quarta-feira, 23 de agosto de 2017

HÁ PERDÃO PARA MIM

Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar...

Salmo 51:4.

O pecado corrói o ser humano, e o leva a fazer coisas que ele nunca julgou que faria. O salário do pecado é a morte, portanto apesar de ser prazeroso pecar no começo o seu fim é amargo e cruel.

Mas feliz o homem que reconhece o seu pecado e o confessa. O Rei Davi reconheceu que pecou contra Deus, esconder os pecados destrói até os ossos ( verso 8 ), mas Davi sabia que estava em falta com Deus, e se colocou em condição de ser julgado. Neste belo salmo ele reconhece o seu erro e pede perdão, sabe que um coração puro é muito importante para uma vida de paz com Deus.

E você? Tem confessado seus pecados para Deus, e pedido o perdão ou tem escondido no mais fundo do seu coração a sua iniquidade? Saiba que todas as coisas estão descobertas diante de Deus. Portanto pedir perdão e reconciliar com Deus é o melhor que você pode fazer. Saiba que há perdão para você. " Se confessarmos os nosso pecados ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." 

Davi recebeu o perdão, e você também receberá perdão, também. Aproveite que hoje é o tempo aceitável de receber seu perdão. A palavra pecado tem sido substituída nos púlpitos por assentimento de heresias nas igrejas, mas Deus fará justiça assim mesmo.

Jesus perdoa você agora, hoje e sempre, pois ele é o seu substituto, portanto te digo hoje...... há perdão para você.

Deus te abençoe.

Equipe Momentos com Jesus

SABER USAR

terça-feira, 22 de agosto de 2017

AMIGO DE VERDADE

William Stidger narra como um rapazinho que jazia na mesa de opera­ção, tendo de sofrer uma intervenção séria, pediu ao pai que ficasse com ele para lhe segurar a mão enquanto o médico o anestesiava. Justamente antes de lhe colocarem a máscara de éter, ele olhou para o pai, e disse com inteira confiança:

— O senhor ficará comigo até o fim, não é, papai?

O pai respondeu com lágrimas de compreensão: - Certamente ficarei, meu filho.

Eis o que significa a verdadeira amizade. Significa acompanhar por todo o caminho, até o fim. O amigo que é mais chegado do que um irmão, Jesus, nosso melhor amigo, acompanha por todo o caminho. Ele diz: "De maneira alguma te deixa­rei nunca jamais te abandonarei. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século" (Hb 13.5; Mt 28.20). Cultivemos-Lhe a amizade e, à Sua semelhança, sejamos um amigo verdadeiro para todos - os que têm e os que não têm amigos.

PACIÊNCIA


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

DEZ MIL RAZÕES

“Sete vezes no dia te louvo pelos juízos da tua justiça.” 

Salmo 119.164

A vida é impressível, nenhum dia é igual. Há dias de profunda tristeza, sofrimento e dor; em outros, é a a felicidade que nos abraça, mas a maioria dos nossos dias não apresenta nada de especial, são dias comuns, repleto de trabalho, luta. são dias de semear.

Na verdade, o nosso coração sempre tem o que fazer, está ocupado com tantas coisas e a maioria é vã - que não traz proveito algum. E por que perdemos tanto tempo com coisas assim? É um dos grandes mistério do coração.

O salmista, no entanto tinha o desejo de louvar a Deus. Era uma das coisas mais importante que ele podia fazer. Não importava como tinha sido o seu dia, ele sempre encontrava motivos para louvar ao Pai. Isso é invejável!

Oxalá, que em meu coração sempre eu encontrasse motivos para louvar ao Pai. Porque nos dias bons e nos comuns é fácil adorar, o louvor flui naturalmente. No entanto, nos ruins é preciso pedir a Deus forças para expressar o perfeito louvor e quero tomar os homens de Deus como exemplo:

Noé - fez um culto a Deus antes de inciar sua nova vida;

Jó - louvou a Deus pelas mortes de seus filhos;

Jesus - Louvou a Deus por que sua hora estava chegando;

Saulo e Barnabé - louvaram a Deus na prisão;

Davi - fez alguns salmos em profunda tristeza, perseguição e dor;

 Dez mil razões - Ministério Jovem 2015.


