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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

COMO ÁRVORES...

Qual o tamanho de um sofrimento? Quanto tempo devemos chorar por um ente querido que morreu ou pelo amor que se perdeu? Quanto tempo devemos guardar trancado um coração que sofreu uma traição? Quantos dias devemos ficar trancados em um quarto se alguém nos decepcionar? Qual o tamanho do ódio que devemos criar para aqueles que nos humilharam ou feriram? É muito difícil determinar o tamanho, o tempo certo. Tudo tem um limite, e cada um de nós é suficientemente adulto para perceber quando estamos passando dos limites.


Assim, as pessoas que se trancam na dor e fazem dessa dor o motivo para não viverem, para não lutarem e simplesmente desistirem da vida, estão indo contra um princípio natural e divino que aponta sempre para a continuidade da vida. Se você cortar uma árvore centenária e deixar apenas um pequeno toco, verá depois de alguns meses a vida renascer com pequenos galhos já crescendo e desafiando a vida para ressurgir.

Em alguns anos será novamente uma medida, nossa dor tem que ter limite, o nosso isolamento do mundo tem que ter um breque, porque somos como árvores frondosas que estão sujeitas a vários cortes durante nossa vida, alguns cortes derrubarão poucas folhas, outros podem até destruir todos os galhos que demoramos anos para juntar, mas sempre nos restarão algumas sementes que se regarmos com paciência e amor, em breve nos transformará de novo em belas árvores. 

Se você, no dia de hoje, é apenas um toco, lembre-se que dentro de você tem uma semente divina que deve ser cultivada sempre, que precisa muito mais da sua atenção que de mãos estranhas, por isso ame-se, respeite-se, respeite a vida e o curso que ela tem, transforme-se definitivamente numa árvore que dá frutos, que dá sombra e lembrar sempre a todos que enquanto existir vida existem possibilidades de transformar, de renascer e de ser feliz!!!! 

Alicinha
Fonte: http://www.webservos.com.br/

terça-feira, 21 de abril de 2015

DEUS LEVANTA

O Senhor firma os passos do homem bom e no seu caminho se compraz; se cair, não ficará prostrado, porque o Senhor o segura pela mão.

Salmo 37.23-24

Quando criança, minha mãe disse-me que precisava ir ao mercado e fez-me prometer não brincar na rua enquanto ela não voltasse. É claro que eu respondi: "sim, senhora". Mas, quando ela virou a esquina, eu me esqueci da promessa feita e sair para jogar bola com os amigos.

Já aconteceu com você, esquecer das promessas feitas? Aposto que sim. Eu posso recordar não uma nem duas, mas várias vezes que não cumprir o que prometi. E você?

Eu me lembro que enquanto corria atrás da bola escorreguei e cai, ralando o peito no tijolo. Imediatamente retornei para casa chorando, tomei um banho e deitei-me numa rede a espera de minha mãe. Foi uma longa espera...

Quando todas as desculpas se tornam impossíveis de usar, a gente se sente frágil demais. Parece que somos pequenos e completamente dependentes. Quando chegamos a esse lugar de dor e tristeza, nosso coração olha para dentro de nós e revela-nos o que nos tornamos.

Quando minha mãe voltou, encontrou-me dengoso e choroso naquela rede, então, olhou-me com carinho e cuidou do meu ferimento. Essa minha experiência faz-me recordar da Parábola da ovelha perdida. O pastor encontra sua ovelha ferida, estende-lhe seus braços de amor, cuida de seus ferimentos e a leva para casa.

Se você caiu, se feriu, lembre-se: o Senhor está a tua procura, deixa ele te levantar pela mão, curar tuas feridas e te levar para casa. Não existe erro que Ele não possa perdoar. Em todo tempo e qualquer situação Deus levanta o homem.

Fandermiler Freitas

sábado, 21 de fevereiro de 2015

DOIS LADRÕES

Com ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita, e outro à sua esquerda.



