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sexta-feira, 6 de setembro de 2019
terça-feira, 19 de março de 2019
DAS TREVAS PARA A LUZ
"A revelação das Tuas palavras esclarece." Salmo 119.130.
John Henry Newman, cujo nascimento ocorreu no dia 21 de fevereiro, escreveu um belo hino (Hinário Americano) em que pede que a Luz o guie bondosamente em meio a tristezas e pesares desta vida. O hino em questão foi escrito enquanto ele viajava por mar de Roma para Marselha. Nos Estreitos de Bonifácio entre as ilhas da Sardenha e da Córsega, o navio parou por falta de ventos, e durante sete dias permaneceu imóvel. Foi durante este período difícil da viagem que, saudoso do lar, o Sr. Newman escreveu esse testemunho das trevas para a luz.
Em sua primeira adolescência John Newman duvidava de Deus e da Bíblia. Era forte de vontade e estava certo de que poderia fazer sua vida sem ajuda de ninguém. Assim ele andou sozinho em trevas.
Aos 15 anos, entretanto, John se rendeu ao Espírito Santo. Voltou-se para Deus e pediu Sua guia. Desse dia em diante John caminhou na luz.
John Newman pode ser comparado a Cristão, personagem do livro O Peregrino, de John Bunyan. Ele foi prisioneiro no Castelo da Dúvida, onde morava o Gigante Desesperança.
Cristão descobriu uma chave chamada Promessa, que podia abrir a porta do Castelo da Dúvida. Ele usou a chave e conseguiu sair para a luz da confiança em Deus. John Henry Newman também usou a chave para escapar às trevas de suas dúvidas.
Hoje, os jovens ainda são tentados a duvidar. Trevas os cercam. Uma mãe morre de câncer; um amigo fica desesperadamente paralítico num desastre de carro; um respeitável líder deixa a igreja. Por que Deus permite que tais coisas aconteçam? eles perguntam. A vida não faz sentido e eles se veem cercados de pesares. Precisam, justo então, usar a chave chamada Promessa.
Se você começar a duvidar do amor de Deus, abra sua Bíblia, comece a ler, e verá como o Espírito Santo o guiará para a luz. Ele dará a você uma promessa capaz de abrir a porta que leva das trevas para a luz.
The People Behind Our Hymns, Donald W. Mckay, págs. 68-70.
The Church Hymnal (Hinário Americano), n° 403.
John Henry Newman, cujo nascimento ocorreu no dia 21 de fevereiro, escreveu um belo hino (Hinário Americano) em que pede que a Luz o guie bondosamente em meio a tristezas e pesares desta vida. O hino em questão foi escrito enquanto ele viajava por mar de Roma para Marselha. Nos Estreitos de Bonifácio entre as ilhas da Sardenha e da Córsega, o navio parou por falta de ventos, e durante sete dias permaneceu imóvel. Foi durante este período difícil da viagem que, saudoso do lar, o Sr. Newman escreveu esse testemunho das trevas para a luz.
Em sua primeira adolescência John Newman duvidava de Deus e da Bíblia. Era forte de vontade e estava certo de que poderia fazer sua vida sem ajuda de ninguém. Assim ele andou sozinho em trevas.
Aos 15 anos, entretanto, John se rendeu ao Espírito Santo. Voltou-se para Deus e pediu Sua guia. Desse dia em diante John caminhou na luz.
John Newman pode ser comparado a Cristão, personagem do livro O Peregrino, de John Bunyan. Ele foi prisioneiro no Castelo da Dúvida, onde morava o Gigante Desesperança.
Cristão descobriu uma chave chamada Promessa, que podia abrir a porta do Castelo da Dúvida. Ele usou a chave e conseguiu sair para a luz da confiança em Deus. John Henry Newman também usou a chave para escapar às trevas de suas dúvidas.
Hoje, os jovens ainda são tentados a duvidar. Trevas os cercam. Uma mãe morre de câncer; um amigo fica desesperadamente paralítico num desastre de carro; um respeitável líder deixa a igreja. Por que Deus permite que tais coisas aconteçam? eles perguntam. A vida não faz sentido e eles se veem cercados de pesares. Precisam, justo então, usar a chave chamada Promessa.
Se você começar a duvidar do amor de Deus, abra sua Bíblia, comece a ler, e verá como o Espírito Santo o guiará para a luz. Ele dará a você uma promessa capaz de abrir a porta que leva das trevas para a luz.
The People Behind Our Hymns, Donald W. Mckay, págs. 68-70.
The Church Hymnal (Hinário Americano), n° 403.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
EM SEUS PASSOS
"Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os Seus passos."
1 S. Pedro 2:21
Como é que você definiria um cristão? Alguém que vai à igreja cada semana, que não faz o que é mau, que vive num círculo de amigos que creem o mesmo que ele?
