terça-feira, 29 de maio de 2018

TUDO É SAGRADO


O AMANHÃ PERTENCE A DEUS

"No dia da prosperidade regozija-te, mas no dia da adversidade considera; porque Deus fez tanto este como aquele, para que o homem nada descubra do que há de vir depois dele" 

Eclesiastes 7:14

Alfred Hitchcock (1899-1980), famoso diretor de filmes de suspense, contou uma parábola para a revista Guideposts (1959) sobre o desconhecido. "Houve, certa vez, um rei a quem foram concedidos dois desejos. Seu primeiro pedido foi ver o futuro. Porém, quando ele viu tudo que aconteceria adiante -- a beleza e a dor -- ele imediatamente pediu seu segundo desejo: que o futuro fosse ocultado. "Eu agradeço ao Céu", proclamou o mestre do suspense, "o amanhã não pertence a qualquer homem. O amanhã pertence a Deus".

Muitas vezes estamos tão preocupados com o dia de amanhã que esquecemos de viver o dia de hoje. Angustiamo-nos por ver demorar os nossos sonhos e anseios, concluímos que o nosso futuro é incerto, que nada dará certo para nós, e perdemos grandes oportunidades de viver felizes com as incontáveis bênçãos que o Senhor nos dá hoje.

O amanhã pertence a Deus e precisamos confiar que será maravilhoso, mesmo que o momento atual não apresente sinais de que será assim. Deus é amor e tudo que faz por nós está baseado em amor. Se não o experimentamos é porque a nossa afobação em alcançar a pretensa felicidade por nossos próprios méritos e esforços, por vezes, nos leva a atalhos fora da vontade do Senhor, impedindo, assim, que encontremos as bênçãos que Deus preparou e colocou à nossa disposição.

A nós cabe viver o dia de hoje da melhor maneira possível. Se a vontade do Senhor é que vivamos em amor, procuremos fazê-lo em todos os dias de nossa vida. Se a vontade do Senhor é que creiamos que Ele cuida de nós hoje e continuará cuidando por toda a eternidade, descansemos sem jamais duvidar disso. Se a vontade do Senhor é que testifiquemos da Sua grandeza aqui na terra, empenhemo-nos em fazer a nossa vida brilhar para a glória e honra do nome de Jesus.

O amanhã a Deus pertence, e será repleto de felicidade para nós que vivemos com alegria e dedicação cada minuto do dia de hoje.

Paulo Roberto Barbosa

ATITUDE CORRETA


segunda-feira, 28 de maio de 2018

SER DILIGENTE

Wesley publicou trezentas e setenta e uma obras, que podem ser classifi­cadas em: livros poéticos, filosóficos, históricos e teológicos. Viajava oito mil quilômetros por ano, a cavalo; pregava anualmente sete­centos e cinqüenta sermões; mantinha uma correspondência numerosíssima com personagens notáveis da Inglaterra, Estados Unidos e Austrália. Como lhe foi possível realizar tanta coisa? 

Um dos segredos dessa efi­ciência estava no método que ele seguia e desejava que seus auxiliares tam­bém o fizessem. Ele é descrito nas palavras seguintes: "Sejam diligentes; nunca fiquem sem emprego. Nunca estejam sobremodo ocupados com coisas triviais. Não percam tempo. Nunca gastem em lugar algum mais tempo do que o absolutamente necessário. Sejam pontuais. Façam tudo exatamente em seu tempo próprio".

PROCURANDO A VERDADE

domingo, 27 de maio de 2018

A GAROTA COM A MAÇÃ

Agosto de 1942 – Piotrkow, Polônia.

Naquela manhã, o céu estava sombrio, enquanto esperávamos ansiosamente. Todos os homens, mulheres e crianças do gueto judeu de Piotrkow tinham sido levados até uma praça. Espalhou-se a notícia de que estávamos sendo removidos. Meu pai havia falecido recentemente de tifo, que se alastrara através do gueto abarrotado.  Meu maior medo era de que nossa família fosse separada.

“O que quer que aconteça,” Isidore, meu irmão mais velho, murmurou para mim, “não lhes diga a sua idade. Diga que tem dezesseis anos”.
Eu era bem alto, para um menino de 11 anos, e assim poderia ser confundido como tal. Desse jeito eu poderia ser considerado valioso como um trabalhador. Um homem da SS aproximou-se, botas estalando nas pedras grosseiras do piso. Olhou-me de cima a baixo, e, então, perguntou minha idade. “Dezesseis”, eu disse. Ele mandou-me ir à esquerda, onde já estavam meus três irmãos e outros jovens saudáveis.

Minha mãe foi encaminhada para a direita com outras mulheres, crianças, doentes e velhos. Murmurei para Isidore, “Por quê?” Ele não respondeu. Corri para o lado da mãe e disse que queria ficar com ela.

“Não,” ela disse com firmeza. “Vá embora. Não aborreça. Vá com seus irmãos”. Ela nunca havia falado tão asperamente antes. Mas eu entendi: ela estava me protegendo. Ela me amava tanto que, apenas esta única vez, ela fingiu não fazê-lo. Foi a última vez que a vi.

Meus irmãos e eu fomos transportados em um vagão de gado até a Alemanha. Chegamos ao campo de concentração de Buchenwald em uma noite, semanas após, e fomos conduzidos a uma barraca lotada. No dia seguinte, recebemos uniformes e números de identificação. “Não me chamem mais de Herman”, eu disse aos meus irmãos. “Chamem-me 94938”.

Colocaram-me para trabalhar no crematório do campo, carregando os mortos em um elevador manual. Eu, também, me sentia como morto. Insensibilizado, eu me tornara um número. Logo, meus irmãos e eu fomos mandados para Schlieben, um dos sub-campos de Buchenwald, perto de Berlim.

