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terça-feira, 5 de abril de 2022

INFLUÊNCIA DE UMA VIDA PIEDOSA

Conta-se a história de que John Angel James (1785 - 1859), que foi um dos mais populares e influentes ministros da Inglaterra, foi ganho para Cristo ao ver um companheiro de quarto ajoelhado em oração. Mais tarde, referindo-se ao caso, disse: "Aquela cena despertou minha consciência adormecida, e foi como uma seta ao meu coração. Seguiu-se logo depois minha conversão. Quase meio século se passou; mas aquele quartinho e aquele jovem prostrado em oração, ainda os tenho na memória, e jamais serão esquecidos, mesmo em meio aos esplendores do Céu e através dos séculos da eternidade."

Muitos estudantes foram levados a engrandecer ao Senhor mediante a fidelidade de um companheiro de quarto.  

Quando o futuro missionário John Everett Clough (1836 - 1910) entrou para a Academia em Burlington, e descobriu que seu companheiro de quarto era um jovem de oração, disse: "Neste quarto não quero que haja oração." Entretanto, o estudante crente traçou com giz uma linha dividindo o quarto em duas partes, e disse então a John que ele fizesse o que desejasse no seu lado, mas do outro lado ele havia de ler a Bíblia e fazer oração. E foi a fidelidade a suas devoções diárias que afinal ganhou o estudante rebelde. E John Everett Clough tornou-se o grande missionário que se lhe uniu em engrandecer ao Senhor. 

Será que já alguém mais engrandeceu ao Senhor do que o missionário David Livingstone? Olhem para dentro daquela cabana onde se ajoelhou para buscar ao Senhor pela última vez. São 4 horas da madrugada. Seu servo africano, Majwara, deixara a vela acesa, em cima de um caixão. A bruxuleante luz da vela desenha o vulto de um homem ajoelhado ao lado da cama, cabeça enterrada nas mãos, sobre o travesseiro. É o Dr. David Livingstone, morto enquanto orava, tal qual Alexander Cruden (autor de afamada Concordância Bíblica), de joelhos. Estes engrandeceram o Senhor em sua vida e, afinal, na morte.

Às vezes o mesmo ato de buscar a Deus pode levar outros a Ele e assim participamos da alegria em Deus, ao vermos almas se salvarem.

D. P. Silva - Mil Ilustrações

quarta-feira, 14 de abril de 2021

A FORÇA DO EXEMPLO

Em 1912 o missionário batista Adoniram Judson foi para a Birmânia. Sua vida não foi fácil ali. O governo do lugar fez todo o possível para estorvar-lhe a tarefa. O missionário sofreu muito. Passou fome até ficar esquelético. Foi levado preso pelo deserto até o ponto de desejar a morte. Seus pés e mãos ficaram para sempre marcados pelas cadeias. Quando ao fim foi liberado, foi ao rei da Birmânia lhe pedir permissão para ir a certa cidade, pregar ali o evangelho.

O rei respondeu: “Estou disposto a deixar que vão uma dezena de pregadores, mas não você. Meu povo não responderá facilmente à pregação, porém vendo as marcas das correntes em suas mãos e pés, isso lhes convenceria”.

Assim é com Jesus Cristo, as marcas de seu amor sacrificial tomando nosso lugar na cruz nos comovem e nos convencem. Que possamos ser seus imitadores.

 José Luis Martínez - 502 Ilustraciones Selecta

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

A MORTE DE AGOSTINHO

Agostinho foi um dos maiores líderes desta era. Seus escritos apresentavam as tremendas maravilhas do nosso Deus, sendo citados por mais de mil anos. Uma de suas maiores obras chama-se A Cidade de Deus.

Em seu leito de morte, cercado por seus amigos mais próximos enquanto partia lentamente para estar com o Senhor, a respiração de Agostinho cessou, seu coração parou, e uma maravilhosa sensação de paz encheu o quarto. De repente, seus olhos se abriram novamente, e com o rosto brilhando ele declarou aos que estavam presentes: “Vi o Senhor. Tudo que escrevi não passa de palha“.

Então ele partiu para o seu eterno lar.

Autor: Livro: O Temor do Senhor, John Bevere

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

SOMOS UMA CARTA LIDA POR TODOS

Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.

