sábado, 16 de maio de 2015

A QUEM DEVEMOS PERDOAR?

O exercício do perdão conforme ensinado e demandado por nosso Senhor Jesus Cristo pode parecer, por uma interpretação precipitada, algo que ultrapasse o racional e aceitável, especialmente por ter dito que devemos perdoar não sete vezes, mas setenta vezes sete.

Evidentemente, tal princípio não foi estabelecido por Ele para o caso de transgressores contumazes e que se deleitam na prática do mal. Até mesmo porque não haveria qualquer sentido lógico em se perdoar quem pouco ou nada está interessado em ser perdoado – e que, ao contrário... sua meta é ofender, destruir, inquietar, matar, e achar nisto tudo um bom motivo de prazer sem que nada lhe incomode a consciência má e cauterizada.

Por isso, nosso Senhor interpôs a necessidade de arrependimento sincero para a concessão do perdão. Ele disse:

“Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe.

Se, por sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe.” (Lucas 17.3,4)


Porque o “acautelai-vos”? Justamente para não sermos achados em falta diante de Deus por não perdoarmos quem deveria ser perdoado.

Veja que, segundo o ensino de nosso Senhor, o faltoso deve ser repreendido. Ele deve sr conscientizado do mal que praticou – se a nós ou a outros.

Caso manifeste sincero arrependimento, ou seja, se mudou o seu comportamento, confessando-se arrependido, então temos o dever de perdoá-lo, uma vez que nós mesmos necessitamos ser perdoados por outros e por Deus, não poucas vezes, pelos erros que cometemos.

Num mundo de pecadores, o perdão sincero e de coração é necessário, especialmente para uma boa continuidade do relacionamento em amor entre aqueles que amam a justiça e não a impiedade.

Portanto, perdoe seu irmão, seu filho, seu cônjuge, seu amigo, seu próximo, por algum mal que tenha praticado, quando se encontrava sob circunstâncias de pressões internas (sistema nervoso abalado etc) ou externas (ataque de demônios, provocações ímpias e desagradáveis etc).

O caráter de uma pessoa não deve ser medido por estes atos falhos que nos acompanham - e em uns mais do que em outros, variando na escala dos setenta vezes sete. Não importa o nível da frequência. O que importa é a real estrutura do caráter e o desejo de buscar a paz que é filha da verdade e da justiça, e que tem em vista o amor não fingido

Silvio Dutra

sexta-feira, 15 de maio de 2015

CURANDO FERIDAS

Não existe cura sem perdão. Oliver Graham
Quando você culpa os outros pelos seus problemas, você passa a dar a eles o controle sobre a sua vida. Liberte-se da sua própria ira, do seu ressentimento e você encontrará um espaço muito maior para a serenidade e abundância. Já é ruim o suficiente se alguém o feriu no passado. Existe, porventura, algum valor em permitir que essa pessoa continue a manipulá-lo e fazê-lo sofrer, ainda que à distância?

A sua melhor estratégia não é a de prolongar a sua dor ou expandi-la. A sua melhor estratégia é superar e colocar tudo isso no passado e o mais rapidamente possível. Não importa se essa pessoa merece ou não seu perdão; esse não é o ponto. O ponto é que você precisa perdoar a fim de adquirir controle sobre a sua vida de tal maneira que você possa viver de forma plena e abundante.

O seu perdão pode não fazer absolutamente nenhuma diferença àqueles que você perdoou e talvez eles nem sequer tenham consciência desse ato. Porém, para você, isso faz toda a diferença no mundo! Quando é você que está sentindo a dor, cabe também a você iniciar o processo da cura. Cure a ferida, libere perdão, liberte-se do câncer emocional que é o ressentimento e viva uma vida genuinamente abundante.

Para Meditação: Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo. Efésios 4:32

Nélio DaSilva

terça-feira, 12 de maio de 2015

JULGAMENTOS EQUIVOCADOS


"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei" 

Mateus 11:28

Um famoso explorador inglês foi convidado para falar de suas aventuras na selva africana. "Vocês podem imaginar", disse ele, "pessoas muito primitivas que amam comer o embrião de certos pássaros, e fatias da barriga de certos animais? Pessoas que moem aquilo tudo formando uma pasta, passam tudo no fogo, e, então, juntam toda aquela bagunça lambuzada e gordurenta a um fluído mamário extraído de certos outros animais?" Quando os alunos se mostraram surpresos com tanto barbarismo, o explorador acrescentou suavemente: "O que eu acabei de descrever para vocês, é claro, é um café da manhã composto de bacon, ovos mexidos e torrada amanteigada."