Mc 15.27



Tem dias que eu fico a pensar nestes dois homens. Posso imaginar que talvez fossem amigos, participaram dos mesmos crimes. Eles não eram só ladrões, eram grandes ladrões, porque receberam como punição a morte.



Sem conjecturar muito, posso dizer que eles tinham outros planos, sonhavam com outras coisas. Mas nada saiu como esperavam. E agora, enquanto o sol escurecia, eles sabiam que tudo terminara, que chegara o final da estrada.



Você já se sentiu assim? Talvez em algum momento da vida quando terminou um namoro, perdeu algum bem, ficou reprovado, não passou em teste, um parente morreu. Diante de algumas situações chegamos a pensar: é o final. Mas esses homens não, eles realmente tinham chegado ao fim...



Olhar para frente e não conseguir fazer planos para o amanhã é terrível! Aqueles dois homens não conseguiam ver o futuro. Hoje, ao redor do mundo, tem muita gente assim. São incapazes de sonhar, de amar, de perdoar. Estão morrendo por dentro. Sofrendo a agonia de atrofiar o coração. Jesus naquele dia fez toda a diferença. Se você está vivendo como os ladrões da cruz, Jesus pode te ajudar, clame ao Pai e Ele renovará tua esperança.

Fandermiler Freitas

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

LEVANTO MINHAS MÃOS

Pôs-se Salomão diante do altar do SENHOR, na presença de toda a congregação de Israel; e estendeu as mãos para os céus.

2 Reis 8.22

Em mais de uma ocasião já me senti completamente derrotado, com uma imensa vontade de parar, desistir e ficar deitado, esperando ver o que acontecerá na vida. Já se sentiu assim?

Nesses momentos, a gente pensa que tudo acabou, que a vida perdeu o sentido, que os sonhos morreram e os dias perderam o encanto. São em dias assim que nascem os suicidas, que se acredita que não vale a pena viver.

Neste ponto, os homens se dividem: Os que têm Deus e os que vivem a solidão espiritual. Isso faz uma grande diferença...

O homem que tem Deus, por mais triste que seus dias foram, tem em seus olhos a esperança e a certeza de que dias melhores virão. É, por isso, que ele nunca esquece de levantar as mãos e louvar o Pai.

Coração de Davi - Lenvanto minhas mãos.

quinta-feira, 4 de março de 2010

RELACIONAMENTO PERFEITO


1 João 1:3 - “O que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo.”

Uma necessidade por um relacionamento pessoal verdadeiro é profundamente enraizada na natureza criada em nós. Nós devemos a nossa existência, não às forças do universo, e sim a um Criador pessoal. Foi o próprio Criador que disse: “Não é bom que o homem esteja só” Gênesis 2:18. Somos seres pessoais, pessoas planejadas para relacionamentos plenos e vibrantes.

Contudo, o pecado destrói o relacionamento. Ele nos separa de Deus e dos outros, afastando-nos daquilo que é necessário para nós. Então talvez não haja nenhum sintoma do pecado mais óbvio que a profunda dor do isolamento. E, no pecado, não há gemido mais desesperado do que aquele que a libertação da nossa solidão.

Mas independente de quanto geralmente precisamos do relacionamento, a nossa necessidade mais vital, a única sem a qual não podemos sobreviver, é a de ter uma relação com Deus. Nosso desejo por Deus é uma dependência criada em nós de propósito. É a profunda necessidade pelo relacionamento perfeito, e tentar suprir essa necessidade com nossa falha uns com os outros que passa a ser também desesperançoso.

Somente o Deus infinito pode se identificar conosco perfeitamente. E mesmo com Deus, o que podemos ter nesta vida é apenas uma amostra da união perfeita que será providenciada no céu.