Em uma manhã, eu pensei ter ouvido a voz de minha mãe. “Filho” ela disse suave, mas claramente, “Vou mandar-lhe um anjo”. Então eu acordei. Apenas um sonho. Um lindo sonho. Mas nesse lugar não poderia haver anjos. Havia apenas trabalho. E fome. E medo.
Poucos dias depois, estava caminhando pelo campo, pelas barracas, perto da cerca de arame farpado, onde os guardas não podiam enxergar facilmente. Estava sozinho. Do outro lado da cerca, eu observei alguém: uma pequena menina com suaves, quase luminosos cachinhos. Ela estava meio escondida atrás de uma bétula.

Dei uma olhada em volta, para certificar-me de que ninguém estava me vendo. Chamei-a suavemente em Alemão. “Você tem algo para comer?” Ela não entendeu.  Aproximei-me mais da cerca e repeti a pergunta em Polonês.  Ela se aproximou. Eu estava magro e raquítico, com farrapos envolvendo meus pés, mas a menina parecia não ter medo. Em seus olhos eu vi vida.

Ela sacou uma maçã do seu casaco de lã e a jogou pela cerca. Agarrei a fruta e, assim que comecei a fugir, ouvi-a dizer debilmente, “Virei vê-lo amanhã”. Voltei para o mesmo local, na cerca, na mesma hora, todos os dias. Ela estava sempre lá, com algo para eu comer – um naco de pão ou, melhor ainda, uma maçã. Nós não ousávamos falar ou demorarmos. Sermos pegos significaria morte para nós dois.

Não sabia nada sobre ela. Apenas um tipo de menina de fazenda, e que entendia Polonês. Qual era o seu nome? Por que ela estava arriscando sua vida por mim? A esperança estava naquele pequeno suprimento, e essa menina, do outro lado da cerca, trouxe-me um pouco, como que me nutrindo dessa forma, tal como o pão e as maçãs.

Cerca de sete meses depois, meus irmãos e eu fomos colocados em um abarrotado  vagão de carvão e enviados para o  campo de Theresiensatdt, na Tchecoeslováquia. Não volte”, eu disse para a menina naquele dia. “Estamos partindo”. Voltei-me em direção às barracas e não olhei para trás, nem mesmo disse adeus para a pequena menina, cujo nome eu nunca aprendi – menina das maçãs.

Permanecemos em Theresienstadt por três meses.

A guerra estava diminuindo e as forças aliadas se aproximando, muito embora meu destino parecesse estar selado. No dia 10 de maio de 1945, eu estava escalado para morrer na câmara de gás, às 10:00 horas. No silencioso crepúsculo, tentei me preparar. Tantas vezes a morte pareceu pronta para me achar, mas de alguma forma eu havia sobrevivido. Agora, tudo estava acabado. Pensei nos meus pais. Ao menos, nós estaremos nos reunindo.

Mas, às 08:00 horas ocorreu uma comoção. Ouvi gritos, e vi pessoas correndo em todas as direções através do campo. Juntei-me aos meus irmãos. Tropas russas haviam liberado o campo! Os portões foram abertos. Todos estavam correndo, então eu corri também. Surpreendentemente, todos os meus irmãos haviam sobrevivido.

Não tenho certeza como, mas sabia que aquela menina com as maçãs tinha sido a chave da minha sobrevivência. Quando o mal parecia triunfante, a bondade de uma pessoa salvara a minha vida, me dera esperança em um lugar onde ela não existia.

Eventualmente, encaminhei-me à Inglaterra, onde fui assistido pela Caridade Judaica. Fui colocado em um abrigo com outros meninos que sobreviveram ao Holocausto e treinado em Eletrônica. Depois fui para os Estados Unidos, para onde meu irmão Sam já havia se mudado. Servi no Exército durante a Guerra da Coréia, e retornei a Nova Iorque, após dois anos.

Por volta de agosto de 1957, abri minha própria loja de consertos eletrônicos. Estava começando a estabelecer-me. Um dia, meu amigo Sid, que eu conhecia da Inglaterra, me telefonou. “Tenho um encontro. Ela tem uma amiga polonesa. Vamos sair juntos!”. Um encontro às cegas? Não, isso não era para mim!

Mas Sid continuou insistindo e, poucos dias depois, nos dirigimos ao Bronx para buscar a pessoa com quem marcara encontro e a sua amiga Roma. Tenho que admitir:  para um encontro às cegas, não foi tão ruim. Roma era enfermeira em um hospital do Bronx. Era gentil e esperta. Bonita, também, com cabelos castanhos cacheados e olhos verdes amendoados que faiscavam com vida.

Nós quatro fomos até Coney Island. Roma era uma pessoa com quem era fácil falar e ótima companhia. Descobri que ela era igualmente cautelosa com encontros às cegas. Nós dois estávamos apenas fazendo um favor aos nossos amigos.

Demos um passeio na beira da praia, gozando a brisa salgada do Atlântico e depois jantamos perto da margem. Não poderia me lembrar de ter tido momentos melhores. Voltamos ao carro do Sid, com Roma e eu dividindo o assento trazeiro.

Como judeus europeus que haviam sobrevivido à guerra, sabíamos que muita coisa deixou de ser dita entre nós. Ela puxou o assunto, perguntando delicadamente: “Onde você estava durante a guerra?” “Nos campos de concentração”, eu disse. As terríveis memórias ainda vívidas, a irreparável perda. Tentei esquecer. Mas jamais se pode esquecer.

Ela concordou, dizendo:  “Minha família se escondeu em uma fazenda na Alemanha, não longe de Berlim . Meu pai conhecia um padre, e ele nos deu papéis arianos.”
Imaginei como ela deve ter sofrido também, tendo o medo como constante companhia. Mesmo assim, aqui estávamos, ambos sobreviventes, em um mundo novo. “Havia um campo perto da fazenda”, Roma continuou. “Eu via um menino lá e lhe jogava maçãs todos os dias” (que extraordinária coincidência, que ela tivesse ajudado algum outro menino).

