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terça-feira, 25 de abril de 2023

O HOMEM ABENÇOADO

"Bem-aventurado o homem, Senhor, a quem tu repreendes, a quem ensinas a tua lei," (Salmo 94.12)

As repreensões do Senhor muitas vezes parecem severas - mas elas são misericordiosas. Elas. . .
corrigem nossas loucuras,
subjugam nossa vontade orgulhosa, e
suavizam e humilham nossos corações endurecidos diante d`Ele.

Quando Deus repreende - Ele ensina. As lições são encontradas em Sua Palavra - mas nós nunca aprendemos muitas delas - até que nós atravessamos a fornalha! Muitas vezes aprendemos mais a verdade de uma curta e afiada aflição – muito mais do que de muitos livros e sermões!
Na aflição, Deus nos ensina. . .
nosso próprio vazio e vaidade,
nossa dependência dEle, e
a insuficiência de todas as coisas terrenas!

Na aflição, Deus. . .
encarece o Senhor Jesus e Sua grande salvação para nós,
mostra-nos o valor da provisão da graça,
torna nossa consciência terna e honesta,
nos qualifica para sermos usados na Terra; e
nos enche do gozo de Si mesmo no céu.

Nós precisamos de correção. Se não recebê-la - nos tornamos
carnais e mundanos,
superficiais e insignificantes,
desagradáveis e inúteis,
tanto no mundo quanto na igreja. É uma coisa abençoada ser corrigido pelo Senhor, especialmente quando a vara nos ensina essas lições importantes e de valor inestimável. Cristãos repreendidos são geralmente úteis e atraentes.

Mas você não deve supor que um cristão não está sendo castigado, só porque você não testemunha a sua correção. A vara é colocada às vezes no corpo - mas com maior frequência na alma. O coração conhece a sua própria amargura - quando outros pouco suspeitam quão doloroso é o castigo duradouro.

Pai Celestial, corrija-nos com ternura e amor; e sempre que você nos corrigir – veremos a sua face graciosa!

“Bem-aventurado é o homem a quem Deus disciplina; não desprezes, pois, a disciplina do Todo-Poderoso.” (Jó 5.17)

Texto de James Smith, traduzido e adaptado por Silvio Dutra.

sábado, 26 de dezembro de 2020

NÃO PASSEIES PELO PÂNTANO

“Você vai se arrepender!” Eu ignorei o alerta sem nem virar. Para que eu ia me arrepender? Eu tomei o atalho.

Eu estava a caminho de um piquenique. As mesas ficaram do outro lado de um pântano. O departamento de parques havia gentilmente construído uma ponte sobre o pântano. Mas quem precisava de uma ponte? Eu aventurei a minha passagem. A lama engoliu os meus pês. Coisas rasteiras nadaram ao meu redor. Eu acho que vi um par de olhos me observando. Eu comecei a dar ré, meus chinelos engolidos no abismo. Eu saí, coberto em lama, picado por mosquitos e com rosto vermelho.

Eu andei até a mesa de piquenique. Foi um piquenique miserável, mas foi um provérbio certeiro. A vida vem com vozes. Vozes levam a escolhas, e escolhas têm consequências!

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “Don’t Stroll Through the Swamp”
de “God is With You Every Day”

sábado, 4 de maio de 2019

O BISCOITO DO ARREPENDIMENTO

Conta-se de um evangelista que se deparou com um sujeito que veementemente negava ser um pecador.

Ele escapulia de todas as tentativas do homem de Deus de convencê-lo de seus erros:
– Eu sou um bom pai, um bom marido, um bom vizinho, um bom cidadão. Sou honesto e trabalhador. Cumpro minhas obrigações. Não tenho do que me arrepender!

Em dado momento da conversa, o Espírito Santo sussurrou no ouvido do evangelista: " – Pergunte para ele sobre o biscoito". Assustado, em pensamento, o crente questionou o Espírito Santo: " – Biscoito? Que é isso meu Senhor?" E a voz do Espírito repetiu-se: " – Obedeça-me. Pergunte-lhe sobre o biscoito".

– Então, você não tem mesmo nenhum pecado?

– Não, sou um homem correto. Não tenho do que me arrepender!

– Bem, Deus manda-me fazer-lhe uma perguntar esquisita, eu não sei o que é, mas creio que você deve saber. O Espírito Santo de Deus pergunta: "- E o biscoito?"

Uma facada no estômago não teria lhe causado dor maior. O homem se contraiu todo, lágrimas abundantes correram por seu rosto e ele começou a soluçar:

– Bis-coito, que bis-coito?

E o evangelista repetiu a pergunta. E o homem levou outro choque, ainda maior. E soluçava mais ainda:

– Que bis-coi-to? Que bis-coi-to?

Depois que conseguiu se acalmar, contou para o evangelista que quando ele era criança sua família era muito pobre e sua mãe mantinha os biscoitos à chave, pois a provisão devia durar um mês inteiro. Mas ele sabia onde a mãe escondia a chave e a pegava escondido, comia os biscoito e tornava a colocá-la no lugar.

