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sábado, 17 de janeiro de 2026

FALSO REFÚGIO

Alguém contou que, na roda gigante instalada no parque de diversão da cidade, numa das cadeiras, lá no alto, um passarinho fizera o seu ninho. A pessoa fez esse comentário: "Bichinho bobo! Pensa que está seguro lá no alto. É só apertar um botão que ele desce".

Na semana seguinte, depois de um sábado e domingo em que a roda gigante funcionou, o ninho não estava mais lá. Fora um falso refúgio.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2024

ALÉM DO CEMITÉRIO

Um homem caminhava ao lado de um cemitério numa noite escura. O céu estava carregado, e não se via uma estrela. Uma garotinha que caminhava no mesmo sentido passou pelo homem, e este lhe perguntou:

— Menina, você não tem medo de passar pelo cemitério a esta hora da noite? 

Ao que a criança respondeu:

— Não, senhor. Pode ver aquela luz brilhando pouco além do cemitério?

— Sim, posso - replicou o homem. 

— E ali a minha casa. Para lá é que estou indo. 

Que verdade preciosa! Além do cemitério, há um lar reluzente do nosso Pai celestial. A sepultura vazia da qual o Senhor se ergueu proveio da sua morte. Ressurreto, Cristo não morrerá jamais. E porque Ele vive, nós também viveremos. A vida eterna - não a morte - é que se tornou realidade para nós através da ressurreição de Cristo. 

C. Paraskvopoulou (Grécia)

quarta-feira, 20 de julho de 2022

DEUS AINDA É DEUS – GLADYS AYLWARD

Quando os japoneses invadiram Yangcheng há mais de cinquenta anos, Gladys Aylward (1902 - 1970), missionária na China, foi forçada a fugir. No entanto, ela não podia escapar deixando os demais para atrás. Com apenas um assistente, ela guiou mais de 100 órfãos através das montanhas até alcançar a China livre.

Durante a angustiante viagem para fugir da zona de guerra, ela sentiu-se afundada no desespero como nunca antes. Depois de passar uma noite à vela, enfrentava o novo dia sem esperança de chegar a um lugar seguro. Uma menina de 13 anos lembrou-a da história bíblica de Moisés e os hebreus atravessando o Mar Vermelho.

— Mas eu não sou Moisés - exclamou Gladys, frustrada.

— Claro que não! - disse a menina — mas Deus ainda é Deus. 

Não vamos deixar o mundo quebrar nossa confiança em Deus. Devemos nos aferrar à esperança e mantê-la viva.

 José Luis Martínez - 504 Ilustraciones Preferidas

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

A PROTEÇÃO DIVINA

Certa manhã em que o missionário Tarr, na África, viajava em carro de boi, por uma estrada quente e poeirenta, chegou a um regato e resolveu parar a fim de tomar banho. Deixando os bois e o carro na estrada, subiu um pouco a barranca do rio até encontrar bonita e calma lagoa; começou então a despir-se.

Alguém parecia dizer-lhe: "Não se banhe aqui. É perigoso." Olhou atentamente em derredor. Nada de anormal parecia haver. Estava certo de que num rio pequeno não existia nenhum crocodilo. A voz fora apenas imaginação sua, pensou. Subiria um pouco mais e tomaria banho.

De novo lhe veio a voz: "Não se banhe aqui. É perigoso." "Estou por certo imaginando coisas hoje", pensou ao sentar-se para tirar o calçado. "Não pode haver perigo aqui. "Aconteceu, então, uma coisa estranha. Imediatamente começaram a tremer-lhe as mãos, de maneira que não pôde desatar o cordão dos sapatos. Não podia obrigar as próprias mãos a fazer o que desejava. "Deve haver aqui algum perigo. Deus está procurando proteger-me." Vestiu-se outra vez e caminhou mais para cima. Depois de banhar-se resolveu voltar cautelosamente pelo mato, a fim de ver se descobria o perigo na lagoa. Caminhou tão silenciosamente quanto possível para não dar qualquer sinal de sua aproximação.

