sexta-feira, 31 de maio de 2019

SENSÍVEL

Algumas coisas na vida só são alcançadas com a união, a paz e a harmonia. De vez em quando, é preciso que nós tenhamos a consciência de que existe um bem maior a ser conquistado do que nossos próprios anseios. Quem dera que nosso coração compreendesse que é nessas vitórias que residem muitos dos tesouros desta terra. A Bíblia declara: OH! quão bom e agradável é que os irmãos vivam em união (Sl 133.1).

É incrível como em tempo de calamidade ou tragédias as pessoas são tão sensíveis a dor alheia! No entanto, Jesus nunca deixou de atender uma súplica que vinha de um coração angustiado. Ele curou, alimentou, ressuscitou, abençoou a quem precisava. Jesus nos ensina que precisamos deixar de ser tão egoístas, tirar os olhos de nós mesmos e ver a dor de quem passa por nós seja em que tempo for.

O que se espera do homem de Deus é que "Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens." Paz aqui não é só brigar, ter problemas, mas num contexto mais amplo, significa sentir a dor do próximo e querer auxiliá-lo.

Que Deus abra os nossos as oportunidade de fazer o bem, de buscar a união e o bem comum acima de nossos próprios interesses.

DEUS AS OBSERVA MAIS


quarta-feira, 29 de maio de 2019

A BONDADE QUE RECOMPENSA

Não se esqueçam de ser bondosos com os estranhos, porque alguns que fizeram isso hospedaram anjos sem percebê-lo!

 Heb. 13:2 (A Bíblia Viva).

Tarde da noite, muitos anos atrás, um casal de idade encaminhou-se ao encarregado da portaria no turno da noite, em um hotel de terceira categoria em Filadélfia.

- O senhor teria um quarto onde pudéssemos passar a noite? Já andamos por toda a cidade procurando um lugar onde hospedar-nos, e nada encontramos. Por favor, não nos diga que não tem um quarto onde possamos pernoitar.

- Bem - respondeu o encarregado. - Não tenho um único quarto disponível no hotel, mas podem ficar no meu próprio quarto. Não é tão bom como alguns outros quartos, mas é limpo e para mim será um prazer recebê-los como hóspedes.

- Que Deus o abençoe - suspirou a esposa.

Na manhã seguinte, na hora do desjejum, o marido pediu que um dos garçons chamasse o funcionário da noite. Queria tratar de um assunto importante com ele. Quando este chegou, o marido agradeceu-lhe a bondade e pediu que ele se assentasse.

- Eu sou John Jacob Astor - informou o hóspede. - O senhor é uma pessoa nobre demais para passar o resto de sua vida como porteiro noturno de um hotel de terceira categoria. O que acharia de ser o gerente geral de um grande, belo e luxuoso hotel na cidade de Nova Iorque?

- Isso é maravilhoso demais! - gaguejou o homem.

E assim a bondade de um obscuro funcionário do período noturno de um hotelzinho foi recompensada quando ele se tornou o gerente geral do famoso Hotel Waldorf-Astoria.

Nosso verso faz alusão à hospitalidade demonstrada por Abraão aos três viajantes que na verdade eram anjos. Sim, a bondade compensa. Mas o pagamento nem sempre é recebido nesta vida. Em muitos casos, o dia do pagamento não chegará antes daquele dia em que Jesus dirá: "Vinde, benditos de Meu Pai! entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome e Me destes de comer; tive sede e Me destes de beber; era forasteiro e Me hospedastes; estava nu e Me vestistes; enfermo e Me visitastes; preso e fostes ver-Me." (Mt. 25:34-36.)

Fonte: Jesus Voltará

segunda-feira, 27 de maio de 2019

DEUS O ABENÇOE

Um moço seguia todos os dias pelo mesmo caminho. Em suas viagens diárias do subúrbio, onde morava, à cidade, onde trabalhava, o trem sempre passava por um viaduto de onde se podia ver o interior de alguns apartamentos no prédio localizado em nível inferior.

Naquele lugar o trem diminuía a velocidade e por isso o rapaz podia observar através da janela de um dos apartamentos, uma senhora idosa deitada sobre a cama. Ele via aquela cena há mais de um mês.

A senhora certamente convalescia de alguma enfermidade, era o que ele pensava. O jovem teve pena dela e desejou vê-la restabelecida. Num domingo, achando-se casualmente naquelas imediações, cedeu a um impulso sentimental e foi até o prédio onde a senhora morava. Perguntou ao porteiro o nome da anciã e depois lhe enviou um cartão com votos de restabelecimento, assinando apenas: "um rapaz que passa diariamente de trem."

 Dali a uma semana mais ou menos, a caminho de casa no trem, o jovem olhou, como sempre, para a janela. No quarto não havia ninguém e a cama estava cuidadosamente arrumada. No parapeito da janela, porém, estava afixado um pequeno cartaz escrito à mão e iluminado por uma lâmpada de cabeceira. Mostrava apenas uma frase singela de gratidão, dizendo: "Deus o abençoe".


A VERDADE


domingo, 26 de maio de 2019

O PÃO

E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo.

Mateus 26.26

Quando Jesus reuniu os seus discípulos numa casa em Jerusalém e instituiu a Ceia como um mandamento, Ele tinha objetivos claros e definidos em mente: um memorial da cruz e da salvação, uma celebração de alegria para recordar dos  benefícios espirituais alcançados.

