sexta-feira, 5 de junho de 2026
A HONESTIDADE NÃO TEM PREÇO
quinta-feira, 20 de março de 2025
A MAIS BELA FLOR
“A mais bela flor” é o título desta bela história que teria se desenrolado por volta do ano 250 a.C., na China antiga.
Um certo príncipe da região de Thing-Zda, norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar.
Sabendo disso, ele resolveu fazer uma “disputa” entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua auspiciosa proposta.
No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.
Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.
Ao chegar em casa e relatar o fato a jovem, espantou-se ao ouvir que ela pretenderia ir a celebração, e indagou incrédula: – Minha filha, o que achas que fará lá ? Estarão presentes todas as mais belas e ricas mocas da corte. Tire esta ideia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.
E a filha respondeu: – Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz, pois sei que meu destino é outro.
À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas mocas, com as mais belas roupas, com as mais belas joias e com as mais determinadas intenções.
Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio: – Darei, para cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.
A proposta do príncipe não fugiu as profundas tradições daquele povo, que valorizavam muito a especialidade de “cultivar” algo sejam costumes, amizades, relacionamentos etc.
O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura pois sabia que se a beleza das flores surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.
Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem de tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido e dia a dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor.
Por fim, os seis meses haviam passado e nada ela havia cultivado, e, consciente do seu esforço e dedicação comunicou a sua mãe que independente das circunstancias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além do que mais alguns momentos na companhia do príncipe.
Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, ao lado da demais pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, de todas as mais variadas formas e cores. Ela estava absorta, nunca havia presenciado tal bela cena.
E finalmente chega o momento esperado, o príncipe chega e observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção e após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa.
As pessoas presentes tiveram as mais inusitadas reações, ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado, então, calmamente ele esclareceu: – Esta foi a única que cultivou a flor que a fez digna de se tornar uma imperatriz, a flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” João 8.32
Fonte: A história real se deu com Zhuang Zhou, também conhecido como Zhuangzi ou ainda Chuang Tzu. Este era filósofo Chinês taoísta, e o teste é conhecido como “O Teste das Moedas de Jade”
quarta-feira, 16 de dezembro de 2020
A RECOMPENSA
Melhor é o pouco com justiça do que a abundância de colheita com injustiça.
Provérbios 16:8
Um pobre rapaz se dirigia à casa do tio a fim de lhe pedir auxilio para sua mãe doente e seus irmãos. No caminho o jovem achou uma carteira com 50 dólares. O tio recusou dar auxílio, e o jovem voltou para casa, onde contou a sua mãe sobre o achado da carteira. Sentia que não seria direito usar aquele dinheiro. A mãe concordou com sua decisão. Assim, anunciaram a carteira e o dono apareceu. Era um homem rico o dono da carteira, e ao ouvir a história da família ofereceu o dinheiro e tomou o rapaz a seu serviço. E este rapaz tornou-se um dos mais bem sucedidos comerciantes de Ohio.
A honestidade sempre traz a sua recompensa, quando não ao bolso, pelo menos ao espírito. A paz de espírito é a maior riqueza que uma carteira recheada!
Fonte: http://www.iasdemfoco.net
sábado, 11 de julho de 2020
A MOEDA DE OURO
quarta-feira, 17 de junho de 2020
HONESTIDADE
segunda-feira, 26 de agosto de 2019
A FLOR DA HONESTIDADE
quinta-feira, 22 de agosto de 2019
25 CENTAVOS
quarta-feira, 18 de março de 2015
LENHADOR HONESTO
Todos os dias, empreendia a árdua caminhada floresta adentro, levando ao ombro seu afiado machado. Partia sempre assobiando contente, pois sabia que enquanto tivesse saúde e o machado, conseguiria ganhar o suficiente para comprar todo o pão que a família precisava.
Um dia, estava ele cortando um enorme carvalho perto do rio. As lascas voavam longe e o barulho do machado ecoava na floresta com tanta força que parecia haver uma dúzia de lenhadores trabalhando.
Passado algum tempo, resolveu descansar um pouco, recostou o machado na árvore e virou-se para sentar, mas tropeçou numa raiz velha e retorcida, e antes que pudesse pegá-lo, o machado caiu pela ribanceira abaixo, indo parar no rio! O pobre lenhador esquadrinhou as águas tentando encontrar o machado, mas aquele trecho era fundo demais.
O rio continuava correndo com a mesma tranquilidade de sempre , ocultando o tesouro perdido.
"- O que hei de fazer? Perdi o machado! Como vou dar de comer aos meus filhos? - gritou o lenhador."
Mal acabara de falar, surgiu de dentro do riacho um anjo...
"— Por que você está sofrendo tanto?" - perguntou, em tom amável.
O lenhador contou o que acontecera e ele mergulhou em seguida, tornando a aparecer na superfície segundos depois com um machado de prata.
"— É este o machado que você perdeu?"
O lenhador pensou em todas as coisas lindas que poderia comprar para os filhos com toda aquele prata! Mas o machado não era dele, então balançou a cabeça dizendo:
"— Meu machado não era tão belo."
O anjo colocou o machado de prata sobre a barranco do rio e tornou a mergulhar. Voltou logo e mostrou outro machado ao lenhador:
"— Talvez este machado seja o seu?"
"— Não é, não! Esse é de ouro! Vale muito mais do que o meu."
O anjo colocou novamente o machado de ouro sobre a barranca do rio, mergulhou mais uma vez e trouxe o machado perdido.
"— Esse é o meu! É o meu, sim; sem dúvida!"
"— É o seu ."- disse o anjo, "... e agora também são seus os outros dois. São um presente, pela sua honestidade."
À noitinha, o lenhador empreendeu a árdua caminhada de volta para casa com os três machados às costas, assobiando contente e pensando em todas as coisas boas que eles iriam trazer para sua família.
A honestidade traz mais coisas do que podemos imaginar! "Quem ama não cansa...
E se cansar, ama o cansaço!"
(extraído do Livro das Virtudes para Crianças - autor desconhecido)







