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sexta-feira, 12 de junho de 2026

A PRINCESA ESQUECIDA

Era uma vez uma princesa muito bela e sensível, que apesar de ter vários pretendentes, nenhum a pedia em casamento, porque ela tinha um problema: era esquecida.

No entanto, não era de tudo que ela se esquecia. Na verdade, ela se esquecia de apenas uma coisa: que havia se apaixonado no dia anterior.

Isso obrigava os rapazes a ter que reconquistá-la todos os dias.

Apesar desta tarefa não ser muito difícil (pois ela se apaixonava com facilidade), eles tinham medo.

Finalmente, apareceu um pretendente muito determinado, e se casou com ela.

Quando eles fizeram cinco anos de casamento, o rei fez uma grande festa e, ao ver sua filha feliz e radiante, mais linda do que nunca, perguntou ao rapaz:
– Aquele problema da minha filha… bem, vocês estão conseguindo superar? Não tem atrapalhado o casamento de vocês?

– Não, meu rei, ao contrário. Ter que reconquistá-la todos os dias não é um problema, é uma benção. É a força do nosso casamento.

Maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil – I Pedro 3.7


Autoria: Pr Ronaldo Alves Franco

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

EU SEI QUEM VOCÊ É

Todas as manhãs um senhor idoso pegava aquele ônibus lotado e descia em frente à uma clínica. Certo dia, uma moça que sempre o observava, perguntou-lhe: – O senhor trabalha nesta clínica?

– Não, respondeu ele, minha esposa está internada aí. Ela tem o mal de Alzheimer.

– Puxa, lamento muito. E como ela está?

– Não está muito bem. Está com a memória bastante prejudicada. Já nem me reconhece mais.

– Mesmo assim o senhor enfrenta este ônibus lotado todos os dias, somente para vim visitá-la.

– Sim!

– Mas, se ela já não o reconhece mais, nem se lembra das coisas, porque o senhor vem todos os dias?

– Ela já não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ela é. Ela não se lembra mais das coisas, mas eu jamais me esquecerei dela.

O amor nunca desanima, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência – I Coríntios 13.7

Autor desconhecido.
www.sitedopastor.com.br

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

EU SEI QUEM ELA É

Todas as manhãs um senhor idoso pegava aquele ônibus lotado e descia em frente à uma clínica. Certo dia, uma moça que sempre o observava, perguntou-lhe: – O senhor trabalha nesta clínica?

– Não, respondeu ele, minha esposa está internada aí. Ela tem o mal de Alzheimer.

– Puxa, lamento muito. E como ela está?

– Não está muito bem. Está com a memória bastante prejudicada. Já nem me reconhece mais.

– Mesmo assim o senhor enfrenta este ônibus lotado todos os dias, somente para vim visitá-la.

– Sim!

– Mas, se ela já não o reconhece mais, nem se lembra das coisas, porque o senhor vem todos os dias?

– Ela já não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ela é. Ela não se lembra mais das coisas, mas eu jamais me esquecerei dela.

O amor nunca desanima, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência – I Coríntios 13.7

Autor desconhecido.
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sábado, 13 de setembro de 2025

50 ANOS DE GENTILEZAS

Esta bela história sobre gentilezas no casamento foi transcrita do livro O Mercador e o Papagaio, da Editora Papirus.

Um casal de idosos comemora suas bodas de ouro após longos anos de matrimônio.

Enquanto tomavam juntos o café da manhã a esposa pensou: “Por cinquenta anos tenho sempre sido atenciosa para com meu esposo e sempre lhe dei a parte crocante de cima do pão. Hoje desejo, finalmente, degustar eu mesma essa gostosura.”

Ela espalhou manteiga na parte de cima e deu ao marido a outra metade.