Muitas vezes nós julgamos, também, com certo desdém, as pessoas que parecem ter costumes diferentes dos nossos. Nem percebemos que, o que achamos estranho nelas, é o que mais fazemos constantemente.

Não nos aproximamos e nem nos interessamos por aqueles que, por exemplo, têm uma religião diferente da nossa. Achamos seu culto impróprio, sua maneira de agir inconveniente, sua indiferença absurda. Não são como nós, que vamos todas as semanas à igreja, que ouvimos nossas músicas de louvor, que oramos antes das refeições e de dormir, que usamos camisetas com versículos bíblicos, que carregamos a Bíblia debaixo do braço. Não são espirituais como nós!

Mas, será que nossa religião é, verdadeiramente, a que agrada ao Senhor? Será que nós, mesmo indo à igreja e fazendo tudo que descrevo acima, não somos igualmente indiferentes à vontade do Pai? Não somos, talvez, menos religiosos e mais hipócritas que eles?

O apóstolo Paulo era diferente dos cristãos, perseguia-os e os levava cativos. Porém, era um escolhido do Senhor! O Senhor tinha planos para ele e, após ser alcançado pelo amor do Senhor Jesus, tornou-se um grande servo de Deus e um dos maiores missionários que o Cristianismo já conheceu. E os nossos amigos? Aqueles que julgamos não valer a pena investir? Não serão, porventura, escolhidos de Deus para grandes obras? Não seria importante continuarmos investindo neles?

Jesus disse que todos deviam ir a Ele. Não cabe a nós ajudá-los nesse encontro?

Paulo Barbosa

PRECISAVA APRENDER


domingo, 10 de maio de 2015

ANA, UMA MÃE EXEMPLAR

Estamos nos aproximando do Dia das Mães. Por isso, as poesias, as homenagens e os presentes já estão sendo preparados. É muito justo. Gostaria de fazer a minha parte. Mas não o farei em forma de poesia.

Encontramos nas Sagradas Escrituras uma mãe chamada Ana. Sua história é narrada no primeiro livro de Samuel, capítulos 1 e 2. Ana era uma mãe exemplar, uma mãe que assim pode ser definida porque a maternidade vai muito além do parto.

Ana era uma mãe exemplar porque ela era piedosa. Ela era estéril, e isso não era bem visto pela sociedade. Mas em 1º Samuel 1:20, mostra que Ana concebeu um filho e deu o nome “Samuel”, que significa “do Senhor pedir”. Esta atitude demonstra que ela estava reconhecendo que seu filho tinha sido concedido por Deus, que ele era um presente divino.

Além disso, ela orava fervorosamente por um filho (1Sm 1:9-11). Ela fez até um voto (vs. 11). Este envolvia a entrega de Samuel a Deus, e muito mais que isso, que a criança seria nazireu (sobre a sua cabeça não passará navalha ).

Essa primeira característica de Ana reflete o seu relacionamento com Deus. Ela era uma mãe devotada ao seu Deus. Ela havia pedido, e Ele concedido. Seu filho poderia chamar você hoje de uma mãe piedosa, de uma mãe que tem intimidade com Deus? Timóteo poderia dizer que sua avó Lóide e mãe Eunice eram piedosas, pois possuíam uma fé sem fingimento ( 2Tm 1:3, 5 ). Fé sem fingimento nada mais é que uma característica de alguém piedoso. É alguém cuja fé em Deus é provada pelas atitudes.

Ana era uma mãe exemplar porque era cuidadosa (1º Samuel 1:21-23). Ela não queria levar Samuel para o templo antes do mesmo ser desmamado. Neste momento vemos o cuidado dela para alimentar seu filho e fortalecê-lo. Depois que Samuel desmamou, sua mãe o levou para a Casa do Senhor.