Quando descobrimos que nem os nossos companheiros mais íntimos na terra podem nos dar a profundidade de relacionamento pelo qual fomos criados, a amargura pode ser a reação tentadora. Porém, há uma resposta mais saudável. Podemos enxergar as imperfeições em nossos próprios relacionamentos como um lembrete que nos desperta. Somente em Deus devemos procurar pela vida e amor que não falham. Esquecer-se disso é perder o caminho que nos leva de volta para a casa.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

RECOMEÇOS


Salmos 51:10 – Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro em mim, um espírito inabalável.

Nossa vida é marcada pelos recomeços. E este texto acima nos mostra Davi pedindo uma segunda chance para renovar seu coração, e nós também precisamos orar dizendo: “Senhor, eu quero voltar ao início. Eu quero voltar, e eu preciso ser simples para ouvir tua voz Senhor”. Josafá também tropeçou não sendo prudente. E porque deixou de ser prudente, as coisas bagunçaram a vida dele.

Talvez você não tenha sido prudente ao ser fiador, ao ser avalista de alguém e hoje está sofrendo as consequências. Talvez você não tenha sido prudente ao emprestar para um irmão o seu dinheiro e hoje você está passando um momento tão delicado. Talvez você não tenha sido prudente em disciplinar o seu filho enquanto ele era pequeno e, hoje, seu filho, adulto, esteja trazendo tristeza ao seu coração. Talvez você não tenha sido prudente no namoro e noivado, mas já se casou. E agora? Agora você tem que cavar essas covas e pedir a graça e a misericórdia para a conversão da sua esposa, do seu marido, do seu filho. Talvez você não tenha sido prudente ao fazer uma sociedade com alguém que não tem o temor do Senhor e, hoje sofre. Agora você está em pleno deserto! O que fazer? A resposta: pedir, orar: “Senhor, que esta situação seja mudada. Eu preciso do teu milagre”. E este milagre começa com o arrependimento.
“Deus resiste ao soberbo, mas concede a sua graça aos humildes”, diz a Palavra.

É hora de se arrepender. Antes que a sequidão e a dor continuem. A escolha é sua, apenas sua. Deus tem sempre o melhor para cada um de nós. Mas para que alcancemos o melhor de Deus, precisamos estar no centro da sua vontade. Isto implica em santidade, obediência, humildade, submissão, entre outras posturas.

terça-feira, 23 de junho de 2009

É TEMPO DE RECOMEÇAR


O Pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa; vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés;

Lucas 15.22


O filho pródigo. Você já leu essa historia? É conhecida por muitos a atitude do pai do jovem é de abnegação total quando ele recebe novamente em seus braços seu querido filho.

O jovem queria conhecer o mundo, participar de festas, viver sozinho, andar por lugares diferentes e conhecer pessoas. Ele sem dúvida conheceu muitas pessoas, conheceu lugares, mas seu passeio não teve um fim feliz, sua grana acabou e para piorar, sobreveio sobre aquele país, fome e o jovem sem dinheiro, começou a passar necessidade.

Para não passar fome, ele procurou emprego, e o que encontrou foi uma atividade insalubre, apascentar porcos. De repente, na sua cabeça começa a passar toda a sua história quando viva na casa de seu pai. Pensou nos momentos vividos com sua família, do seu conforto e de uma vida decente entre os seus.

Rapidamente o jovem quis mudar sua situação. Ele levantou-se e foi; rumou em direção ao seu pai, e dessa vez ele queria ser acolhido por aquele homem, e não importava em que circunstância, ele queria apenas voltar. Ao chegar em sua casa ao longe seu pai o avistou, e o jovem arrependido, queria ser aceito nem que para isso fosse considerado apenas mais um dos trabalhadores do seu pai.

Retornar é sempre bom, mais ainda, é necessário, é importante. Ao sentir que erramos, podemos consertar e recomeçar e para isso teremos de encarar determinadas circunstâncias, situações e é sempre dolorido o retorno. Aquele jovem sofre duras críticas do seu irmão mais, mas o seu foco estava direcionado e ele não se abalou com isso, pois ele queria simplesmente recomeçar.