Ao tomar em suas mãos o pão e o partir, Jesus o deu aos discípulos, dizendo: "Tomai, comei, isto é o meu corpo". A cena que se segue são os discípulos comendo-o. 

Na realidade, o significado destas coisas é bem maior: Jesus queria celebrar a unidade em Deus. Eles eram seres envolvidos pelo amor, pelo Espírito Santo e, por isso precisavam compreender o todo. Em breve, Judas o traria, haveria sua crucificação e morte. Agora, a tristeza tomava conta do ambiente. A Ceia pretendia levar os seus discípulos a pensar um pouco mais além - não na visão do homem, mas no olhar de Deus.

O pão é a representação do corpo de Jesus. Sua parte humana que sofre, ama, tem tristezas. O pão nos conduz a visão de um homem carregando uma cruz, de espinhos em sua cabeça, da angústia de ser abandonado por Deus.

A ceia do Senhor é o momento de agradecer a Deus por Jesus ter vivido entre nós, por seu corpo ter enfrentado a morte por amor a humanidade.

TEMPO DE SOBRA


sábado, 25 de maio de 2019

PERDIDO DENTRO DA IGREJA

"Entrou na sala sem bater e jogou-se na cadeira em frente da minha mesa. Suava. Era evidente que estava nervoso.

– Pastor, estou perdido! – disse sem rodeios. Apenas três palavras. Seria desnecessário dizer mais para descrever a tragédia de uma alma em conflito. Podia aceitar essa declaração de qualquer outra pessoa, não daquele rapaz. Eu o conhecia muito bem: era um jovem exemplar, um fiel membro da igreja. Mas estava ali, com os olhos lacrimejantes repetindo:

– Pode crer, pastor, estou perdido! Sou cristão de berço. Todo mundo acha que sou um bom membro da igreja. Meus pais acreditam que sou um filho maravilhoso. Os membros da igreja acham que sou um jovem consagrado. Eles até me nomearam Diretor dos Jovens. Muitas vezes ouço os pais dizendo a seus filhos: "Gostaria que você fosse como aquele rapaz!" Todos acham que sou um modelo de cristão, mas não é verdade pastor, eu sou uma miséria. Acabo de fazer algo horrível e não é a primeira vez. Fiquei desesperado, angustiado como das outras vezes. Tive vontade até de morrer. Eu não sou o que todos pensam que sou.

Tentei dizer alguma coisa, mas ele cortou:

– Eu não quero ser assim pastor, eu quero ser um cristão de verdade, mas não consigo. Tenho lutado tantas vezes, tenho me esforçado, mas sempre acabo derrotado.

Doeu-me ver assim aquele jovem.

– O senhor está desapontado comigo, não está? – perguntou depois, com ansiedade.

Desapontado? Eu tinha era um nó na garganta. Procurei esconder minha tristeza, minha dor, porque na realidade o drama não era só daquele jovem. Eu sabia que muitos jovens de minha igreja também vivem essa triste realidade. "Pastor, estou perdido!" Perdido? Sim, perdido dentro da igreja.

Alejandro Bullón

O EVANGELHO


sexta-feira, 24 de maio de 2019

A ROSEIRINHA TORTA

Era uma vez um homem que possuía um grande jardim, onde foram cultivadas as mais variadas flores.

Perto desse jardim morava um menino que amava muito as plantas. Muitas vezes ele abandonava os brinquedos e encostava o rosto na cerca para olhar o jardim e admirar o colorido das flores. O garoto também tinha o seu canteirinho na frente da casa. Possuía uma pá, um regador mas não tinha ainda nenhuma muda de flor para plantar.

O dono desse grande jardim é muito estranho – pensou o menino. Ele não tem o menor cuidado com as suas plantas. Não limpa os canteiros, não afofa a terra e nem a rega com frequência. Um dia, quando o homem visitava o seu jardim, parou em frente a uma pequena roseira torta com apenas umas poucas folhinhas verdes. Chamando o empregado, disse-lhe: – Arranque esta roseirinha. Ela nunca produzirá flores. Atire-a para fora da cerca. E o empregado fez exatamente como ele mandou.

Naquele dia, quando o garoto voltava da escola, viu a roseirinha arrancada na beira da cerca e monologou: – Pobre roseirinha! Como ele teve coragem de arrancá-la… Aí onde a jogaram, você nunca dará rosas. Vou colocá-la no meu canteiro e cuidar de você. Chegando em casa, trocou a roupa e, juntando a pá e o regador com água, cavou bem no centro do seu canteirinho, revirou a terra e ali depositou a roseirinha torta, deixando-a na melhor posição possível. Não se descuidou da planta. O calor do sol a aquecia, ele a regava e algumas vezes a chuva a refrescava. Um dia, ele reparou que nela surgia um botãozinho verde. A mãe lhe explicou que dali certamente sairia uma bonita rosa.

De fato, na semana seguinte ele olhou da janela e, radiante, chamou sua mãe. Nem podia esperar se vestir… Desabrochava uma linda rosa branca da roseirinha torta. Cada pessoa que por ali passava, naquele dia, parava para admirar a pequena roseira com a sua única rosa branca.