Olhando para a lagoa, através da moita, viu fora d’água, a cabeça de um grande crocodilo! Estaria enganado? Talvez fosse apenas um pedaço de pau. Saltou rápido para a margem e, quase tão depressa, a grande cabeça do réptil desapareceu sob a superfície da água, deixando através da lagoa um círculo de ondulações. Reconheceu então ter ouvido a voz divina, avisando-o de que havia perigo na lagoa. Soube então porque um anjo a seu lado lhe fizera tremer tão violentamente as mãos, a ponto de não poder desatar o cordão dos sapatos. Se houvesse entrado na lagoa teria deparado com a morte horrível e quase inevitável.

Em cima no Céu, velava sobre ele um amoroso Deus. O Senhor olhara lá do Céu, vira o perigo e mandara-lhe o aviso. Mesmo ali, à margem do rio em que fora salvo da morte, o pastor Tarr ajoelhou-se e agradeceu a Deus o Seu protetor cuidado.

Declarou mais tarde ao contar a história: "Ninguém me pode dizer que Deus não vela por Seus filhos exatamente como nos tempos bíblicos. Sei que, se nEle confiarmos, cuidará de nós hoje como sempre o tem feito. Quando acontece qualquer coisa que me poderia fazer duvidar, tudo quanto tenho a fazer é lembrar-me do crocodilo que perdeu o almoço."

Murl Vance / D. P. Silva - Mil Ilustrações

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

SEM MEDO DE CAIR

Seu Pai não tem intenção alguma de deixá-lo cair. Você não consegue vê-lo, mas ele está presente. Ele é “capaz de impedir que você caia e apresentá-lo diante da sua glória sem culpa e com alegria indizível” (Judas 24). Beba profundamente desta verdade. Será que Deus quer que você viva com medo? Não! Exatamente o oposto. “O Espírito que recebemos”, de acordo com Romanos 8:15-16 “não nos torna escravos de novo para o temor; isso nos torna filhos de Deus. Com esse Espírito clamamos, ‘Pai’. E o próprio Espírito se une aos nossos espíritos para dizer que somos filhos de Deus. ”

Que declaração intrigante. No seu íntimo, o Espírito de Deus confirma com o seu espírito que você pertence a ele. Abaixo dos órgãos vitais do coração, o Espírito de Deus sussurra: “Você é meu. Eu comprei você, e selei você, e ninguém pode levá-lo. ” Não é uma ótima notícia?

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “No Fear of Falling”

sábado, 22 de agosto de 2020

CANTANDO ENTRE AS PROFUNDAS ÁGUAS

Mas o Senhor é a minha defesa; e o meu Deus é a rocha do meu refúgio.

Salmos 94:22

Um dos cantores do Jubilee Singers, estudante da Universidade de Fisk, encontrava-se a bordo de um vapor que se incendiou. Teve o espírito arguto para, no momento da desgraça, afixar em sua esposa e em si mesmo os salva-vidas.

No meio do torvelinho do desespero, quando todos procuravam salvar-se, alguém despercebidamente tirou de sua mulher o salva-vidas de forma que ela se tornou impotente no meio das águas. Agarrou-se, porém, às costas do marido, que continuou nadando. Depois de algum tempo suas forças começaram a esgotar-se e ela disse: "Não posso segurar mais." O marido no meio de tanta agonia replicou: "Experimente ainda um pouco", e acrescentou: "Cantemos 'Rocha Eterna'."

Imediatamente ambos começaram a cantar, sendo ouvidos por muitos que se procuravam confortar uns aos outros. Por fim todos os nadadores já exaustos se uniam em súplica, entoando juntamente o mesmo hino que lhes deu mais forças até que um navio se aproximou e muitos foram salvos.

O célebre hino de Augustus Toplady ajudou a salvar mais de um das garras do mar, como muitas vezes tem ajudado a salvar almas quase a perecer.

