sexta-feira, 10 de julho de 2020

UM DIA POR DIA

Vejam os passarinhos que voam pelo céu: eles não semeiam, não colhem, nem guardam comida em depósitos. No entanto, o Pai de vocês, que está no céu, dá de comer a eles. Mateus 6.26, NTLH

No púlpito da montanha, Jesus desaconselha a preocupação demasiada com as necessidades básicas da vida: “Não se preocupem com a comida e com a bebida que precisam para viver nem com a roupa que precisam para se vestir” (Mt 6.25).

Esse recado é extremamente saudável, porque a ansiedade não leva a nada, senão à exaustão e à frustração. A preocupação demasiada deve ser substituída por uma dose maior de confiança na providência de Deus. Pois se ele dá comida aos passarinhos dos céus e roupa bonita às flores do campo, por que não fará o mesmo por nós?

Outra observação de Jesus é que a ansiedade toma tempo demais dos ansiosos. Eles não têm tempo para si próprios, nem para a família, nem para o próprio Deus. A ansiedade desloca o Criador do centro e coloca a criatura no lugar onde ele estava. Daí a exortação final de Jesus: “Ponham em primeiro lugar na sua vida o reino de Deus e aquilo que Deus quer, e ele lhes dará todas essas coisas” (Mt 6.33). É preciso viver hoje o dia de hoje e amanhã o dia de amanhã. Um dia de cada vez — um dia por dia.

— Quero a cura completa e contínua da ansiedade!

 Retirado de Refeições Diárias com Jesus [Elben César]. Editora Ultimato.

A VERDADEIRA ALEGRIA


quinta-feira, 9 de julho de 2020

O PODER DO EXEMPLO

Um pastor, quando estava dirigindo cultos de reavivamento no Egito, entre os soldados, perguntou a um oficial do regimento Highland como chegou a ser cristão.

Ele respondeu:

"Havia um soldado raso em nossa companhia que fora convertido em Malta antes que o nosso regimento saísse para o Egito. Todos o molestávamos terrivelmente. Uma noite ele, voltando do seu posto de sentinela, muito cansado e molhado, ajoelhou-se para orar antes de se deitar e enquanto orava eu joguei as minhas botas na sua cabeça, o que não impediu que ele continuasse a orar.

"Pela manhã quando despertei, encontrei as minhas botinas junto à cama muito bem polidas. Essa foi a resposta à minha má conduta para com ele. Esse modo de proceder produziu em mim uma contrição terrível a ponto de nesse dia eu entregar-me a Cristo e considerar-me salvo." 

J. Stuart Holden

O MEDO NÃO A VIRTUDE


quarta-feira, 8 de julho de 2020

A BESTA QUE MORA DENTRO


O que você faria se atropelasse com seu automóvel um ciclista? 
Bem, digamos que você decidisse não parar para socorrê-lo. O que você faria se, centenas de metros adiante, notasse que há um braço separado do corpo pendurado em seu para brisa? O estudante de psicologia Alex Siwek decidiu arremessar o membro ao rio, acabando com as chances de reimplante para o ciclista.

O que você faria se encontrasse uma senhora idosa desmaiada na calçada? 
Bem, um homem aqui da região do Capão Redondo, em São Paulo, achou que seria uma boa oportunidade para abusar sexualmente dela.

O que você faria se estivesse sendo julgado por ter cometido uma chacina em uma escola? Qual seria sua atitude? 
Bem, T. J. Lane, agora com 18 anos, apresentou-se ao tribunal com uma camiseta branca sobre a qual escreveu à mão "killer" e passou o julgamento inteiro com um sorriso sardônico. Ao final, pediu a palavra. O que você diria em seu lugar? Qual seria a moral da história, como gostaria de aproveitar esse momento em que os holofotes estão sobre você? Bem, Lane, olhando diretamente para os pais das suas vítimas, disse: "Quero que vocês saibam que a mesma mão que puxou o gatilho que tirou a vida dos filhos de vocês é a que me masturba pensando nisso. F**** you" e então mostrou o dedo médio.

