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terça-feira, 28 de dezembro de 2021

SENTINELA, VOCÊ ESTÁ PREPARADO?

E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado.

Atos 13:2

Três meses antes de uma viagem missionária que planejáramos, um amigo e eu estávamos conversando sobre o evento que se aproximava. Ele me disse: “Se alguém não puder ir, estou disposto a me juntar a vocês.” Não seria nada fácil, passaríamos oito dias pintando e consertando coisas no calor tropical. Ainda assim, o meu amigo parecia ansioso para ir conosco.

Cerca de seis semanas antes da data marcada para nossa partida, abriu uma vaga. Eu mandei um recado para meu amigo — eu não o encontrara durante esse período — e perguntei-lhe se ainda estava interessado. Ele respondeu imediatamente: “Com certeza! E já tirei meu passaporte, caso você me chamasse.” Ele tinha se preparado antecipadamente, caso fosse chamado. 

O preparo do meu amigo traz-me à memória o que aconteceu no primeiro século em Antioquia. Paulo e Barnabé faziam parte de um grupo que se preparava espiritualmente para fazer qualquer coisa que Deus ordenasse ou partir para qualquer lugar que Ele os enviasse. Eles não se prepararam obtendo um passaporte, mas “servindo eles ao Senhor e jejuando” (Atos 13:2). E quando o Espírito Santo disse: “Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra”, eles estavam prontos para a jornada.

Você está se preparando para o que Deus possa querer que você faça? Quando o Espírito disser: “Vá,” você estará pronto?

Mantenha suas ferramentas preparadas — Deus encontrará um trabalho para você.

 JDB / Devocional Pão Diário


sábado, 5 de dezembro de 2020

DA MORTE À VIDA

Certo fidalgo dos tempos antigos mantinha em seu castelo um bobo profissional, cuja obrigação era divertir a todos por meio de pilhérias, macaquices e palhaçadas. Ora, o fidalgo se lembrou de presentear o bobo com um bastão como distintivo de seu oficio, que devia sempre trazer consigo até que porventura aparecesse outro mais apalhaçado que ele próprio, devendo, então, passá-lo ao tal em sinal de ultra primazia na arte de fazer bobices.

Passando alguns anos, o fidalgo adoeceu gravemente, e foi logo desenganado por seu médico assistente. Mondou então chamar o bobo e com ele manteve o seguinte diálogo:

– Então, meu bobo, estou em véspera de uma viagem!

– Comprida ou curta?

– É comprida.

– E quando pretende voltar? Dentro de um mês?

– Não!

– Dentro de um ano, então?

– Não.

– Nem dentro de um ano? Quando então é que volta?

– Não volto nunca mais!

– O quê?! Meu senhor não volta nunca mais?

– É verdade! Não volto nunca mais!

– E que preparativos fez meu senhor para viagem tão longa?

– Nenhum.

– Será possível? Pois meu senhor pretende retirar-se para sempre e nada preparou para viagem tão longa? Olhe! Tome o bastão! É seu desde já! Que eu, sendo bobo de profissão, nunca cairia em tamanha insensatez!

Fonte: Guia do Viajante