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domingo, 12 de maio de 2024

SALÁRIO DE MÃE

Um estudo mostrou que uma mãe atua em várias áreas:

Ela cria os filhos, cozinha para a família, cuida e mantém limpa e em ordem a casa, lava a roupa e louça da família. Ela faz o trabalho de enfermeira e médico quando os filhos estiverem doentes, e de um psicólogo quando estão em conflito, de uma economista com as finanças apertadas da casa e de uma professora com as tarefas de casa dos filhos.

Numa família comum, se uma pessoa fosse contratada para fazer cada uma dessas tarefas seria uma fortuna. O site Americano www.salary.com calculou que o salário em média de uma mãe (Americana), que fica em casa seria 134.121 dólares por ano (mais de R$ 247.000,00). Isso é se ela fosse paga!

Quanto é que uma mãe ganha para fazer tudo isso? Em termos financeiros – nada. Mas, ela não faz pelo dinheiro, ela faz por amor.

E, é justo que, ao menos uma vez por ano, Os homens honre as mulheres que fazem tanto sacrifício com tão pouco reconhecimento.

domingo, 14 de maio de 2023

TRÊS HOMENS E SUAS MÃES

Ted escrevia para sua mãe todo dia. Ele sempre começava a carta com a mesma frase: “Minha preciosa queridinha mainha”.

Frank era tão ligado a sua mãe que quando ele mudou-se para a faculdade ele pediu que sua mãe fosse com ele. Aquela faculdade foi Harvard, e ela foi.

Harry era mais apegado ainda com a sua mãe. Seus assessores frequentemente ficaram frustrados porque sempre que Harry tinha uma decisão difícil ele queria ligar para a mãe dele, para pedir a opinião dela.

Um psicólogo, hoje, talvez diria que estes homens tinham uma obsessão com suas mães. Certamente diria que eram dependentes demais. Talvez diria que eram homens que não conseguiram se realizar sozinhos, homens inseguros.

Mas, Ted Roosevelt (presidente dos EUA de 1901-09) aquele que escrevia para sua mãe todo dia, não parece ter sido um homen dependente demais.

O primo dele Franklin Roosevelt (presidente dos EUA de 1933-45), que levou sua mãe com ele para Harvard - parece que consegiu se realizar bem na vida.

Harry Truman, o sucesssor de Roosevelt (presidente dos EUA de 1945-53) frequentemente ligava para sua mãe da Casa Branca para pedir sua opinião. Ele não nos parece ser um homem inseguro ou dependente.
 
Depender de mãe ou confiar naquela que nos criou de fato pode ser um sinal de um homem que sabe valorizar o serviço humilde e abnegado daquelas cujo serviço muitas vezes é ignorado pelo mundo. Que todos nós saibamos valorizar as nossas mães.
 
Adaptado de uma pregação de Max Lucado

domingo, 9 de maio de 2021

TRÊS HOMENS E SUAS MÃES

Ted escrevia para sua mãe todo dia. Ele sempre começava a carta com a mesma frase: “Minha preciosa queridinha mainha”.

Frank era tão ligado a sua mãe que quando ele mudou-se para a faculdade ele pediu que sua mãe fosse com ele. Aquela faculdade foi Harvard, e ela foi.

Harry era mais apegado ainda com a sua mãe. Seus assessores frequentemente ficaram frustrados porque sempre que Harry tinha uma decisão difícil ele queria ligar para a mãe dele, para pedir a opinião dela.

Um psicólogo, hoje, talvez diria que estes homens tinham uma obsessão com suas mães. Certamente diria que eram dependentes demais. Talvez diria que eram homens que não conseguiram se realizar sozinhos, homens inseguros.

Mas, Ted Roosevelt (presidente dos EUA de 1901-09) aquele que escrevia para sua mãe todo dia, não parece ter sido um homem dependente demais.

O primo dele Franklin Roosevelt (presidente dos EUA de 1933-45), que levou sua mãe com ele para Harvard - parece que consegui se realizar bem na vida.