Além de demonstrar cuidado com a amamentação do filho, a mãe exemplar revelava cuidado também com as vestes do filho, pois todo ano ia até a Casa do Senhor para levar uma roupa especial para o filho. É difícil ver uma mãe que não seja cuidadosa com seu filho. Algumas são cuidadosas até demais, ao ponto de achar que uma palmadinha fará mal. Algumas mães, diferente de Ana, não fazem questão de amamentar seus filhos. Umas não fazem isto por achar incômodo, outras por causa da estética. A verdade é que as crianças devem ser amamentadas durante os seis primeiros meses de vida. Uma mãe que amamenta corretamente seu filho é cuidadosa com a saúde dele.

Poderíamos alistar outras razões por que Ana é uma mãe exemplar, mas vamos ficar nestas. Tente levar uma vida piedosa, que direciona seus filhos para Deus. Seja ainda mais cuidadosa. Fazendo assim, seu exemplo deixará marcas profundas e saudáveis em seus filhos e na sociedade.

Deus abençoe a todas as mães!

Pr. José Roberto (obrigado mãe- Antônia Figueiredo Gomes)

MÃE

sexta-feira, 8 de maio de 2015

JAMAIS ME LEMBRAREI

E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades


Hebreus 10.16-17

Como é bom receber o perdão! É como se a gente alcançasse o topo de uma montanha, depois de uma dura e longa caminhada. A sensação da vitória é algo grandioso. Assim é um coração perdoado! Ele encontra novamente a paz perdida, a esperança frustrada e a alegria roubada simplesmente por receber o perdão.

O que Deus promete ao homem que o encontra e o recebe em seu coração é um perdão incondicional, irreversível e sem limites. Ele diz: Jamais me lembrarei. Tem dias que fico a pensar em como somos falhos e quão distante estou do padrão divino.

As pessoas guardam mágoas em seus corações e tem cicatrizes que são difíceis de sarar. Elas passam a vida inteira remoendo uma dor e, muitas vezes, alimentando-a com pensamentos negativos e desejos de vinganças. Mas Deus, não, Ele nos oferece um coração em paz, uma alma tranquila e um mente feliz. Perdoar faz tão bem quanto ser perdoado.

Que Deus nos ajude a alcançar o padrão bíblico de viver, recebendo e liberando o perdão. Porque isso resulta numa vida feliz consigo, com o próximo e com Deus.

Fandermiler Freitas

EXISTÊNCIA DE DEUS


quarta-feira, 6 de maio de 2015

JULGAMENTO FALÍVEL

Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida com que tiverdes medido vos medirão também. 

Mat. 7:1 e 2.

A Bíblia Viva traduz a primeira parte desse texto da seguinte maneira: "Não critiquem, e assim vocês não serão criticados!" Em geral isso pode ser verdade, mas há exceções. Algumas pessoas que nunca condescendem com a crítica aos outros, são criticadas pelos outros assim mesmo. A Bíblia na Linguagem de Hoje diz: "Não julguem os outros para não serem julgados por Deus". Isso está mais próximo da verdade, mas acho que a Edição Revista e Atualizada tem o melhor texto.

Um dos casos mais incríveis de julgamento errado de que já ouvi falar, foi feito por Honoré de Balzac, o prolífico romancista francês. Além de escrever romances, ele se considerava um perito em grafologia - o estudo (não, não é ciência) de textos escritos à mão para determinar o caráter e a personalidade de uma pessoa.

Certo dia, uma senhora levou ao grande escritor um caderno que continha uns rabiscos infantis. Pediu que ele os analisasse. Depois de esquadrinhar cuidadosamente o texto, o culto homem concluiu que a criança era mentalmente retardada; mas ele quis ser diplomático e perguntou: "A senhora é a mãe da criança?"

- Não, eu não tenho laço nenhum de parentesco com ele - respondeu a senhora.

- Ótimo.

A testa de Balzac enrugou-se. Ele perguntava a si mesmo: "Como posso ser bondoso e ainda assim contar a verdade?" A franqueza venceu.

- A escrita dessa criança dá todos os indícios de imbecilidade. Temo que o menino nunca se torne grande coisa na vida, se é que vai ser alguém.