Poderíamos apagar essas três cenas chocantes da cabeça repetindo para nós mesmos que se trata de uma coincidência de fatos protagonizados por pessoas disfuncionais. Pontos fora da curva. Exceções à ampla regra da civilidade, do humanismo reinante e da razoabilidade. Será? Achei curioso ao ligar o rádio do meu carro em um programa desses que mistura esportes com humor e ouvir uma longa discussão entre os participantes não sobre o Corinthians ou a Seleção Brasileira, mas sobre o que está acontecendo com o ser humano. Alguma coisa está muito errada, diziam eles. Não é sintomático que Lane tenha uma legião de fãs na Internet, meninas que o chamam de herói e que adorariam estar na cela com ele.

Com incômoda frequência temos tido lembretes de que por sob o verniz de evolução cultural civilizatória de pessoas até então absolutamente normais existe uma besta, um animal selvagem capaz de se revelar quando menos se espera. 

Temos sido lembrados de que há algo no íntimo que cheira mal, muito mal. Sinto esse cheiro no metrô, em um restaurante chique, na igreja e até mesmo na solidão de meu escritório.

Para a mente pós-moderna, a noção de que precisamos de um Salvador é estranha. Não faz sentido. É talvez por isso mesmo que ela é muito mais urgente hoje do que já foi em qualquer outro tempo. Salva-me, Senhor, do que há dentro de mim!

Levi de Paula Tavares

FALAR POUCO OU MUITO?


terça-feira, 7 de julho de 2020

VIVER É SE DEIXAR USAR POR DEUS

Ao contrário do que dizem muitos livros famosos, filmes de grandes bilheterias e seminários dos mais variados, você não irá descobrir o significado de sua vida olhando dentro de si mesmo. É provável que você já tenha tentado isso. Você não criou a si mesmo, logo não há jeito de dizer a si mesmo para que foi criado.

Você não pode chegar ao propósito da sua vida concentrando-se em si mesmo. Você deve começar com Deus. Você foi feito por Ele e para Ele – e, enquanto não compreender isso, a vida jamais terá sentido. É somente em Cristo que descobrimos nossa origem, nossa identidade, o que significamos, nosso propósito, nossa importância e nosso destino. Todos os outros caminhos levam a um beco sem saída.

Muitas pessoas tentam usar Deus para sua auto-realização, mas isso é contrário à natureza e está fadado ao fracasso. Você foi feito por Deus, e não o contrário; viver é deixar Deus usá-lo para Seus propósitos, e não você usar Deus para o que deseja.

Já li muita coisa que sugere formas de descobrir o propósito da minha vida: “Dê importância aos seus sonhos. Defina claramente seus valores. Estabeleça metas. Descubra no que você é bom. Aspire grandes objetivos. Vá a luta! Seja disciplinado. Acredite em si mesmo. Envolva outras pessoas.”

É lógico que essas recomendações frequentemente levam a grandes êxitos. Pode-se em geral ser bem-sucedido ao buscar uma meta, se houver concentração para o fim proposto. Mas, ser bem-sucedido e cumprir o propósito para a sua vida são coisas absolutamente distintas! Você poderá alcançar os seus objetivos pessoais tornando-se um sucesso pelos padrões estabelecidos, e ainda assim falhar em alcançar os propósitos para os quais Deus o criou. Você precisa mais do que conselhos e livros de autoajuda. A Bíblia diz: a sabedoria de Deus trata profundamente de Seus propósitos, não sendo Sua mensagem recente, e sim a mais antiga – que Deus determinou como forma de aflorar o melhor de Si em nós.

Deus não é apenas o ponto de partida da nossa vida: é a fonte dela. Para descobrir o propósito para a sua vida, volte-se para a Palavra de Deus, e não para a sabedoria do mundo. Você deve edificar sua vida sobre verdades eternas, e não sobre psicologia popular, histórias inspiradoras, “achismos” passageiros e estímulos para alcançar o sucesso.. 