“Como ele era?”, perguntei. Ele era alto, magro e faminto. Devo tê-lo visto todos os dias, durante seis meses.” Meu coração estava aos pulos! Não podia acreditar! Isso não podia ser! Ele lhe disse, um dia, para você não voltar, por que ele estava indo embora de Schlieben?”. Roma me olhou estupefata. “Sim!”. “Era eu!”.

Eu estava para explodir de alegria e susto, inundado de emoções. Não podia acreditar! Meu anjo! “Não vou deixar você partir”, disse a Roma. E, na trazeira do carro, nesse encontro às cegas, pedi-a em casamento. Não queria esperar. “Você está louco!”, ela disse. Mas convidou-me para conhecer seus pais no jantar do Shabbat da semana seguinte.

Havia tanto que eu ansiava descobrir sobre Roma, mas as coisas mais importantes eu sempre soube: sua firmeza, sua bondade. Por muitos meses, nas piores circunstâncias, ela veio até a cerca e me trouxe esperança. Não que eu a tivesse encontrado de novo, eu jamais a havia deixado partir. Naquele dia, ela ela disse sim. E eu mantive a minha palavra.

Após quase 50 anos de casamento, dois filhos e três netos, eu jamais a deixara partir.”

Herman Rosenblat –  Miami Beach, Florida

Esta é uma história verdadeira e você pode descobrir mais sobre ele no Google.
Ele fez Bar-Mitzvah com a idade de 75 anos.
Esta história está sendo transformada em filme, chamado “A cerca”.

SEM JESUS


sábado, 26 de maio de 2018

RELÓGIO DE BRINQUEDO

Um menino estava aprendendo a ver as horas no relógio de ponteiros. O pai, querendo incentivá-lo, o presenteou com um relógio de brinquedo, mas na hora ele não reparou que era de brinquedo.

Quando foi para a cama, naquela noite de sábado, deu-lhe corda e acertou-o com o relógio grande de parede, e então o colocou debaixo do seu travesseiro. De manhã, bem cedo, colocou a mão debaixo do travesseiro e pegou seu precioso relógio. Olhando o mostrador, na meia-escuridão, viu que o relógio marcava 8 horas. Saltou da cama e correu para o quarto dos pais gritando:

– Gente, já são oito horas! Nós vamos chegar atrasados na escola bíblica.

Mas o pai e a mãe não ficaram lá muito satisfeitos de serem acordados àquela hora, pois ainda eram cinco da manhã. Mandaram-no de volta para a cama e ele, entristecido, só então percebeu que o seu relógio, afinal, não era o que parecia ser. Por alguns momentos ficou acordado na cama, pensando no acontecido, e então se levantou, foi buscar uma chave de parafuso, e desmontou o presente.

Viu que embora o mostrador fosse bonito, ele percebeu que não tinha nenhuma daquelas “pecinhas” que um relógio de verdade tem, por isso não trabalhava. Naquela manhã, no culto matutino, o pastor falou sobre a passagem que diz que “a fé sem as obras é morta”.

– Você compreendeu o que o pastor disse, meu filho? – disse o pai, na hora do almoço.

– Sim, papai – respondeu o menino, ele falou sobre o meu relógio.

– Sobre o seu relógio, como assim? – indagou o pai, curioso.

– Sim, papai – disse o menino, o pastor falou que “a fé sem as obras é morta!”, igual ao meu relógio de brinquedo. Ele não trabalha, é um relógio morto!

Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma 

Tiago 2.17.

Fonte: https://www.sitedopastor.com.br

DEUS NÃO EXISTE


sexta-feira, 25 de maio de 2018

ÁRVORE CONFUSA

Era uma vez um belo jardim com maçãs, laranjas, peras e lindas flores. Tudo era alegria no jardim, com exceção de uma árvore que estava profundamente triste, pois não sabia quem era, nem o que tinha de fazer.

A macieira lhe disse que era muito fácil fazer saborosas maçãs, por que não tentar?

– Não a escute, disse-lhe a roseira, é melhor produzir rosas, não vê como elas são belas?

A árvore confusa, cada vez mais desesperada, tentava tudo o que lhe sugeriam, porém, como não lograva ser como as demais, se sentia cada vez mais frustrada.

Um dia chegou ao jardim uma coruja e ao ver o desespero da árvore confusa, exclamou:

– Não se preocupe, seu problema não é grave, muitos seres sobre a terra o têm, mas é fácil resolver, tão-somente não dedique sua vida para ser como os outros acham que você tem que ser. Seja você mesma, conheça a si mesma e ouça a sua vocação, a sua missão nesta vida.

– Como assim? Ser eu mesma, conhecer-me, vocação, missão? Perguntava a si mesma a árvore confusa, quando de repente uma doce voz ecoou em seu interior:

“- Você jamais dará maças porque você não é uma macieira, nem irá florescer a cada primavera, porque você não é uma roseira. Você é um carvalho, e seu destino é crescer forte e majestoso, o que lhe propiciará dar abrigo aos pássaros, sombra aos viajantes, beleza à paisagem. Essa é a sua vocação!”

A partir desse momento a árvore confusa não se sentiu mais em confusão, ao contrário, se sentiu forte e segura de si mesma e se preparou para ser tudo aquilo para o qual foi criada. E continuou a crescer.

O jardim ficou completamente feliz.

Conto indiano de autoria desconhecida.
Adaptado por Ronaldo Franco.
Fonte: Metáforas

UM GRANDE NÚMERO


quinta-feira, 24 de maio de 2018

REPARTIR O PÃO

Zélia Walters conta a história de um homem desempregado, por nome Donley, que se viu forçado a mendigar. Certa noite, uma bondosa senhora lhe deu um dólar, dizendo:

- Aí está, compre alimento; e não se desanime ainda quão difíceis as coisas pareçam. Há para o senhor, algures, um trabalho. Espero que o encontre em breve.