Fonte: http://www.iasdemfoco.net

quinta-feira, 18 de junho de 2020

NA ROCHA

Os coelhos são um povo débil; e contudo, põem a sua casa na rocha;

Provérbios 30. 26

Estudantes da Bíblia têm dificuldade em identificar o "coelho" mencionado em Provérbios 30. Muitos creem que se trata do daimão (pequeno mamífero sírio). Se assim é, então Deus está a chamar a nossa atenção para uma pequena criatura invulgar. O daimão é aproximadamente do tamanho de um porquinho da Índia ou cobaia grande, mas não está intimamente ligado a qualquer outro animal conhecido. Parece-se com um roedor e foi caracterizado como o "coelho das rochas". 

É extremamente vulnerável ao ataque dos seus predadores. Entre os seus inimigos estão as cobras, águias, milhafres, leopardos, cães, e outras criaturas de rapina como o mangusto. Então como é que este bichinho consegue sobreviver? A resposta é simples: Ele constrói a sua casa em cavidades ou fissuras na rocha, quase sempre do lado de uma falésia íngreme. 

Somos muito parecidos com o daimão. Somos susceptíveis a muitos perigos. A doença, a depressão, a tentação, a guerra, os acidentes e a solidão ameaçam-nos constantemente. Se pudéssemos ao menos encontrar um caminho para sobreviver como essa pequena criatura! Sim, podemos. Também nós temos uma Rocha na qual nos podemos esconder - O próprio Deus (Salmo 62:2 - Só ele é a minha rocha e a minha salvação; é a minha defesa; não serei grandemente abalado). Confiar n'Ele não nos isenta dos problemas da vida, mas dá-nos proteção para a nossa alma. 

Fonte: www.gospelcom.net

sábado, 13 de junho de 2020

VIAJA PARA FORA DO PORTO SEGURO

Mark Twain disse: "Daqui a vinte anos tu estarás mais desiludido pelas coisas que não fizeste do que pelas que fizeste. Por isso desfralda as velas. Viaja para fora do porto seguro. Aproveita o vento forte no teu navegar. Explora. Sonha. Descobre." Esta citação aparece num Web site destinado a ajudar pessoas a descobrirem aquilo por que estão apaixonadas a fim de viverem de modo mais significativo.

A paixão da vida do apóstolo Paulo era grande parte dirigida pela preocupação do destino eterno dos outros. Em 2 Coríntios 5, ele nomeia três coisas que inflamavam a sua paixão. Primeiro, ele reconhecia que tinha de prestar contas a Cristo pelo seu serviço e queria apresentar bons frutos no tribunal de Cristo (v 9-10). Segundo, Paulo era movido pelo amor de Cristo e o desejo de que outros conhecessem o amor que ele tinha experimentado. No verso 14 escreveu: "Porque o amor de Cristo nos constrange." Finalmente, ele compreendeu que um mundo perdido e moribundo precisa do Salvador (v.20). Qual é a tua paixão? A paixão de Paulo pelas pessoas era inflamada pelo amor de Cristo - e assim deve ser a nossa.

Apliquemos as desafiantes palavras de Twain nos nossos esforços para conseguirmos: "Viaja[r] para fora do porto seguro." Partilha o amor de Cristo com alguém hoje. - Bill Crowder 27-01-2009



sábado, 31 de agosto de 2019

NUM INSTANTE

Certo verão, passei dois meses empregado como guarda noturno, cuidan­do das florestas, na prevenção de incêndios. Em virtude do ambiente do meu trabalho e da separação de outras criaturas, tive muito tempo para observar as obras da natureza. 

Num dia de tremenda tempestade com fortes descargas elétricas, vi uma águia voejando perto de uma árvore muito alta. De repente, um raio cortou o espaço e ouviu-se o ribombar do trovão. No local onde a águia estivera um momento antes, só havia uma nuvem de fumaça escura. Num instante, o que fora uma águia forte e poderosa foi reduzido a vapores pela intensidade do calor do raio que a atingira. 

