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domingo, 18 de junho de 2023
sábado, 16 de julho de 2022
QUANDO O MEDO NOS INVADE
"Em Deus, cuja Palavra eu louvo, em Deus ponho a minha confiança e não terei medo" (Salmos 56:4).
No final do ano de 1944, Burt Frizen estava lutando na Batalha do Bulge (Batalha das Ardenas). Atingido pelo inimigo, muito ferido e incapaz de mover-se, ele estava caído no campo de batalha, esperando a morte. Na maior parte das longas seis horas que esteve ali caído, ele inúmeras vezes cantou suavemente uma canção que havia aprendido com sua mãe: "existe um nome para mim muito querido . . . como música doce para meu ouvido. . . quando meu coração está apertado e cheio de medo... Jesus me enche de paz." De repente ele ouve um barulho próximo. Abrindo seus olhos, ele viu um soldado alemão de pé junto dele com uma arma na mão.
"Chegou a hora", pensou Burt enquanto esperava pelo tiro.
Começou a cantar novamente a canção e sentiu quando os alemães o ergueram, com braços fortes, e o colocaram sobre a borda de uma rocha. Os próprios alemães cuidaram de seus ferimentos, brincaram com ele e o levaram para um lugar seguro. Jesus o encheu de paz naquele tempo de guerra.
Muitas vezes nos sentimos como aquele soldado no campo de batalha. Sentimo-nos impotentes, sem esperanças, derrotados e tomados pelo medo. Medo de não conseguir levantar novamente; medo das críticas por mais um fracasso; medo de abrir os olhos e encarar aqueles que confiavam em nós.
Mas, por pior que seja a nossa situação, por maior que seja a nossa frustração, por mais que as circunstâncias gritem que a derrota é iminente, sempre valerá a pena cantar, mesmo que no íntimo da alma, "Jesus, eu confio em Ti. Tu és a minha esperança, Tu és a minha força, Tu és a minha alegria.
Eu sei que Tu transformarás a minha derrota em vitória".
Quando Jesus está em nossos corações, por mais difícil que seja a crise pelo qual estejamos passando, nada estará perdido. Tudo é possível para o nosso Senhor. Ele nos sustenta, nos abraça, nos socorre quando a aflição nos domina. Ele nos ama e tem prazer em nos dar o melhor. As lutas e dificuldades se tornarão degraus para nossa edificação e crescimento espiritual. Seremos fortalecidos e
o nome do Senhor glorificado para sempre.
Que a música daquele soldado seja sempre cantada por todos nós. Quando tudo parecer perdido... "Jesus nos enche de paz."
Paulo Roberto Barbosa
quarta-feira, 1 de julho de 2020
VENCENDO O MEDO
Pois o Espírito que Deus nos deu não nos torna medrosos; pelo contrário, o Espírito nos enche de poder e de amor e nos torna prudentes.
II Tm 1.7
O medo é uma reação em cadeia no cérebro que tem início com um estímulo de estresse e termina com a liberação de compostos químicos que causam aumento da freqüência cardíaca, aceleração na respiração e energização dos músculos.
A principal função do medo é paralisar. Impedir o realizar, o caminhar, Paulo nos diz que Deus não nos deu o Espírito de medo, portanto o medo não procede de Deus, pelo contrário o Espírito que nos deu é o de ousadia e poder.
O que separava o Moisés pastor de ovelhas do Moisés libertador de Israel era o medo. Ele estava paralisado pelo medo e não conseguia ouvir a voz de Deus: Vem, agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito.
O medo também derrotou Pedro. Jesus o chamou para ir ao seu encontro sobre as águas e ele obedeceu, sua fé tornara-se real ao sair do barco e pisar sobre as ondas do mar. Mas diz a Bíblia: Reparando, porém, na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: Salva-me, Senhor!
O que Deus deseja não é que o homem seja "afoito" (imprudente), mas que ele nunca deixe-se dominar pelo medo, deixando de alcançar as bênçãos e propósitos de Deus para a sua vida. O medo pode ser controlado, pois o espírito que Deus nos deu nos enche de poder e de amor e nos torna prudentes.
segunda-feira, 30 de março de 2020
NÃO TENHA MEDO
Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia, Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia... Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.
