecado contra o Senhor e não escaparão das consequências.

Número 22:23

“Não!”, ouvi a voz da minha esposa quando ela entrou na cozinha. Nesse momento, o nosso labrador retriever de 40 quilos, Max, saiu correndo dali.

O pernil de cordeiro que estava muito perto da borda do balcão tinha sumido. Max o tinha comido, deixando apenas uma panela vazia. Ele tentou se esconder embaixo da cama, mas apenas a cabeça e os ombros cabiam ali. A traseira e a cauda expostas revelaram seu paradeiro quando fui procurá-lo. “Max, seu ‘pecado’ o descobrirá”, murmurei.

A frase foi emprestada de Moisés, quando ele advertiu duas tribos de Israel a serem obedientes a Deus e a cumprirem suas promessas. Ele lhes disse: “se não fizerdes assim, eis que pecastes contra o Senhor; e sabei que o vosso pecado vos há de achar” (Números 32:23 ARA). O pecado pode parecer bom por um momento, mas causa a máxima dor da separação de Deus. Moisés estava lembrando ao seu povo que Deus não perde nada. Como um escritor bíblico disse: “…Tudo está descoberto e exposto diante de seus olhos, e é a ele que prestamos contas” (Hebreus 4:13).

Embora vendo tudo isso, o nosso santo Deus nos atrai com amor para confessarmos o nosso pecado e a nos arrependermos (afastar-se do pecado) e andarmos corretamente com Ele (1 Joao 1:9). Que o sigamos em amor hoje.

Por:  James Banks

PERFEIÇÃO

 

sexta-feira, 13 de maio de 2022

SOB O SIGNO DA PRESSA

Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.

João 9:4

"As matas são belas, profundas, escuras, / Mas tenho promessas que importa cumprir, / E milhas de marcha até poder dormir."

Esses versos do poeta Robert Frost, foram usados no enterro do Dr. Tom Dooley (Thomas Anthony Dooley III, 1927 - 1961), o médico de 34 anos de idade, cuja obra médico-pioneira em Laos, no sudeste asiático, se desenvolveu em uma operação de auxílio médico internacional. 

Ao aparecerem os primeiros sintomas de câncer no Dr. Dooley, ele conheceu que sua vida seria abreviada, de modo que sua atividade redobrou. Segundo um seu companheiro de viagem: "Ele tinha um ressentimento patológico de que o dia tivesse apenas 24 horas". Em uma viagem para falar ao povo, em 1959, abrangeu 37 cidades americanas, fez 49 discursos e levantou quase um milhão de dólares para a campanha de auxílio, em 60 dias. De volta ao Laos, reassumiu imediatamente suas pesadas responsabilidades - tratando de 100 doentes por dia, ditando quase a noite inteira, atendendo a chamados de emergência. Menos de um ano depois ele estava de regresso aos Estados Unidos, fazendo 55 discursos em 41 cidades dentro de seis  semanas. Disse ele a um amigo: "Tenho ainda tanto por fazer!"

A 18 de janeiro de 1961 ele faleceu em Nova Iorque, a obra por terminar. Sua vida apresentou episódios controversos, e consta que pode ter sido agente da CIA. Mas seu exemplo inspirou a muitos a dedicarem-se ao trabalho filantrópico.

A vida de Jesus, mais ainda que a de Tom Dooley, foi assinalada pela consciência deque o tempo era breve. Trabalhava até ao ponto de exaustão.

D. P. Silva - Mil Ilustrações (adaptado)

A RECUSA DA FÉ

 

quinta-feira, 12 de maio de 2022

APRENDER A OUVIR

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:

– Quantos rins nós temos?

– Quatro! Responde o aluno.

– Quatro? – Replica o professor, arrogante, daqueles que se comprazem em tripudiar sobre os erros dos alunos.

– Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala – ordena o professor a seu auxiliar.

– E para mim um cafezinho! – Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala.

O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o “Barão de Itararé”.

Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

– O senhor me perguntou quantos rins “nós temos”. “Nós ” temos quatro: dois meus e dois teus. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

“A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento”

(Autor desconhecido)

MAL ACOMPANHADO



quarta-feira, 11 de maio de 2022

PASSANDO DE LARGO (O FARISAÍSMO ESTÁ À PORTA)

A facilidade de "passar de largo" nas experiências comuns da vida é apresentada por William R. Moody, na biografia de seu pai, D.L. Moody. 

Conta-nos que o grande evangelista estava em um trem com o professor D.B. Towner, quando um jovem bastante bêbado e ferido, com uma vista completamente fechada e terrivelmente desfigurado, reconheceu a Moody e começou a cantar hinos e murmurar algumas palavras consigo mesmo. 

Moody ficou muito incomodado e pediu ao condutor que tirasse dali aquele passageiro. O condutor falou mansamente ao jovem, levou-o ao carro de bagagem e lavou-lhe a vista doente, atando-a com o próprio lenço, depois do que o ébrio adormeceu. 

Moody deteve-se a pensar um pouco e então disse: "Towner, aquilo foi uma forte repreensão para mim. A noite passada eu exortei o povo a imitar o bom samaritano e esta manhã Deus me deu oportunidade para praticar o que preguei e eu me coloquei no caminho do sacerdote e do levita". Naquela noite ele relatou o incidente ao auditório, confessando sua humilhação.

Peloubet / D. P. Silva - Mil Ilustrações

VOLTAR ATRÁS


segunda-feira, 9 de maio de 2022

PERDÃO IMPOSSÍVEL

E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem...

