quinta-feira, 13 de agosto de 2020

ALÉM DO DEVER

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer. 

Enquanto pintava, percebeu que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento, e decidiu consertá-lo. Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.

No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso e falou:

- O senhor já me pagou pela pintura do barco.

Ele então respondeu:

- Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco.

- Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar _disse o pintor. Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!

- Meu caro amigo, você não compreendeu. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado! 

Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua pequena boa ação...

Não importa para quem, quando, de que maneira. Ajude, ampare, enxugue as lágrimas, conserte os vazamentos... sempre,e não espere a recompensa ou reconhecimento pelo que fez... Assim a caridade é maior.

Wilson
wilethi@gmail.com
Missionário

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

NÃO TE ESQUEÇAS

 

VENTOS E TEMPESTADES

Um escritor inglês, do século passado, conta em uma de suas obras que na praia perto de sua casa, uma coisa muito interessante podia ser vista com freqüência:

Um navio lançando a sua âncora no mar enfurecido. O navio dança sobre as ondas Parece estar sob o poder e à mercê delas. O vento e a água se combinam para fazer do navio o seu brinquedo. Parece que vai haver destruição; pois se o casco do navio for lançado sobre as rochas, será despedaçado.

Mas observamos que o navio mantém a sua posição. Embora à primeira vista parecesse um brinquedinho desamparado à mercê dos elementos, o navio não é vencido. Qual é o segredo da segurança deste navio? Como pode resistir às forças da natureza com tanta tranqüilidade? Existe segurança para o navio no meio da tempestade porque ele está ancorado!

A corda à qual ele está amarrado não depende das águas, nem de qualquer outra coisa que flutue dentro delas. Ela as atravessa e está fixada no fundo sólido do mar. Não importa quão forte o vento sopre ou quão altas sejam as ondas do mar... A sua segurança depende da âncora que está imóvel no fundo do oceano.

Muitas vezes nos sentimos no meio de uma tormenta, sendo jogados pelas ondas da vida para cima e para baixo e açoitados pelo vento da adversidade. Parece-nos, às vezes, que não conseguiremos sobreviver a determinados períodos de nossas vidas.

Sem uma vida espiritual, a nossa vida é como um navio sacudido pelo mar enraivecido das circunstâncias incontroláveis da vida. Mas, confiando em Deus, experimentamos sua presença e amor como âncora da nossa vida. Nos sentimos encorajados e esperançosos. Essa esperança mantém segura e firme a nossa vida, assim como a âncora mantém seguro o barco.

L. R. Silvado

A VERDADE SOBRE SI MESMO

terça-feira, 11 de agosto de 2020

DOCE ILUSÃO


Quantas vezes somos negligentes com nós mesmos? Muitas, não é. Isso acontece porque esquecemos do mais importante e dedicamos o nosso tempo e esforço naquilo que é só ilusão.

No livro "Mil Ilustrações Selecionadas", Dr. D. Peixoto da Silva conta a história de um navio de emigrantes que foi arrastado por uma forte tempestade para longe da sua rota e soçobrou perto de uma ilha desabitada. Os passageiros conseguiram escapar a nado para a ilha e salvar algumas coisas do navio, entre elas algum alimento, ferramentas e sementes. O solo da ilha era fértil e o clima ameno.

Não sabendo quanto tempo levaria para lhes vir socorro, os homens resolveram plantar as sementes imediatamente, sem perda de tempo. Antes disso, porém, um grupo de pessoas que tinha penetrado no interior da ilha, para ver os recursos que havia, avisou que haviam encontrado ricas jazidas de ouro.

Imediatamente se esqueceram de tudo o mais, mesmo da semeadura, e todos correram a cavar a terra em busca de ouro. Como se alegraram quando viram o monte de ouro bruto! Estariam ricos, quando o navio de socorro viesse buscá-los.

Mas passou o Verão, e a horta ficou por ser feita. Demasiado tarde viram que haviam negligenciado a coisa mais necessária – sua provisão de alimento. Febrilmente puseram-se a lançar as sementes, mas chegou o inverno. O suprimento que tinham trazido do navio soçobrado acabou-se e na ilha não se encontrava alimento bastante para todos. Quando se tornavam cada vez mais fracos, seus olhos pousaram naquele monte de ouro. De que lhes adiantava agora, que estavam à beira da morte? O mais rico tesouro do mundo não lhes servia para nada.

Precisamos todos os dias rogar ao Pai que não permita que o nosso coração e esteja preso as ilusões dessa vida, mas que os nossos olhos contemplem sempre a verdade.