- Obrigado, a senhora me deu um novo impulso e um novo coração. Jamais esquecerei sua bondade.

Aquelas palavras o fizeram sentir-se como um homem, não um fracassado.

- O senhor estará se nutrindo do pão de Cristo; passe-o adiante - disse ela.

Donley gastou meio dólar num restaurante barato, e resolveu guardar o outro para o dia seguinte. Mas ao pensar no "pão de Cristo", não podia reservar o dinheiro só para si; e assim o repartiu com um velho camarada que estava com fome. Durante a refeição, Donley observou que o velho estava embrulhando um pedaço do pão num guardanapo de papel.

- Guardando alguma coisa para amanhã, hein?

- Oh, não! E que há um menino lá em baixo, na rua, que tem passado maus bocados, e eu o vi chorando com fome. Quero dar-lhe o pão.

Um terceiro faminto partilharia o pão de Cristo. Ambos levaram o alimento para o menino faminto, que começou a comê-lo avidamente. Logo o garoto parou de comer e chamou um cão perdido e assustado:

- Vem cá, amigo, vou te dar a metade.

A seguir, tomou a atitude de um novo rapaz. Pôs-se de pé, e começou a vender seus jornais com renovado vigor.

Após uma palavra de animação ao velho, Donley voltou-se e viu o cão perdido a farejar-lhe a perna. Acariciou-o e encontrou em torno de seu pescoço uma coleira em que se achava o nome do dono. Ao ir entregar o cão a esse dono, foram-lhe dados em recompensa dez dólares. Donley olhou para a nota, meio aturdido.

- Não desejava receber isto. Queria simplesmente devolver o cão a seu dono.

- Leve-a. O que o senhor fez vale mais do que isto para mim; e, ao que parece, o senhor precisa de um emprego, não é? Venha amanhã ao meu escritório.
Uma pessoa nunca perde ao repartir seu pão com um faminto.

"Bem-aventurados os misericordiosos."

FÉ E OBEDIÊNCIA


quarta-feira, 23 de maio de 2018

ACEITAR A VONTADE DE DEUS

Sabemos que todas as cousas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito." 

Romanos 8.28

Como é difícil aceitar a vontade de Deus em nossa vida! Na verdade, a gente só consegue dá graças ao Pai por tudo o que nos acontece, se de fato, cremos que Ele tem as melhores intenções a nosso respeito. Como, então, aceitar a dor, o sofrimento, a tragédia, a morte sem murmurar? Só se Deus estiver no controle de nossa vida, preenchendo o coração de fé e esperança.

É bom lembrar que cada um de nós é único, com anseios, desejos. Uma história de vida particular, inédita, só sua. E o caminho pelo qual Deus nos conduz precisa ser visto como bom e necessário para  nosso crescimento e felicidade.

Deus não se agrada de questionamentos ou avaliações precipitadas. Sua alma se entristece quando abrimos nossa boca em perguntas do tipo: 'Meu Deus, por que eu?' 'Por que isto foi acontecer?'. Às vezes, eu acho que não acreditamos que Deus esteja no controle e que tudo o que possa nos acontecer coopere para o nosso bem.

Na verdade, o que nos falta é fé. Não a fé que acredita em milagres e que clamando ao Pai gere a certeza de que Ele se levantará em nosso favor. Mas a fé que confia tanto em Deus que é capaz de aceitar os fatos tristes e doloridos da vida e até os inaceitáveis e, ainda assim, em meio a dor, ao sofrimento, a tristeza louvar ao Pai por sua bondade e cuidado.

Fandermiler Freitas

NA CASA DO TEMOR


terça-feira, 22 de maio de 2018

SEM MEDO DE CONFIAR

"Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem... Bendito o homem que confia no SENHOR e cuja esperança é o SENHOR" 

Jeremias 17:5, 7

Um milionário americano, durante toda a sua infância, foi ensinado pelo pai a não confiar em ninguém, nem mesmo nele. Deveria ser cauteloso com estranhos e, assim, correria menos perigos de ser enganado. Já adulto e casado, viu nascer seu primeiro filho. Ele repetiu os ensinos recebidos de seu pai. Um dia, quando o menino já estava um pouco crescido, sentado em sua cadeira alta de criança, o milionário abriu os braços diante do filho e disse: "Venha, meu filho, pule nos braços do papai". O menino imediatamente se jogou em direção ao pai que, abrindo os braços, deixou-o cair no chão. Ao olhar, assustado para o pai, o menino ouviu: "Eu lhe disse para não confiar em ninguém, nem mesmo em mim."

No mundo mal em que vivemos, precisamos ter muita cautela ao lidar com outras pessoas. Confiar pode ser um risco, um princípio de dor e sofrimento, uma decisão que poderá gerar arrependimento.

E se não podemos confiar em uma pessoa, em quem confiaremos nos momentos de angústia, de dúvidas e insegurança? Temos um Amigo em quem poderemos confiar sem temor. Ele está sempre ao nosso lado, tem as respostas para nossas aflições, a esperança para nossas causas perdidas, um abrigo onde poderemos descansar tranquilamente.

Quando confiamos no Senhor Jesus, a alegria volta aos nossos corações, os dias nebulosos voltam a ser ensolarados, os caminhos pedregosos se tornam planos e agradáveis de seguir, o túnel sem a luz em seu final se ilumina por completo e não temos medo de atravessá-lo.

Em quem você tem confiado?

Paulo Barbosa

NUNCA


segunda-feira, 21 de maio de 2018

AMANHÃ, É OUTRO DIA

Sempre gostei de gatos, na minha infância vivia com eles no colo. Um dia, já de tardezinha, quase noite, fui juntamente com minha irmã até a vizinha para buscar gelos com o propósito de fazer uma limonada, e levei o gato no colo. Ao chegar à casa da vizinha que na verdade distanciava um quarteirão de casa, o cachorro dela avançou em meu gato, e este por sua vez, correu velozmente até um pé de mamão.