Harry Truman, o sucessor de Roosevelt (presidente dos EUA de 1945-53) frequentemente ligava para sua mãe da Casa Branca para pedir sua opinião. Ele não nos parece ser um homem inseguro ou dependente.
 
Depender de mãe ou confiar naquela que nos criou de fato pode ser um sinal de um homem que sabe valorizar o serviço humilde e abnegado daquelas cujo serviço muitas vezes é ignorado pelo mundo. Que todos nós saibamos valorizar as nossas mães.
 
Adaptado de uma pregação de Max Lucado

domingo, 12 de maio de 2019

AMOR DE MÃE

o amor materno tem sido decantado através dos séculos por milhares de poetas, em prosa ou em verso, das mais humildes às mais soberbas, de todos os cantos da terra e de todas as formas.

Recentemente amplo noticiário nos dá conta do grande amor revelado por uma mãe inglesa que preferiu morrer para que o seu filho vivesse. Ela estava grávida quando descobriu ser possuidora de pertinaz enfermidade. A única medicação, no caso, seria grandemente prejudicial ao feto. Assim, ela deixou que a moléstia tomasse conta de seu organismo, para que, o filho querido ficasse ileso. Veio a morrer de câncer logo após o parto. O filho nasceu perfeito.

"O amor é forte como a morte; as suas brasas são brasas de fogo, labaredas do Senhor" (Ct 8.6).

segunda-feira, 10 de abril de 2017

O JOGADOR

Era meia-noite quando abandonou a mesa de jogo e tinha perdido toda sua fortuna. Instintivamente tomou o caminho de casa. A cabeça lhe ardia e um enorme peso lhe esmagava o cérebro. Pensou em sua família, em sua esposa que naquela hora da noite deveria esperá-lo, tremendo de frio, aflita, junto ao berço do filhinho adormecido.

"Que lhe daria?" pensava ele enquanto percorria o caminho para casa. Ao chegar, com mão trêmula pôs a chave na fechadura e tremeu ainda ao escutar o ruído da porta, semelhante a um gemido.

A voz do remorso se fez ouvir em sua consciência, num grito plangente e sentiu como se um punhal lhe atravessasse as entranhas.

Era você? - perguntou-lhe a esposa e no mesmo instante, reconhecendo-o, ela o abraça e o beija.

– Repara! Que coisa horrível! Estive pensando que você tinha perdido tudo e que já não tínhamos um cantinho onde colocar o berço do nosso filho... Que tolice, não é verdade?...

E ela lhe dizia tudo isso com o olhar fixo no seu, estendendo-lhe as mãos, feliz pela sua presença.
 
E, se fosse verdade? - ele responde em tom frio e seco como o daquele que, reconhecendo suas faltas, procura fugir ao castigo, fazendo sentir a superioridade de suas forças materiais.

A mulher permaneceu com os olhos muito abertos, quase pasmada, porque havia pressentido que uma desgraça iria alcançá-los. Logo, porém, com uma mão apoiada no berço do filhinho, disse: "Que importa? Uma mulher sempre encontra algo para alimentar seu filho."

Havia tanta autoridade em sua atitude, tanta resolução em seu semblante, que o miserável esposo, caindo de joelhos, exclamou, com lágrimas nos olhos: "Perdoe-me"

Desde esse dia Tomas foi o melhor dos esposos e o mais honrado dos homens. Vencido pela atitude de uma mãe - a mãe de seu filho -, não quis ser menos do que ela. E, infatigável no trabalho, recuperou a fortuna perdida. 

León Tolstoi

domingo, 8 de maio de 2016

O VELHO SUETER

Em meu guarda-roupa há um suéter que raramente uso. Está muito pequeno. As mangas estão muito curtas e os ombros muito apertados. Faltam alguns botões e o tecido está esfarrapado. Eu devia jogá-lo fora. Não há razão de conservá-lo. Eu nunca o usarei novamente. A lógica que eu devia desocupar o lugar e me livrar deste suéter.