- Mas, senhor - protestou a mulher - esses rabiscos são seus. O senhor não reconhece a letra? Esse caderno foi seu, quando frequentava a escola de Vendôme.

Balzac evidentemente não conseguiu reconhecer a própria letra! 

Tenho visto grafólogos fazerem fascinantes e espertas "adivinhações" - e acertarem. Mas também já tive oportunidade de ver erros deles. Os julgamentos humanos são falíveis e isso é especialmente verdade no que se refere aos motivos. Só Deus pode ler o coração; você e eu não podemos (ver I Sam. 16:7). Não é surpreendente, portanto, que condenemos a nós mesmos quando julgamos os outros em questões nas quais não somos competentes.

terça-feira, 5 de maio de 2015

ANTES DE CONDENAR

-    Não te precipites com o menino, disse Maria a seu marido, ouvindo-o exortar asperamente o filho a que se não demorasse pela rua quando tornasse da escola.

-    Desejo apenas ser obedecido, retorquiu o marido e, voltando-se para o menino, disse: Agora vá para a escola e, quando voltarem, vem diretamente para casa; do contrário eu te ensinarei.

Carlos despediu-se enxugando as lágrimas que ocultamente lhe deslizavam pelas faces. Era um belo e guapo rapaz de nove anos de idade, cheio de vida, e, portanto, naturalmente disposto a toda sorte de desenvoltura. O pai, porém, parecia antes inclinado a olvidar que os meninos são meninos e que seria fora do natural, em um tal rapaz, não ser desembaraçado e esperto.

Teve, porém, de aprender à sua custa. Durante a tarde os seus negócios o embaraçaram um pouco, pelo que volveu à casa um tanto indisposto. Ele não era mau; enfadava-se, porém, facilmente quando as coisas não corriam conforme os seus desejos. Muito exato e pontual em tudo, não lhe suportava que outros não o fossem também.

Sentado ao fogão da sala, sua fisionomia revelava mau humor, que ainda mais se acentuou quando sua mulher lhe anunciou que Carlos voltara da escola todo molhado e coberto de lama.

-    Onde está ele?, perguntou severamente o pai.

-    Na cozinha, volveu a mãe; ele teme entrar, porquanto a empregada o avisou de que estavas em casa.

-    Não admira que receie entrar, pois ainda ontem o exortei a não ir tão perto do rio. Manda-o entrar.

Carlos entrou, tiritando de frio. Um olhar do pai bastou para o convencer do que o aguardava.

-    Não disse para você não ir tão perto do rio? Amanhã mostrarei a você o que penso deste procedimento, mas de um modo que você não esquecerá tão facilmente.

-    Mas papai, disse o menino, permita-me que explique ao senhor como foi?...

-    Não quero ouvir, vá para a cama!

-    Desejo somente dizer ao senhor, papai, que...

-    Já disse: cale-se! e com um gesto significativo acrescentou: Você vá para a cama ou se arrependerá.

O menino obedeceu vagarosamente, recolhendo-se ao quarto sem haver jantado. Quando Carlos deixou a sala, disse a mãe, comovida:

-    Eu acho que você devia ter escutado o que Carlos tinha a dizer. Você sabe que no mais ele sempre tem sido bom filho, e que, se comete alguma travessura, é mais por inadvertência do que acintosamente.

-    Bem, mas ele devia obedecer-me, visto como lhe proibi terminantemente de ir tão perto do rio.

Entretanto, parecia que uma nuvem sombria pairava sobre aquela habitação, em geral risonha e alegre. Quando os dois esposos se recolheram, o pai sentiu-se impelido a espreitar para dentro do quarto em que Carlos dormia.

Aproximando-se cautelosamente do leito e interceptando com a mão a luz da vela, fixou longamente o rosto do menino que ressonava tranquilo. Intimamente se arrependia de sua atitude, embora procurasse reprimir esse sentimento dizendo de si para si que a consciência do dever o aconselhava a ser firme. Falando depois com a esposa, prometeu ouvir primeiro o que Carlos tinha a lhe dizer, antes de recorrer à medida extrema.