Vivemos num mundo onde há pouca segurança. A qualquer momento nossas vidas podem ser ceifadas. Podemos de uma hora para outra perder nossas mães, pais, irmãos ou irmãs, filhos ou filhas, nossos melhores amigos. Nossas casas podem ser varridas de nossas mãos. 

Esta vida é confusa e incerta, mas podemos ter certeza de uma coisa: nosso Deus nunca nos abandonará. 

Robert Smith (Idaho, E.U.A.).

segunda-feira, 13 de maio de 2019

A INVISÍVEL QUILHA

Era uma manhã de primavera com o céu azul e o sol brilhando como uma grande bola de ouro. Não muito distante da praia estavam dois barcos, réplicas de veleiros do século 17. Eles foram construídos para uma filmagem que estava sendo feita naquela praia. O vento começou a ficar mais forte, enchendo as velas e dando muito trabalho à tripulação. Embora o vento estivesse muito forte os veleiros permaneciam no seu curso sem adernar. Qual era o segredo? Abaixo do nível da água existia uma grande e pesada quilha - uma parte da embarcação que não se podia ver. A quilha é essencial para manter o barco estável, equilibrado mesmo durante uma tempestade.


O que é que nos mantém firmes e estáveis quando tormentas assolam as nossas vidas? O que impede que adernemos quando o stress e a tensão nos atingem? O que nos permite continuar navegando no curso certo quando as crises aparecem? A "quilha da fé" no nosso Deus que é soberano, Senhor da história! É a nossa relação pessoal e invisível com Cristo que manterá o nosso equilíbrio.

sábado, 6 de outubro de 2018

LUZES ALINHADAS

Ensina-me a fazer a Tua vontade, pois Tu és o meu Deus: guie-me o Teu bom Espírito por terreno plano. 

Sal. 143:10. 

Em uma noite escura e sem estrelas, há muitos anos, o Dr. F. B. Meyer atravessava o Canal de S. Jorge, no País de Gales, quando começou a imaginar como é que uma embarcação viajando numa noite como aquela poderia chegar ao porto sem perder-se. O comandante estava ali por perto, de modo que o Dr. Meyer lhe fez a pergunta.

- O senhor vê aquelas três luzes? - perguntou o comandante.

- Sim - respondeu o Dr. Meyer.

- Bem, o piloto precisa manobrar o navio até que aquelas três luzes pareçam ser uma só. Quando isso acontecer, saberemos a posição exata da entrada do porto.

Algo semelhante acontece no âmbito espiritual. Quando pedimos que Deus responda às orações, três coisas precisam estar "alinhadas": (1) Está a nossa oração em harmonia com a vontade de Deus revelada em Sua Palavra? (2) A resposta à nossa oração trará glória a Deus? (3) Estamos dispostos a esperar que Deus nos responda no momento certo e da maneira apropriada, segundo a Sua onisciência? Quando essas três "luzes-guia" estiverem alinhadas, poderemos descansar na certeza de que nossas orações serão sempre atendidas para o nosso bem eterno.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

PROTEÇÃO INCOMPARÁVEL

"O SENHOR te guardará de todo mal; ele guardará a tua alma. O SENHOR guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre" 

Salmos 121:7, 8

"Certa ocasião, uma forte tempestade me alcançou quando eu estava em um lugar muito alto, sobre um rochedo.", dizia um evangelista. "Eu estava orando para que muitas vidas fossem salvas para o Senhor Jesus", concluiu ele. Alguém perguntou: "E você não ficou com medo, naquele momento?" "Não. Minhas pernas estavam tremendo, mas, meus pés estavam sobre a rocha e eu sabia que a rocha não tremia... estava firme. Por isso, eu me senti plenamente seguro."