À tardinha, o garoto ouviu uma voz do outro lado da cerca. Era o dono do grande jardim que dizia: – Que rosa lindíssima tem aí no seu canteirinho, meu filho.É mais rara e mais bonita do que qualquer uma das minhas. Como foi que você a conseguiu? – O senhor não se lembra daquela roseirinha torta que mandou arrancar e jogar fora? Pois é ela. Eu a apanhei murcha, ressecada e a plantei. Colaborei com o Pai do céu no cuidado com a planta e ela cresceu e produziu já esta bonita rosa – respondeu o menino. O dono do grande jardim compreendeu a lição e saiu repetindo para si mesmo a expressão do menino: “Colaborei com o Pai do céu no cuidado com a planta e ela cresceu…”

O QUE MACHUCA


quinta-feira, 23 de maio de 2019

EU QUERO ESTAR

"Quem, Senhor, habitará na tua tenda? Quem morará no teu santo monte?" 

Salmos 15:1

Estar perto de Deus é bom demais. Sentir sua presença é uma das coisas mais preciosa da vida humana, além de fazer bem ao coração produz paz, alegria, amor e harmonia na alma. "É muito radical! viver debaixo da graça do Pai"

Eu quero a vida de Deus, a vida com Deus, a vida pura e simples que Deus nos oferece. Eu quero é viver na tenda com Deus, habitar no monte do Pai e entrar no seu templo para adorar.

E você o que deseja?
 
Fandermiler Freitas

ESPERANÇA DE VENCER

quarta-feira, 22 de maio de 2019

NÃO PODEMOS ADIAR

"Disse eu: eis-me aqui" 

Isaías 6:8

Palavra de um jovem cristão: "Tenho plena convicção de que o Senhor Jesus me chamou para Seu ministério, mas, estou pensando seriamente em adiar minha decisão para o futuro."

Muitos fazem o mesmo. Usam a própria Bíblia para suas desculpas, "Há tempo para tudo..." Mas, não há tempo a se perder em um mundo onde pessoas caminham a passos largos para a perdição. Há uma necessidade urgente -- e tem de ser agora -- de cristãos fiéis tomarem a decisão de proclamar o Evangelho do Senhor. O tempo perdido pode significar a perdição de muitas vidas preciosas que, sem Deus, não conquistam a vida eterna.

Nosso testemunho não pode ser adiado! Nosso "eis-me aqui" não pode ser adiado! Deus nos chamou e devemos levantar e não olhar para trás. Deus nos chamou porque sabe que somos as pessoas mais indicadas para cumprir a Sua vontade. Ele confia em nós... não podemos decepcioná-lo.

Se não obedeço agora, poderei não ter tempo de obedecer no futuro. Se não atendo ao chamado agora, serei culpado dos que não forem alcançados por causa de minha desobediência. Se não me alisto agora nas fileiras do Senhor, muitos deixarão de experimentar a felicidade e eu serei um deles.

O que você espera para fazer a vontade de Deus?

Paulo Barbosa

A CRUZ


terça-feira, 21 de maio de 2019

O MÁGICO E AS OVELHAS

Entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras… E muitos seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade; também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão comércio de vós.

II Pedro 2.1-3

Era uma vez um mágico que criava ovelhas. Quase todos os dias ele reunia o rebanho, escolhia uma que estivesse mais gorda e a matava, ali mesmo, na frente das outras, para comercializar a carne no açougue da cidade.

As ovelhas, de tanto presenciar aquelas cenas, começaram a ficar apavoradas, temendo que, a cada vez que viesse o mágico para reuni-las, chegasse a sua vez. E, de tanta preocupação, começaram a perder peso, além do quê, a carne das ovelhas abatidas ficava meio amarga.

Isso começou a preocupar o mágico, pois prejudicava seus negócios. Homem esperto, resolveu hipnotizar as ovelhas, fazendo-as pensar que não eram ovelhas e, sim, algum bicho muito forte, como leão, touro, cavalo de corrida, cachorro de raça, e daí por diante!

Agora, cada vez que o mágico pegava uma delas e a matava, ali mesmo, na frente das demais, elas não ficavam mais incomodadas.

Tranquilas, ficavam pensando, descansadas, que tal fato jamais aconteceria com elas, pois sabiam que o mágico só matava ovelhas. E elas não eram ovelhas.

Tinham uma vaga noção de que alguma coisa de ruim estava acontecendo, mas, oras bolas, porque se preocupar? Fosse o que fosse, certamente não era problema delas. E seguiam suas vidas, mansamente, enquanto o mágico ia se dando bem.

Autor desconhecido

MELHOR A VERDADE

segunda-feira, 20 de maio de 2019

ENSINANDO CAVALO A VOAR

Conta-se que havia um rei cruel e desumano, que por um motivo banal, condenou à morte o seu humilde e fiel súdito. O homem, apesar da pena imposta, continuou tranquilo e sereno, e quando já estava prestes a ser executado, pediu então pra falar pela última vez com o rei, e aí lhe fez uma surpreendente proposta: que ele o permitisse ensinar o lindo cavalo branco real a voar... e que caso não o conseguisse, dentro do prazo de um ano, que então o rei cumprisse sua sentença de forma bem dolorosa, arrancando membro por membro de seu corpo, até que não pudesse mais resistir.... O rei adorou a ideia, não porque acreditasse que o seu cavalo pudesse voar, mas pelo sinistro prazer de vê-lo morrer com todo aquele requinte de crueldade, e então aceitou o acordo.