Fandermiler Freitas

domingo, 20 de agosto de 2017

O QUADRO

Houve um pintor de quadros que trabalhou muito num quadro que representasse a última ceia. Terminada a obra, colocou o quadro em exposição e ficou por perto, a fim de que pudesse ver e ouvir as reações dos que por ali passassem. E ouviu opiniões assim:

"Como está lindo aquele cálice", a toalha da mesa está perfeita!"

Como todos diziam coisas assim, ele rasgou a tela e explicou: "Eu pintei esse quadro para que fosse admirada a pessoas de Jesus Cristo, mas estou vendo que os acessórios é que chamam mais a atenção".

É a pessoa de Jesus Cristo que deve ocupar sempre o primeiro plano, que deve merecer nossa atenção e louvor, quer no culto, no trabalho, nas reuniões, etc. Se assim não for algo precisa ser rasgado...

QUEM SABE DIZER


sábado, 19 de agosto de 2017

O IDIOMA DO AMOR

Quando Livingstone, faleceu em 1873. Os nativos o encontraram de joelhos ao lado da cama (morreu enquanto orava), na aldeia do chefe tribal Chitambo, localizada no norte do distrito zambiano de Serenje, a cerca de 100 Km a sudeste do Lago Bangweulu.

Cinquenta e seis nativos que o acompanharam através do continente tomaram-lhe o corpo e tiraram-lhe o coração, pois diziam: "Seu coração pertence à África, porque ele a amava" E enterraram aquele coração sob uma árvore, onde em1902 foi erguido o atual Memoria Livingstone

Depois disso, eles lavaram o corpo de Livingstone com sal e aguardente e o puseram para secar ao sol. Envolto numa manta de lã e dentro de uma caixa de casca de árvore, o corpo de Livingstone foi carregado com tudo quanto lhe pertencia por mais de mil e seiscentos quilômetros através dos desertos, enfrentando toda a sorte de perigos, combatendo tribos hostis, e o foram depositar, e a cada objeto que lhe pertencia, num porto em Bagamoyo, de foi transportado de navio até ao Reino Unido.

O coração de Livingstone foi sepultado à sombra de uma árvore, no coração da África, porque ele falava a língua da humanidade, o idioma do Amor. - A Supremacia do Amor


LUTAR CONTRA O MAL


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

DIGNO

E entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra.

Apocalipses 5.9-10


Quando pensamos no Filho de Deus, imaginamos um ser supremo que habita os altos céus. E isso é verdade! Diz a Bíblia que ele está assentado à direita do Pai. Mas não podemos nos esquecer do que ele foi capaz de fazer por amor.

Não podemos jamais esquecer de que ele, o Filho de Deus, desceu os céus e veio ao nosso encontro como uma criança que não tinha onde nascer e que viveu entre nós sem ter onde reclinar a cabeça

E o que dizer da cruz? – que pesada cruz – ela era minha cruz! E ele a levou sobre os ombros feridos e seguiu sem reclamar o caminho do Gólgota a encontrar o abandono do Pai. Quando ele morreu, o sol escureceu, a terra tremeu, o véu foi rasgado e um novo caminho abriu pelo seu sangue – a salvação era realidade!

Não é de admirar que Ele é digno de ser adorado, porque comprou com o seu sangue um povo para Deus. Você faz parte desse povo?

Para Sempre, Ministério Avivah



Fandermiler Freitas

SENTIMENTO

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

PARA FRENTE


Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio.
Sl 90.12
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A gente tem a mania de querer o passado de volta, principalmente porque sempre guarda momentos especiais e importantes da vida no coração. Deseja-se que os dias e as hora felizes de outrora voltem a alegrar a vida.

E, não é raro ouvirmos alguém dizer: “tenho saudades de antigamente, a música era melhor, as pessoas eram melhores, o trabalho era mais tranqüilo, eu era mais feliz.”

No entanto, precisamos entender uma coisa: O tempo é um caminho sem volta. Ele sempre avança para frente e vai deixando pelo caminho pedaços de nós. A vida é por natureza uma eterna despedida! Vamos perdendo pessoas, oportunidades, amores, dias de sol e até que o próprio tempo se finda. O grande problema é que a dor só nos faz enxergar o que perdemos, fazendo nos esquecer de olhar o que ainda temos.

Certa vez um homem perdeu a visão, e, durante um mês, esteve no hospital desejando a morte porque a vida “acabou-se”. Mas um dia, recebeu a visita de um amigo que o desafiou a enumerar todas as coisas que ele ainda podia fazer, da mais simples a mais complexa. Dois dias depois, quando voltou novamente ao hospital encontrou o amigo sorridente. Pois havia entendido que ainda podia realizar milhares de coisas, que a vida continuava e ele precisava seguir em frente.

