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terça-feira, 9 de junho de 2026

O QUE AS ESCOLAS NÃO ENSINAM

Para qualquer pessoa com filhos de qualquer idade, ou qualquer pessoa que já foi criança, aqui estão alguns conselhos que Bill Gates recentemente ditou em uma conferência em uma escola secundária sobre 11 coisas que estudantes não aprenderiam na escola. Ele fala sobre como a política do "sentir-se bem" tem criado uma geração de crianças sem conceito da realidade e como esta política tem levado as pessoas a falharem em suas vidas posteriores à escola 


Regra 1: A vida não é fácil - acostume-se com isso.

Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua autoestima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

Regra 3: Você não ganhará US$ 40.000 por ano assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone. 

Regra 4: Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você. 

Regra 5: Fritar hambúrgueres não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso - eles chamam de oportunidade. 

Regra 6: Se você fracassar, não é culpa de seus pais, então não lamente seus erros, aprenda com eles. 

Regra 7: Antes de você nascer seus pais não eram tão chatos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você falar o quanto você mesmo era legal. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto. 

Regra 8: Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. 

Regra 9: A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudarão a cumprir suas tarefas no fim de cada período. 

Regra 10: Televisão NÃO É vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a cafeteria e ir trabalhar. 

Regra 11: Seja legal com os nerds. Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar para um deles. 


Bill Gates

sábado, 18 de abril de 2015

UM CAMINHO LIMPO

"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele" 

Provérbios 22:6


Uma pequena menina seguia seu pai que vistoriava uma nova plantação. Ela andava exatamente por onde seu pai andava. Em determinado momento ela fala ao pai: "Papai, se você conseguir evitar a lama em seus pés eu também não me sujarei de lama!" O pai que ama a seus filhos procura andar em um caminho limpo.

Estamos nós conscientes de que somos responsáveis pela vida e futuro de nossos filhos? Temos procurado ser um modelo ou exemplo para eles? Temos nos esforçado para lhes dar uma educação correta a fim de que sejam vitoriosos e felizes?

Os filhos costumam seguir os passos dos pais. Vêem o que eles fazem e tentam imitá-los. Eles são seus heróis, as pessoas que julgam perfeitas e tentam, de todas as formas, parecer com eles.

Um pai que vive bêbado pode conduzir os filhos ao mesmo caminho. Um pai que não respeita a ninguém não poderá impedir que seus filhos sejam iguais. Um pai que mente na frente dos filhos não conseguirá fazer com que estes sejam sempre verdadeiros. Ele pode ser a razão de um futuro vitorioso ou pleno de derrotas para a sua casa.

Precisamos cuidar de nossos filhos, conduzi-los pelos caminhos da honestidade e respeito, da verdade e da retidão, da pureza e da humildade. Precisamos iluminar os caminhos por onde irão passar e, com muito amor e dedicação, ensinar-lhes o caminho de Deus. Seguros nas mãos do Senhor, eles caminharão em segurança, fortalecerão as esperanças, crescerão em fé, realizarão os bons sonhos, serão mais que vencedores e viverão satisfeitos. 

Se você deseja que seus filhos sejam felizes e abençoados, evite os "caminhos de lama"... ande por "caminhos limpos."

Paulo Roberto Barbosa

sábado, 15 de outubro de 2011

EDUCAÇÃO

Era uma vez... Na Grécia antiga, o Espartano Licurgo, legislador de grande prestígio, foi convidado a proferir em praça pública um discurso sobre educação. Ele pediu um ano de prazo. 

Aquele homem, extraordinário mentor, que não precisava nem mesmo um mês, nem de um dia, que possuía tanto recurso; por quê tanto tempo? Por quê esperar um ano inteiro para fazer o discurso sobre a educação? Ficaram atônitos. Mas o nobre espartano, no fim de um ano de curiosa expectativa, apresentou-se em praça pública, levando consigo dois cães e um duas lebres.