Ouvindo tudo aquilo, um amigo do ex-súdito lhe perguntou: “Por que adiar o inevitável? Não vês que cavalos nunca hão de voar???” O rapaz sorriu, e com aquela calma de sempre respondeu: “Nada é inevitável nessa vida, pois se adio a minha morte, as chances de eu vencer passam a ser de cinco a um...” O outro arregalou os olhos e quis saber: “Como assim???” e ele então explicou: “Dentro de um ano, o rei pode perder o trono; ou pode morrer; o cavalo pode fugir; ou então eu posso fugir; e se nada disso acontecer, poderei ainda tentar ensinar o cavalo a voar...”

Frequentemente nos vemos diante de obstáculos difíceis e aparentemente impossíveis de transpor. Por mais que busquemos soluções, elas parecem não existir. O primeiro impulso nos convida a desistir, mas é preciso que jamais esqueçamos que para o nosso amado Deus não existe impossíveis! (Lucas 1:37)

Antes de Santos Dumont, se dizia que o homem jamais poderia voar ("Oras! se Deus quisesse que o homem voasse, teria lhe dado um par de asas."), porém hoje, em poucas horas, o homem atravessa o vasto oceano e chega num outro continente! Assim como o súdito da nossa estória, aprendamos que é preciso olhar a situação com otimismo. Para cada possibilidade adversa, muitas favoráveis poderão ser encontradas, e, com muita fé e determinação, tudo o que nos parecia impossível, tornar-se-á realidade.

Não esmoreça nunca! mesmo que tudo indique o contrário, pois com certeza, Deus é fiel e não será preciso você ensinar um cavalo a voar...

ADAPTAÇÃO

Celso Ribeiro

O SILÊNCIO DA ATITUDE


domingo, 19 de maio de 2019

AS DÚVIDAS DE TOMÉ

Uma lenda dos primeiros séculos de nossa era, diz que Tomé, tempos depois da ascensão de Jesus, voltou a ter dúvidas. Precisando de ajuda, foi procurar outros discípulos. Mas Paulo estava ocupado em refutar alguns ensinos dos helenistas e não pôde atendê-lo. Filipe estava preocupado em escrever uma longa carta ao ministro da rainha dos Etíopes e também não pode atendê-lo. Pedro, por sua vez, tinha partido para Cesaréia a fim de pregar ali o Evangelho. Ninguém pôde ajudar a Tomé. Um tanto desesperado, Tomé resolveu ir a Jope procurar Dorcas, cuja fama de devoção e fé, todos conheciam. Mas Dorcas também estava tão ocupada em trabalhos de costura para socorrer aos pobres, que também não lhe pôde dar atenção. Tomé, então, voltou para casa e no caminho refletiu que ele era o único a ter dúvidas porque estava sem fazer nada. Os outros, imersos em seus trabalhos, nem tinham tempo para alimentar dúvidas. A lenda termina dizendo que Tomé caiu em si e tratou de realizar um velho projeto: a evangelização dos partas. Nunca mais teve dúvidas.

A CRUZ DO CALVÁRIO

sábado, 18 de maio de 2019

QUANDO DESOBEDECER É A ÚNICA SAÍDA


Daniel viveu na Babilônia por muitos e muitos anos, talvez até o fim de sua vida. Sobreviveu a vários reinados. Assistiu à Babilônia ser tomada das mãos dos Caldeus, e entregue aos medos e persas. Independente de quem estivesse no poder, Daniel se mantinha fiel à sua consciência. Ele não estava comprometido com uma ideologia ou império, e sim com o Deus de seus pais. 

Durante o reinado de Dario, o rei medo, Daniel foi vítima de uma conspiração. 

“Todos os presidentes do reino, os prefeitos e sátrapas, conselheiros e governadores concordaram em que o rei devia baixar um decreto e fazer firme o interdito, que qualquer que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões” (Dn.6:7).

A arapuca estava armada. Bastava flagrar Daniel orando ao seu Deus para que este fosse lançado na cova dos leões. Era uma questão de tempo. Mas não muito tempo. 

“Ora, quando Daniel soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa, no seu quarto em cima, onde estavam abertas as janelas para o lado de Jerusalém, e, três vezes ao dia, se punha de joelhos, orava e dava graças, diante do seu Deus, como também antes costumava fazer” (v.10).

Pode parecer simples, porém, orar é muito mais do que uma prática religiosa. Orar é conspirar! Orar é sabotar! Orar é emperrar as engrenagens deste mundo. É denunciar as injustiças. É ser cúmplice de Deus na implantação do Seu Reino na Terra. É, portanto, uma atitude subversiva, revolucionária. 

Quem deixa de orar, acaba por conformar-se com o mundo. Perde a esperança. Torna-se cínico. 

Daniel não se dobrou ante aquele decreto injusto. Ele o desobedeceu conscientemente. 

Como podemos desobedecer a autoridades constituídas por Deus? Isso não contraria o ensino das Escrituras em Romanos 13?

“Toda pessoa esteja sujeita às autoridades superiores, pois não há autoridade que não venha de Deus. As autoridades que há foram ordenadas por Deus. Por isso, quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus” (Rm.13:1-2a).

Mas não foi justamente isso que fizeram as parteiras hebréias que receberam ordem de Faraó para que matassem todos os recém-nascidos do sexo masculino? E se houvessem obedecido, o que teria sido de Moisés? 

Como resolver este conflito? Creio que a resposta pode ser encontrada no episódio em que as autoridades judaicas proíbem os apóstolos Pedro e João de proclamarem o Evangelho e ensinarem em nome de Jesus (At.4:18).