Essa ocasião, porém, não veio. No dia seguinte, ao acordar, notaram com surpresa que o menino tinha sida acometido de uma inflamação cerebral, de que não mais conseguiu restabelecer-se. A despeito de todos os desvelos e do desejo ardente com que estavam os pais de que Carlos os tornasse a reconhecer, o infeliz menino faleceu algum dias depois.

Quando a notícia da morte de Carlos alcançou a escola, um dos colegas íntimos do menino veio ter com sua família.

-    Eu estava com ele quando entrou na água.

-    Deveras?, inquiriu o pai. E você pode me dizer como foi?

-    Sim. Dois meninos estavam pescando, quando, não sei como, um deles escorregou e caiu. Carlos, sem hesitar, atirou o boné, lançando-se após o rapaz, conseguindo, com dificuldade, arrastá-lo para fora do rio. Ele e eu o pusemos na margem. Carlos me pediu que nada dissesse, porque lhe haviam proibido de ir perto do rio, Pelo caminho sempre repetia: "Que dirá meu pai quando me vir assim? Porém, eu não podia proceder de outra maneira, devia salvar Tomé."

-    Meu pobre e desventurado filho!, exclamou o pai. Era isto que me desejava contar, recusando-me a ouvi-lo. Deus me perdoe!

Lágrimas lhe rolaram pelas faces e ainda muitos anos depois o aspecto dos brinquedos e dos livros de Carlos lhe pungia o coração, o que podia ter evitado, se tivesse ouvido o filho antes de o condenar
Pérolas Esparsas

sábado, 2 de maio de 2015

A BONDADE DE DEUS

Em minha infância, frequentemente cantávamos uma canção na escola dominical que dizia: “Deus é bom para mim! Deus é bom para mim! Seguro estou, com Ele eu vou! Deus é bom para mim!”

Preciso dizer logo que acredito que Deus é bom e que se deleita em fazer coisas boas para as pessoas. Ele realmente segura nossas mãos em momentos de preocupações e nos ajuda a nos levantarmos contra os ataques violentos das dificuldades da vida. Mas, fico a imaginar se você alguma vez se perguntou: Por que Ele é bom? Certamente não é porque merecemos ou porque Ele sente necessidade de comprar nosso amor e fidelidade com Seus benefícios.

O salmista ora pedindo a Deus que o abençoe “…para que se conheça na terra o teu caminho e, em todas as nações, a tua salvação” (Salmo 67:2). As bênçãos diárias de Deus são provas positivas de que Ele realmente é um Deus bom que cuida dos Seus. Mas como nosso mundo saberá disto se nunca o louvarmos por Sua bondade para conosco? (v.3).

Portanto, na próxima vez que Deus abençoá-lo, procure formas de dar-lhe os créditos apropriadamente. Receber Suas bênçãos sem falar de Sua bondade defrauda o propósito de Seus presentes de misericórdia em nossas vidas.
Fonte: http://ministeriosrbc.org

sexta-feira, 1 de maio de 2015

TRABALHO

Nada há melhor para o homem do que comer, beber e fazer que a sua alma goze o bem do seu trabalho.

Ecl 2.24

Durante toda a história da humanidade, o homem sempre precisou trabalhar. Aliás, o mundo de aço, pedra, energia e tecnologia que hoje existe foi produzido com muito trabalho e suor.

Quando Deus criou o homem, Ele já tinha bem definido, que ele precisava trabalhar. A Palavra de Deus narra que foi o Próprio quem criou o trabalho - tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. (Gênesis 2.15)

O Éden era um lindo jardim, mas o homem não estava ali apenas para passear e se divertir. Ele tinha uma função - cuidar e zelar. Para isso, tinha que moldar o seu tempo: descansar, aproveitar o que o jardim tinha para lhe oferecer, curtir a esposa, trabalhar e ter tempo para Deus.

No entanto, com a queda do homem, ele se afastou de Deus e perdeu o sentido da vida, enterrando todas as suas forças no trabalho, fazendo-o razão e objeto de sua vida. Por isso, quando Deus instituiu a Lei declarou - Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. (Ex. 20.9)

O trabalho é fundamental e importante. Mas precisamos ter cuidado para que ele não nos transforme em escravos - Porque todos os seus dias são dores, e o seu trabalho, desgosto; até de noite não descansa o seu coração; (Ecl 2.23)

Hoje é o Dia do trabalho ou do Trabalhador. Louve a Deus se você tem um emprego, mas cuidado para que ele não se transforme em uma armadilha a te afastar de Deus e das coisas que realmente são importantes nesta vida.