Portanto, não lamente a dor da perda mais que o necessário, olhe para frente e veja que mesmo para aquele que diz que perdeu "tudo" ainda existe coisas que ele considera importantes e algo que ele pode fazer.

Hoje, quero apenas dizer: Não conheço a tua dor como não conheces a minha, mas uma coisa eu sei: tudo que Deus faz é perfeito, mesmo que doa um bocado e quebre nosso coração. Por isso, olhe para frente porque o tempo passa e nossa estadia na terra tá chegando ao final. É preciso caminhar para frente, já que o Pai promete força, consolo e poder.

CADA DIA


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

AMAR OS INIMIGOS

Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem. 

S. Mat. 5:43-44

Durante a Guerra da Independência dos Estados Unidos, um homem chamado Wildman, de Efrata, Estado da Pensilvânia, adquiriu má reputação por ter agredido verbalmente o Pastor Peter Miller, da igreja de Dunker, na mesma cidade. Wildman alistou-se no exército. Enquanto ainda estava prestando serviço, descobriu-se que ele era um espião. Foi julgado, condenado e sentenciado à forca.

Miller ficou sabendo da sentença. Seu coração foi tocado. Caminhou 95 quilômetros até Filadélfia para interceder em favor de Wildman. Quando apresentou sua súplica perante o general George Washington, este respondeu:
 
- Lamento, mas não posso atender o pedido para poupar a vida de seu amigo.
- Mas, senhor, ele não é meu amigo - explicou Miller. - É meu pior inimigo.
 
- Quer dizer que o senhor caminhou 95 quilômetros para suplicar pela vida de seu inimigo? Isso coloca a questão sob um ângulo totalmente diferente. Vou deferir seu pedido.
 
Washington assinou o documento de perdão e entregou-o a Miller, que caminhou mais 25 quilômetros até onde Wildman se encontrava aguardando a execução. Quando Wildman viu que Miller se aproximava, comentou sarcasticamente com seus companheiros de sentença:
 
- Lá vem chegando o velho Peter. Veio para assistir ao meu enforcamento.
 
Nem bem Wildman havia acabado de dizer isso, quando Miller se enfiou pela multidão e entregou ao homem condenado o documento que o perdoava
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O PREÇO DO TRIUNFO


terça-feira, 15 de agosto de 2017

ELE QUASE NÃO PODIA AJUDAR

Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei;  entra no gozo do teu Senhor.

Mateus 25.21

Moody contou a história de um homem que atravessou de barco o Atlântico. Ele ficou tremendamente enjoado e confinado ao camarote.

Uma noite ouviu um grito: “Homem ao mar!”.

Não havia nada que ele podia fazer para ajudar. Então disse para consigo mesmo, “Ao menos posso colocar a minha lanterna na vigia”.

Esforçou-se por se manter de pé enquanto segurava a lanterna de modo a esta poder brilhar na escuridão.

No dia seguinte, soube que a pessoa que foi resgatada disse: "Estava a afundar-me definitivamente pela última vez quando alguém colocou uma luz numa vigia. Como a luz incidiu na minha mão, um marinheiro num salva-vidas agarrou-a e puxou-me."

Todos os que ostentarem a sua luz, ou usarem pelo menos um talento, independentemente de ser pequeno, ajudarão a realizar o propósito de Deus na Terra, e glorificarão assim o Salvador.

Fonte: http://www.gospelcom.net/rbc/pd/2000/Abril2000.htm

SOMOS INSIGNIFICANTES


HÁ MOMENTOS


segunda-feira, 14 de agosto de 2017

AS JANELAS DOURADAS

O menino trabalhava arduamente durante todo o dia, no campo, no estábulo e no armazém, pois os pais eram fazendeiros pobres e não podiam pagar a um ajudante. Mas, quando o sol se punha, o pai deixava-lhe aquela hora só para ele. O menino subia ao alto de um morro e ficava a olhar para um outro morro, distante alguns quilômetros. Nesse morro, via uma casa com janelas de ouro e de diamantes. As janelas brilhavam e reluziam tanto que ele era obrigado a piscar os olhos. Mas, pouco depois, ao que parecia, as pessoas da casa fechavam as janelas por fora, e então a casa ficava igual a qualquer outra casa. O menino achava que faziam isso por ser hora de jantar; então voltava para casa, jantava e ia deitar-se. Um dia, o pai do menino chamou-o e disse-lhe:

— Tens sido um bom menino e ganhaste um dia livre. Tira esse dia para ti; mas lembra-te: tenta usá-lo para aprenderes alguma coisa boa.