Isso é o que a lógica diz.

Mas o amor não me permite jogá-lo fora.

Algo peculiar sobre este suéter me faz conservá-lo. O que há de especial nele? Em primeiro lugar, não há nele nenhuma etiqueta. Em nenhum lugar se diz que foi feito na Tailândia, ou que deve ser lavado em água fria. Ele não tem etiqueta porque não foi feito numa fábrica. Não tem etiqueta porque não foi feito numa linha de montagem. Não é o produto de empregado anônimo que o fez para ganhar a vida. É a criação de uma mãe dedicada expressando seu amor.

O suéter é singular. Único de sua espécie. Não pode ser substituído. Cada laçada foi feita com cuidado. Cada fio foi selecionado com afeto.

E apesar de o suéter ter perdido sua utilidade, não perdeu nada do seu valor. Ele não é valioso por causa de sua função, mas por causa de quem o fez.

Isto deve ter sido o que o salmista tinha em mente quando escreveu: "Entreteceste-me no ventre de minha mãe." (Salmo 139:13)

Max Lucado em “O Aplauso do Céu”, Editora United Press Ltda., 1997 Campinas, São Paulo

sábado, 26 de julho de 2014

A FORÇA DO AMOR

Durante um incêndio em uma floresta, um pássaro demonstrava desespero enquanto tentava aproximar-se do ninho em uma árvore, onde seus filhotes viviam desespero semelhante pela ameaça do fogo e da fumaça que já os alcançava. Aquele pássaro sabia que se não conseguisse retirar os filhotes dali, o mais rápido possível, todos seriam queimados. Seus vôos rasantes indicavam as tentativas frustradas de aproximação do ninho, enquanto a árvore começava a queimar-se.

Em dado momento, a mãe-pássaro decidiu "invadir" o ninho, cortando o calor e a fumaça ao pousar junto dos filhotes. De imediato, os cobriu com as suas asas enquanto o fogo sapecava tudo, matando-a instantaneamente. Porém, os filhotes foram salvos pela proteção da mãe.

Embora seja a respeito de um pássaro, esse fato ilustra bem o amor demonstrado por uma mãe, mas também aponta para a realidade divina que alerta:

Pode uma mulher esquecer-se tanto do filho que cria, que se não compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas, ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, me não esquecerei de ti (Is 49.15).

Fonte: http://minhateca.com.br/

domingo, 11 de maio de 2014

O VALOR DE UMA DONA DE CASA

Ontem recebi um e-mail com um mensagem muito importante sobre o valor e a importância das senhoras que trabalham no lar e gostaria de compartilhá-los com todos vocês.

Um homem chegou a casa, após o trabalho, e encontrou seus três filhos brincando do lado de fora, ainda vestindo pijamas. Estavam sujos de terra, cercados por embalagens vazias de comida entregue em casa.

A porta do carro da sua esposa estava aberta. A porta da frente da casa também. O cachorro estava sumido, não veio recebê-lo. Enquanto ele entrava em casa, achava mais e mais bagunça.

A lâmpada da sala estava queimada, o tapete estava enrolado e encostado na parede. Na sala de estar, a televisão ligada aos berros num desenho animado qualquer, e o chão estava atulhado de brinquedos e roupas espalhadas.

Na cozinha, a pia estava transbordando de pratos; ainda havia café da manhã na mesa, a geladeira estava aberta, tinha comida de cachorro no chão e até um copo quebrado em cima do balcão. Sem contar que tinha um montinho de areia perto da porta.

Assustado, ele subiu correndo as escadas, desviando dos brinquedos espalhados e de peças de roupa suja. 'Será que a minha mulher passou mal?' ele pensou.

'Será que alguma coisa grave aconteceu?' Daí ele viu um fio de água correndo pelo chão vindo do banheiro. Lá ele encontrou mais brinquedos no chão toalhas ensopadas, sabonete líqui espalhado por toda parte e muito papel higiênico na pia. A pasta de dente tinha sido usada e deixada aberta e a banheira transbordando água e espuma.