Observe a resposta que eles deram:

“Julgai vós se é justo, diante de Deus, obedecer antes a vós do que a Deus?” (At.4:19).

Devemos obedecer às autoridades civis, desde que suas ordens e leis não conflitem com a vontade de Deus revelada nas Escrituras. Não confunda submissão com subserviência! É dever cristão insurgir-se contra qualquer autoridade que não esteja cumprindo seu dever de promover o bem e punir a injustiça, atribuições que lhe são requeridas na mesma passagem em que somos ordenados a submeter-nos a elas (Rm.13).

Um cristão verdadeiro não vai obedecer a seu chefe quando este lhe mandar mentir ou trapacear. Ainda que isto lhe custe a demissão. 

Igualmente, os filhos devem submeter-se aos pais, bem como as esposas aos seus maridos, mas jamais trair a sua consciência fazendo o que for contrário à Palavra de Deus. 

Temos o dever de rebelar-nos contra leis injustas, que favorecem a uns à custas de outros. Ainda que os beneficiados sejamos nós mesmos. 

Insurgir-se contra a injustiça pode nos custar caro. Dietrich Bonhoeffer, proeminente teólogo alemão, pagou com sua própria vida, por resistir à autoridade nazista em nome de sua fé. A justificativa de seu ato pode ser encontrada no livro "Resistência e Submissão", de sua autoria. 

Ao ser flagrado em oração, Daniel foi lançado na cova dos leões, conforme previa a lei. Porém, o Deus a quem devia total lealdade enviou Seu anjo para impedir que fosse devorado pelas feras. 

Não devemos temer às ameaças daqueles que se nos opõem. Mesmo que não recebamos um livramento semelhante ao de Daniel, terá valido a pena manter-nos fiéis à nossa consciência. 

Hermes C. Fernandes 

MUITO SE PERDE


sexta-feira, 17 de maio de 2019

A RESPOSTA DE DEUS

Eu pedi a Deus... e Ele disse... 

Eu pedi a Deus para retirar os meus vícios. 
Deus disse: Não. 
Eles não são para eu tirar, mas para você desistir deles. 

Eu pedi a Deus para fazer meu filho aleijado se tornar completo. 
Deus disse: Não. 
Seu espírito é completo, seu corpo é apenas temporário 

Eu pedi a Deus para me dar paciência. 
Deus disse, Não. 
Paciência é um subproduto das tribulações; Ela não é dada, é aprendida. 

Eu pedi a Deus para me dar felicidade. 
Deus disse: Não. 
Eu dou bênçãos; Felicidade depende de você. 

Eu pedi a Deus para me livrar da dor. 
Deus disse: Não. 
Sofrer te leva para longe do mundo e te traz para perto de mim. 

Eu pedi a Deus para fazer meu espírito crescer. 
Deus disse: Não. 
Você deve crescer em si próprio! Mas eu te podarei para que dês frutos. 

Eu pedi a Deus todas as coisas que me fariam apreciar a vida. 
Deus disse: Não. 
Eu te darei a vida, para que você aprecie todas as coisas. 

Eu pedi a Deus para me ajudar a AMAR os outros, como Ele me ama. 
Deus disse: Ahhhh, finalmente você entendeu a ideia...

Ian Lopes

O MAL E O BEM


quinta-feira, 16 de maio de 2019

CIDADÃO DO CÉU

SENHOR, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte?  Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração.

Salmo 15.1-2

Quem habitará o céu? A Bíblia não fala de nomes, mas aponta características dos cidadãos do céu. O Salmo 15 descreve com muita simplicidade como reconhecer um homem que vive entre nós e que é um forte candidato a habitar as mansões celestiais.

Davi diz: "aquele que anda sinceramente". Nos dias atuais é cada vez mais difícil encontrar alguém sincero. As pessoas são traiçoeiras, desonestas, mentirosas e falsas. No entanto, o cidadão do céu vive diferente. Trata os amigos, os irmãos, os semelhantes com sinceridade. Não se dedica ao engano e ao fingimento. Pelo contrário, ele se aborrece com as máscaras, com as encenações e as conversas estéreis.

Jesus advertiu a seus discípulos contra a hipocrisia de uma vida longe da sinceridade: "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia." (Mateus 23.27).

A vida que Deus deseja para seus filhos é a vida verdadeira, autêntica, transparente e honesta. Quando o homem decide viver longe deste alvo está se distanciando dos céus. É preciso entender que aquele que almeja o celestial deve iniciar sua caminhada com a sinceridade no coração.

Fandermiler Freitas

O TEMPO QUE TEMOS

quarta-feira, 15 de maio de 2019

AMAR OS INIMIGOS

Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem. 

Mateus 5:43-44.

Durante a Guerra da Independência dos Estados Unidos, um homem chamado Wildman, de Efrata, Estado da Pensilvânia, adquiriu má reputação por ter agredido verbalmente o Pastor Peter Miller, da igreja de Dunker, na mesma cidade. Wildman alistou-se no exército. Enquanto ainda estava prestando serviço, descobriu-se que ele era um espião. Foi julgado, condenado e sentenciado à forca.

Miller ficou sabendo da sentença. Seu coração foi tocado. Caminhou 95 quilômetros até Filadélfia para interceder em favor de Wildman. Quando apresentou sua súplica perante o general George Washington, este respondeu:

– Lamento, mas não posso atender o pedido para poupar a vida de seu amigo.