Ao contrário do que ela esperava, ele ficou muito satisfeito, beijou sua mão e disse:

— “Minha querida, tu acabas de me dar a maior alegria do dia. Por mais de cinquenta anos eu não comi a parte de baixo do pão, que é a minha preferida. Sempre pensei que eras tu que devias tê-la, já que tanto a aprecias.”

quinta-feira, 12 de junho de 2025

JUNTOS MAS NÃO AMARRADOS

Conta uma lenda dos índios Sioux, que uma vez, Touro Bravo, um jovem guerreiro, e Nuvem Azul, a filha do cacique, chegaram de mãos dadas, até a tenda do velho feiticeiro da tribo...

- Nós nos amamos... e vamos nos casar, disse o jovem. Nos amamos tanto que queremos um feitiço, um conselho, ou um talismã... alguma coisa que nos garanta que poderemos ficar sempre juntos... que nos assegure que estaremos um ao lado do outro até encontrarmos a morte. Há algo que possamos fazer?

E o velho emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse: "Tem uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada..."

Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte dessa aldeia, e apenas com uma rede e tuas mãos, deves caçar o falcão mais vigoroso do monte... e trazê-lo aqui com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia.

E tu, Touro Bravo ,continuou o feiticeiro ,deves escalar a montanha do trono, e lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias, e somente com as tuas mãos e uma rede, deverás apanhá-la trazendo-a para mim, viva.

Os jovens abraçaram-se com ternura, e logo partiram para cumprir a missão recomendada... no dia estabelecido, à frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves dentro de um saco.

O velho pediu, que com cuidado as tirassem dos sacos... e viu eram verdadeiramente formosos exemplares...

- E agora o que faremos? perguntou o jovem

- Agora, disse o feiticeiro, apanhem as aves, e amarrem-nas entre si pelas patas com essas fitas de couro... quando as tiverem amarradas, soltem-nas, para que voem livres...

O guerreiro e a jovem fizeram o que lhes foi ordenado, e soltaram as aves...

A águia e o falcão, tentaram voar mas apenas conseguiram saltar pelo terreno.

Minutos depois, irritadas pela incapacidade do voo, as aves arremessavam-se entre si, bicando-se até se machucar.

E o velho disse: Jamais esqueçam o que estão vendo... este é o meu conselho.

Vocês são como a águia e o falcão... se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde, começarão a machucar-se um ao outro... Se quiserem que o amor entre vocês perdure... voem juntos... mas jamais amarrados.

Extraído do livro O Poder da Solução de ROBERTO SHINYASHIKI

sábado, 7 de setembro de 2024

UNIÃO TOTAL

“Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne.” 
Mateus 19.6a

Na bonança é gostoso ser unido e compartilhar! Mas, nas tempestades, quando é preciso levar fardos pesados uns dos outros (Gl 6.2), a história muda! Porém, o Criador insiste nesse ponto. Seu lema não é ‘cada um por si e Deus por todos’. Assim cada casal é chamado a dividir tudo, inclusive os fardos! 

E como se faz isso? Certamente não com fingimento! 

Num convívio tão próximo como o de marido e mulher, nossa pecaminosidade não desaparece. Ao contrário, ali ela se manifesta. Por isso a Palavra de Deus recomenda: Quando vocês ficarem irados, não pequem. Apazigúem a sua ira antes que o sol se ponha, e não dêem lugar ao diabo (Ef 4.26s.). O prazo para sentar e conversar é o pôr-do-sol, o fim do dia. Deus quer que resolvamos hoje mesmo nossos atritos, pois, do contrário, o Seu inimigo vai aproveitar a brecha para pôr suas cunhas! 

Aliás, o nome diabo provém do grego e significa: o que divide, confunde! Essa é exatamente a especialidade do inimigo de Deus: dividir e confundir! Faz-nos reparar na mínima falta do outro enquanto nos cega completamente para os próprios erros. 

Como não cair nessa arapuca a cada desencontro? A recomendação é: ...confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz (Tg 5.16). Nós mesmos não podemos inverter nosso modo natural de ver, mas o Espírito Santo quer e pode operar que o faltoso enxergue e confesse a sua falta. E quem sofreu falta, pelo Espírito clame a Deus pelo perdão do parceiro. A quem age assim Jesus promete: “Se dois de vocês concordarem na terra em qualquer assunto sobre o qual pedirem, isso lhes será feito por meu Pai que está nos céus” (Mt 18.19).

