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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

COMO UMA ÁRVORE FRUTÍFERA

"Vós não me escolhestes a mim mas eu vos escolhi a vós, e vos designei, para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda" 

João 15:16

Um Brâmane comparou o missionário Cristão a uma mangueira.
Quando seus galhos estão carregados de frutas é atacada com pedras e paus pelos transeuntes que por ela passam. E como responde a esses ataques? Colocando suas frutas aos pés daqueles que a atingem. Ao término da estação das frutas, ela está danificada, cheia de cicatrizes, suas folhas rasgadas, seus galhos quebrados. Mas no ano seguinte ela produz mais frutos do que no anterior.

Nós, em mansidão, devemos agir da mesma forma no mundo. Ao sermos atacados por palavras ou atitudes cruéis devemos nos ocupar em produzir frutos, oferecendo-os para alimentar aos nossos agressores. Esta é a vontade do Senhor que nos enviou exatamente para produzir frutos que permaneçam para sempre.

Ao revidarmos um ataque, seja ele qual for, estaremos nos igualando àqueles que nos atacam, entristeceremos o coração de Deus e, com o espírito abatido e desanimado, poderemos ver os galhos de bênçãos de nossa árvore secarem e se tornarem improdutivos.

Se alguém feriu você de tal maneira que deixou em sua vida cicatrizes, responda com amor e misericórdia. Logo o Senhor restaurará a sua alegria, você se esquecerá completamente da agressão sofrida e todas as marcas desaparecerão. E o melhor você continuará produzindo frutos e vivendo abundantemente. 

O amor é o melhor adubo para tornar nossa vida mais e mais frutífera.

Paulo Roberto Barbosa

quarta-feira, 22 de março de 2017

O MISSIONÁRIO

David Livingstone nasceu na Escócia, em 1813. Em sua mocidade, ele decidiu-se a propagar o cristianismo na África e tornou-se o maior missionário que aquele continente já conheceu.

Em suas viagens pelo interior da África, ele estudou a natureza e descobriu dezenas de espécies de raízes comestíveis e de frutos do deserto, que não eram cultivados. Com esses estudos tornou-se um médico naturalista, ajudando pessoas que vinham de povoados às vezes muito distantes, para receberem seu tratamento.

Percorreu todo o interior da África, onde perdeu sua própria esposa, vitimada por uma febre fatal. Mesmo assim, continuou sua missão de pregar o amor de Cristo.

Estava muito próximo de realizar um de seus sonhos, que era encontrar a nascente do rio Nilo, quando faleceu. Seus companheiros de peregrinação o encontraram de joelhos ao lado da cama; no momento de sua partida, estivera conversando com Deus, de quem sempre falava aos nativos.

Ali mesmo, em baixo de uma árvore, foi enterrado o coração de Livingstone. Durante alguns meses, os companheiros africanos de Livingstone levaram seu corpo embalsamado, até a costa do Atlântico, onde seria transportado para sua terra natal.

Na Abadia de Westminster, ele foi sepultado entre os monumentos de reis e heróis da Inglaterra. Em seu túmulo, foi escrito: "O coração de Livingstone ficou na África, seu corpo descansa na Inglaterra, mas sua obra continua."

Anos mais tarde, outros missionários resolveram retomar os caminhos de Livingstone na África. Quando começaram a falar de Cristo e de seu amor, ficaram surpresos ao ouvir dos nativos:

"Nós já conhecemos esse homem! Ele viveu aqui conosco.!

"Não é bem isso", disse o missionário. Estamos falando de Jesus Cristo, que viveu há quase dois mil anos"- explicaram os missionários ingleses.

"O homem que você falou esteve por aqui também" – responderam os africanos. Livingstone teve uma vida tão exemplar que foi confundido com o próprio Cristo...

P.S. – Colocando o coração em tudo o que fizeres, "o sol não te molestará de dia e nem a lua de noite". O Senhor guardará a tua estrada e a tua saída desde agora e para sempre. (Salmo, 121:6, 7, 8).

Esta história está no livro " É Óbvio ".
Prof. Gretz

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

NOSSO MINISTÉRIO

Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações...

Mateus 28. 19

Geralmente quando lemos Bíblia, nas passagens que falam sobre os discípulos, notamos a presença marcante dos doze à sua volta. Eles designados para estar diariamente com Jesus e serem seus auxiliares.

Mas, juntamente com o autor do cristianismo, seguia numerosa multidão, eram os discípulos que também, de alguma forma, tinham parte no ministério de Cristo. Provavelmente eram pais de família, jovens, mulheres, crianças pessoas que reconheceram estar vivendo sem razão e carentes de palavras que lhes aquecessem o coração. A mensagem arrebatava milhares, é só lembrar da multiplicação dos pães e peixes, mais de cinco mil homens foram mulheres e crianças.

Jesus Produziu vários discípulos. Era essa uma de suas missões, a obra que lhe fora designada, era abrir o caminho para o céu por meio do sacrifício, e a outra, objetivava em discipular. Jesus esmerava-se com o fim de “conseguir” o Maximo possível de ovelhas para um aprisco incorruptível.

Que lição podemos tomar para nossas vidas! A de esforço e amor pelas almas que caminham sem Deus. Façamos um exercício de memória: Quantas almas nós ganhamos para Cristo? Se o numero é baixo, talvez nossa missão enquanto discípulo do mestre esteja acompanhada de fracasso.

Contudo, o número de almas ganho no serviço, por nosso intermédio, é um elemento ou indicador que nós, precisamos continuar, independente dos números.