Finalmente, ao entrar no quarto de casal, ele encontrou sua mulher ainda de pijama, na cama, deitada e lendo uma revista. Ele olhou para ela completamente confuso, e perguntou: "O que está aconteceu aqui em casa? Por que toda essa bagunça? "

Ela sorriu e disse: "Todo dia, quando você chega do trabalho, me pergunta: 'Afinal de contas, o que você fez o dia inteiro dentro de casa?' - Bem... Hoje eu não fiz nada, FOFO!!!!"

Marco Antonio Vedovelli

sábado, 12 de maio de 2012

AMOR QUE SACRIFICA

Alguns anos atrás li uma história que ficou gravada indelevelmente em minha mente.

Uma senhora que vivia tentando por muitos anos ter um filho, viu seu sonho realizado. Recebeu dos braços da enfermeira um lindo bebê. Porém, qual não foi a sua surpresa quando notou que a criança havia nascido sem orelhas. Preocupada, perguntou ao médico se o menino tinha perfeita audição. Um exame foi realizado e ficou constatado que o aparelho auditivo era normal.

A mãe, conformada, levou o filho para casa. Seu amor não diminuiu pela criança, mas à medida que esta crescia observava o tratamento que outras crianças lhe davam. Com freqüência seu filho voltava para casa chorando! Isso era como uma punhalada a ferir e magoar o coração daquela mãe.

Consultou o médico, novamente perguntando se algo poderia ser feito pelo filho. O doutor revelou que se encontrassem alguém que doasse um par de orelhas, poderiam tentar um implante quando o rapaz chegasse aos 21 anos.

Os anos se passaram e um dia os pais revelaram a alvissareira notícia de que tinham encontrado alguém para doar as orelhas. A operação foi realizada com grande êxito. Qual não era a satisfação e a alegria daquela mãe ao contemplar o jovem, olhando-se no espelho e dizendo:

- Veja, mãe, sou agora como todos os outros rapazes. Voltava-se então, para sua mãe e lhe perguntava:

- Mamãe, quem foi que me doou este par de orelhas?

- Ah! Meu filho, agora não podemos revelar-lhe ma um dia irá saber.

Passaram-se os anos e o jovem casou-se e teve filhos, todos normais. Certa feita, ocorreu uma das grandes tristezas deste mundo: havia perdido sua mãe.
Na sala funerária, pai e filho, olham pela última vez o corpo inerte, gélido, daquela senhora tão bondosa. Depois que todos saíram, o pai diz ao filho:

- Meu filho, venha comigo despedir-nos de sua mãe.

Ambos se aproximaram do esquife e ali pela última vez o filho contemplou sua querida mãe. De repente, para surpresa daquele filho, o pai puxa de lado os longos cabelos negros de sua esposa e o filho observa, pela primeira vez que sua mãe não tinha mais orelhas.

Esta é a grande dimensão do Amor! Oferta! Sacrifício!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

SABEDORIA

Há palavras que ferem como espada, mas a língua dos sábios traz a cura."

Pv 12:18
 
O gabinete daquela escola de ensino médio se convertera, por alguns momentos, em palco para uma cena constrangedora.  Um aluno de 16 anos de idade estava ali, sentado, cabeça baixa, pensamento em desalinho, aguardando a sentença final. Os pais, desolados, olhavam em silêncio para o filho, sem saber o que dizer diante daquele momento acerbo.

Vários de seus professores já haviam dado seus depoimentos, todos desfavoráveis ao jovem rebelde. Se o garoto fosse expulso seria um peso a menos na sua árdua obrigação de ensinar... Se, se livrassem daquele estorvo sua tarefa ficaria mais leve, talvez pensassem alguns daqueles educadores.

O silêncio enchia a pequena sala, quando chegou o último professor para dar seu parecer sobre a questão: era o professor de física. Homem maduro, lúcido, educador por excelência, sentou-se e, antes de dizer qualquer palavra, olhou detidamente nos olhos de cada uma daquelas criaturas ali sentadas, e sentiu-se extremamente comovido diante da situação.