Oração: Senhor, concede-nos, como casal, viver união plena!

Devocional Orando em Família

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

VALENTINE PARA MINHAS FILHAS

A tempestade de dúvidas e pressões da adolescência estava correndo solta pela nossa casa. Então, no dia de Valentine’s, em 1997, eu escrevi o seguinte para as minhas filhas:

Eu tenho um presente muito especial para vocês. Meu presente é aconchego à noite e tardes ensolaradas, risadas e gargalhadas, e sábados felizes. Existe uma loja que vende risadas? Um catálogo que oferece beijos? Não. Tais tesouros não podem ser comprados. Mas, podem ser dados.

Seu presente de Valentine’s Day é uma promessa, a promessa de que sempre amarei a sua mãe. Com Deus me ajudando, nunca a deixarei. Você nunca chegará em casa para descobrir que eu fui embora. Você nunca acordará para descobrir que eu fugi. Você sempre terá dois pais. Eu amarei a sua mãe. Eu honrarei a sua mãe. Esta é minha promessa. Este é o meu presente.

Te amo, papai!

*** Optamos por não traduzir o termo “Valentine’s Day” como “Dia dos Namorados”, pois nos EUA não há uma correspondência exata com o Dia dos Namorados no Brasil, por exemplo. Pais podem dar um presente de Valentine’s Day para suas filhas, mães para seus filhos, e vice versa. Existe o contexto de amor romântico como no Dia dos Namorados, mas é normal haver expressões de amor de outras formas entre pessoas. 

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “A Valentine for My Daughters”
de “A Love Worth Giving”

quinta-feira, 10 de junho de 2021

UMA HISTÓRIA DE AMOR

A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor.

I Coríntios 13.8

Henry, famoso contista norte-americano, conta-nos uma deliciosa história de amor conjugal.


Um casal muito pobre queria se presentear no Natal, mas nenhum dos dois tinha dinheiro.

Como ela tinha um cabelo maravilhoso, resolveu vendê-lo para comprar uma pulseira nova para ele colocar no relógio que havia herdado do pai (uma jóia que acompanhava a família há três gerações), e que há muito tempo estava com a pulseira quebrada.

Quando ele chegou em casa, na noite de Natal, levou um tremendo susto ao vê-la de cabelo curto, mas sua surpresa foi ainda maior quando ela lhe deu a pulseira. Seu olhos se encheram de lágrimas, ao abrir o embrulho e emocionado falou: Linda a pulseira!

Então tranquilamente, entregou o embrulho que havia comprado para a mulher: dois pentes raros, de casco de tartaruga, orlados de pedraria, na cor exata para combinar com cabelo da esposa.

— São lindos! Deve ter custado uma nota! Como comprou?

E ele tristemente falou: Vendi o relógio.

É incrível como o amor age. Ele leva-nos a renunciar tantas coisas pelo bem-estar e benefício do próximo. Seria ótimo se o mundo amasse assim: fazendo tudo para ver o outro feliz.
 
Fonte: Os melhores contos de O. Henry, Círculo do Livro

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

EU TE AMO


Conheci Connie no dia em que foi admitida na ala do sanatório onde eu trabalhava como voluntária. Seu marido, Bill, ficou por perto, nervoso, enquanto ela era transferida da maca para o leito de hospital. Ainda que Connie estivesse no estágio final de sua luta contra o câncer, estava alerta e animada. Nós a acomodamos. Terminei de marcar seu nome em todos os suprimentos de hospital que ela usaria e perguntei se precisava de alguma coisa.

- Oh, sim - disse -, será que você poderia me mostrar como usar a televisão? Gosto tanto de novelas, que não quero perder o que está acontecendo.

Connie era uma romântica. Adorava novelas de histórias românticas e filmes com uma boa história de amor.

Conforme fomos nos conhecendo, ela me confidenciou o quanto era frustrante ser casada há trinta e dois anos com um homem que freqüentemente a chamava de "boba".

