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sexta-feira, 5 de junho de 2026

A HONESTIDADE NÃO TEM PREÇO

A história é comovente. Fala de uma honestidade a toda prova, e é contada por Vladimir Petrov, jovem prisioneiro de um campo de concentração no nordeste da Sibéria. Vladimir tinha um companheiro de prisão chamado Andrey. Ambos sabiam que daquele lugar poucos saíam com vida, pois o alimento que se dava aos prisioneiros políticos não tinham por objetivo mantê-los vivos por muito tempo. 

A taxa de mortalidade era extremamente alta, graças ao regime de fome e aos trabalhos forçados. E como é natural, os prisioneiros, em sua maioria, roubavam tudo quanto lhes caía nas mãos. 

Vladimir tinha, numa pequena caixa, alguns biscoitos, um pouco de manteiga e açúcar - coisas que sua mãe lhe havia mandado clandestinamente, de quase três mil quilômetros de distância. Guardava aqueles alimentos para quando a fome se tornasse insuportável. 

E como a caixa não tinha chave, ele a levava sempre consigo. Certo dia, Vladimir foi despachado para um trabalho temporário em outro campo. E porque não sabia o que fazer com a caixa, Andrey lhe disse: deixe-a comigo que eu a guardo. Pode estar certo de que ficará a salvo comigo. 

No dia seguinte da sua partida, uma tempestade de neve que durou três dias tornou intransitáveis todos os caminhos, impossibilitando o transporte de provisões. Vladimir sabia que no campo de concentração em que ficara Andrey, as coisas deviam andar muito mal. Só dez dias depois os caminhos foram reabertos e Vladimir retornou ao campo. 

Chegou à noite, quando todos já haviam voltado do trabalho, mas não viu Andrey entre os demais. Dirigiu-se ao capataz e lhe perguntou: 

- Onde está Andrey? 

- Enterrado numa cova enorme junto com outros tantos prisioneiros - respondeu ele. Mas antes de morrer pediu-me que guardasse isto para você. 

Vladimir sentiu um forte aperto no coração: 'Nem minha manteiga nem os biscoitos puderam salvá-lo', pensou. 

Abriu a caixa e, dentro dela, ao lado dos alimentos intactos, encontrou um bilhete dizendo: 

"Prezado Vladimir. Escrevo enquanto ainda posso mexer a mão. Não sei se viverei até você voltar, porque estou horrivelmente debilitado. Se eu morrer avise a minha mulher e meus filhos. Você sabe o endereço. Deixo as suas coisas com o capataz. Espero que as receba intactas." 

Andrey. 

Ser honesto é dever que cabe a toda criatura que tem por meta a felicidade. E a fidelidade é uma das virtudes que liberta o ser e o eleva na direção da luz. 

Uma amizade sólida e duradoura só se constrói com fidelidade e honestidade recíprocas. (Desconheço autor) 

Que seu dia seja feliz! 
E que a cada dia possamos nos superar e sermos pessoas virtuosas!! 

Sorria e seja feliz! 
Jesus te ama e eu também!

Ian Lopes

quinta-feira, 20 de março de 2025

A MAIS BELA FLOR

“A mais bela flor” é o título desta bela história que teria se desenrolado por volta do ano 250 a.C., na China antiga.

Um certo príncipe da região de Thing-Zda, norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar.

Sabendo disso, ele resolveu fazer uma “disputa” entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua auspiciosa proposta.

No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.

Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.

Ao chegar em casa e relatar o fato a jovem, espantou-se ao ouvir que ela pretenderia ir a celebração, e indagou incrédula: – Minha filha, o que achas que fará lá ? Estarão presentes todas as mais belas e ricas mocas da corte. Tire esta ideia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.

E a filha respondeu: – Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz, pois sei que meu destino é outro.

À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas mocas, com as mais belas roupas, com as mais belas joias e com as mais determinadas intenções.

Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio: – Darei, para cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.

A proposta do príncipe não fugiu as profundas tradições daquele povo, que valorizavam muito a especialidade de “cultivar” algo sejam costumes, amizades, relacionamentos etc.

O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura pois sabia que se a beleza das flores surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.

Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem de tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido e dia a dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor.

Por fim, os seis meses haviam passado e nada ela havia cultivado, e, consciente do seu esforço e dedicação comunicou a sua mãe que independente das circunstancias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além do que mais alguns momentos na companhia do príncipe.

Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, ao lado da demais pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, de todas as mais variadas formas e cores. Ela estava absorta, nunca havia presenciado tal bela cena.

E finalmente chega o momento esperado, o príncipe chega e observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção e após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa.