Onde está colocada a nossa segurança? Em nossas pernas? Em nossa juventude? Em nosso diploma universitário? Em nossa competência profissional? Nada disso pode nos dar segurança. Podem, no máximo, nos dar algum tipo de prazer e satisfação.

Nossa segurança está nos cuidados e proteção do Senhor. Se Ele cuida de nós, estamos seguros. Se caminha ao nosso lado, estamos certos de que chegaremos aonde desejamos ir. Se o barco de nossa vida balança sob o ímpeto dos ventos e das tempestades, ao levantarmos nossas cabeças para o alto do monte, veremos o Senhor olhando para nós e isso nos deixará tranquilos e seguros. Ele é nossa Rocha! Todo o nosso corpo pode tremer, mas Ele não treme e está pronto a nos segurar se estivermos prestes a cair.

Se nos falta dinheiro, Ele está ali para suprir todas as nossas necessidades. Se nos sentimos sós, Ele está ali e podemos sentir uma multidão ao redor. Se as esperanças nos abandonam, Ele começa a lançar os montes de nossas angústias no mar e nos sentimos seguros e amparados. Ele é nossa fé, nossa força, nossa coragem, nosso Protetor, nosso Deus.

Você ainda tem medo? Coloque seus pés e toda a sua vida sobre a Rocha e a paz invadirá seu coração.

Paulo Barbosa

Hino Segurança - Ad Souto 


terça-feira, 18 de março de 2014

A SALVO ATRÁS DO ESCUDO

"Ele é escudo para os que nEle confiam." 

Provérbios 5:6

Antes que os astronautas tivessem autorização para arriscar a vida no espaço, vários satélites não tripulados foram postos em órbita a fim de prover informações sobre condições que os viajantes do espaço Inflam de enfrentar.

Um dos mais importantes desses satélites foi o Explorer I, lançado do Cabo Kennedy no dia 31 de janeiro de 1958. Sob a direção do Dr. James Van Allen, ele levava cerca de 8 kg de instrumentos especiais.

Alguns destes instrumentos tinham por tarefa medir a intensidade das radiações. Os cientistas ficaram surpresos ao descobrirem que havia dois concentrados cinturões de partículas carregadas encastelados no campo magnético da Terra. Denominados Cinturões de Radiação Van Allen após sua descoberta, esses cinturões representavam um verdadeiro problema para voos tripulados ao espaço exterior. Essas partículas elétricas produziam perigosos raios X quando entravam em contato com o satélite.

Os cientistas procuraram encontrar material especial de isolação para utilizar como escudo que protegeria o navegante do espaço de radiações tão altas que de outro modo a morte seria certa. Experimentos levaram finalmente a uma combinação de diferentes materiais que têm reduzido os efeitos dos cinturões Van Allen a não mais do que a radiação de uma radiografia de dente.

Embora pareça razoavelmente seguro enviar homens ao espaço hoje, ainda há riscos. O homem no espaço está na inteira dependência do seu artefato de voo. Tudo dependerá de funcionar ele ou não de modo perfeito e seguro. O homem não pode deixar seu artefato de voo no espaço por muito tempo, pois nele está seu suprimento de oxigênio e seu alimento. E ele é seu meio de ligação com o controle de Terra e sua proteção com os azares do voo. No uso de seu escudo ele pode penetrar os cinturões de radiação Van Allen e retomar seguro à Terra.

Assim é em nossa exploração espiritual. Tudo depende da adequação de nosso artefato espiritual de voo. Estaremos a salvo da mortal radiação do pecado somente se permanecermos em Jesus. Nosso vital suprimento de oxigênio é a oração, e a Bíblia é nossa inesgotável fonte de alimento. O permanecer junto de Jesus nos assegurará a importante comunicação com o Céu. Sua companhia nos protegerá contra o calor das tentações de Satanás.

Permanecer em Cristo por meio da oração, do estudo da Bíblia, de cânticos de louvor, é nossa garantia de esperança. Estaremos a salvo por trás do escudo.