- Ah, eu sei que o Bill me ama - disse -, mas ele nunca foi capaz de me dizer que me ama, ou de mandar cartões. Suspirou e olhou através da janela para as árvores no jardim. - Faria qualquer coisa para ele falar "Eu te amo", mas simplesmente não é do seu feitio.

Bill visitava Connie todos os dias. No começo, sentava-se ao lado da cama enquanto ela assistia às novelas. Depois, quando ela começou a dormir mais, ele andava de um lado para o outro no corredor do lado de fora do quarto. Logo, quando ela não via mais televisão e passava períodos menores acordada, comecei a         passar a maior parte do meu tempo como voluntária com Bill.

Ele falava de quando trabalhava como carpinteiro e de como gostava de pescar. Ele e Connie não tinham filhos, mas aproveitavam a aposentadoria viajando, até que Connie ficou doente. Bill não conseguia expressar o que sentia sobre o fato de sua esposa estar morrendo.

Um dia, depois de tomar café na lanchonete, puxei uma conversa com ele a respeito de mulheres e de como precisamos de romance em nossas vidas, como adoramos receber cartões sentimentais e cartas de amor.

- Você diz a Connie que a ama? - perguntei (sabendo a resposta), e ele me olhou como se eu fosse louca.

- Não preciso - disse. - Ela sabe que a amo!

- Tenho certeza de que ela sabe - falei inclinando-me e tocando suas mãos ásperas de carpinteiro que seguravam a xícara como se fosse a única coisa à qual ele pudesse se agarrar. - Mas ela precisa ouvir, Bill. Ela precisa ouvir o que significou para você durante todos esses anos. Por favor, pense nisso.

Voltamos para o quarto de Connie. Bill desapareceu lá dentro e eu fui visitar outro paciente. Mais tarde, vi Bill sentado ao lado da cama. Ele segurava a mão de Connie enquanto ela dormia. Era o dia 12 de fevereiro.

Dois dias depois eu estava andando pela ala do sanatório ao meio-dia. Lá estava Bill, apoiado contra a parede do corredor, olhando para o chão. Eu já soubera, através da enfermeira-chefe, que Connie morrera às 11 horas.

Quando Bill me viu, permitiu que eu o abraçasse por um longo tempo. Seu rosto estava molhado de lágrimas e ele estava tremendo. Finalmente encostou-se de novo na parede e respirou fundo.

- Tenho que dizer algo - falou. - Tenho que dizer como me sinto bem por ter dito a ela. - Ele parou para assoar o nariz. Pensei muito a respeito do que você me disse e, essa manhã, falei para ela o quanto a amava e como era maravilhoso estar casado com ela. Você deveria ter visto seu sorriso!

Entrei no quarto para me despedir pessoalmente de Connie. Lá, na mesa-de-cabeceira, estava um grande cartão de Dia dos Namorados que Bill lhe dera. Você sabe, do tipo sentimental, que diz:

"Para minha esposa maravilhosa...
Eu te amo."

Por BOBBIE LIPPMAN

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

TORRADAS QUEIMADAS

Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro.

Naquela noite, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola. Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.

Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse: "Adorei a torrada queimada..."

Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse: "Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada... Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro, talvez nem o melhor pai, mesmo que tente todos os dias!"

"O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros. Desde que eu e sua mãe nos unimos, aprendemos, os dois, a suprir um as falhas do outro. Eu sei cozinhar muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio brilhando.

Ela não sabe usar a furadeira, mas após minhas reformas, ela faz tudo ficar cheiroso, de tão limpo. Eu não sei fazer uma lasanha como ela, mas ela não sabe assar uma carne como eu. Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem reclamar.

A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apoia, eu e ela nos completamos. Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois presentes. Não que mais tarde, o dia que um partir, este mundo vá desmoronar, não vai. Novamente teremos que aprender e nos adaptar para fazer o melhor."