As pessoas presentes tiveram as mais inusitadas reações, ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado, então, calmamente ele esclareceu: – Esta foi a única que cultivou a flor que a fez digna de se tornar uma imperatriz, a flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” João 8.32

Fonte: A história real se deu com Zhuang Zhou, também conhecido como Zhuangzi ou ainda Chuang Tzu. Este era filósofo Chinês taoísta, e o teste é conhecido como “O Teste das Moedas de Jade”

quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

A RECOMPENSA

Melhor é o pouco com justiça do que a abundância de colheita com injustiça.

Provérbios 16:8

Um pobre rapaz se dirigia à casa do tio a fim de lhe pedir auxilio para sua mãe doente e seus irmãos. No caminho o jovem achou uma carteira com 50 dólares. O tio recusou dar auxílio, e o jovem voltou para casa, onde contou a sua mãe sobre o achado da carteira. Sentia que não seria direito usar aquele dinheiro. A mãe concordou com sua decisão. Assim, anunciaram a carteira e o dono apareceu. Era um homem rico o dono da carteira, e ao ouvir a história da família ofereceu o dinheiro e tomou o rapaz a seu serviço. E este rapaz tornou-se um dos mais bem sucedidos comerciantes de Ohio.

A honestidade sempre traz a sua recompensa, quando não ao bolso, pelo menos ao espírito. A paz de espírito é a maior riqueza que uma carteira recheada!

Fonte: http://www.iasdemfoco.net

sábado, 11 de julho de 2020

A MOEDA DE OURO

Uma tarde, assentado sobre uma pedra, à beira do caminho, um pobre trabalhador esperava a volta de seu filho, que fora à aldeia próxima comprar um pouco de pão. A criança voltou, e quando o pai com a sua faca cortou o pão em pedaços, caiu de dentro uma moeda de ouro. O menino soltou um grito de alegria e, apanhando a moeda, exclamou:

– Papai, o senhor não terá mais necessidade de trabalhar tanto, porque agora temos dinheiro bastante para viver alguns dias.

– Meu filho, – respondeu o pobre homem – é bem possível que esse ouro tenha caído do bolso do padeiro quando amassava o pão; devemos restituí-lo.

– Mas, papai, – tornou o menino – se ninguém sabe, por que não podemos guardá-lo?

– Meu filho, eu comprei o pão e não o dinheiro que estava dentro dele, é por isso que ele não nos pertence. Se ninguém sabe, Deus vê tudo, não ignora e nos ordena restituí-lo. Se não somos ricos devemos ser honrados.

Dito isto, o pai pegou a moeda e foi entregá-la ao padeiro.

– Você é um homem honesto, pode guardar o dinheiro – respondeu-lhe este. – Esta moeda uma pessoa me deu há poucos dias e me encarregou de dá-la ao pobre mais honesto que eu conhecesse. É por isso que ela pertence a você.

O menino, então, abraçou o pai, dizendo-lhe:

– Nunca me esquecerei, papai, do que o senhor me disse: "É melhor ser pobre e honesto do que rico e desonesto."

O Juvenil.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

HONESTIDADE

Num pequeno armazém rural em Illinois, havia um jovem rústico, alto e feio, servindo como caixeiro. Certo dia, entrou na venda uma senhora idosa a fim de fazer algumas compras, Ela entregou uma nota e ele recebeu seu dinheiro, devolvendo o troco. Naquela noite, ao fechar o livro caixa verificou que havia alguns centavos a mais. Passou em revista, mentalmente, todas as vendas feitas no dia e lembrou-se do troco que dera à senhora idosa pela manhã. Deixara de dar-lhe a quantia exata. Aqueles poucos centavos pertenciam a ela. Pôs o chapéu na cabeça, fechou o armazém, e andou vários quilômetros a pé para devolver os centavos à cliente. Aquele jovem rústico era Abraão Lincoln que, como se sabe, tornou-se mais tarde Presidente dos Estados Unidos. 

Seleto
Fonte: http://www.iasdemfoco.net

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

A FLOR DA HONESTIDADE

Conta-se que por volta do ano 250 A.C, na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo  com a lei, ele deveria se casar. 

Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta. No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio. 

Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha  nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe. Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração, e indagou incrédula:

— Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas ricas  moças da corte. Tire esta ideia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura. 

E a filha respondeu:

— Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais  poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns  momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz. 

À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas joias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio:

— Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China. 

A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos etc... 

O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que  se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado. Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia ela percebia cada vez  mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que, independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe. 

Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena. Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa. 