Albert Schweitzer, nascido no dia de hoje em 1875, tinha uma ideia muito melhor do que é ser cristão. Ele cria que o cristão deve imitar a Cristo, viver Sua vida, e seguir os seus passos. Para Albert Schweitzer os passos de Cristo levavam à África.
- Não podemos crer nisto! Será possível que você esteja deixando o importante cargo de Diretor do Colégio São Tomás para ir para a África? - seus amigos lhe indagavam. - Não há ninguém na Europa que saiba mais sobre Bach do que você. Você pode dar concertos de órgão por toda parte. Certamente não vai deixar tudo isto!
Era verdade que nos trinta anos decorridos desde que nascera numa vila da Alta Alsácia, Alemanha, Albert havia realizado um bocado de coisas. Neste breve tempo ele havia se tornado filósofo, músico, pastor e escritor internacionalmente famoso. Agora, estava simplesmente resignando o seu trabalho e informando os amigos sobre seu plano de estudar medicina a fim de ir para a África.
- Quero ser médico, de modo que possa trabalhar sem ter de falar - ele explicava. - Quero mostrar às pessoas amor, e não apenas falar-lhes sobre amor.
O Dr. Schweitzer passou mais de 50 anos em Lambaréne, África, dando uma demonstração do amor de Cristo. Ele construiu um hospital e uma colônia para leprosos, e prosseguiu humildemente em sua tarefa de andar nos passos de Jesus.
Worship Service for Teenagers, Alice Bayes, págs. 126-130.
Out of My Life and Thoughl. Albert Schweitzer. pág. 91.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
TOMAI SOBRE VÓS O MEU JUGO
Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
Mateus 11:29
Jugo, ou canga, é uma trave de madeira que se coloca sobre o pescoço dos bois para puxar o carro ou o arado e, figuradamente, significa domínio, submissão. Na época de Jesus, por exemplo, a Palestina estava sob o jugo romano, ou seja, sob o domínio dos romanos.
Quando Jesus andava neste mundo, ele escolheu seus discípulos e andou com eles por 3 anos, ensinando-os a viver, agir e pensar como um cidadão dos céus. Fez milagres, curou doentes e mudou vidas sem esperança. No entanto, nem por um momento ele deixou de exigir de seus seguidores um comprometimento sério com Deus.
A Bíblia diz que muitos dos discípulos ouvindo os ensinos de Jesus disseram: "Duro é este discurso; quem o pode ouvir? ...Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele." (João 6.60 e 66)
Seguir a Jesus nunca foi tarefa fácil, pelo contrário, sempre exigiu comprometimento, mudança de pensamento e ação. O mestre não aceitava meio termo, não existia faz de conta. Quem quisesse segui-lo tinha que tomar sua cruz.
Hoje, fico pasmo, ao ver igrejas pregando um viver completamente descompromissado com as doutrinas de Jesus. Um discípulo que vive e pensa assim não pode ser aceito pelo Mestre. Não é possível enganar a Deus! A Bíblia deixa claro que Jesus tem um jugo e Ele exige que todo aquele que decidiu segui-lo o tome sobre si.
Fandermiler Freitas
domingo, 7 de fevereiro de 2010
A MORTE DE CRISTO

Desde a hora sexta até à nona, houve trevas sobre toda a Terra.
Tenha um bom domingo.
Mateus 27.45
É impressionante vermos como Cristo na Cruz simplesmente entregou-se por nós demonstrando um amor sem limites. Lá no Gólgota, no ápice da prova do seu amor pela humanidade morrendo numa Cruz.
Uma coisa importante a ser observada, na passagem mostrada acima, é a manifestação da natureza quando da morte do Filho do “Homem”. Apesar de ninguém se manifestar a favor de Jesus para defendê-lo a fim de não ser morto na Cruz, houve, porém, a manifestação energética dos fenômenos ante a morte do Filho de Deus.
Jesus veio para nos dá vida em abundância por meio de um ato de amor em favor de cada um de nós. Contudo, o que não vimos, foi nenhuma manifestação humana a favor de Cristo, ao contrario, todos diziam: “Crucifica-o”, Crucifica-o”, “Crucifica-o”. A natureza, enquanto obra da criação do próprio Deus, manifestou-se em desacordo às atitudes direccionadas à Cristo. O céu escureceu, a terra tremeu e alguém disse que “Verdadeiramente este era o filho de Deus”. Lá no ponto máximo, quando Cristo estava prestes a expirar, e quando a natureza se manifestava, um homem pode encontrar-se com Deus.
Cerca de três horas, a Terra passou por um momento de completa escuridão, pois o Filho de Deus estava sendo oferecido em favor do resgate de muitos. Vemos que, nem mesmo a Terra, aguentou tamanho ultraje contra o filho de Deus, manifestando-se contra o desprezo do homem em relação a Cristo. Como você vai se posicionar diante da morte redentora de Cristo? Qual será seu posicionamento quanto a esse fato? Você vai receber esse sacrifício que foi realizado Ele em favor de você?
Tenha um bom domingo.
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