– Mas, senhor, ele não é meu amigo – explicou Miller. – É meu pior inimigo.

– Quer dizer que o senhor caminhou 95 quilômetros para suplicar pela vida de seu inimigo? Isso coloca a questão sob um ângulo totalmente diferente. Vou deferir seu pedido.

Washington assinou o documento de perdão e entregou-o a Miller, que caminhou mais 25 quilômetros até onde Wildman se encontrava aguardando a execução. Quando Wildman viu que Miller se aproximava, comentou sarcasticamente com seus companheiros de sentença:

– Lá vem chegando o velho Peter. Veio para assistir ao meu enforcamento.

Nem bem Wildman havia acabado de dizer isso, quando Miller se enfiou pela multidão e entregou ao homem condenado o documento que o perdoava.

O que o Perdão Pode Fazer? Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. S. Lucas 23:34
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Wilfred T. Grenfell, famoso médico missionário, nasceu em 1865. Em 1892, ainda na faixa dos vinte anos, ele dedicou sua vida ao povo da costa oriental do Canadá, onde serviu ao seu Senhor até cinco anos antes de sua morte, em 1940. Certa vez, quando lhe perguntaram o que o havia influenciado para que dedicasse a vida ao trabalho cristão humanitário naquela fria e agreste região do Labrador, aqui está a razão que ele deu:

Certa noite, uma senhora foi levada para a sala de emergência do hospital onde ele trabalhava. Era evidente que não havia esperança de vida para ela. Segundo o depoimento de testemunhas, o marido dela havia chegado bêbado em casa e, num ímpeto de ira, jogara contra ela um lampião aceso de querosene. Os vizinhos chamaram a polícia. O marido, que começava a ficar sóbrio, e um oficial foram até o leito onde ela se encontrava. O oficial curvou-se e perguntou àquela senhora exatamente o que havia ocorrido. A princípio ela recusou-se a dizer qualquer coisa, mas ele insistiu. Por fim, ela simplesmente disse: "Senhor, foi apenas um acidente." E morreu pouco depois.

Grenfell disse que se o amor podia perdoar uma agressão daquela magnitude, ele queria seguir o exemplo de Jesus e dedicar a vida ao ministério em favor dos outros. Será que o perdão daquela senhora exerceu um efeito semelhante sobre o marido? Não sei, mas vamos esperar que sim.

FALSO PASTOR


terça-feira, 14 de maio de 2019

ESPERO QUE A SUA CAIXA ESTEJA VAZIA

Era o décimo sétimo dia do mês Dezembro. Mês da celebração do seu aniversário de 75 anos quando ele decidiu que o tempo havia chegado.

Estando feliz no casamento, criado três filhos, continuando a ter grande sucesso, os negócios da família de muitas gerações iam bem. O frágil homem tinha que tomar uma decisão.

Sua saúde nos últimos anos não andava bem e o estresse dos negócios começava a cansá-lo cada vez mais. O desafio era decidir qual dos três rapazes deveria assumir seu lugar. Cada menino tinha uma experiência diferente. Cada um a seu modo podia ajudar a firma a crescer no futuro.

Todavia, cada um tinha valores pessoais diferentes. Quando eles se reuniram para celebrar o aniversário do pai, ele os levou para um canto e anunciou calmamente que iria se aposentar.

“Pai, eu não posso imaginar um dia sequer sem que o senhor esteja à frente dos negócios,” disse um deles. “Certamente que iremos falhar sem o senhor, mas você merece descansar,” disse o outro.

“Você é a empresa,” completou o terceiro.

E então se seguiu um silêncio desconfortável. A questão na mente dos rapazes era que tomaria o lugar do pai. O velho homem caminhou para um dos cantos da sala onde havia três caixas.

“Cada um de vocês apanhe uma das caixas. Elas são todas iguais. No primeiro dia do ano quando retornarmos aqui para celebrar, quero que cada um de vocês traga a caixa cheia daquilo que vocês pensam ser as coisas mais valiosas de um negócio. Baseado nas escolhas de vocês, eu decidirei quem será o executivo principal”.

Após o pai deixar a sala, houve confusão e discussão entre os irmãos.

Durante os próximos 15 dias a família e os empregados podiam sentir o forte espírito de competição entre os filhos. Um carregava a caixa aonde ia. O outro ia de departamento a departamento buscando informações. O terceiro simplesmente deixava a sua caixa sobre sua mesa.

No dia um de janeiro a família mais uma vez se reuniu. Logo após o jantar o pai chamou os filhos. “Bem, chegou o momento. Por favor, mostrem o que vocês colocaram nas caixas”.

O primeiro filho, ansioso de vencer os outros, pulou na frente e começou a mostrar suas coisas. Abriu sua caixa e retirou um livro de contabilidade, dizendo: “Isto é o que mede o sucesso de uma firma. Não existe nada mais importante do que o livro de contabilidade de uma empresa”.

“Simples e direto”, disse o pai.

Apontando para o segundo filho pediu para abrir sua caixa. “A minha caixa está lá fora na camionete. A caixa que você me deu era pequena. Eu tenho lá fora 10 empregados com caixas para mostrar os itens que eu coletei”.

O pai caminhou até a janela e a distância pode ver que o seu filho havia coletado muitas de suas coisas pessoais como o barco, as obras de arte, objetos antigos e duas pessoas, aparentemente dois guardas, ao lado de uma grande caixa.

