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sexta-feira, 29 de março de 2013

A CRUCIFICAÇÃO


Era a hora terceira quando o crucificaram.

Marcos 15.25
Jesus havia passado pelo jardim do getsêmani, e lá, uma atmosfera de solidão tomou conta de Cristo, pois ele sabia que aquela turba de gente e autoridades, ia lhe abandonar e em seguida o condenar à morte no madeiro.

Nesse ambiente, Jesus passaria pelo maior de todos os desafios. Foi aí, no getsêmani onde ele sentiu enorme consternação ao ponto de seu suor transforma-se em gotas de sangue. Naquele momento, após de três vezes ser abandonado pelos discípulos, de uma vez que estes se achavam dormindo, ele disse para os seu: Basta!. Naquele momento, chegaram os que iam prendê-lo.

Dali e diante, o filho de Deus passaria por uma série de acusações mal elaboradas, mentiras e informações forjadas a fim de condená-lo. Os escárnios fizeram parte daquele momento, os bofetões, as zombarias, as pessoas que passavam e meneavam a cabeça e juntas pensavam que mais uma agitador estava pagando pelo seu erro.

Jesus sofreu tudo isso, e talvez não tenhamos a capacidade de imaginar a totalidade do sofrimento que ele realmente passou. O povo, que antes só havia recebido os benefícios Dele, na multiplicação dos pães e peixes, por exemplo, agora eles se reuniram para trocar Jesus por Barrabás.

Tudo ele sofreu em nosso lugar. Suportou a Cruz, que humilhação! Não disse nada ante aos escárnios, que lição! Jesus então depois de sofrer das nove da manhã até as três da tarde no madeiro, entregou o espírito a Deus, e morreu. Mas a historia não termina aí, ao terceiro dia quando as mulheres foram ao sepulcro, encontraram um anjo assentado sobre uma pedra, as mulheres receberam as boas novas: Ele não está mais aqui! Gloria a Deus por isso! Jesus, meu amigo ressuscitou, e agora está a destra de Deus.

Hoje é o dia da vitória. A angústia foi vencida pelo poder que havia no sangue de Jesus e o abandono no getsêmani cedeu lugar ao triunfo.


domingo, 30 de janeiro de 2011

A CRUCIFICAÇÃO


E, havendo-o crucificado, repartiram as suas vestes, lançando sortes, para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Repartiram entre si as minhas vestes, e sobre a minha túnica lançaram sortes.

Mateus 27. 35

Há mais de dois mil anos o mundo fala da história de Jesus, mas nunca se dá o devido crédito à Cristo, pois o tratam como um ser político que influenciou toda a humanidade. Quando fazem menção do filho de Deus, o colocam como aquele que, fundou o Cristianismo e o Islamismo. Mas o devido respeito, e o propósito da sua vinda são encobertos.

Mas qual seria então o objetivo da vinda de Jesus a Terra? Por que Deus entregaria seu filho unigênito para um povo que não o recebeu? A resposta, só encontramos quando observamos um dos atributos de Deus: A sua misericórdia. A Bíblia nos diz que a “sua misericórdia vai de geração a geração e, este mesmo atributo, é a explicação de não sermos consumidos”.

Foi esse também, a causa primordial da vinda Cristo sobre essa Terra. Junto à misericórdia, está o Amor de Deus; o próprio Deus é a essência do Amor e sendo assim, Ele mesmo apenas “materializou” o amor na pessoa de Jesus. Lá no Gólgota, exposto à vista de todos, o Filho do Homem suportou todas as injúrias e difamações de um povo que estava sendo beneficiado pela sua morte. Mas ele sustentou não apenas o peso da Cruz, como também, e em especial, o angustiante desprezo do seu Pai.

Tudo foi por mim, por você, por nós. Vamos agradecer mais uma vez por esse dia, mas em especial, pela misericórdia de Deus que foi oportuno à nós, agradecemos pelo amor de Deus que foi demonstrado providencialmente por nós.

domingo, 9 de janeiro de 2011

A MORTE DE JESUS



E Jesus, clamando outra vez com grande voz, entregou o Espírito.




Mateus 27. 50




O domingo é um dia diferente. Não falo isso porque paramos nossos afazeres do dia-a-dia, ou porque podemos nos reunir com a família, para o tradicional almoço de domingo ou quem sabem por causa da possibilidade de acordar mais tarde do que de costume. Mas existe algo diferente no ar no domingo, e não falo no cheiro agradável que exala das cozinhas ou das churrascarias que ficam movimentadas no domingo, hoje você há de concordar comigo que existe como que um mistério envolvendo esse dia. Hoje celebramos a ressurreição de Cristo.


Há dois mil anos contamos a mesma história, e acabamos nos emocionando com o que houve com o filho do Rei. Jesus, fora designado pelo seu próprio pai a salvar o mundo dos pecados dele, mas para isso, um alto preço foi requerido para que a obra fosse completa e eficaz. A vida do unigênito, o filho de Deus, foi escolhido para realizar tal façanha.


Somente a morte a morte de um justo poderia nos livrar de uma condenação sem perdão e inevitável ao inferno, porém, a misericórdia e o amor revelado por cada habitante, foi expresso por um sacrifício voluntário e perfeito. Cristo, então, humilhou-se sendo Rei para alcançarmos coisas superiores e celestiais.