Soltou a primeira lebre e o primeiro cão; o cão matou a lebre. O povo ficou em polvorosa. Em seguida, soltou a segunda lebre, e, logo atrás, o segundo cão. Todos admirados viram o cão brincar com a lebre, alegremente, como dois velhos amigos. 

Contente, Licurgo lembrou à multidão que durante aquele ano ensinara o cão que não devia fazer mal algum à lebre. "Vejam o efeito da educação. Eles foram ensinados desde que nasceram". Licurgo foi carregado pela multidão, que compreendeu o efeito do seu discurso.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

INSTRUI O MENINO

"Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele." 

Provérbios 22.6 

O Dr. Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi, contou a seguinte história, em uma palestra proferida em junho de 2002 na Universidade de Porto Rico:

Eu tinha 16 anos e vivia com meus pais na instituição que meu avô havia fundado, que ficava a 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul. Vivíamos no interior, em meio aos canaviais, e não tínhamos vizinhos, por isso minhas irmãs e eu sempre ficávamos entusiasmados com a possibilidade de ir até a cidade para visitar os amigos ou ir ao cinema.

Certo dia meu pai pediu-me que o levasse até a cidade, onde participaria de uma conferência durante o dia todo. Eu fiquei radiante com esta oportunidade. 

Como íamos até a cidade, minha mãe me deu uma lista de coisas que precisava do supermercado e, como passaríamos o dia todo, meu pai me pediu que tratasse de alguns assuntos pendentes, como levar o carro à oficina.

Quando me despedi de meu pai, ele me disse:
"Nos vemos aqui, às 17 horas, e voltaremos para casa juntos."

Depois de cumprir todas as tarefas, fui até o cinema mais próximo. Distraí-me tanto com o filme (um filme duplo de John Wayne) que esqueci da hora. Quando me dei conta eram 17:30h. Corri até a oficina, peguei o carro e apressei-me a buscar meu pai. Eram quase 18:00h horas.

Ele me perguntou, ansioso:
"Porque chegou tão tarde?"

Eu me sentia mal pelo ocorrido, e não tive coragem de dizer que estava vendo um filme de John Wayne. Então, lhe disse que o carro não ficara pronto, e que tivera que esperar. O que eu não sabia era que ele já havia telefonado para a oficina. Ao pegar-me na mentira, disse-me: 
 
"Algo não está certo no modo como o tenho criado, porque você não teve coragem de me dizer a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado a você. Caminharei as 18 milhas até nossa casa para pensar sobre isso".

Assim, vestido em suas melhores roupas e calçando sapatos elegantes, começou a caminhar para casa pela estrada de terra sem iluminação. Não pude deixá-lo sozinho...guiei por 5 horas e meia atrás dele...vendo meu pai sofrer por causa de uma mentira estúpida que eu havia dito.

Decidi ali mesmo que nunca mais mentiria.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

VERDADEIRA EDUCAÇÃO

Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça,
 
2 Timóteo 3:16
 
Você pode instalar uma escola e uma universidade em cada quarteirão da cidade, mas não livrará o país de apodrecer moralmente pela simples educação intelectual.
Uma educação que negligencia as partes mais importantes da natureza humana não pode ser chamada de educação. Uma educação parcial é pior que nada; pois, por ela educamos apenas a mente, e esquecemos a alma.
Formar os homens sem convertê-los a Cristo é o mesmo que querer transformar lobos em cordeiros, simplesmente lavando-os e cobrindo de lá a sua pele. "Bem-aventurados os misericordiosos porque eles alcançarão misericórdia." A misericórdia de que o mundo necessita é a graça, o amor e a paz de nosso Senhor Jesus Cristo. E do seu poder transformador e regenerador que o mundo necessita mais do que de qualquer outra coisa.

Billy Graham

quarta-feira, 17 de março de 2010

RESPOSTAS PRONTAS

Ouça também o sábio e cresça em ciência, e o entendido adquira habilidade.