Na minha pouca idade, fiquei desesperada, chamava o gato, espantava o cachorro e nada. O cachorro continuava a latir e o gato a subir cada vez mais alto. Eu não queria sair dali e deixar o meu gato.

Mas era necessário voltar com os gelos para minha mãe, fui chorando de tristeza, achando que nunca mais veria o meu gato. Quando cheguei, minha avó disse:- Pare com a choradeira, amanhã é outro dia, ele volta, e tudo ficará bem. Ainda assim, eu fui deitar chorando. Pela manhã, quando acordei, o meu gato estava ali no quintal. Que alegria! É como diz a palavra:- Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida. 

O choro pode durar uma noite; pela manhã, porém, vem o cântico de júbilo. Salmos 30:5. 

Hoje, quando passo por provações, choros, insônias e preocupações. Reflito a passagem da minha infância, onde fiquei tão ansiosa, com medo de não ver o meu gato nunca mais, e de manhã, lá estava ele. Não fique apreensivo. Não fique preocupado. Deus está no controle de tudo.

Ainda que a noite seja escura e triste, de manhã o sol aparecerá brilhando e aquecendo as nossas vidas, e se for um dia sem sol. A luz do dia já reflete a esperança de um novo amanhecer. Descanse somente em Deus. Amanhã é outro dia. 

Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso descansará. Salmos 91:1.

Valéria Belotti

UM DIA DE CADA VEZ


sábado, 19 de maio de 2018

A ALEGRIA DE PODER VOLTAR

"E, na mesma hora, levantando-se, voltaram para Jerusalém, onde acharam reunidos os onze e outros com eles" 

Lucas 24:33

"Parece que para todo lugar que vou, as coisas dão errado", dizia Roberto para seu amigo Pedro. "De qualquer maneira, você sempre pode parar e voltar", respondeu o amigo.

Estamos nós caminhando para o lugar certo? As coisas que começamos a fazer são, realmente, as melhores a fazer? Estamos certos de que nossas decisões são as mais acertadas?

Mesmo que as nossas respostas sejam "não" a todas as perguntas acima, Deus, em Seu grande amor, nos oferece a oportunidade de mudar de direção. Se estamos seguindo para o lugar errado, Ele nos mostra que o melhor lugar para ir é a Sua presença. Se o que fazemos não é bom, deixemos que o Senhor nos guie a fazer a Sua vontade. Se nossas decisões são equivocadas, peçamos ao Senhor que nos oriente a tomar as decisões que nos conduzam a um crescimento espiritual e a uma vida vitoriosa.

Ir para lugares errados não é o pior que pode acontecer em nossas vidas. Não reconhecer o erro e insistir em cometê-los é muito pior. Sábio é o que aprende a pedir perdão e está pronto a recomeçar. Sua vida será uma bênção e o nome de Jesus será glorificado em sua nova maneira de viver.

Os discípulos, desalentados no caminho para Emaús, ao ter um encontro com Jesus, voltaram para Jerusalém, lugar de suas bênçãos. E você, está animado para voltar e ser abençoado?

Paulo Barbosa

NUNCA OUÇA


sexta-feira, 18 de maio de 2018

DIAS MAUS

Ainda que o homem viva muitos anos, regozije-se em todos eles; contudo, deve lembrar-se de que há dias de trevas, porque serão muitos. Tudo quanto sucede é vaidade.

Eclesiastes 11:8


Quem nunca chorou? Quem viveu um ano inteiro sem a presença da dor, as garras do sofrimento e as cadeias da angústias? Ninguém! Até o Filho de Deus quando andou neste mundo chorou!

Todos nós conhecemos bem os soldados da tristeza: desilusão, traição, mentira, falsidade, morte, tragédia, acidentes, doenças etc. São tantos e atacam sem dó o coração humano, dilaceram as esperanças, tornam o homem desanimado e aprisiona a alegria. E muitos vencidos pela tristeza excessiva tiram a própria vida!

Já dizia uma música: "a vida não é um mar de rosa" - a própria Bíblia declara que os dias maus serão muitos! Foi assim com Davi - perseguido pelo próprio filho, chorando a morte de Jônatas; com Daniel - jogado na cova dos leões; com Paulo - açoitado, apedrejado, aprisionado, abandonado pelos amigos. Meu querido amigo, a tristeza faz parte da nossa vida!

Duas semanas atrás, fizemos uma enquete: "o que é mais triste?" e a resposta mais votada foi "O adeus de quem se ama". É claro que a resposta à questão se dará pela experiência de vida do votante. Já para mim, é a morte do cônjuge.

No entanto, devemos entender que Jesus veio a este mundo, viveu como homem, morreu nunca cruz e ressuscitou com um propósito: o de salva a alma do homem. Ás vezes, eu vejo as pessoas preocupadas demais com esta vida. São como Salomão - constroem casas, ganham dinheiro, conhecem os prazeres e quanto mais querem, mais se tornam infelizes. E, aos poucos, vão perdendo a alegria no olhar, sendo consumidos pela decepção das coisas. Já na velhice, Salomão gritou: tudo é vaidade, ou seja, não tem o valor que nós damos.

Se você está vivendo em tristeza, lembre-se: este mundo é só uma passagem, um curto momento de tempo. O que você precisa fazer é se preparar para encontrar com Deus. Naquele dia, Ele lhe dará a tristeza ou a felicidade eterna.
"Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida." Você tem a vida? 

Fandermiler Freitas

MENTIRA


quinta-feira, 17 de maio de 2018

VENCIDO PELA CÃIBRA

Na versão do amalequita, Saul lhe teria dito: "Arremete sobre mim e mata-me, pois me sinto vencido de cãibra" (2 Samuel 1:9). Saul não podia levantar-se, não podia lutar, não podia fugir - porque estava vencido pela cãibra. O rei estava imóvel, parado e derrotado, pois se achava vencido pela cãibra.