“O que tem na caixa?, perguntou o pai.
“As jóias de minha mulher.” disse o filho. “Devo pedir que os empregados tragam para dentro?”
“Não! Eu já vi o suficiente”, disse o pai.

Com um profundo suspiro e um tom de tristeza disse ao ultimo filho. “Quais as coisas valiosas você tem para compartilhar?”.

O filho levantou-se e deu a sua caixa ao pai. O pai olhou dentro da caixa e com grande choque e surpresa olhou para o filho. “Está vazia!” “Você está me dizendo que não encontrou nada de valor nos negócios da família?”

“Ao contrário,” disse o moço. “O que eu encontrei de mais valioso eu não pude colocar na caixa, ou na carroceria de mil caminhões, ou escrever num livro de contabilidade”. Os olhos do pai brilharam e ele retornou para sua cadeira.

”Como alguém pode medir o valor do compromisso, qualidade, honestidade, e confiança? Que tamanho de caixa poderia conter a lealdade de nossos empregados e clientes? As organizações de caridade que nós apoiamos durante o ano poderiam caber dentro das nossas frotas de caminhões? Que tamanho deveria ser o auditório para comportar todos os membros das famílias dos nossos colaboradores que são beneficiados com os nossos bons salários e benefícios? Onde eu colocaria as empresas locais com as quais nos comprometemos a fazer negócios a fim de que a comunidade permaneça forte? Finalmente, pai, a coisa mais valiosa que eu pessoalmente tenho é o seu amor e da mamãe, valores familiares, sua sabedoria, compaixão e amor de Deus. Veja outra vez dentro da caixa. Essas coisas não estão lá. O resultado de tudo isso está aqui diante do senhor”.

Ficou claro qual decisão deveria ser tomada naquele dia.

Haverá um dia quando todos nós comparecemos diante de Deus para compartilhar os nossos valores mais preciosos.

Espero que a sua caixa esteja vazia.

Bob Perks

PAREI DE CONTAR


segunda-feira, 13 de maio de 2019

A INVISÍVEL QUILHA

Era uma manhã de primavera com o céu azul e o sol brilhando como uma grande bola de ouro. Não muito distante da praia estavam dois barcos, réplicas de veleiros do século 17. Eles foram construídos para uma filmagem que estava sendo feita naquela praia. O vento começou a ficar mais forte, enchendo as velas e dando muito trabalho à tripulação. Embora o vento estivesse muito forte os veleiros permaneciam no seu curso sem adernar. Qual era o segredo? Abaixo do nível da água existia uma grande e pesada quilha - uma parte da embarcação que não se podia ver. A quilha é essencial para manter o barco estável, equilibrado mesmo durante uma tempestade.


O que é que nos mantém firmes e estáveis quando tormentas assolam as nossas vidas? O que impede que adernemos quando o stress e a tensão nos atingem? O que nos permite continuar navegando no curso certo quando as crises aparecem? A "quilha da fé" no nosso Deus que é soberano, Senhor da história! É a nossa relação pessoal e invisível com Cristo que manterá o nosso equilíbrio.

domingo, 12 de maio de 2019

AMOR DE MÃE

o amor materno tem sido decantado através dos séculos por milhares de poetas, em prosa ou em verso, das mais humildes às mais soberbas, de todos os cantos da terra e de todas as formas.

Recentemente amplo noticiário nos dá conta do grande amor revelado por uma mãe inglesa que preferiu morrer para que o seu filho vivesse. Ela estava grávida quando descobriu ser possuidora de pertinaz enfermidade. A única medicação, no caso, seria grandemente prejudicial ao feto. Assim, ela deixou que a moléstia tomasse conta de seu organismo, para que, o filho querido ficasse ileso. Veio a morrer de câncer logo após o parto. O filho nasceu perfeito.

"O amor é forte como a morte; as suas brasas são brasas de fogo, labaredas do Senhor" (Ct 8.6).

DEVO A MINHA MÃE


sábado, 11 de maio de 2019

"SE NÃO DER FRUTO"

Ezequiel 15: 1-8 

A madeira de algumas árvores é boa para a construção de casas ou móveis; mas a madeira de uma vinha não é boa para nada. Uma vinha tem valor por causa das uvas. Se não der frutos, sua outra única utilidade será virar lenha para fogueira. E se restar alguma coisa, ela terá de ser queimada novamente.

Nós, cristãos, somos como galhos de videira. O Senhor da vinha glorifica a Ele mesmo em cada um de nós, seus galhos. Naqueles que mostram arrependimento, Deus usa de amor e bondade concedendo vida eterna (Mateus 3.8). Naqueles que não dão fruto, Deus usa de justiça e reafirma sua majestade e poder, separando-os para sempre. O Senhor faz tudo com um propósito; até os ímpios para o dia do castigo. (Provérbios 16.4). Ou glorificamos voluntariamente a Deus na sua misericórdia como crentes que dão fruto, ou se formos madeira morta e imprestável seremos forçados a glorificar a Deus como combustível para sua justiça.

Deus quer que vivamos vidas úteis, foi o que escreveu Paulo: ... meus irmãos, vocês também morreram para a Lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerem a outro, àquele que ressuscitou dos mortos, a fim de que venhamos a dar fruto para Deus” (Romanos 7.4). Jesus disse: Eu sou a videira; vocês sãos os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dará muito fruto...Se alguém não permanecer em mim, será como o ramo que é jogado fora e seca. Tais ramos são apanhados, lançados ao fogo e queimados.(João 15.5 e 6) 

Extraído do livro Devocional A Cada Dia 

HÁ BONDADE NO MAU?


sexta-feira, 10 de maio de 2019

VOCÊ TEM DÚVIDAS?