De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos. Entao, se esforce para ser sempre tolerante, principalmente com quem dedica o precioso tempo da vida, à você e ao próximo.

domingo, 7 de março de 2010

VIGANÇA

Quero dedicar o texto de hoje as muitas mulheres que vivem o mesmo problema da desilução no casamento. E dizer que Deus é guia e Senhor. Ele pode te ajudar a reconquistar o espaço e o tempo perdido na vida.

George Crane escreveu sobre um mulher que o procurou. Ela estava cheia de ódio pelo seu marido e disse que não somente desejava divorciar-se dele, mas também vingar-se. Ela queria ferir o homem o tanto que havia sido ferida.

Dr. Crane sugeriu a ela o seguinte plano: "Vá para casa e aja como se realmente amasse o seu marido. Diga-lhe o quanto ele significa para você. Elogie suas ações. Faça o melhor para ser bondosa e o mais generosa possível. Não envide esforços para agradá-lo, ter prazer com ele. Faça-o crer em você. Após convencê-lo do seu amor e que você não pode viver sem ele, jogue a bomba. Diga que você quer o divórcio. Isto irá ferí-lo profundamente".

Com os olhos cheios de vingança, ela disse: Muito bem, maravilha, isso irá acabar com meu marido. E ela fez isso com muito entusiasmo por dois meses, agindo "como se" se importasse com ele. Mostrou amor, foi bondosa, carinhosa, ofereceu-lhe o melhor que tinha. Como ela não retornava ao consultório, o Dr. Crane ligou: "E então você está pronta para o divórcio?"

Divórcio, ela exclamou. Nunca! Eu descobri que realmente o amo.

Suas ações mudaram os seus sentimentos. Locomoção resulta em emoção. A habilidade de amar é estabelecida nem tanto pela fervente promessa, mas pelas ações repetidas.

quinta-feira, 4 de março de 2010

NÃO É BOM QUE ESTEJA SÓ

Uma semana após a criação da mulher, o homem voltou-se à Deus e disse-lhe:

- Senhor, a criatura que fizestes para ser minha companheira transformou a minha vida num tormento. Ela fala sem cessar e insiste em que lhe dê atenção o dia inteiro. Chora por qualquer motivo. Fica emburrada com facilidade e é quase impossível fazer com que deixe de ficar emburrada. Vim devolvê-la. Por favor, não se ofenda, mas, não posso viver com ela.

Uma semana depois:

- Senhor, minha vida ficou tão vazia desde que eu lhe devolvi a mulher que me deste. Penso nela o tempo todo, em sua alegria, seus olhos, sua voz, seus beijos e abraços. Como dormia em meus braços, como se fosse um anjo. Se for possível, Senhor, peço que a devolva para mim.

Uma semana depois:

- Senhor, não sei como lhe explicar, mas nestas últimas semanas cheguei à conclusão que ela me causa mais problemas do que alegrias. Tome-a de volta, por favor! Não consigo viver com ela!

- Mas, também não pode viver sem ela!

- É verdade, Senhor, não consigo viver com ela e não consigo viver sem ela. O quê está acontecendo comigo, meu Deus?

- Você acaba de descobrir o AMOR. O único modo de vocês conseguirem viver juntos é com amor.

Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só. Gênesis 2.18

Autor desconhecido.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

EU SEI QUEM VOCÊ É


O amor nunca desanima, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência.

I Coríntios 13.7

Todas as manhãs um senhor idoso pegava aquele ônibus lotado e descia em frente à uma clínica. Certo dia, uma moça que sempre o observava, perguntou-lhe: - O senhor trabalha nesta clínica?

- Não, respondeu ele, minha esposa está internada aí. Ela tem o mal de Alzheimer.

- Puxa, lamento muito. E como ela está?

- Não está muito bem. Está com a memória bastante prejudicada. Já nem me reconhece mais.

- Mesmo assim o senhor enfrenta este ônibus lotado todos os dias, somente para vim visitá-la.

- Sim!

- Mas, se ela já não o reconhece mais, nem se lembra das coisas, porque o senhor vem todos os dias?

- Ela já não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ela é. Ela não se lembra mais das coisas, mas eu jamais me esquecerei dela.