Mas não é só a cãibra que pode deixá-lo no chão. Às vezes você não é um vencido pela cãibra, mas é um vencido pelo sono, como Êutico, aquele jovem que caiu do terceiro andar e foi dado como morto (Atos 20:9). Às vezes você não é um vencido pelo sono, mas é um vencido pelo vinho (Isaías 28:1). Às vezes você não é um vencido pelo vinho, mas é um vencido pela mulher adúltera, cujos lábios "destilam favos de mel" (Provérbios 5:3) e "cujos pés não param em casa" (Provérbios 7:11).

Talvez você seja um vencido pelo temperamento, pela ira, pelo ódio, pela inveja, pela carne, pelo curso deste mundo, pela multidão ou pelo demônio.

Essa situação não é confortável, não é saudável, não é boa. Ser vencido por qualquer força estranha gera tristeza, gera remorso, gera desânimo, gera sentimento de inferioridade, gera vergonha, gera confusão, gera culpa, gera desespero. Você não é obrigado a ser vencido pelo mal. Essa rotina descabida precisa acabar. É você quem tem de vencer a cãibra, o sono, o álcool, as drogas, a preguiça, o amor ilícito, a incredulidade a amargura, o maligno

Insista na oração. Aprenda a dizer não a você mesmo. Não existe vitória sem renúncia, sem disciplina, sem perseverança. Assim como a criança começa a andar, comece a ceder, comece a abrir mão daquilo que o tomava vencido, comece a se acostumar com a vitória. Não vai demorar nada e você deixará de ser um vencido, para ser um vencedor. Por meio daquele que "sempre nos conduz em triunfo" (2 Coríntios 2:14). Deus o abençoe! 

Revista ULTIMATO- Novembro / Dezembro, 1998

É UMA REALIDADE, NÃO UM SONHO


quarta-feira, 16 de maio de 2018

PAGAR AOS DETRÁS

Se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que recompensa tereis?

 Lucas 6:33 

Numa fila de automóveis para se comprar comida num restaurante de comida rápida (fast food) pagarias a conta das pessoas do carro atrás de ti, sem os conheceres?

Este foi o desafio feito por uma estação de rádio cristã local para mudar a sua comunidade. Foi apelidado de "A diferença do condutor comprador." O objetivo era praticar-se um ato de bondade próprio de Cristo a pessoas que não o esperavam e deixar uma nota declarando que o que era feito de devia ao seu amor por Cristo.

Fazer isto, por quê? Porque gastar dinheiro pela comida de alguém - especialmente uma pessoa que não conhecemos e que pode ser hostil à nossa fé? Por que dar sem qualquer esperança de retorno? Soa a contracultura, mas a ideia tem uma forte base bíblica.

Nota o que Jesus disse quando Se dirigiu a uma grande multidão: "E, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? Também os pecadores amam aos que os amam. E, se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que recompensa tereis?" (Lc 6:32-33). Claramente, Jesus quer que façamos bem a pessoas que, definitivamente, não nos podem recompensar.

Quer estejamos a pagar a conta de alguém num McDonalds ou a colocar uma oferta na caixa do Exército de Salvação, a nossa preocupação, deverá ser a de dar abnegadamente - quer recebamos, ou não, crédito por isso. Quem podes abençoar hoje no nome de Jesus? - JDB

O MOTIVO DA DÁDIVA REVELA O CARÁCTER DO DOADOR MAIS DO QUE A PRÓPRIA DÁDIVA. 

MINISTÉRIOS RBC

SATISFEITOS CONSIGO MESMOS


terça-feira, 15 de maio de 2018

NINHOS NAS ÁRVORES

Em Mato Grosso, à beira do rio Cuiabá, os moradores passaram a se precaver das enchentes bem antes de elas chegarem. Descobriram que um determinado pássaro constrói ninho nas árvores que margeiam o rio, em lugares baixos, mas quando pressente as cheias, se prepara, fazendo ninho em lugares mais altos. Dessa forma os moradores se previnem muito antes de as enchentes chegarem, observando os pássaros.

Já na vida espiritual, muitas vezes não agimos assim. Ficamos tão encantados com o mundo que nos cerca que não conseguimos ver o mal se aproximando. E ao não reconhecer as pistas, nos deleitamos no pecado e acabamos sofrendo com as inundações.

O Senhor Jesus disse aos seus discípulos que observassem o tempo (a vida, as pessoas, os eventos, as palavras, as atitudes, as mercadorias) e fôssemos sábios para evitar tudo aquilo que irá nos prejudicar. Quem sabe se nós tivéssemos atento, não seriam atingindo tão frequentemente pelo mal?

Eis que um rio transborda, e ele não se apressa... (Jó 40.23)

segunda-feira, 14 de maio de 2018

UM PRIVILÉGIO QUE NÃO PODEMOS ABRIR MÃO

"Seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz" 

Isaías 9:6

"Se seu dia está muito cheio e você tem muitas coisas com que se ocupar, abra mão de suas leituras bíblicas e orações. Em outro dia qualquer você poderá se preocupar com isso. Assinado: Satanás."

Podemos abrir mão de qualquer coisa; podemos adiar qualquer atividade ou lazer; podemos fechar os olhos para qualquer preocupação; mas, nada deve nos impedir de buscar a Deus e colocar nosso dia e nossa vida em Sua presença.

Que benefício nos trará o dia se não buscarmos direção e orientação do Senhor? A que lugar iremos sem segurar nas mãos de Cristo e pedir que nos guie pelos caminhos desse mundo? Que esperança teremos de resolver problemas, de encarar as batalhas que estão diante de nós, se o Senhor não estiver nos fortalecendo e animando?