A Bíblia diz: É em Cristo que descobrimos quem somos e o propósito de nossa vida. Muito antes de termos ouvido falar de Cristo e de termos erguido nossas esperanças, Ele já tinha Seus olhos sobre nós; já havia planejado para cada um de nós uma vida gloriosa, parte do projeto global que Ele elaborou para tudo e para todos. (Ef 1:11)

Rick Warren, em “UMA VIDA COM PROPÓSITOS”

PAZ AO CORAÇÃO


segunda-feira, 6 de julho de 2020

AS JANELAS DOURADAS

O menino trabalhava arduamente durante todo o dia, no campo, no estábulo e no armazém, pois os pais eram fazendeiros pobres e não podiam pagar a um ajudante. Mas, quando o sol se punha, o pai deixava-lhe aquela hora só para ele. O menino subia ao alto de um morro e ficava a olhar para um outro morro, distante alguns quilômetros. Nesse morro, via uma casa com janelas de ouro e de diamantes. As janelas brilhavam e reluziam tanto que ele era obrigado a piscar os olhos. Mas, pouco depois, ao que parecia, as pessoas da casa fechavam as janelas por fora, e então a casa ficava igual a qualquer outra casa. O menino achava que faziam isso por ser hora de jantar; então voltava para casa, jantava e ia deitar-se. Um dia, o pai do menino chamou-o e disse-lhe:

— Tens sido um bom menino e ganhaste um dia livre. Tira esse dia para ti; mas lembra-te: tenta usá-lo para aprenderes alguma coisa boa.

O menino agradeceu ao pai e beijou a mãe. Em seguida partiu, tomando a direção da casa das janelas douradas.

Foi uma caminhada agradável. Os pés descalços deixavam marcas na poeira branca e, quando olhava para trás, parecia que as pegadas o seguiam, fazendo-lhe companhia. A sombra também caminhava ao seu lado, dançando e correndo, tal como ele. Era muito divertido.

Passado um longo tempo, chegou ao morro verde e alto. Quando subiu ao topo, lá estava a casa. Mas parecia que haviam fechado as janelas, pois ele não viu nada de dourado. Aproximou-se e sentiu vontade de chorar, porque as janelas eram de vidro comum, iguais a qualquer outra, sem nada que fizesse lembrar o ouro.

Uma mulher chegou à porta e olhou carinhosamente para o menino, perguntando o que ele queria.

— Eu vi as janelas de ouro lá do nosso morro — disse ele — e vim de propósito para as ver de perto, mas elas são de vidro!

A mulher meneou a cabeça e riu-se.

— Nós somos fazendeiros pobres — disse — e não poderíamos ter janelas de ouro. E o vidro é muito melhor para se ver através dele!

Convidou o menino a sentar-se no largo degrau de pedra e trouxe-lhe um copo de leite e uma fatia de bolo, dizendo-lhe que descansasse. Chamou então a filha, que era da idade do menino; dirigiu aos dois um aceno afectuoso de cabeça e voltou aos seus afazeres.

A menina estava descalça como ele e usava um vestido de algodão castanho, mas os cabelos eram dourados como as janelas que ele tinha visto e os olhos eram azuis como o céu ao meio-dia. Passeou com ele pela fazenda e mostrou-lhe o seu bezerro preto com uma estrela branca na testa; ele falou do bezerro que tinha em casa, e que era castanho-avermelhado com as quatro patas brancas. Depois de terem comido juntos uma maçã, e se terem tornado amigos, ele fez-lhe perguntas sobre as janelas douradas. A menina confirmou, dizendo que sabia tudo sobre elas, mas que ele se tinha enganado na casa.

— Vieste numa direção completamente errada! — exclamou ela. — Vem comigo, vou-te mostrar a casa de janelas douradas, para ficares a saber onde fica.

Foram para um outeiro que se erguia atrás da casa, e, no caminho, a menina contou que as janelas de ouro só podiam ser vistas a uma certa hora, perto do pôr-do-sol.

— Eu sei, é isso mesmo! — confirmou o menino.

No cimo do outeiro, a menina virou-se e apontou: lá longe, num morro distante, havia uma casa com janelas de ouro e de diamantes, exatamente como ele tinha visto. E quando olhou, o menino viu que era a sua própria casa!

Apressou-se então a dizer à menina que precisava de se ir embora. Deu-lhe a sua melhor pedrinha, a branca com uma lista vermelha, que trazia há um ano no bolso. Ela deu-lhe três castanhas-da-índia: uma vermelha acetinada, outra pintada e outra branca como leite. Ele deu-lhe um beijo e prometeu voltar, mas não contou o que descobrira. Desceu o morro, enquanto a menina ficava a vê-lo afastar-se, na luz do sol poente.