Lucas 23:34

Entre os destroços do campo de concentração onde os nazistas exterminaram quase 50 mil mulheres, foi encontrada esta oração amassada: “Ó Senhor, lembra-te dos homens e mulheres de boa vontade e também dos de má vontade. Não te lembres do sofrimento que infligiram a nós, mas dos frutos que trouxemos graças a esse sofrimento — nossa camaradagem, lealdade, humildade, a coragem, a generosidade e a grandeza de coração que surgiu disso. E quando eles forem julgados, que todos os frutos que produzimos sejam o perdão que receberão”.

Nem imagino o medo e a dor infligidos à mulher aterrorizada que a escreveu. Não consigo imaginar a graça inexplicável que essas palavras exigiram dela. Ela fez o impensável: buscou o perdão de Deus para os seus opressores.

Isso ecoa a oração de Cristo. Depois de ser injustamente acusado, escarnecido, espancado e humilhado diante do povo, Jesus foi crucificado ao lado de criminosos (Lucas 23:33). Pendurado numa rude cruz, com o corpo mutilado e ofegante, eu esperaria que Jesus pronunciasse julgamento sobre Seus atormentadores, buscando revanche ou justiça divina. No entanto, Ele proferiu uma oração contrariando todo impulso humano: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem” (v.34).

O perdão que Jesus oferece parece impossível, mas Ele o oferece a nós. Em Sua graça divina, Seu perdão flui livremente.

Por:  Winn Collier

SUA PALAVRAS

 

domingo, 8 de maio de 2022

CARMELITA

O ar quente pairava pesado na pequena capela do cemitério. Os que tinham leques usavam-nos para refrescar-se. Havia muita gente. As poucas cadeiras colocadas foram logo ocupadas. Eu encontrei um canto vazio de um lado e fiquei ali de pé, observando meu primeiro funeral brasileiro.

Sobre suportes no meio da capela tinha sido colocado o caixão e nele o corpo de uma mulher morta num acidente de carro na véspera. O nome dela era Dona Neusa. Eu a conhecia por ser mãe de um de nossos primeiros convertidos, Cesar Coutinho. Ao lado do caixão: Cesar, sua irmã, outros parentes e alguém muito especial com o nome de Carmelita.

Ela era uma mulher alta, de pele escura, quase negra. Naquele dia seu vestido era simples e seu rosto solene. Ela olhava fixamente para o caixão com seus olhos castanhos e fundos. Havia algo de nobre na maneira como ficava ali de pé ao lado do corpo. Ela não chorava aberta-mente como os demais. Nem procurava consolo com os outros enlutados. Ela só ficou ali, curiosamente quieta.

Na noite anterior eu acompanhara Cesar na delicada missão de contar a Carmelita que Dona Neusa morrera. Enquanto nos dirigíamos para a casa dela, ele explicou-me como Carmelita fora adotada em sua família.

Mais de vinte anos antes, a família de Cesar visitara uma pequena cidade no interior do Brasil. Eles encontraram ali Carmelita, uma órfã de sete anos, vivendo com parentes pobres. A mãe dela tinha sido uma prostituta. Ela nunca conhecera o pai. Depois de ver a criança, Dona Neusa sentiu-se comovida, sabendo que se não interferisse, a pequena Carmelita estava condenada a uma vida sem amor nem atenção. Por causa da compaixão de Dona Neusa, Cesar e sua família voltaram para casa com um novo membro.

Enquanto eu me encontrava ali na capela funerária e olhava para o rosto de Carmelita, tentei imaginar as suas emoções. Como a vida dela tinha mudado. Fiquei pensando se a sua mente revivia as lembranças da infância quando subira num carro e se afastara para viver com uma família estranha. Num momento ela não tinha amor, um lar, nem um futuro; no momento seguinte obtivera essas três coisas.

Meus pensamentos foram interrompidos pelo ruído de pés se arrastando. O velório terminara e as pessoas deixavam a capela para assistir ao enterro. Por causa de minha posição, bem no canto do prédio, fui o último a sair. Ou pelo menos pensei que fora. Enquanto andava ouvi uma voz suave atrás de mim. Voltei-me e vi Carmelita chorando silenciosamente ao lado do caixão. Comovido, parei na porta da capela e assisti o seu tocante “adeus”. Carmelita estava sozinha pela última vez com sua mãe adotiva. Havia sinceridade em seus olhos. Era como se ela tivesse uma tarefa final a cumprir. Ela não se lamentou em voz alta, nem gritou de dor. Simplesmente inclinou-se sobre o caixão e o acariciou ternamente como se fosse o rosto da mãe. Com lágrimas silenciosas caindo sobre a madeira polida ela repetiu várias vezes, “Obrigada, obrigada”.

Uma despedida final de gratidão.

Ao voltar para casa pensei que nós, de muitas formas, somos como Carmelita. Nós também somos órfãos amedrontados. Nós também não tínhamos nem ternura nem aceitação. E nós também fomos resgatados por um visitante compassivo, um pai generoso que nos ofereceu uma casa e seu nome.

Nossa resposta deveria ser exatamente a mesma de Carmelita, uma reação comovente de gratidão sincera pela nossa libertação. Quando ninguém mais daria por nós nem sequer o tempo de um dia, o Filho de Deus nos deu o tempo de nossa vida!

Nós também deveríamos nos colocar na companhia silenciosa daquele que nos salvou, e chorar lágrimas de gratidão, oferecendo palavras de agradecimento. Pois não foram nossos corpos que ele resgatou, mas nossas almas.

Max Lucado