Sejam quais forem nossas atividades, sejam quais forem nossas decisões a tomar, sejam quais forem as dificuldades que teremos de enfrentar, tudo será mais fácil com a graça e a unção de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Ele é o nosso Pastor, o nosso Conselheiro, o Príncipe que nos enche de paz e nos conduz pelos caminhos seguros da felicidade.

Quando oramos e lemos a Palavra de Deus, somos fortalecidos e edificados espiritualmente. Quando o Senhor está em nossos corações, não somos enganados como nos sugere o texto inicial. Cristo sempre será nossa prioridade, não importam as demais coisas a fazer.

Você costuma passar o dia com o Senhor ou o deixa para quando sobra tempo?

Paulo Barbosa

domingo, 13 de maio de 2018

PARA TODAS AS MÃES

Existe mães de todos os tipos, algumas quase perfeitas e que enche os corações dos filhos de sonhos, os fazem fortes para enfrentar o mundo; Algumas, vão além disso, explicam a necessidade do homem de encontrar Deus. 

Outras são difíceis de entender: ao se aventurarem a viver criam problemas para os filhos além do necessário e ao se perderem na estrada atraem escuridão para o lar e produzem espinhos onde a estrada deveria ser calma. Por quê?

Difícil de explicar. Quem sabe cada um de nós não tem a mãe que precisa para crescer e alcançar o que Deus planejou para nós ou quem sabe, não somos nós, sempre nós que ao fugirmos da vontade de Deus e nos perdemos e nos tornamos o que não éramos para ser! Quem saberá?

Mas, de fato, apesar dos apesares, as mães possuem algo muito maior que ela: o Amor....

Que Deus abençoe todas as mães.

Turma do Balão Mágico - Minha mãe






VOCÊ TINHA RAZÃO


TRIBUTO ÀS MÃES...

Maio é o mês das Noivas, das Mães e da Família... e tudo tem a ver com a mulher... a peça mais singela e inspiradora de todo o divinal esquema!

Em português MÃE; em inglês MOTHER; em francês MERE; em espanhor MADRE; em italiano MAMMA; em alemão MUTHER; em galês MAM; em hebraico IMA; em russo MAT; em mongol EME; e na língua de alguns índios norte americanos MARAQUE... Não é curioso notar que a mesma letra “M” esteja na palavra, que em diferentes idiomas designa aquela que nos trouxe à vida? Isto tem uma explicação: É que o “M” é uma consoante labial, e os lábios são a primeira parte do corpo que o ser humano, quando ainda bebê, usa no ato da amamentação. Aliás, é evidente a semelhança entre as palavras mamãe e mamar. E também é interessante que a mãe de Jesus se chamava Maria, que em hebraico é Miriam – com um “M” no começo e outro no fim. E a letra “M” só poderia estar na palavra AMOR, afinal, Mãe é amor, amor no melhor da sua essência.

Uma mulher existe que, pela imensidão de seu amor, tem um pouco de Deus, e que em si, naturalmente, tem muito de um anjo, pela incansável solicitude dos cuidados seus...

Uma mulher que, ainda sendo jovem, tem a tranquila sabedoria de uma anciã, e que, já estando na velhice, tem o admirável vigor da juventude...

Se ela for de pouca instrução, mesmo assim desvendará com intuição inexplicável, praticamente todos os segredos da vida...

Mas se ao contrário, for muito instruída, agirá com a simplicidade e a pureza de uma menina...

Uma mulher que sendo pobre, tem como recompensa a felicidade dos que ama...

Mas que, se por acaso for rica, todos os seus tesouros daria para não sofrer no coração a dor da ingratidão...

Sendo frágil, ainda assim consegue reagir com a bravura de um leão; e sendo corajosa, mesmo assim “morre” de medo do futuro, onde o filho crescerá e lhe sobrará a solidão...

Mãe é isso, uma mulher que, enquanto viva, não lhe damos o devido valor, porque ao seu lado todas as dores são esquecidas; entretanto quando morta, daríamos tudo o que somos e tudo o que temos para revê-la, nem que seja por apenas um momento...

Oh, como seria bom receber novamente um abraço dela, e ouvir de seus lábios uma só palavra, ou o estalar de um beijo, ou ainda, mesmo que em silêncio e ainda que só na penumbra, vislumbrar o seu último sorriso...

Ah, por que será que Deus permite que as Mães vão se embora primeiro? Ora, Mãe não deveria ter limite de tempo, teria que ser tempo sem hora, rostinho sem rugas, luz que não se apaga, e flor que nunca se murcha... São quimeras! somente quimeras! Pois Deus sabe muito bem o que faz!

Ser Mãe é assumir de Deus o dom da criação, da doação e do amor incondicional, é um amor lindíssimo, sincero e sem explicação... Maior que o teu amor, Mãe, só mesmo o Amor do Altíssimo!

O nosso PARABÉNS a todas as mamães nesse dia! e sempre...

"Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo Eu não me esquecerei de ti." (Isaías 49:15)

Mãe obrigado por você ser uma grande benção na vida de seus filhos, de sua família, de sua comunidade, de sua igreja...

Cícero Volney

sábado, 12 de maio de 2018

DEUS NÃO EXISTE?


OUVE-ME quando eu clamo, ó Deus da minha justiça, na angústia me deste largueza; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração.

Salmo 4.1

Há momentos na vida que não sabemos em que direção seguir. É uma decisão  importante que precisa ser tomada, um problema que se faz necessário resolver, um dilema que tem que ser enfrentado. É comum nesses momentos buscarmos orientação. Assim fez Davi - clamou ao Pai em oração. Mas Deus silenciou.