Um dia, desconfiada, sua mãe reuniu os filhos e "apertou-os", tentando descobrir o que estava acontecendo. Seus irmãos juraram para ela, às lagrimas, que não tinham nada a ver com isso. E ele não só negava ter sido o autor do roubo como ainda acusava seus irmãos e os xingava de falsos e fingidos.

Anos depois, sua mãe veio a falecer e ele nunca teve coragem de confessar o seu pecado. Até aquele dia.

Fonte: https://ejesus.com.br

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

JESUS É NOSSO MARAVILHOSO SALVADOR

Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.

1 Timóteo 1:15

Certa noite João Wesley estava a caminho de casa, voltando do trabalho. Na estrada, apareceu dentre as trevas um homem, exigindo-lhe bruscamente o dinheiro ou a vida.

– Meu amigo – disse Wesley bondosamente, entregando tudo – talvez um dia o senhor deseje abandonar essa vida. Quando chegar esse tempo, lembre-se disto: "Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores" e: "O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado".

Anos mais tarde estava Wesley cumprimentando o povo, à porta da igreja. Um membro se lhe aproximou e lembrou-lhe aquele incidente. Wesley bem se recordava do fato.

– Fui eu aquele salteador – disse o homem, humildemente. – As palavras que o senhor me disse nunca mais me abandonaram. Minha vida foi transformada completamente! Descobri que de fato Jesus Cristo pode salvar o mais vil pecador.

Bendita certeza! O amor e a salvadora graça do Salvador convencem e convertem o mais indigno dos homens! E através dos séculos Ele tem trazido vida e esperança a milhões de pessoas que para Ele ergueram os olhos. 

Meditações Matinais.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

ARREPENDIMENTO

Porque eu declararei a minha iniquidade; afligir-me-ei por causa do meu pecado.

Salmo 38:18

Um jovem falava com o grande evangelista Moody, sobre o arrependimento. – Isso nunca me fulminou – disse o moço.

– Que quer o senhor dizer?, perguntou Moody.

– Ora – respondeu o jovem – a alguns ele fulmina e a outros não. Tenho visto muitos se arrependerem e se colocarem ao lado de Cristo, mas eu mesmo nunca me senti fulminado.

Aquele moço tinha a ideia errada de que o arrependimento fosse coisa que fulminasse, como o raio. Isso, naturalmente, não é verdade. O arrependimento não é uma emoção. É uma profunda convicção de se haver cometido um mal. Leva a pessoa a volver-se para Deus, a fim de ser purificada do mal. – Meditações Matinais.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

PALAVRAS FAZEM ESCRAVOS

Um homem sentado ao lado do caixão daquela que fora sua companheira por muitos anos, olhava o corpo inerte com o coração amargurado e triste. 

Mergulhado em pensamentos profundos, começou a perceber que em sua mente se desenhavam formas belas e brilhantes, leves e agradáveis que lhe traziam alento ao coração. 

Diante de tanta beleza ousou perguntar quem eram aquelas formas. Elas lhe responderam que eram as palavras que ele poderia ter dito à esposa. 

– Ah, fiquem comigo! - implorou o homem. Apesar de cortarem meu coração como um punhal, fiquem comigo, pois agora ela está fria e eu estou me sentindo tão sozinho. 

Mas elas responderam com firmeza: "Não, não podemos ficar porque não temos existência. Somos apenas luz que nunca brilhou. E, dizendo isto, desapareceram de sua tela mental."

O homem continuou triste e pensativo. De repente, outras formas se lhe desenharam na consciência. Eram formas terríveis, amargas e sem vida. 

— Quem são vocês, formas horrendas? Perguntou ele espantado. 

— Nós somos as palavras que ela ouviu da sua boca a vida inteira. 

O homem gritou estremecido: "Saiam daqui, me deixem só! "

Mas elas permaneceram ali, em silêncio, desenhando-se constantemente em sua memória.

***

Quantos de nós, desatentos, deixamos passar muitas oportunidades de acender luzes em nossa consciência, no convívio diário com aqueles a quem dizemos amar. 

As palavras gentis e belas, as frases bem elaboradas fazem parte do nosso vocabulário, sim, mas não para os de casa. Raramente nos dirigimos ao esposo ou esposa, filhos ou demais familiares, com o mesmo respeito com que nos dirigimos aos amigos, clientes ou colegas de trabalho. 

Mas os anos passam... E um dia, também nós estaremos diante do caixão de um ser querido que se despede da existência física. 

Também em nossa memória desfilarão as palavras mais proferidas no convívio diário... Também em nossa mente se desenharão os gestos mais comuns do cotidiano... E o nosso coração sentirá alegria ou tristeza de conformidade com as nossas ações mais constantes. 