Salmos 91:5,6-9
Em tempos difíceis como os que estamos vivendo é fácil deixar o medo invadir o coração. O medo é como uma trepadeira que se agarra a uma árvore e a vai envolvendo com seus ramos curtos e pequenos.
O homem dominado pelo medo vai perdendo as forças. Medo da doença, medo da eternidade, medo do futuro. E quando o medo e a ansiedade querem tomar o coração e os pensamentos você deve lembrar desta verdade: Deus é o nosso refúgio!
Refugiar-se em Deus significa poder ficar tranquilo. Não há nada mais a temer? Há! As coisas ruins vão continuar acontecendo, porque o mundo é assim. Mas significa que Deus está com você, Ele vai te dar segurança para enfrentar tudo sem deixar o mal e o medo te destruírem.
Será que existe algo que Deus quer nos dizer em meio a essa pandemia global? Sim! Ele diz "Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça." - Isaías 41:10
Quando o Mundo Cai ao meu Redor - Juliano Son.
Fandermiler Freitas
terça-feira, 22 de outubro de 2019
segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
AMOR E MEDO NAS RELAÇÕES HUMANAS
Resumo: Na realidade só há dois sentimentos que o ser humano pode cultivar: amor e medo. Como você lida com cada um deles?
Encontramos pessoas que conseguem cultivar um relacionamento humano muito agradável. Têm facilidade de compreensão e de fazer amigos, são atenciosas e interessadas, não são desconfiadas, são calmas, alegres e sinceras e se projetam rapidamente onde vivem e trabalham. Normalmente, essas pessoas demonstram não serem gananciosas, porém, são bem sucedidas. Em diferentes situações, logo lideram, atraem outras pessoas e criam um ambiente construtivo. Seguramente aprenderam a viver o verdadeiro amor.
Emmet Fox, filósofo metafísico, que dedicou a sua vida ensinando o verdadeiro sentido de viver, nos dá explicações científicas sobre esse modo de vida:
Na realidade só há dois sentimentos que o ser humano pode cultivar: amor e medo. Todos os outros sentimentos são manifestações com aparências diferenciadas desses dois.
Assim, a alegria de viver, o interesse, a fé, a coragem, a paz, a beleza, a vitalidade, a ternura, a compreensão, a bondade, a amizade, a boa vontade... são manifestações do amor.
A raiva, o ciúme, a preocupação, a ansiedade, o ressentimento, o ódio, a culpa, a insegurança, a mágoa, a inimizade, a inveja, a ganância, a vingança... são manifestações disfarçadas do medo.
A grande diferença entre os dois sentimentos é que:
- O amor (e suas manifestações) é sempre criativo e construtivo e;
- O medo (e suas manifestações) é sempre destrutivo.
Viver o Amor nos torna mais sadios, mais dinâmicos, mais confiantes, mais produtivos, mais felizes, mais compreensivos, mais amigos.
Viver o medo nos traz doenças, nos torna desanimados, desconfiados, infelizes, revoltados, implicantes, etc...
Treinar a praticar o verdadeiro amor, até aprender é muito vantajoso para nós.
O Amor é paciente; O Amor é serviçal; O Amor não é invejoso; O amor não se exibe; O Amor não se incha de orgulho; o Amor não faz nada de inconveniente; O amor não procura o seu próprio interesse; o amor não se irrita; O Amor não guarda rancor; o Amor não se alegra com a injustiça; O amor se alegra com a verdade; o Amor tudo desculpa. O amor crê. O Amor espera; O amor tudo suporta; O Amor jamais passará. (1 Corintios-13)
Maria Luiza Marins Holtz
Encontramos pessoas que conseguem cultivar um relacionamento humano muito agradável. Têm facilidade de compreensão e de fazer amigos, são atenciosas e interessadas, não são desconfiadas, são calmas, alegres e sinceras e se projetam rapidamente onde vivem e trabalham. Normalmente, essas pessoas demonstram não serem gananciosas, porém, são bem sucedidas. Em diferentes situações, logo lideram, atraem outras pessoas e criam um ambiente construtivo. Seguramente aprenderam a viver o verdadeiro amor.
Emmet Fox, filósofo metafísico, que dedicou a sua vida ensinando o verdadeiro sentido de viver, nos dá explicações científicas sobre esse modo de vida:
Na realidade só há dois sentimentos que o ser humano pode cultivar: amor e medo. Todos os outros sentimentos são manifestações com aparências diferenciadas desses dois.