As pessoas presentes tiveram  as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado. Então, calmamente o príncipe  esclareceu:

— Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis. 

A honestidade é como uma flor tecida em fios de luz, que ilumina quem a  cultiva e espalha claridade ao redor - Que esta nos sirva de lição e independente de tudo e todas as situações vergonhosas que nos rodeiam , possamos ser luz para aqueles que nos cercam.

Efésios 5.9 (pois o fruto da luz consiste em toda bondade, justiça e verdade.) e Mateus 5.16 (Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.).
 

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

25 CENTAVOS

Alguns anos atrás, um pregador mudou-se para Houston, Texas. Poucos dias depois que chegou, teve que ir de ônibus de sua casa até o centro da cidade. Quando se sentou, descobriu ter recebido 25 centavos a mais no troco pelo que pagara pela passagem. Considerando o que deveria fazer, ele pensou:

— É melhor devolver os 25 centavos. Seria errado mantê-lo. 

Então uma voz lhe disse no coração:

Oh, esquece. São apenas 25 centavos. Quem se preocuparia por quantia tão pequena? Além do mais, a empresa de ônibus já tem bastante; nunca sentirão falta. Aceite-o como um presente e fique quieto. 

Quando chegou ao ponto onde desceria do ônibus, parou momentaneamente na porta, então entregou a moeda ao motorista e disse:

Tome, você me deu troco a mais. 

O motorista, com um sorriso, respondeu:

Você não é o novo pregador? Eu tenho pensado sobre ir lhe ouvir. Eu queria apenas ver o que você faria se eu lhe desse troco a mais. 

Quando nosso amigo saiu do ônibus, ele agarrou literalmente o poste mais próximo, e disse:

— Oh! Deus, me perdoe! Eu quase vendi seu filho por vinte e cinco centavos.

quarta-feira, 18 de março de 2015

LENHADOR HONESTO

Há muito tempo, numa floresta verdejante e silenciosa, próximo a um riacho de águas cristalinas e espumantes corredeiras, vivia um pobre lenhador que trabalhava muito para sustentar a família.

Todos os dias, empreendia a árdua caminhada floresta adentro, levando ao ombro seu afiado machado. Partia sempre assobiando contente, pois sabia que enquanto tivesse saúde e o machado, conseguiria ganhar o suficiente para comprar todo o pão que a família precisava.

Um dia, estava ele cortando um enorme carvalho perto do rio. As lascas voavam longe e o barulho do machado ecoava na floresta com tanta força que parecia haver uma dúzia de lenhadores trabalhando.

Passado algum tempo, resolveu descansar um pouco, recostou o machado na árvore e virou-se para sentar, mas tropeçou numa raiz velha e retorcida, e antes que pudesse pegá-lo, o machado caiu pela ribanceira abaixo, indo parar no rio! O pobre lenhador esquadrinhou as águas tentando encontrar o machado, mas aquele trecho era fundo demais.

O rio continuava correndo com a mesma tranquilidade de sempre , ocultando o tesouro perdido.

"- O que hei de fazer? Perdi o machado! Como vou dar de comer aos meus filhos? - gritou o lenhador."

Mal acabara de falar, surgiu de dentro do riacho um anjo...

"— Por que você está sofrendo tanto?" - perguntou, em tom amável.

O lenhador contou o que acontecera e ele mergulhou em seguida, tornando a aparecer na superfície segundos depois com um machado de prata.

"
É este o machado que você perdeu?"

O lenhador pensou em todas as coisas lindas que poderia comprar para os filhos com toda aquele prata! Mas o machado não era dele, então balançou a cabeça dizendo:

"
Meu machado não era tão belo."

O anjo colocou o machado de prata sobre a barranco do rio e tornou a mergulhar. Voltou logo e mostrou outro machado ao lenhador:

"
Talvez este machado seja o seu?"

"
Não é, não! Esse é de ouro! Vale muito mais do que o meu."

O anjo colocou novamente o machado de ouro sobre a barranca do rio, mergulhou mais uma vez e trouxe o machado perdido.

"
Esse é o meu! É o meu, sim; sem dúvida!"

"
É o seu ."- disse o anjo, "... e agora também são seus os outros dois. São um presente, pela sua honestidade."

À noitinha, o lenhador empreendeu a árdua caminhada de volta para casa com os três machados às costas, assobiando contente e pensando em todas as coisas boas que eles iriam trazer para sua família.

A honestidade traz mais coisas do que podemos imaginar! "Quem ama não cansa...

E se cansar, ama o cansaço!"

(extraído do Livro das Virtudes para Crianças - autor desconhecido)