quinta-feira, 22 de maio de 2014

DISCÓRDIA

Aqui e acolá temos nossos desentendimentos, isso é normal em um relacionamento, seja ele amoroso, profissional ou social. Afinal, nós humanos, também somo feitos de dúvidas, esperanças, crenças e convicções. E elas interferem em nosso modo de ver o mundo.

Mas quando um desentendimento vira discórdia (falta de acordo, desavença sem entendimento) temos um sério problema. Afinal, Deus não é de confusão (I Cor. 13.33). Pelo contrário, de paz, amor, perdão e comunhão. O sangue de Jesus Cristo nos capacita a negar o nosso eu, desejos, pensamentos, sonhos. O apóstolo Paulo declara uma verdade que norteia o autêntico filho de Deus: já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim.

Por isso, quando Paulo e Barnabé se desentenderam, diz a Bíblia, que eles se separaram (Atos 15.39). Cada um seguiu para o seu lado. As vidas desses homens não se cruzaram mais com a mesma intensidade. Mas o evangelho continuou sendo pregado por eles, só que depois disso em duas direções diferentes. É como se ouvíssemos eles dizendo: Vamos nos separar, você continua sem mim e eu sem você, mas em momento algum, o evangelho deve sofrer baixa.

O que eu e você precisamos saber é que Deus nunca aprovou a discórdia. O apóstolo Paulo, alertando aos coríntios diz: Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões. Que cada um tenha claro que o Pai deseja a harmonia entre os seus filhos e que saiba em Cristo reconhecer a vontade de Deus: se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens;

Fandermiler Freitas

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