"Como poderia ajudar a resolver a questão sem prejuízo para o seu aluno? Afinal, para aquele nobre mestre, expulsar um aluno seria decretar a própria falência como educador."

Então, ele olhou carinhosamente para a mãe e perguntou: "O que está havendo? O que aconteceu para que a situação chegasse a esse ponto? "

Tamanha era a vibração de ternura que emanava da voz suave do educador, que a mãe se sentiu amparada na sua desdita e decidiu falar. Olhou com afeto para o filho, e, num tom de extremado carinho disse: "Meu filho! "

O jovem, diante da pequena frase que ecoou em seu íntimo com mais força do que mil palavras de reprimenda desatou a chorar... Chorou e chorou, compulsivamente... A comoção tomou conta do gabinete e as lágrimas rolaram quentes dos olhos daqueles pais sofridos, e também do professor e da diretora.

Após quase meia hora, as lágrimas foram cedendo lugar a um certo alívio, como se uma chuva de bênçãos tivesse lavado o travo de fel que pairava sobre a pequena assembléia...

Quebrando o silêncio, o garoto falou: "Mãe, posso lhe prometer uma coisa? Vocês nunca mais virão à escola por motivos como este."

Um ano se passou, e a promessa que o jovem fez se cumpriu. Um dia, o professor encontrou seu aluno no corredor da escola e lhe fez a pergunta que há muito desejava fazer: "O que fez você mudar, aquele dia, no gabinete?"

E o jovem respondeu um tanto constrangido: "É que minha mãe nunca havia me chamado de meu filho. Aquelas duas palavras, professor, pronunciadas pela minha mãe com uma sonoridade espiritual tão profunda, foram o suficiente para eu mudar o rumo da minha vida..."

O rapaz se despediu e se foi, deixando o mestre absorto em seus pensamentos... Em sua mente voltou a cena daquele dia distante, em que adentrou a pequena sala do gabinete... Em suas conjecturas se perguntou sobre qual seria a situação daquele moço, se tivesse sido expulso da escola naquela oportunidade... Pensou também na força da pequena frase: meu filho! E ficou a imaginar quão poderoso é o afeto de mãe.

E, como homem notável e admirável educador, concluiu, em seus lúcidos raciocínios: "O dia que as mães quiserem, elas mudarão o mundo."

Autor Desconhecido

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O VELHO SUÉTER

Em meu guarda-roupa há um suéter que raramente uso. Está muito pequeno. As mangas estão muito curtas e os ombros muito apertados. Faltam alguns botões e o tecido está esfarrapado. Eu devia jogá-lo fora. Não há razão de conservá-lo. Eu nunca o usarei novamente. A lógica que eu devia desocupar o lugar e me livrar deste suéter.

Isso é o que a lógica diz.

Mas o amor não me permite jogá-lo fora.

Algo peculiar sobre este suéter me faz conservá-lo. O que há de especial nele? Em primeiro lugar, não há nele nenhuma etiqueta. Em nenhum lugar se diz que foi feito na Tailândia, ou que deve ser lavado em água fria. Ele não tem etiqueta porque não foi feito numa fábrica. Não tem etiqueta porque não foi feito numa linha de montagem. Não é o produto de empregado anônimo que o fez para ganhar a vida. É a criação de uma mãe dedicada expressando seu amor.

O suéter é singular. Único de sua espécie. Não pode ser substituído. Cada laçada foi feita com cuidado. Cada fio foi selecionado com afeto.

E apesar de o suéter ter perdido sua utilidade, não perdeu nada do seu valor. Ele não é valioso por causa de sua função, mas por causa de quem o fez.

Isto deve ter sido o que o salmista tinha em mente quando escreveu: "Entreteceste-me no ventre de minha mãe." (Salmo 139:13)

Max Lucado em “O Aplauso do Céu”, Editora United Press Ltda., 1997 Campinas, São Paulo