Não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, sendo [mas somos] justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus (Romanos 3:22-24)

O Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lucas 19:10)

Um cliente apresentou-se ao caixa de um banco e lhe perguntou: - Você poderia me dizer quanto tenho em minha conta? - O bancário consultou rapidamente o computador e lhe disse: - Senhor, não há nada em sua conta. Na verdade está devedora.

Com respeito a Deus, você se preocupa em saber se está ou não devedor? Saiba que em sua conta, o débito é grande e aumenta a cada dia: são seus pecados, pequenos e grandes, que atentam contra a santidade de Deus. É uma dívida muito grande e pesada. O que você tem em haveres? Boas obras? Deus não as aceita para compensar o que devemos a Ele. Uma inteligência proeminente? Foi Deus quem a deu a você. Riquezas? Não servem no céu. Se você só tem isso, não possui nada. Antes, tem uma grande dívida.

Deus poderia ter deixado o homem nesta situação desesperadora. Mas, a esses seres culpados que somos, Deus oferece gratuitamente um meio de salvação. Deu o Seu Filho em resgate por todos.

Para que seus pecados sejam perdoados, é necessário colocar sua fé no sacrifício de Jesus. Então Deus passará por alto seus pecados. E é justo ao fazer assim: Cristo pagou por você. Mas não se esqueça de que essa salvação Lhe custou muito caro! "Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto" (Salmo 32:1).

Extraído do devocional Boa Semente 2005

BONDADE TAMBÉM SE APRENDE


quinta-feira, 9 de maio de 2019

ANDAR COM DEUS

Enoque
Antes de sua trasladação, alcançou testemunho de que agradara a Deus.


Hebreus 11.5


Quando Judas estava revendo a história da rebelião humana contra Deus, ele mencionou as advertências do pregador Enoque, um homem mais conhecido por ser uma das duas pessoas do Velho Testamento que nunca morreram (a outra é Elias).

O livro de Hebreus lista Enoque como o segundo personagem a entrar na "galeria dos heróis da fé". Pela fé, Enoque agradou a Deus. Ele foi a pessoa que acreditou que Deus "existe e é galardoador daqueles que o buscam"(Hebreus 11.6). O livro de Judas nos informa que Enoque contou aos outros a respeito de Deus em que ele cria. 

Ele avisou-os que Deus devia ser adorado e obedecido. Mas Gênesis nos dá a descrição mais simples da vida de Enoque - Ele "ANDOU COM DEUS". Deus era tão real quanto presente e notório na vida de Enoque, assim como dar uma caminhada.


Nós que medimos a fidelidade de Deus em termos de semanas e dias, devíamos encher a mente com o exemplo de vida que Enoque nos legou. Sua fidelidade estendeu - se por mais de trezentos anos. Ele realmente gastou algum tempo com Deus ! Se você tivesse sua vida resumida neste único dia, qual seria a melhor descrição em três ou quatro palavras ?

A FÉ VIVE UM DIA DE CADA VEZ DURANTE TODA UMA EXISTÊNCIA

OBS: Andar com Deus, é estar disposto a passar pelas lutas, sabendo que no final, sempre haverá uma benção para cada um, no começo as lutas são muito grande e até mesmo aos olhos humanos impossíveis, mas com Deus podemos todas as coisas.....

Confie....

Entregue......

Espere......

E o mas Ele fará.

Reflita sobre esta mensagem e saiba que em algum lugar, existe pessoas que se preocupam com você e estão orando por você.

Keila

O EU


SERIA UM SÁBIO


quarta-feira, 8 de maio de 2019

SACRÍFICIOS

Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão.

Hb.9.22

No antigo testamento, quando alguém queria se apresentar diante de Deus e confessar sua culpa por ter cometido alguma falta contra Deus, ele precisa cumprir algumas formalidades, dentre elas, oferecer um animal para que através de seu sangue, essa pessoa fosse perdoada de seu erro. Em outras palavras, alguém deveria morrer por ele.

Diante de Deus, o homem nunca poderia ser considerado sem culpa se alguém não assumisse a sua. Não existe essa de deixa para lá, ou foi de brincadeira, sem querer, foi mal. Todo erro é pecado, e o pecado afasta o homem de Deus e levanta uma barreira que tem que ser desfeita para o homem poder voltar a ter contato com Deus. Era para isso que servia a morte dos animais - eles assumiam a culpa do pecado e desfaziam as barreiras.

Mas este tipo de sacrifício não era perfeito. Porque toda fez que o homem errasse teria que oferecer outro animal para ser morto em seu lugar. Se ele se afastasse de Deus 300 vezes num ano teria que sacrificar 300 vidas em seu lugar.

 por isso a justiça de Deus planejou um sacrifício que fosse capaz de perdoar todos e qualquer pecado e ainda, aproximar o homem uma fez por todas do Pai e abrir-lhe a porta do céu. E por ser assim, Deus enviou Jesus ao mundo e o conduziu a cruz do calvário. Um homem perfeito tomando o lugar dos homens maus e perversos. Jesus realizou o mais perfeito dos Sacrifícios e abriu o caminho do perdão divino.