Ele morreu, mas ressurgiu para vencer a morte e nos justificar diante de Deus. Agora, podemos dizer livres de qualquer orgulho, que somos salvos. Isso é um privilégio, mas que pode ser estendido a todos, basta para isso, olhar para o domingo se lembrar que hoje, tudo pode ser diferente, pois Jesus já fez o que era impossível aos homens.


domingo, 27 de dezembro de 2009

A CRUCIFICAÇÃO

Desde a hora sexta até à nona, houve trevas sobre toda a Terra.

Mateus 27.45

É impressionante vermos como Cristo na Cruz simplesmente entregou-se por nós demonstrando um amor sem limites. Lá no Gólgota, no ápice da prova do seu amor pela humanidade morrendo numa Cruz.

Uma coisa importante a ser observada, na passagem mostrada acima, é a manifestação da natureza quando da morte do Filho do “Homem”. Apesar de ninguém se manifestar a favor de Jesus para defendê-lo a fim de não ser morto na Cruz, houve, porém, a manifestação energética dos fenômenos ante a morte do Filho de Deus.

Jesus veio para nos dá vida em abundância por meio de um ato de amor em favor de cada um de nós. Contudo, o que não vimos, foi nenhuma manifestação humana a favor de Cristo, ao contrario, todos diziam: “Crucifica-o”, Crucifica-o”, “Crucifica-o”. A natureza, enquanto obra da criação do próprio Deus, manifestou-se em desacordo às atitudes direcionadas à Cristo. O céu escureceu, a terra tremeu e alguém disse que “Verdadeiramente este era o filho de Deus”. Lá no ponto máximo, quando Cristo estava prestes a expirar, e quando a natureza se manifestava, um homem pode encontrar-se com Deus.

Cerca de três horas, a Terra passou por um momento de completa escuridão, pois o Filho de Deus estava sendo oferecido em favor do resgate de muitos. Vemos que, nem mesmo a Terra, agüentou tamanho ultraje contra o filho de Deus, manifestando-se contra o desprezo do homem em relação a Cristo. Como você vai se posicionar diante da morte redentora de Cristo? Qual será seu posicionamento quanto a esse fato? Você vai receber esse sacrifício que foi realizado Ele em favor de você?

Tenha um bom domingo.

domingo, 13 de dezembro de 2009

A MORTE DO FILHO DE DEUS

Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos ladrões, um direita, outro à esquerda

Lucas 23

Hoje é domingo. Muitos se encontram nesse dia para conversar, almoçar juntos, ver o jogo na Globo, ou simplesmente descansar numa tarde de domingo. Domingo é uma ótima oportunidade para fazer todas essas atividades, e tantas outras que penderíamos aqui listar, mas esse dia é muito especial pois celebramos o dia da morte do Filho de Deus, Jesus.

É oportuno o dia de hoje para refletirmos sobre o assunto, não apenas imaginar na sua morte que chocou os seus discípulos e uma multidão incrédula, mas para pensarmos sobre o resultado dessa morte. Os resultados foram vários, mas destacamos aqui um deles; O livramento da condenação eterna.

Foi para isso que o próprio Deus entregou seu filho, foi para esse fim a morte de Cristo. Jesus foi entregue e morreu a pior das mortes: Ser pendurado numa Cruz. A pior das mortes da época foi dada ao filho de Deus, as Escrituras já previa a morte de Jesus, Ele mesmo foi se tornou maldito por cada de nós, para que hoje estivéssemos aqui, vivendo uma vida dada pela sua graça e misericórdia.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

ELE ESCOLHEU OS CRAVOS


Hoje, estava pensando: "é segunda, um ótimo dia para aquele que aceitou Jesus como seu Salvador, relembrar a morte do Filho de Deus". Eu não preciso nem falar como foi difícil para Jesus enfrentar todo o sofrimento: a traição, os açoites, a coroa de espinhos, as acusações falsas, a cruz pesada que teve que carregar, as bofetadas, ter suas roupas arrancadas e seu rosto cuspido e, ainda assim, permanecer calmo e sereno como se estivesse recebendo um bem.

Ao morrer naquela cruz, cumpriu todas as exigências de Deus - apresentando-se a si mesmo como um cordeiro se mácula e sem defeito - e suportou cada afronta com o objetivo único de salvar a mim e a ti. Fazendo isso, Ele declarou ao mundo que ama cada ser vivo: homem, mulher, criança, e isso inclui a mim e a você.

No entanto uma coisa me chama sempre a atenção: era preciso passar por tudo isso? Só a sua morte na cruz não era suficiente para me salvar? Afinal, não é com derramamento de sangue que se alcança a redenção? Não, Ele não precisava da coroa, dos açoites, da lança que lhe feriu o lado, mas Ele escolheu por mim. Queria me dizer que estava disposto a fazer de tudo e suportar tudo por mim.

Toda aquela cena no Calvário foi um grito de amor à humanidade e uma prova de que o homem precisa encontrar-se com Deus urgentemente porque está perdido e precisa ser aproximado.

Hoje, lembre-se de Deus e entregue-se a Ele através do louvor e agradecimento.

Fernanda Brum - Ele escolheu os cravos