O caminho de volta era longo e já estava escuro quando chegou a casa dos pais. Mas o lampião e a lareira luziam através das janelas, tornando-as quase tão brilhantes como as vira do outeiro. Quando abriu a porta, a mãe veio beijá-lo e a irmãzinha correu a pendurar-lhe ao pescoço; sentado perto da lareira, o pai levantou os olhos e sorriu.

— Tiveste um bom dia? — perguntou a mãe.

— Sim! — o menino passara um dia ótimo.

— E aprendeste alguma coisa? — perguntou o pai.

— Sim! — disse o menino. — Aprendi que a nossa casa tem janelas de ouro e de diamantes.

William J. Bennett
O Livro das Virtudes II – O Compasso Moral
Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1996

DUAS VEZES AO DIA


domingo, 5 de julho de 2020

O BEM ACONTECE

É o padrão repetido das Escrituras. Mal. Deus. Bem. O mal veio para Jó. Ele o tentou e o testou. Jó lutou. Mas Deus agiu. Ele falou a verdade e declarou soberania. No final Jó escolheu Deus. O alvo de Satanás foi um dos principais testemunhos de Deus, e o resultado foi o bem.

O mal veio a Davi e ele cometeu adultério. O mal veio a Daniel e ele foi arrastado para uma terra estranha. O mal veio a Neemias e as muralhas de Jerusalém foram destruídas. Mas Deus agiu. Porque Ele fez isso Davi escreveu cânticos de graça, Daniel liderou seu povo numa terra estranha, e Neemias reconstruiu Jerusalém com dinheiro da Babilônia. O bem aconteceu.

Com Jesus, o mal tornou se em bem como a noite se torna dia: regularmente, de forma refrescante e redentiva. Mal. Deus. Bem. Quando Deus entra no meio da vida, o mal vira bem!

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “Good Happens”

CONFIAR EM DEUS


sábado, 4 de julho de 2020

ETERNIDADE

As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão.

João 10.27-28

Conta-se a história de Dona Maria que, certo dia, conversava com um homem a respeito da vida, Ela declarava não saber onde passaria a eternidade e dizia abertamente:

- É impossível para comedores de farinha como nós dizer que somo salvos. Aliás, isso é coisa que ninguém pode saber. 

O home tranquilo, fala carinhosamente: "A senhora tem a Bíblia?"

- Tenho sim, senhor... e aqui em casa nós lemos a Bíblia. 

- Então, a senhora pode ler nos evangelhos a respeito da vida eterna. No Evangelho Segundo João, por exemplo, nós encontramos muitas passagens que falam sobre essa vida. Aqui no capítulo 10, verso 28, após referir-se às suas ovelhas, Jesus diz: "E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão". A senhora acha que Jesus poderia mentir?

- Não... cruz credo! De jeito nenhum!

- Pois, então, se ele diz que, como Pastor, dá a vida eterna às suas ovelhas, a senhora não acha que pode ter certeza de salvação? - 

Ernâni, em O Jornal Batista.


sexta-feira, 3 de julho de 2020

SALVO PELA GRAÇA

Alguns anos depois da morte de Hunt, um ateu inglês visitou Fidji. Ele sabia o que tinha sido aquela ilha, viu a transformação que nela se operara, mas não cria em Deus, que fora o Autor dessa transformação. Disse a um velho chefe fidjiano, que tinha aparência de muito civilizado e respeitável:

– Você é um grande chefe, e é uma lástima que seja tão tolo que dê ouvidos aos missionários, que para cá vieram só para ficar ricos. Hoje em dia ninguém mais acredita naquele velho livro que chamam Bíblia; tampouco acreditam os homens naquela história acerca de Jesus Cristo. Hoje o povo tem mais conhecimentos eu tenho pena de vocês que são tão tolos.

Os olhos do velho brilharam, e ele respondeu:

– O senhor vê aquele forno ali adiante? Naquele forno nós assassinamos corpos humanos, para nossos grandes banquetes. Se não fossem esses bons missionários, e aquele velho Livro, e Jesus Cristo, que nos transformou de selvagens para filhos de Deus, o senhor seria morto e torrado naquele forno, e em três tempos nos banquetearíamos com o seu corpo. – Tidings.