World Book Encyclopedia. vol 18, pags, 564-572.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

ELE ME SUSTENTA

Eu me deitei e dormi; acordei, porque o Senhor me sustentou. 

Salmo 3.5

Hoje, pela manhã, estive pensando neste versículo, em como Deus é bom para comigo. Enquanto eu dormia à noite anterior, o meu Pai velava por mim, me sustentava e me protegia.

Davi escreveu este salmo em um momento muito delicado. Ele fugia de seu filho Absalão que havia tomado o trono de Israel e procurava matá-lo. A Bíblia diz que Davi reconhecia que era Deus quem o guardava e auxiliava. Eu tenho essa mesma impressão, certeza e convicção.

Às vezes, me sinto tão seguro em meu lar, protegido por muros e grades que uma falsa sensação de segurança me invade a alma. E nesta certeza, se a gente não olhar para o tabuleiro inteiro, terá a ilusão de que somos autossustentáveis.

Davi sabia que mesmo sendo um rei e tendo um exército ao seu dispor, sem Deus, ele não poderia nem dormir e acordar com segurança. 

Obrigado, meu Pai, por me sustentar todas as noites, me dar noites tranquilas e de descanso. Você também pensa assim?

Fandermiler Freitas

terça-feira, 18 de outubro de 2011

DIA DE TEMPESTADE

Certo verão, passei dois meses empregado como guarda-noturno,cuidando das florestas, na preservação de incêndios. Em virtude do ambiente do meu trabalho e da separação de outras criaturas, tive muito para observar as obras da natureza.

Num dia de tremenda tempestade, vi uma águia voejando perto de uma árvore muito alta. De repente um raio cortou o espaço e ouviu-se o ribombar do trovão. No local onde a águia estivera um momento antes, só havia uma nuvem de fumaça escura, o que fora uma águia forte e poderosa fora reduzida a vapores pela intensidade do calor do raio que a atingira.

Vivemos num mundo onde há pouca segurança. A qualquer momento nossas vidas podem ser ceifadas. Podemos de uma hora para outra perder nossas mães, pais, irmãs ou irmãos, filhos ou filhas, nossos melhores amigos. Nossas casas podem ser varridas de nossas mãos. Esta vida é confusa e incerta, mas podemos ter certeza de uma coisa: "Nosso Deus nunca nos abandonará".

Robert Smith (Idaho, EUA)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

SEGURO EM DEUS

O desespero provindo das circunstâncias más da vida é natural. Ao olhar em todas as direções, o homem não ver uma saída e seu espírito fica inquieto. Pensa no amanhã e sabe que suas forças são poucas para proteger a si e a famílias dos muitos perigos.

Mas algo pode fazer diferença na vida quando os dias negros chegam: Jesus no coração. David N. Lino, natural do Japão, conta uma experiência que viveu que demonstra justamente o que eu disse:

"Numa noite próxima ao fim da Segunda Guerra Mundial, nosso lar foi destruído por um bombardeio aéreo. Naquela noite, eu não sabia se meus queridos e eu sobreviveríamos à catástrofe. Mas a idéia que dominava meus pensamentos não foi de terror: uma paz que provinha da consciência de estar fazendo tudo que podia para salvar meus entes queridos.

Atualmente, andamos apavorados por muitas coisas, tais como inflação, outra guerra geral, o desemprego que nos pode sobrevir a qualquer momento, assaltos, etc.

Circunstâncias externas como estas destroem nossa paz interior. Nós as vemos, porém, com outros olhos e as enfrentamos com coragem, quando cremos que "o Senhor fortalecerá o seu povo; o Senhor abençoará o seu povo e lhe dará a paz". Não as nossas posses, mas o serviço cristão nos garante uma noite de repouso. Pelo abandono de nós mesmos para servir aos outros, ganhamos a paz de Deus, que sobrepuja todo o entendimento."