O SÁBIO


segunda-feira, 10 de agosto de 2020

SEM PACIÊNCIA

As pessoas andam muito apressadas. Sem tempo e ocupadas demais com tantas coisas. O homem tem-se concentrado em objetivos vãos e cada vez mais urgentes, de tal ponto que ele acaba por se esquecer de muitas coisas fundamentais e importante à alma, ao coração e a harmonia em família.

É triste ver que a paciência é fator raro entre nós e que cada vez mais a impaciência ganha rostos, adquiri formas e vira ação. Homens, mulheres, crianças vivem a fase da urgência e não desenvolvem com prazer o dom da espera.

Se todos entendessem que a paciência mantém o equilíbrio e a razão, a vida seria mais feliz. Pessoas impacientes destroem a união e são causa de conflitos. A Bíblia fala da paciência como um tesouro adquirido pelo homem ou como uma fortaleza a lhe proteger.

Arnaldo Jabor aborda esse fato de forma simples e transparente e, eu gostaria de utilizar suas palavras como se fossem minhas: "Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia. Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo e eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado. Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais. Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para DEUS! "

QUANDO ERRAR


domingo, 9 de agosto de 2020

O MELHOR PRESENTE

Um jovem e bem-sucedido advogado disse:

— O maior presente que já recebi foi uma pequena caixa que ganhei de meu pai um Natal. Dentro estava um recado que disse, ‘Filho, este ano eu lhe darei 365 horas, uma hora a cada dia depois do jantar. É sua. Falaremos daquilo que você quiser falar, iremos por onde você quiser ir, brincaremos o que você quiser brincar. Será sua hora!’ 

— Meu pai não somente guardou aquela promessa - disse o advogado - Mas, a cada ano ele a renovou – e é o melhor presente que recebi na minha vida. Eu sou o resultado do tempo dele.

Fonte: http://missaoaupe.com.br/

PAIS E FILHOS


sábado, 8 de agosto de 2020

UM SACO DE CUIDADOS

Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês. 

1 Pedro 5:7

Um caminhante carregava um pesado saco sob o qual se afadigava e lamentava incessantemente. De ninguém conseguiu receber auxílio e conforto.

E como seguisse vagarosamente, gemendo sob o peso da carga, o Anjo do Otimismo, aproximando-se falou-lhe bondosamente:

– Irmão, o que você carrega aí?

O homem respondeu com aspereza:

Meus cuidados.

– O anjo sorriu piedosamente, dizendo:

– Vejamos a carga e examinemos os cuidados.

Olharam para dentro do saco e... oh! Estava vazio.

– Tenho certeza, gritou o homem, de que havia aqui dois grandes cuidados, demasiadamente pesados para um homem carregar. Mas.. Ah! Havia-me esquecido. . . um deles era o de ontem e já passou.

– E o outro?

– O outro? Bem... era o cuidado de amanhã e ainda não chegou.

– O anjo sorriu com infinita piedade e disse:

– Ouve-me! aquele que se abate sob o peso dos cuidados de ontem e os de amanhã, se consome sem razão, mas aquele que leva apenas os cuidados de hoje não tem necessidade de um saco de tristeza. Se você tivesse lançado para o lado esses cuidados e dado toda a sua força, alegria e coragem às coisas de hoje, jamais o infortúnio o teria abatido.

Maravilhado, o homem fez como o anjo o aconselhara. Continuou a jornada ligeiro e ágil, com o coração e as mãos livres para auxiliar a outros caminhantes com suas cargas e para colher os mais doces frutos e flores ao longo do caminho. E quando chegou finalmente o fim do dia, o homem tinha nos lábios um sorriso e uma canção.

– The Christian Herald

PARTENIDADE


sexta-feira, 7 de agosto de 2020

A PORTA

Um rei submeteu sua corte à prova para preencher um cargo importante. Um grande número de homens poderosos e sábios reuniu-se ao redor do monarca.

"Ó vós, sábios", disse o rei, "eu tenho um problema e quero ver qual de vós tem condições de resolvê-lo."

Ele conduziu os homens a uma porta enorme, maior do que qualquer outra por eles já vista. O rei esclareceu: "Aqui vedes a maior e mais pesada porta de meu reino. Quem dentre vós pode abri-la?"

Alguns dos cortesãos simplesmente balançaram a cabeça. Outros, contados entre os sábios, olharam a porta mais de perto, mas reconheceram não ter capacidade de fazê-lo. Tendo escutado o parecer dos sábios, o restante da corte concordou que o problema era difícil demais para ser resolvido.