Fandermiler Freitas

quinta-feira, 30 de abril de 2015

O MUNDO ESTÁ POBRE

"Com efeito, passa o homem como uma sombra; em vão se inquieta; amontoa tesouros e não sabe quem os levará" (Salmos 39:6).

"O mundo está pobre porque seu tesouro está enterrado no céu. Só os mapas desse tesouro estão na terra." (Calvin Miller)

O mundo não tem nada a oferecer para nós. Tudo que existe de verdadeiro valor está no Céu, e nós aguardamos o dia em que estaremos com o Senhor, em Suas moradas celestiais, desfrutando dos tesouros que Ele nos preparou, que estão relatados na Sua Palavra e gravados em mapas no nosso coração.

Nós somos ricos porque sabemos onde estão guardados os tesouros. Somos felizes porque sabemos que o Senhor colocou esses tesouros à nossa disposição. Descansamos perfeitamente porque sabemos que esses tesouros não podem ser roubados e nem consumidos por ferrugem ou traças.

Não somos pobres, como o mundo, porque não somos do mundo. Somos cidadãos dos Céus, herdeiros em Cristo, filhos benditos de Deus. Nossa vida no mundo é passageira, mas, nos Céus de glória, será eterna. Que grandiosa bênção!

Os mapas dos tesouros celestiais estão disponíveis para todos. Todos que amam ao Senhor; todos que têm prazer em ler a Sua Palavra; todos que compreendem que o mundo é enganoso e nada tem a oferecer. Os tesouros existentes na terra são falsos, provocam discórdia, semeiam egoísmo, levam à morte. Seu tempo de duração e a alegria que trazem duram muito pouco.

Os mapas dos falsos tesouros são difíceis de encontrar. Os mapas dos tesouros celestiais, pelo contrário, são encontrados facilmente. Deus quer que todos nós tenhamos os Seus tesouros, que nos alegremos neles, que os tenhamos para sempre.

Eu já tenho esses tesouros. E você?

Paulo Barbosa

segunda-feira, 27 de abril de 2015

JOGADA DE MESTRE

“Aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância.”, escreveu o apóstolo Paulo na prisão. Naturalmente ele preferia o conforto em lugar da agonia e a saúde em lugar da fraqueza, mas passou a acreditar que o SENHOR poderia usar tanto as circunstâncias boas quanto as ruins para realizar SUA vontade. Quando um Grande Mestre joga contra um enxadrista amador, a vitória é certa, seja qual for a configuração do tabuleiro.

A Bíblia celebra o uso, por parte de DEUS, de fatos ruins para servir ao Seu propósito desejado. Por exemplo, Paulo usou tudo que estava ao seu alcance para executar sua missão. Nas estradas romanas, construídas pelos césares para facilitar o governo sobre os povos dominados, levou a mensagem do amor de DEUS a todo o império. Recorreu à justiça romana para proteger-se em momentos cruciais. Mesmo depois que ele, a maioria dos 12 discípulos e o próprio JESUS morreram nas mãos dessa “justiça”.

O padrão irônico de DEUS prevaleceu. A execução de JESUS concretizou a salvação do mundo: “A tristeza de vocês se transformará em alegria”, prometeu. Para os que confiam em DEUS, ELE promete exatamente o mesmo, ou seja, usar TODAS as circunstâncias a seu favor.

Philip Yancey, em “O DEUS (IN)VISÍVEL.”

domingo, 26 de abril de 2015

A ORDEM É RENUNCIAR

Será mesmo, que existem pessoas que crêem que seja possível seguir a Cristo, sem antes negar a si mesmo? 

Será mesmo, que alguém crê que seja possível desassociar o Evangelho da Cruz?

O ensino de Cristo sobre a indispensável abnegação (renúncia de si mesmo) do Cristão é claro.

Lucas 9.23 - Em seguida dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e siga-me.

Celso Ricardo