domingo, 24 de novembro de 2013

O MAIS ESCURO DOS DIAS

"Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades;... e pelas Suas pisaduras fomos sarados."

Isaías 53:5.

Para muitos que estava observando, este foi o dia mais inesquecível da vida. Para a figura central do drama foi um dia de agonia e horror. Para os amigos do Homem foi um dia de tristeza e desespero. Para os soldados romanos foi um longo dia que teve início nas primeiras horas da manhã dessa sexta-feira, quando foram ao Jardim de Getsêmani para prender o Homem.

Agora o mais escuro dia da história humana estava quase findo. O Homem estava suspenso na cruz entre dois ladrões. Sua mãe permanecia próximo chorando. Os soldados lançavam sortes sobre Suas vestes. A multidão se colocou sobre as rochas do Gólgota para vê-Lo morrer.

A carne do Homem estava lanhada pelos golpes que Ele havia recebido. Sangue corria da cabeça ferida. A dor fazia vergar-Lhe o corpo. Ele linha sede. Seus ressequidos lábios proferiram as palavras:

"Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?" "Ele salvou aos outros, e a Si mesmo não Se pode salvar. Desça agora da cruz, se é o Cristo, o Rei de Israel, para que vejamos e creiamos", a multidão zombava.

Cristo poderia ter descido da cruz. Ele não precisava morrer de morte tão cruel e padecer tamanha afronta. Não precisava suportar a tortura e a vergonha.

Mas ali ficou Ele, por você e por mim. Foi punido para que você pudesse ser livre. Sofreu, para que você fosse salvo. Ele morreu, para que você pudesse viver.

Não podemos ter certeza absoluta de que o dia 7 de abril do ano 30 A O seja a data correta da morte de Cristo. Alguns bons estudiosos acham que sim. Outros, igualmente bons estudantes, pensam que foi dia 27 de abril do ano 31 A.D. Mas tenha acontecido no dia de hoje ou em qualquer outra data, não importa realmente. O importante é que aconteceu. Jesus morreu - e Ele o fez por você e por mim. Por quê?

Porque nos ama; ama a você e ama a mim.

Como é possível que exista semelhante amor, jamais o compreenderemos plenamente. Apenas podemos exclamar com emoção: "Maravilhoso amor!"

SDABAC, vol 5, págs. 251-254.

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