Somente um único vizir aproximou-se da porta. Ele examinou-a com os olhos e os dedos, tentou movê-la de muitas maneiras e, finalmente, puxou-a com força. E a porta abriu-se.

Ela tinha estado apenas encostada, não completamente fechada, e as únicas coisas necessárias para abri-la eram a disposição de reconhecer tal fato e a coragem de agir com audácia.

O rei disse: "Tu receberás a posição na corte, pois não confias apenas naquilo que vês ou ouves; tu colocas em ação tuas próprias faculdades e arriscas experimentar.

LUGAR PERIGOSO


terça-feira, 4 de agosto de 2020

UM NOBRE ROMANO

Talvez vocês já tenham ouvido a história de um jovem romano que fora condenado à morte. Tinha cometido um crime de traição e acabava de ser condenado à morte pelo juiz, quando se adiantou o seu irmão mais velho que tinha servido à pátria nos campos de batalha, defendendo-a contra os inimigos e perdendo os dois braços. Este, pondo-se em pé diante dos juízes, erguendo os tocos dos braços decepados, intercedeu pela vida do irmão; não pelo que o irmão fizera, mas pelo que ele, o intercessor, fizera. Reconhecia que o seu irmão era criminoso e merecedor da morte; mas, pelo que tinha feito em defesa da pátria, implorava que a vida lhe fosse poupada. Considerando os argumentos deste nobre romano, os juízes, pelos seus merecimentos, perdoaram o irmão criminoso.

É exatamente o que Cristo faz por todos nós, pecadores. Cristo morreu no Calvário para que pudéssemos viver. Nós merecemos a morte; mas, pela intercessão de Cristo, que deu a Sua vida para nos salvar, Deus perdoa os nossos pecados.

The Traveler's Guide

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

O SEGREDO DA FELICIDADE

Há muito tempo, em uma terra muito distante, havia um jovem rapaz, filho de um rico mercador, que buscava obstinadamente o segredo da felicidade.

Já havia viajado por muitos reinos, falado com muitos sábios, sem, no entanto, desvendar tal questão. Um dia, após longa viagem pelo deserto, chegou a um belo castelo no alto de uma montanha. Lá vivia um sábio, que o rapaz ansiava conhecer.

Ao entrar em uma sala, viu uma atividade intensa. Mercadores entravam e saíam, pessoas conversavam pelos cantos, uma pequena orquestra tocava melodias suaves. De longe ele avistou o sábio, que conversava calmamente com todos os que o buscavam. O jovem precisou esperar duas horas até chegar sua vez de ser atendido. O sábio ouviu-o com atenção, mas lhe disse com serenidade que naquele momento não poderia explicar-lhe qual era o segredo da felicidade. Sugeriu que o rapaz desse um passeio pelo palácio e voltasse dali a duas horas. "Entretanto, quero pedir-lhe um favor." – completou o sábio, entregando-lhe uma colher de chá, na qual pingou duas gotas de óleo.

—Enquanto estiver caminhando, carregue essa colher sem deixar o óleo derramar.

O rapaz pôs-se a subir e a descer as escadarias do palácio, mantendo sempre os olhos fixos na colher. Ao fim de duas horas, retornou à presença do sábio. "E então?" – perguntou o sábio – "você viu as tapeçarias da pérsia que estão na sala de jantar? Viu o jardim que levou dez anos para ser cultivado? Reparou nos belos pergaminhos de minha biblioteca?"

O rapaz, envergonhado, confessou não ter visto nada. Sua única preocupação havia sido não derramar as gotas de óleo que o sábio lhe havia confiado.

— Pois então volte e tente perceber as belezas que adornam minha casa. – disse-lhe o sábio.

Já mais tranquilo, o rapaz pegou a colher com as duas gotas de óleo e voltou a percorrer o palácio, dessa vez reparando em todas as obras de arte. Viu os jardins, as montanhas ao redor, a delicadeza das flores, atentando a todos os detalhes possíveis. De volta à presença do sábio, relatou pormenorizadamente tudo o que vira.

— E onde estão as duas gotas de óleo que lhe confiei? – perguntou o sábio.

Olhando para a colher, o rapaz percebeu que as havia derramado. "Pois este, meu rapaz, é o único conselho que tenho para lhe dar: – disse o sábio – o segredo da felicidade está em saber admirar as maravilhas do mundo, sem nunca esquecer das duas gotas de óleo na colher."


Anônimo

QUANDO DEUS DÁ VIDA