sábado, 18 de dezembro de 2021
sexta-feira, 17 de dezembro de 2021
CRISTIANISMO É CRISTIANISMO PRATICADO
O Dr. T. L. Pennell (1867 - 1912), médico missionário na Índia, conta um episódio interessante da obra de evangelização desse povo. Em missão diplomática, um oficial inglês se dirigia ao Afeganistão, quando foi aprisionado. Após seis meses de cárcere, finalmente, foi decapitado por recusar converter-se ao islamismo.
Seu diário foi enviado às mãos da solícita e carinhosa irmã, que leu todas as páginas com o coração torturado. Mas o amor de Cristo dominou seu coração impedindo que ela odiasse os assassinos do irmão. Sua reação foi diferente. No hospital dirigido pelo Dr. Pennell, na fronteira afegã, os enfermos passaram a usar uma cama doada e mantida pela irmã do oficial inglês.
Apesar da costumeira rebeldia dos pacientes, ao saberem da origem da cama, reagiram de modo favorável ao cristianismo, que produz tal espírito perdoador. Por causa daquela cama, inúmeras almas já foram conquistadas para Cristo, confirmando a palavra do apóstolo Paulo: "O amor jamais acaba"
Fonte: Fonte: https://www.academia.edu/
quinta-feira, 16 de dezembro de 2021
SOMOS MINISTROS DE DEUS
segunda-feira, 13 de dezembro de 2021
O GUARDA-CHUVA
domingo, 12 de dezembro de 2021
sábado, 11 de dezembro de 2021
LEALDADE AO SALVADOR EM MEIO A PERSEGUIÇÃO
Felícitas foi uma viúva nobre e rica de Roma, no tempo de Marco Aurélio. Tinha sete filhos os quais haviam sido instruídos na fé cristã, e sua influência contribuíra para que outras pessoas aceitassem a religião cristã. Felícitas e seus filhos foram denunciados a Públio, prefeito da cidade, que procurou com súplicas e ameaças induzi-los a adorarem falsos deuses e a negar a Cristo.
Apelou aos sentimentos maternos de Felícitas, porém ela respondeu que seus filhos haviam escolhido entre a vida eterna e a morte eterna. A cada um foi pedido que abjurasse a Cristo, porém a mãe os exortava a permanecerem firmes, falando-lhes da grande promessa futura e gloriosa.
Permaneceu ao lado deles e viu como o filho mais velho foi barbaramente espancado até morrer; os dois seguintes foram golpeados com clavas até morrerem; o quarto filho foi jogado vivo num grande despenhadeiro; os outros três foram decapitados. Então, Felícitas, no meio dos seus mortos glorificou a Deus, porque lhe havia dado sete filhos e os sete foram achados dignos de sofrerem por Cristo e candidatos ao Paraíso celestial. Por fim, depois de prolongada e cruel tortura, Felícitas também foi decapitada.
A.T. / D. P. Silva - Mil Ilustrações
sexta-feira, 10 de dezembro de 2021
MAOMÉ OU CRISTO?
Conta Margarida White Eggleston, em seu livro Seventy-five Stories for the WorshipHour (Editora Harper & Brothers), a seguinte história:
Dentre o grande número de refugiados que um dia chegaram a um campo de socorro americano, havia uma menina com grandes olhos negros que refletiam uma dor aguda, e seu corpo parecia não ser capaz de suportar o esforço de esperar pelo médico. De quando em quando colocava a mão ao pescoço ou ao ombro, sem, porém, dizer nenhuma palavra de queixa.
Afinal alguém, percebendo quanto ela sofria, perguntou:
— Você não quer reclinar-se aqui ao meu ombro, para descansar um pouco? Sou forte, e terei prazer em ajudá-la.
— Não, – respondeu a menina — não posso encostar-me. Tenho que ficar ereta até que melhore.
— Tem algum ferimento? – perguntou a nova amiga.
— Estou levando à cruz – disse a jovem – trago no corpo a cruz de Jesus Cristo.
Agora sei quanto Ele sofreu.
Justamente nesse instante aproximou-se uma enfermeira, e, vendo quanto ela precisava de cuidados, inclinou-se para ajudá-la.
— Espere um momento! – disse a menina. — Devo mostrar-lhe algo primeiro. A senhora vai ver...
Então, descendo dos ombros a blusa, folgada e suja, mostrou aos circunstantes uma cruz que lhe havia sido gravada no ombro, com ferro em brasa. O ombro ardia em febre, inchado e infeccionado.