Assim, comecemos hoje mesmo a tratar nossos entes caros de forma gentil e carinhosa para que nossas palavras não nos tragam amargura e remorso amanhã. 

Fonte: O livro das virtudes, v. II, de William J. Bennett, ed.Nova Fronteira

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

PALAVRAS FAZEM ESCRAVOS

Um homem sentado ao lado do caixão daquela que fora sua companheira por muitos anos, olhava o corpo inerte com o coração amargurado e triste. 

Mergulhado em pensamentos profundos, começou a perceber que em sua mente se desenhavam formas belas e brilhantes, leves e agradáveis que lhe traziam alento ao coração. 

Diante de tanta beleza ousou perguntar quem eram aquelas formas. Elas lhe responderam que eram as palavras que ele poderia ter dito à esposa. 

– Ah, fiquem comigo! - implorou o homem. Apesar de cortarem meu coração como um punhal, fiquem comigo, pois agora ela está fria e eu estou me sentindo tão sozinho. 

Mas elas responderam com firmeza: "Não, não podemos ficar porque não temos existência. Somos apenas luz que nunca brilhou. E, dizendo isto, desapareceram de sua tela mental."

O homem continuou triste e pensativo. De repente, outras formas se lhe desenharam na consciência. Eram formas terríveis, amargas e sem vida. 

— Quem são vocês, formas horrendas? Perguntou ele espantado. 

— Nós somos as palavras que ela ouviu da sua boca a vida inteira. 

O homem gritou estremecido: "Saiam daqui, me deixem só! "

Mas elas permaneceram ali, em silêncio, desenhando-se constantemente em sua memória.

***

Quantos de nós, desatentos, deixamos passar muitas oportunidades de acender luzes em nossa consciência, no convívio diário com aqueles a quem dizemos amar. 

As palavras gentis e belas, as frases bem elaboradas fazem parte do nosso vocabulário, sim, mas não para os de casa. Raramente nos dirigimos ao esposo ou esposa, filhos ou demais familiares, com o mesmo respeito com que nos dirigimos aos amigos, clientes ou colegas de trabalho. 

Mas os anos passam... E um dia, também nós estaremos diante do caixão de um ser querido que se despede da existência física. 

Também em nossa memória desfilarão as palavras mais proferidas no convívio diário... Também em nossa mente se desenharão os gestos mais comuns do cotidiano... E o nosso coração sentirá alegria ou tristeza de conformidade com as nossas ações mais constantes. 

Assim, comecemos hoje mesmo a tratar nossos entes caros de forma gentil e carinhosa para que nossas palavras não nos tragam amargura e remorso amanhã. 

Fonte: O livro das virtudes, v. II, de William J. Bennett, ed.Nova Fronteira

sábado, 9 de janeiro de 2010

O BISCOITO DO ARREPENDIMENTO


Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.

I João 1.10

Conta-se de um evangelista que se deparou com um sujeito que veementemente negava ser um pecador. Ele escapulia de todas as tentativas do homem de Deus de convencê-lo de seus erros: Eu sou um bom pai, um bom marido, um bom vizinho, um bom cidadão. Sou honesto e trabalhador. Cumpro minhas obrigações. Não tenho do que me arrepender!

Em dado momento da conversa, o Espírito Santo sussurou no ouvido do evangelista: " - Pergunte para ele sobre o biscoito". Assustado, em pensamento, o crente questionou o Espírito Santo: " - Biscoito? Que é isso meu Senhor?" E a voz do Espírito repetiu-se: " - Obedeça-me. Pergunte-lhe sobre o biscoito".

- Então, você não tem mesmo nenhum pecado?

- Não, sou um homem correto. Não tenho do que me arrepender!

- Bem, Deus manda-me fazer-lhe uma perguntar esquisita, eu não sei o que é, mas creio que você deve saber. O Espírito Santo de Deus pergunta: "- E o biscoito?"

Uma facada no estômago não teria lhe causado dor maior. O homem se contraiu todo, lágrimas abundantes correram por seu rosto e ele começou a soluçar: Bis-coito, que bis-coito?

E o evangelista repetiu a pergunta. E o homem levou outro choque, ainda maior. E soluçava mais ainda: Que bis-coi-to? Que bis-coi-to?

Depois que conseguiu se acalmar, contou para o evangelista que quando ele era criança sua família era muito pobre e sua mãe mantinha os biscoitos à chave, pois a provisão devia durar um mês inteiro. Mas ele sabia onde a mãe escondia a chave e a pegava escondido, comia os biscoito e tornava a colocá-la no lugar.

Um dia, desconfiada, sua mãe reuniu os filhos e "apertou-os", tentando descobrir o que estava acontecendo. Seus irmãos juraram para ela, às lagrimas, que não tinham nada a ver com isso. E ele não só negava ter sido o autor do roubo como ainda acusava seus irmãos e os xingava de falsos e fingidos.

Anos depois, sua mãe veio a falecer e ele nunca teve coragem de confessar o seu pecado. Até aquele dia.