Assim, a alegria de viver, o interesse, a fé, a coragem, a paz, a beleza, a vitalidade, a ternura, a compreensão, a bondade, a amizade, a boa vontade... são manifestações do amor.
A raiva, o ciúme, a preocupação, a ansiedade, o ressentimento, o ódio, a culpa, a insegurança, a mágoa, a inimizade, a inveja, a ganância, a vingança... são manifestações disfarçadas do medo.
A grande diferença entre os dois sentimentos é que:
- O amor (e suas manifestações) é sempre criativo e construtivo e;
- O medo (e suas manifestações) é sempre destrutivo.
Viver o Amor nos torna mais sadios, mais dinâmicos, mais confiantes, mais produtivos, mais felizes, mais compreensivos, mais amigos.
Viver o medo nos traz doenças, nos torna desanimados, desconfiados, infelizes, revoltados, implicantes, etc...
Treinar a praticar o verdadeiro amor, até aprender é muito vantajoso para nós.
O Amor é paciente; O Amor é serviçal; O Amor não é invejoso; O amor não se exibe; O Amor não se incha de orgulho; o Amor não faz nada de inconveniente; O amor não procura o seu próprio interesse; o amor não se irrita; O Amor não guarda rancor; o Amor não se alegra com a injustiça; O amor se alegra com a verdade; o Amor tudo desculpa. O amor crê. O Amor espera; O amor tudo suporta; O Amor jamais passará. (1 Corintios-13)
Maria Luiza Marins Holtz
segunda-feira, 26 de junho de 2017
EM MEIO AO TEMPORAL
O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem temerei medo? O Senhor é a fortaleza da minha vida; a quem temerei?
Salmo 27.1
Conta-se que certa vez um menino acompanhava seu pai em busca de água numa fonte distante de casa. Enquanto o menino enchia os vasilhames, o pai fazia o translado, e esta operação se repetia até a casa está abastecida.
Certo dia, estando o menino só, na fonte, desabou forte temporal. O menino pensou em agir de diversas maneiras, mas... acomodou-se debaixo de um arvoredo na certeza de que o pai voltaria ao seu encontro. " Ele prometeu, então ele vem", pensava o menino. Até que ao longe avistou o pai e todo medo, toda a insegurança se foi.
Quando estamos firmados em Deus, haverá dias ruins, mas nunca estaremos em desespero porque o que o Pai prometeu cumpri. A experiência nos ensina que Deus jamais abandona um filho seu. E quando Deus corre ao nosso encontro todo o medo, tristeza, insegurança desaparecem e reina uma paz calma e serena, mesmo que seja em meio a um grande temporal.
sábado, 21 de novembro de 2015
quinta-feira, 9 de julho de 2015
domingo, 21 de junho de 2015
domingo, 19 de abril de 2015
PROMESSAS NA HORA DO MEDO
Realçamos o que Deus disse a Josué, líder de Israel no tempo da conquista, diante de inimigos que precisavam ser enfrentados: "Não os temas, porque os tenho dado na tua mão; nenhum deles te poderá resistir".
Aplica-se esta promessa a nós? É claro que sim.
No entanto, quero chamar a atenção para o fato de que o Evangelho não é um baú de promessas. As promessas do Antigo Testamento pressupõem dois compromissos por parte do ouvinte delas: santidade e sabedoria.
Santidade e sabedoria indicam que a ajuda do Alto não é autoajuda. Autoajuda é aquele varandão de frases feitas, dizendo que vamos vencer e que Deus está conosco. Ajuda do Alto é o conjunto das sinceras promessas de Deus, que, para serem recebidas, demandam santidade e sabedoria.
O santo, ao levar Deus a sério, fica habilitado a compreender a Sua vontade para conosco, mesmo em meio às tribulações.
O sábio ouve Deus falando na Sua Palavra e evita as armadilhas. A sabedoria é uma espécie de bênção antecipada de Deus, ao evitar problemas, que Deus não precisará mais resolver.
Fonte: http://www.prazerdapalavra.com.br/
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
domingo, 21 de outubro de 2012
sábado, 26 de maio de 2012
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