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sexta-feira, 3 de junho de 2016

O MEU SÓCIO

E a pedra que erigi por coluna, será a casa de Deus; e de tudo quanto me concederes, certamente eu Te darei o dízimo. 

Gên. 28:22.


Muitos anos atrás, quando o fabricante de doces John Huyler fundou a sua empresa, ele adotou como sua a promessa de Jacó. Indo ao banco, abriu uma conta que identificou com as iniciais "M.S." Depositava regularmente naquela conta um décimo de sua renda. Quando lhe perguntavam o significado daquelas iniciais, Huyler respondia: "Meu Sócio."


Dando a Deus o primeiro lugar em suas transações comerciais, foi abençoado por Deus e sua fábrica prosperou de modo fenomenal. Toda semana, a obra do Senhor recebia quantias cada vez maiores de dinheiro. O valor dessas doações ficou tão grande, que espantou os sócios da empresa.


O interessante é que essas contribuições iam sempre acompanhadas por um pedido de que não se fizessem agradecimentos ao doador, mas que o beneficiário louvasse a Deus somente. "Afinal de contas", dizia Huyler, "o dinheiro não é meu; é do Senhor."
Fonte: Jesus Voltará

domingo, 31 de maio de 2015

NÃO POSSO DIZIMAR

Certa vez, um jovem desempregado pediu que seu pastor o ajudasse em oração, e prometeu que se Deus o abençoasse, ele passaria a dar fielmente o dízimo. O Senhor deu-lhe um emprego. Seu salário semanal foi de 10 dólares, sendo o dízimo de 1 dólar. Deus o fez prosperar, e seu dízimo passou a ser de 7 dólares por semana, e depois 10 dólares. Transferido para outra cidade, ali seu dízimo passou a ser 100 dólares por semana... E logo 200 dólares.

Depois de algum tempo, ele enviou o seguinte telegrama ao pastor: "Venha ver-me". O pastor foi à casa daquele moço, e ali conversaram longamente sobre o tempo passado. Finalmente o jovem, chegando ao ponto principal da conversa, perguntou: "O senhor lembra do dia em que eu, orando, prometi a Deus que se ele me desse um emprego, eu me tornaria um fiel dizimista?" "Sim, não esqueci de sua promessa, e creio que Deus também não a esqueceu", respondeu o pastor- "Porém, ouça o que vou lhe dizer agora. Quando fiz aquele voto, eu tinha que dizimar somente 1 dólar. Mas agora meu dízimo é de 200 dólares. Já não posso dizimar tanto dinheiro".

O pastor fixou seus olhos no jovem dizimista, e disse: "Parece-me que o irmão não está querendo livrar-se totalmente da promessa que fez a Deus. Sua dificuldade em dizimar é proveniente de sua prosperidade. Mas há algo que pode ser feito agora. Podemos nos ajoelhar aqui e pedir que Deus reduza a sua renda para que seu dízimo volte a ser de 1 dólar". (de "La Trombeta").

quinta-feira, 29 de maio de 2014

DIZIMISTAS DO MUNDO

No final da década de 80, acho que no ano de 1986, eu trabalhava numa agência bancária na cidade de Valença, estado da Bahia. E num belo dia do mês de junho, um empregado do bar do “seu” Júlio me procurou no banco, durante meu expediente, e trazia em suas mãos vários “vales” assinados por mim.



Eram vales de contas “penduradas” no bar, onde bebia com a turma após o expediente e a cobrança era feita “in loco” e o pagamento em dinheiro. Tinha esse hábito: bebia, pendurava a conta e autorizava o “seu” Júlio me cobrar todo final de mês.



Não lembro o valor total daqueles vales, mas lembro de que chegava a quase 18% do meu salário. Todo mês era assim, entre 15% e 20% do meu salário eram separados para as farras, as bebidas. Que absurdo!!!



Pagava a conta numa boa e no mesmo dia, após o expediente de trabalho, passava no bar e bebia algumas cervejas “renovando” a minha conta para o mês seguinte. E eu via muitos dos meus “amigos de copo” fazendo o mesmo: pagavam e renovavam a “conta birita”. E muitos o fazem até hoje, em todo o Brasil, em todo o mundo...



Na realidade agindo assim eu era um fiel dizimista do mundo, pois eu dava (ou rasgava) bem mais dos 10% que hoje, com alegria, damos de dízimos para a casa do SENHOR. Mas naquela época eu era, e muitos ainda o são hoje, dizimista do mundo!

Sidney Moreira da Silva