— Dia-a-dia – continuou ela, lentamente — eles avivavam essa cruz. Perguntavam-me cada dia: "Cristo ou Maomé? Cristo ou Maomé?". Quando eu dizia: "Cristo", traziam o ferro em brasa e davam-me a cruz de Cristo. Pensei que havia de morrer com Cristo e por Ele, mas vieram os americanos e me salvaram da morte. Eu trago a cruz. Enquanto eu viver levarei a cruz de Cristo. Algum dia ficarei satisfeita!
Amorosamente levaram-na ao hospital e ligaram as cruéis feridas que lhe haviam sido infligidas por ter sido fiel a seu Senhor. Ficaram impressionados com sua coragem e bravura. Ansiosamente aguardavam seu restabelecimento, a fim de virem a familiarizar-se mais com a menina armênia "Portadora da Cruz."
Review and Herald / D. P. Silva - Mil Ilustrações
quinta-feira, 9 de dezembro de 2021
I CORÍNTIOS 2:14
Uma noite, um evangelista estava falando com um homem a quem procurava levar a Cristo, o qual depois de tudo lhe disse:
– Tudo isso que o senhor me diz é para mim uma tolice.
O evangelista respondeu-lhe:
– Sim, isso é justamente o que a Bíblia diz.
O homem olhou-o espantado e interrogou-o abruptamente:
– O que? - Que você disse que tudo que eu disse é uma tolice!
Eu respondi que isto mesmo é o que a Bíblia diz. O homem mostrou-se mais espantado que nunca, e, aproveitando o momento, o evangelista recorreu à passagem citada e leu: "Mas o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porquanto se discernem espiritualmente."
O homem respondeu:- Eu nunca tinha visto a coisa sob este ponto de vista.
R. A. Torrey / D. P. Silva - Mil Ilustrações
terça-feira, 7 de dezembro de 2021
segunda-feira, 6 de dezembro de 2021
domingo, 5 de dezembro de 2021
sábado, 4 de dezembro de 2021
QUANTO PODE UMA OFERTA
— Quero que o senhor se poupe de fadigas e exposições desnecessárias, contratando com este dinheiro um auxiliar que lhe proteja o corpo, que o acompanhe para onde o senhor for e partilhe de seus sacrifícios e perigos.
Com esse dinheiro, Livingstone contratou Sebantino, servo muito fiel. No coração da África, um leão prostrou o missionário e esmagou-lhe os ossos do braço esquerdo. Contudo Sebantino salvou Livingstone, com o risco da própria vida. Que teria acontecido se a dádiva não tivesse sido feita?
D. P. Silva - Mil Ilustrações
sexta-feira, 3 de dezembro de 2021
O CÃO QUE COMEU AS ESCRITURAS NO CAMPO MISSIONÁRIO
Conta o célebre missionário Dr. Moffat que numa ocasião um chefe negro veio a seu encontro, lamentando dolorosamente.
— Que se passa com você? - perguntou o missionário.
— Ah! Ah! - gemia o negro.
— Vamos, homem, diga-me o que acontece, e não te lamentes tanto.
— Meu senhor, é que aqui vai acontecer outra coisa terrível - disse o negro.
— Mas que pode acontecer? Como?
— Meu cão para mais nada me vai servir.
— Por que não? - disse alarmado o Dr. Moffat, sabendo que a posse mais valiosa do indígena era o seu próprio cão.
— Porque foi ele quem comeu uma folha de minha Bíblia. O Dr. Moffat ficou muito contente ao ver assim um sinal bem claro de que a Bíblia estava sendo apreciada. Mas suspeitava que este chefe tinha algo mais a dizer-lhe e não se enganou.
— Isto não lhe fará mal, respondeu o missionário. Tem aparência de estar enfermo?
— Mas já não me servirá para nada. Comeu as palavras da Bíblia e agora ficará tão manso que não se atirará mais sobre os ladrões.
O missionário compreendeu então que o negro não se preocupava tanto pela perda da folha da Bíblia como pela perda do cão. O negro tinha observado os efeitos produzidos pela Bíblia na vida de seu povo. Muitos homens violentos, intrigantes e ladrões, tinham-se tornado humildes, pacíficos e bondosos. Estava contente, satisfeito de que seus súditos experimentaram semelhante mudança pelo poder do Evangelho. Mas não queria tal mudança para seu cão. Temia que por ele ter engolido uma folha da Bíblia, nele se fizessem sentir os mesmos efeitos.
— Por teu cão ter engolido uma folha da Bíblia - disse o pastor - isto não lhe trará mal nem bem. Meu desejo, amigo, é que você receba em seu coração as verdades do Evangelho, para que alimente sua alma e seja fortalecido. Isto é o que Jeremias expressa ao dizer: “Achando tuas palavras logo as comi; e, tua palavra foi para mim gozo e alegria do meu coração” - Jr 15:16.
J.R.C. / D. P. Silva - Mil Ilustrações