O silêncio de Deus é angustiante. Para alguns é a prova de que Deus não existe. O jornalista Fábio Marton é um exemplo disso. Ele viveu desde criança na igreja. Aos nove anos era chamado de "o pastorzinho", a dedicação ao trabalho durante a adolescência e a juventude era notória. Mas em 1991, ao perder a mãe em um acidente de carro e ver o irmão tornar-se paraplégico fez-se indaga: "onde estava Deus, que não fazia nada”. Os anos seguintes o levaram cada vez mais para longe do Evangelho'. Hoje é um ateu - Ele conta sua história em um livro. 

Essas histórias se repetem, as cidades estão cheias de pessoas que pensam assim. Mas para Davi isto era um terrível engano, pois o silêncio de Deus mesmo que angustiante era a oportunidade de buscar a misericórdia do Criador, ele transformava dúvidas em confiança, medo em oração, agitação em esperança. A atitude de Davi era o combustível que fortalecia a sua fé.

Hoje em dia, no entanto, é cada vez mais raro encontrar um Davi. É mais fácil se deparar com um Marton. O próprio Senhor Jesus, falando dos último dias disse: "Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra? (Lucas 18.8)"

Que Deus nos livre de acreditar que o silêncio de Deus é a prova de que Ele não existe.

PREOCUPAÇÃO MATA


sexta-feira, 11 de maio de 2018

SALÁRIO DE MÃE

Um estudo mostrou que uma mãe atua em várias áreas:
- Ela cria os filhos, 
- cozinha para a família, 
- cuida e mantém limpa e em ordem a casa, 
- lava a roupa e louça da família. 
- Ela faz o trabalho de enfermeira e médico quando os filhos estiverem doentes, e de um psicólogo quando estão em conflito, de uma economista com as finanças apertadas da casa e de uma professora com as tarefas de casa dos filhos.

Numa família comum, se uma pessoa fosse contratada para fazer cada uma dessas tarefas seria uma fortuna. O site Americano www.salary.com calculou que o salário em média de uma mãe (Americana), que fica em casa seria U.S. $134,121 por ano (mais de R$270.000,00). Isso é se ela fosse paga!

Quanto é que uma mãe ganha para fazer tudo isso? Em termos financeiros – nada.

Mas, ela não faz pelo dinheiro, ela faz por amor.

E, é justo que, ao menos uma vez por ano, a igreja honre aquelas irmãs que fazem tanto sacrifício com tão pouco reconhecimento. 

O TEMPO É CURTO

quinta-feira, 10 de maio de 2018

O HOMEM INOCENTE

Não fará justiça o Juiz de toda a terra?

Gênesis 18:25 

John Grisham é um autor muito conhecido por suas novelas cujos enredos se desenrolam em tribunais; novelas de ação e thriller jurídicos envolvendo advogados, vítimas, autoridades e malfeitores. Todavia, seu livro O Inocente não é uma ficção. Trata-se de uma história verídica de injustiça. Descreve um brutal assassinato de uma jovem e dos dois homens que, embora inocentes, foram condenados e sentenciados à morte por causa do crime. A inocência de ambos foi provada somente após o aparecimento dos testes de DNA e, assim foram poupados da execução. No entanto, sofreram injustamente durante os 17 anos de prisão. Finalmente, a justiça prevaleceu.

Todos desejam justiça. Mas precisamos reconhecer que nossa fragilidade humana torna desafiador o exercício da verdadeira justiça. E podemos desejar a vingança, cometendo um erro nessa busca.

É bom lembrar que somente em Deus encontramos a justiça perfeita. Abraão descreveu Deus com a pergunta retórica: “Não fará justiça o Juiz de toda a terra?” (Gênesis 18:25). A resposta necessária é sim. Mas acima de tudo, o tribunal de Deus é o único lugar onde podemos estar certos que a justiça prevalecerá.

Em um mundo repleto de injustiças, podemos submeter os erros que sofremos ao Juiz de toda a terra e confiar nele, pois Ele fará a justiça final. —WEC

A vida nem sempre é justa, mas Deus sempre é FIEL. 

Por Extraído Nosso Andar Diário © Ministérios RBC 

UM ÍDOLO


quarta-feira, 9 de maio de 2018

NÃO TENHO VOCÊ

Uma pequena menina ouviu, por muitas vezes, de um velho casal sem filhos, que se ela quisesse ir viver com eles, teria tudo que desejasse: um pônei com charrete, piano e qualquer outra coisa. 

Um dia, quando o casal demonstrou insistência, seu pai lhe falou: "Você não acha que seria melhor ir com eles?" 

A menina olhou para ele assustada e começou a chorar: "Por que, papai? Você não me quer mais?"

– Sim - ele respondeu - mas não posso lhe dar muita coisa. Eles lhe darão tudo de bom. 

– Mas eu não teria você!" disse ela enquanto o abraçava. 

Como fazemos planos e ansiamos por tantas coisas! Desejamos um carro novo, um apartamento maior e mais confortável, roupas finas, viagens e tudo o mais que custa caro. Parece ser tudo isso a razão da felicidade que nos falta. Mas podemos ter algo muito mais valioso, mesmo nos faltando dinheiro, e que nos fará muito mais felizes: a presença e o abraço de nosso Pai celestial. 

Os tesouros da terra podem ser muito bons e até trazerem um regozijo às nossas almas. Mas têm um tempo determinado. Não nos garantirão alegria para sempre. Um dia acabarão, e a pergunta que devemos fazer é: "E depois?" Estar ao lado de nosso Pai nos trará uma alegria que não depende de circunstâncias e nem de dinheiro. Podemos ser pobres ou ricos, podemos morar num apartamento de cobertura na praia ou em um pequeno conjugado no subúrbio. Ele é o nosso tesouro, Ele é a nossa força diante das batalhas, Ele é o companheiro nas longas jornadas, Ele é a felicidade que o dinheiro não pode comprar, Ele é o caminho para nossa vida abundante e eterna. Ao seu lado devemos sempre cantar: "Ele é tudo pra mim, Ele é tudo pra mim. Ele é o tesouro que tenho, guardado no peito, Ele é tudo pra mim".