O VALOR DO SILÊNCIO


quinta-feira, 2 de julho de 2020

ÂNIMO E CORAGEM

Há muito tempo, Napoleão Bonaparte lançou na prisão um jovem da nobreza, acusado de conspirar contra o governo. Esse pobre homem acostumara-se à vida em liberdade, pois fora criado na abastança. Sua vida de estreito confinamento numa cela pequena, sem amigos, sem livros para ler, era por demais solitária. Apenas duas horas por dia lhe era permitido ficar fora, num pátio ladrilhado, onde gozava do ar puro e da luz do Sol.

Como os dias passassem lentos, ele se distraía fazendo, de pedacinhos de madeira, pequenos navios, e rabiscando frases na parede. Entre estas liam-se coisas muito tristes. Num lado da parede escreveu, em letras garrafais: "Todas as coisas vêm por acaso."

Um dia, quando andava para cá e para lá, no pequeno pátio, notou uma plantinha a brotar no interstício das pedras. Na falta de outra coisa para afastar o tédio, abaixou-se e se pôs a examinar a plantinha. No dia seguinte fez a mesma coisa, e lhe pareceu que a planta, crescera um pouco. Dia a dia renovava a visita à planta, que se tornou como um amigo. E ficou a cismar: Teria essa planta também vindo por acaso?

Abaixo das palavras "todas as coisas vêm por acaso", escreveu a palavra "talvez". Após alguns dias, a planta desabrochou uma flor, de linda cor branca e púrpura, com um friso prateado. Como o prisioneiro se alegrou! A bela florzinha parecia trazer-lhe uma mensagem. Como que lhe dizia que coisa alguma acontece por acaso, que o grande Deus tem um propósito em tudo que acontece. Isto o reanimou, e reviveu a fé em Deus.

A influência da florzinha continuou: Chegou aos ouvidos da imperatriz a história do interesse do prisioneiro na flor, e ela se comoveu e persuadiu Napoleão a dar liberdade ao preso.

Ao deixar a prisão, levou consigo a plantinha e a plantou em seu jardim, a fim de que lhe fosse um perpétua lembrança da solicitude de Deus.

Essa bela história lembra outra: O grande explorador Mango Park foi um dia assaltado e roubado por selvagens, no coração da África, a 800 quilômetros da mais próxima colônia européia. Sem roupa nem alimento, pensava em deitar-se ali no deserto e esperar a morte, quando notou uma pequenina flor junto do lugar em que estava sentado.

Ao baixar-se para examiná-la, veio-lhe o pensamento de que, por certo, Aquele que criara aquela flor no deserto não ficaria indiferente a uma criatura feita à Sua própria imagem. A ideia inspirou-lhe novo ânimo, e resolveu prosseguir até que achou socorro. Assim, a pequenina flor foi instrumento em lhe transmitir ânimo e salvar-lhe a vida

MAIS LIVRE


quarta-feira, 1 de julho de 2020

VENCENDO O MEDO


Pois o Espírito que Deus nos deu não nos torna medrosos; pelo contrário, o Espírito nos enche de poder e de amor e nos torna prudentes.

II Tm 1.7

O medo é uma reação em cadeia no cérebro que tem início com um estímulo de estresse e termina com a liberação de compostos químicos que causam aumento da freqüência cardíaca, aceleração na respiração e energização dos músculos.

A principal função do medo é paralisar. Impedir o realizar, o caminhar, Paulo nos diz que Deus não nos deu o Espírito de medo, portanto o medo não procede de Deus, pelo contrário o Espírito que nos deu é o de ousadia e poder.

O que separava o Moisés pastor de ovelhas do Moisés libertador de Israel era o medo. Ele estava paralisado pelo medo e não conseguia ouvir a voz de Deus: Vem, agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito.

O medo também derrotou Pedro. Jesus o chamou para ir ao seu encontro sobre as águas  e ele obedeceu, sua fé tornara-se real ao sair do barco e pisar sobre as ondas do mar. Mas diz a Bíblia: Reparando, porém, na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: Salva-me, Senhor!

O que Deus deseja não é que o homem seja "afoito" (imprudente), mas que ele nunca deixe-se dominar pelo medo, deixando de alcançar as bênçãos e propósitos de Deus para a sua vida. O medo pode ser controlado, pois o espírito que Deus nos deu nos enche de poder e de amor e nos torna prudentes.