Provérbios 1.9
 
Há algum tempo recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova. Tratava-se de avaliar uma questão de Física, que recebera nota zero.

O aluno contestava tal conceito, alegando que merecia nota máxima pela resposta, a não ser que houvesse uma “conspiração do sistema” contra ele.

Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido. Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova, que dizia: “Mostre como pode-se determinar a altura de um edifício com o auxilio de um barômetro.”

A resposta do estudante foi a seguinte: "Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda nele; baixe o barômetro até a calçada e em seguida levante, medindo o comprimento da corda; este comprimento será igual à altura do edifício.”

Sem dúvida era uma resposta interessante, e de alguma forma correta, pois satisfazia o enunciado. Por instantes vacilei quanto ao veredicto. Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha forte razão para ter nota máxima, já que havia respondido a questão completa e corretamente. Entretanto, se ele tirasse nota máxima, estaria caracterizada uma aprovação em um curso de física, mas a resposta não confirmava isso. Sugeri então que fizesse uma outra tentativa para responder a questão.

Não me surpreendi quando meu colega concordou, mas sim quando o estudante resolveu encarar aquilo que eu imaginei lhe seria um bom desafio. Segundo o acordo, ele teria seis minutos para responder à questão, isto após ter sido prevenido de que sua resposta deveria mostrar, necessariamente, algum conhecimento de física.

Passados cinco minutos ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente para o forro da sala. Perguntei-lhe então se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida, e não tinha tempo a perder. Mais surpreso ainda fiquei quando o estudante anunciou que não havia desistido. Na realidade tinha muitas respostas, e estava justamente escolhendo a melhor.

Desculpei-me pela interrupção e solicitei que continuasse. No momento seguinte ele escreveu esta resposta: Vá ao alto do edifico, incline-se numa ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo “t” de queda desde a largada até o toque com o solo. Depois, empregando a fórmula h 3D (1/2)gt**2, calcule a altura do edifício.

Perguntei então ao meu colega se ele estava satisfeito com a nova resposta, e se concordava com a minha disposição em conferir praticamente a nota máxima à prova. Concordou, embora sentisse nele uma expressão de descontentamento, talvez inconformismo.

Ao sair da sala lembrei-me que o estudante havia dito ter outras resposta s para o problema. Embora já sem tempo, não resisti à curiosidade e perguntei-lhe quais eram essas respostas.

- Ah!, sim, - disse ele - há muitas maneiras de se achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro.

Perante a minha curiosidade e a já perplexidade de meu colega, o estudante desfilou as seguintes explicações.

- Por exemplo, num belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo, bem como a do edifício. Depois, usando-se uma simples regra de três, determina-se à altura do edifício.

- Um outro método básico de medida, aliás bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura do barômetro. Contando o número de marcas ter-se a altura do edifício em unidades barométricas.

- Um método mais complexo seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo como um pêndulo, o que permite a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação ao nível da rua e no topo do edifício, tem-se dois g’s, e a altura do edifício pode, a princípio, ser calculada com base nessa diferença.

- Finalmente - concluiu, - se não for cobrada uma solução física para o problema, existem outras respostas. Por exemplo, pode-se ir até o edifício e bater à porta do síndico. Quando ele aparecer; diz-se: “Caro Sr. síndico, trago aqui um ótimo barômetro; se o Sr. me disser a altura deste edifício, eu lhe darei o barômetro de presente".

A esta altura, perguntei ao estudante se ele não sabia qual era a resposta ‘esperada’ para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava tão farto com as tentativas dos professores de controlar o seu raciocínio e cobrar respostas prontas com base em informações mecanicamente arroladas, que ele resolveu contestar aquilo que considerava, principalmente, uma farsa.

"Não basta ensinar ao homem uma especialidade, porque se tornará assim uma máquina utilizável e não uma personalidade. É necessário que adquira um sentimento, um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto” (Albert Einstein)