2 Coríntios 3:3

Um missionário perguntou certa vez a um notável converso o que fora que mais o influenciara a se tornar seguidor de Cristo. O crente, que antes de se converter fora muito ímpio, deteve-se um momento antes de responder.

– Estes olhos já viram muitos males – começou ele lentamente – e estas mãos praticaram muito pecado e violência. Minha mente estava constantemente premeditando e forjando o mal. Mas... (aqui o converso fez prolongada pausa e depois continuou): Mas, Sr. F., quando meus amigos que haviam sido ladrões deixaram de roubar, quando mentirosos começaram a dizer a verdade, quando homens cruéis se tornaram bondosos, concluí que devia haver em sua religião cristã algo de valor. Vi isso não no templo mas na vida deles.

Sem dúvida haverá maior número de pessoas no reino de Deus, por terem visto sermões, do que por os terem ouvido. Paulo diz que somos "carta... conhecida e lida por todos os homens".

Meditações Matinais.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

INFLUÊNCIAS

Em certa igreja na França, um missionário falou a respeito da sua obra e apelou à congregação para um auxílio financeiro. Não houve manifestação de interesse, exceto da parte de uma menina aleijada, que usava muletas. Como não tinha dinheiro, colocou nas salvas o seu único tesouro, suas muletas.

Quando o ecônomo apresentou aquela oferta, todos no recinto ficaram como­vidos e envergonhados. Alguém sugeriu que fosse tomada nova coleta. Agora, muitos deram com abundância, porque viram o sacrifício que a menina pobre estava disposta a fazer. Em seguida, uma senhora rica resgatou as muletas com uma boa oferta, e as restituiu à menina aleijada.

Nós exercemos influência sobre o nosso próximo, que pode ser para o bem ou para o mal. Deus nos deu talentos e poderes espirituais. Ele espera que como seus discípulos, sejamos exemplos vivos. Deste modo, outros são inspirados a segui-lo, vendo nosso amor, nossa alegria, nossa fé, nossa paz e paciência. Ruth Luchsinger (Suíça).

sábado, 23 de outubro de 2010

CISCO NO OLHO

Mateus 7:4, 5 – “Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão".

Certo pastor encontrou-se com um membro que há muito não aparecia nas reuniões e comentou que estava sentindo sua falta. "Eu não gosto de ir à igreja", disse o homem, "e o motivo é que existem muitos hipócritas lá". "Oh, não permita que eles o mantenham afastado", falou o pastor, "há sempre lugar para mais um."

O que temos ido fazer nas igrejas que frequentamos? Qual o nosso verdadeiro propósito? Qual a nossa motivação? O que almejamos encontrar ali? O homem da ilustração justificava sua ausência acusando os outros. Na realidade, a razão de seu afastamento era ele mesmo. Ele era um hipócrita e teimava em dizer que os demais o eram. Ele não havia se comprometido, não tinha prazer em louvar a Deus, não amava o Senhor.

Quando o Senhor não habita em nossos corações, só vemos defeitos nos outros, só percebemos as coisas negativas, achamos que todos estão sempre errados e os únicos certos somos nós. Quase sempre estamos mal-humorados e murmuramos por motivos fúteis.

Quando vamos a igreja, para cultuar ao Senhor, o nosso objetivo deve ser adorar a Deus. A atitude a ser notada é a nossa e não as dos outros irmãos que lá estão. Quem deve estar em santidade somos nós, quem precisa estar alegre e de bem com a vida somos nós, quem pretende ter a vida espiritual edificada somos nós mesmos. Nós devemos motivar o ambiente e não sermos motivados ou desanimados por ele. Nós somos a Igreja de Cristo. Precisamos brilhar por onde passamos, precisamos semear fé e esperança naqueles que encontramos, precisamos iluminar o templo quando lá entramos.

Se encontramos fracos pelo caminho, vamos encorajá-los. Se encontramos indecisos, vamos fortalecê-los com nosso testemunho. Se encontramos perdidos que não sabem para onde vão, vamos ajuda-los a encontrar o Salvador.

Você tem buscado tirar o cisco de seu próprio olho ou insiste em tirar o dos outros?