O menino agradeceu ao pai e beijou a mãe. Em seguida partiu, tomando a direção da casa das janelas douradas.

Foi uma caminhada agradável. Os pés descalços deixavam marcas na poeira branca e, quando olhava para trás, parecia que as pegadas o seguiam, fazendo-lhe companhia. A sombra também caminhava ao seu lado, dançando e correndo, tal como ele. Era muito divertido.

Passado um longo tempo, chegou ao morro verde e alto. Quando subiu ao topo, lá estava a casa. Mas parecia que haviam fechado as janelas, pois ele não viu nada de dourado. Aproximou-se e sentiu vontade de chorar, porque as janelas eram de vidro comum, iguais a qualquer outra, sem nada que fizesse lembrar o ouro.

Uma mulher chegou à porta e olhou carinhosamente para o menino, perguntando o que ele queria.

— Eu vi as janelas de ouro lá do nosso morro — disse ele — e vim de propósito para as ver de perto, mas elas são de vidro!

A mulher meneou a cabeça e riu-se.

— Nós somos fazendeiros pobres — disse — e não poderíamos ter janelas de ouro. E o vidro é muito melhor para se ver através dele!

Convidou o menino a sentar-se no largo degrau de pedra e trouxe-lhe um copo de leite e uma fatia de bolo, dizendo-lhe que descansasse. Chamou então a filha, que era da idade do menino; dirigiu aos dois um aceno afectuoso de cabeça e voltou aos seus afazeres.

A menina estava descalça como ele e usava um vestido de algodão castanho, mas os cabelos eram dourados como as janelas que ele tinha visto e os olhos eram azuis como o céu ao meio-dia. Passeou com ele pela fazenda e mostrou-lhe o seu bezerro preto com uma estrela branca na testa; ele falou do bezerro que tinha em casa, e que era castanho-avermelhado com as quatro patas brancas. Depois de terem comido juntos uma maçã, e se terem tornado amigos, ele fez-lhe perguntas sobre as janelas douradas. A menina confirmou, dizendo que sabia tudo sobre elas, mas que ele se tinha enganado na casa.

— Vieste numa direção completamente errada! — exclamou ela. — Vem comigo, vou-te mostrar a casa de janelas douradas, para ficares a saber onde fica.

Foram para um outeiro que se erguia atrás da casa, e, no caminho, a menina contou que as janelas de ouro só podiam ser vistas a uma certa hora, perto do pôr-do-sol.

— Eu sei, é isso mesmo! — confirmou o menino.

No cimo do outeiro, a menina virou-se e apontou: lá longe, num morro distante, havia uma casa com janelas de ouro e de diamantes, exatamente como ele tinha visto. E quando olhou, o menino viu que era a sua própria casa!

Apressou-se então a dizer à menina que precisava de se ir embora. Deu-lhe a sua melhor pedrinha, a branca com uma lista vermelha, que trazia há um ano no bolso. Ela deu-lhe três castanhas-da-índia: uma vermelha acetinada, outra pintada e outra branca como leite. Ele deu-lhe um beijo e prometeu voltar, mas não contou o que descobrira. Desceu o morro, enquanto a menina ficava a vê-lo afastar-se, na luz do sol poente.

O caminho de volta era longo e já estava escuro quando chegou a casa dos pais. Mas o lampião e a lareira luziam através das janelas, tornando-as quase tão brilhantes como as vira do outeiro. Quando abriu a porta, a mãe veio beijá-lo e a irmãzinha correu a pendurar-lhe ao pescoço; sentado perto da lareira, o pai levantou os olhos e sorriu.

— Tiveste um bom dia? — perguntou a mãe.

— Sim! — o menino passara um dia ótimo.

— E aprendeste alguma coisa? — perguntou o pai.

— Sim! — disse o menino. — Aprendi que a nossa casa tem janelas de ouro e de diamantes.

William J. Bennett
O Livro das Virtudes II – O Compasso Moral
Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1996

NÓS NÃO PODEMOS