sábado, 29 de fevereiro de 2020

PAZ MULTIPLICADA

Graça e paz vos sejam multiplicadas, pelo conhecimento de Deus, e de Jesus Nosso Senhor;

2 Pedro 1.2

O maior anseio da humanidade nos tempos modernos é a paz. O homem anseia pela paz em seu íntimo. Vivemos em guerra com o próximo, com o distante, consigo mesmo. Na realidade, o mundo está inundado em guerras, brigas, discórdias, divórcios, assassinatos, roubos e mortes. Tem dias que até parece que a vida é feita só maldade.

No entanto, o Apóstolo Pedro afirma algo grandioso para o coração daqueles que encontraram Deus: A paz está no conhecimento de Deus. Quanto mais perto de Deus eu me encontrar, quanto mais dEle eu me propuser a conhecer, maior será a minha paz interior e exterior.

Será impossível eu amar a guerra, odiar meus irmãos e está propenso a confusão se o Pai estiver ao meu lado, me ensinando a viver e a conviver. Por isso, o Apóstolo Pedro afirma que Graça e paz são multiplicadas pelo conhecimento de Deus.

Fandermiler Freitas

PENSAR EM DEUS


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

O MAR MORTO

Fabuloso e quase incrível é o valor dos sais minerais que há no interior e ao derredor do Mar Morto, como o estão avaliando químicos que supõem conhecê-lo. 

Logo que Jerusalém foi conquistada em 1917 pelo General Allenby, um geólogo britânico começou a investigar as riquezas do Mar Morto. O cientista tem em mãos um relatório pormenorizado dos vários minerais, e também a extensão e o valor deles.

Somos agora informados de que naquele local desolado acha-se enterrado o valor de um trilhão e duzentos bilhões de dólares de sais aproveitáveis. É-nos dito que há o valor de 260 milhões de dólares em crômio, de grande utilidade nos domínios médicos; de potassa há o valor de 70 bilhões de dólares; e de cloreto de magnésio há o valor de 825 bilhões de dólares, e grandes valores de outros minerais. É-nos dito que a riqueza que jaz naquele solo é de maior valor do que todo o ouro que se sabe ter sido extraído das entranhas de toda a Terra. 

O que estes minerais podem significar para o mundo, especialmente naquele dia profético em que os desertos florescerão como a rosa, se vê no fato de que já se estão construindo jardins nas vizinhanças do mar que por si mesmos produzem quase além dos mais arrojados sonhos do homem. 

Seleto.
 

GRAÇA DIVINA


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

PERSISTIR

Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçamo-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos com perseverança, a carreira que nos está proposta. 
Mateus 10:16

Quão triste de ser para um atleta desistir de uma maratona a poucos metros da linha de chegada.

Todos nós já desistimos de alguma coisa; porém, depois de algum tempo, lembramos que se tivéssemos resistido mais um pouco, teríamos conseguido finalizar.

Perseverança é a palavra que define a atitude de permanecer firme. A palavra era usada no mundo grego para definir a capacidade que uma planta possui de sobreviver em circunstâncias desfavoráveis.

Os hebreus estavam querendo abandonar a confiança em Cristo (Não lanceis fora a vossa confiança, que tem uma grande recompensa Hb 10:35), por isso o autor desta carta os exorta a perseverar (porque necessitais de perseverança, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa HB 10:36). Ele dá duas razões porque os hebreus deveriam perseverar: a primeira razão era o estímulo dos santos (“tão grande nuvem de testemunhas”) , e a segunda, o exemplo de Cristo que suportou a cruz.

Quando olhamos para a situação de Jesus na cruz, não vemos, humanamente, uma situação favorável. Pregos foram cravados em suas mãos e pés, a multidão blasfemava contra ele, feriram-no com uma lança em seu lado, e até desafiaram-no a descer da cruz. Se ele não tivesse resistido, suportado, perseverado, teria descido da cruz.

O exemplo de Jesus Cristo deve está bem vivo em nossa mente, para não descermos da cruz. Sempre podemos suportar um pouco mais. Lembre-se disso para chegar ao final.

Pr. Roberto

A ÁRVORE


terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

CORAGEM DE ADÉLIA

Há uns 50 anos, o Vale do Urso, tinha a fama de um dos mais depravados lugares da América do Norte. Ali reinava a bebida e a imoralidade. Os assassinatos eram freqüentes, e quando a jovem Adélia Fox resolveu ir para lá como missionária, todos ficaram grandemente surpresos. Lá chegando Adélia realizou a primeira reunião no prédio da escola. A sala era pequena mas ficou repleta de homens armados de armas e garrafas. Ameaçaram em altas vozes o missionário, mas ficaram sobremodo surpreendidos quando viram a atraente jovem levantar-se no palco. O silêncio reinou. A reunião não poderia produzir melhores resultados. Gostaram da bela música que ela cantou, das palavras meigas e desembaraçadas que lhes falou.

Depois da reunião diversas famílias a convidaram para hospedar-se em suas casas. Ela aceitou o convite da esposa do fabricante do cachaça, o homem conhecido como o mais perigoso e valente do lugar. O menor dos seus filhos estava doente. A jovem Adélia cuidou da criança, tomando todas as providências necessárias para aliviar as suas dores e combater a doença. De tal modo se dedicou que os pais da criança se tornaram seus amigos fiéis. Fizeram-lhe uma casa onde dava as aulas e, pouco a pouco, ela foi ganhando a amizade e confiança de todos.

Surgiu então um episódio interessante. Houve uma eleição para decidir se naquele estado seria ou não permitida a venda legal de bebidas alcoólicas. Adélia convocou uma reunião urgente; e fortemente apelou aos seus ouvintes para que votassem contra a venda do álcool, mostrando-lhes como o álcool é prejudicial ao indivíduo, à família, etc. 

O fiel amigo, fabricante de bebidas, estava escutando pensativo. Quando a missionária explicou que muitas crianças morrem em conseqüência deste horrível vício dos pais, este homem levantou-se muito vermelho. 

— A senhora quer dizer que estou matando meus filhos, D. Adélia? - perguntou com raiva.

Adélia orou apressadamente ao Senhor, pois o homem estava enfurecido naquele momento.

 Sim senhor - respondeu calmamente.

O homem ficou atordoado, e confuso – e então jogando o chapéu no chão, num gesto de raiva, declarou: "Nunca jamais beberei álcool! Nem mais o fabricarei e venderei. Que Deus me ajude a agir assim!"

E a votação naquele dia foi na grande maioria contra a venda de álcool.

O QUE TE SALVA


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

COMO VOCÊ ENXERGA A SUA VIDA?

O modo de você definir a vida determina o seu destino. Sua perspectiva irá influenciar o modo de você investir seu tempo, gastar seu dinheiro, usar seus talentos e valorizar seus relacionamentos.

Uma das melhores formas de compreender os outros é perguntar-lhes: “Como você enxerga a sua vida?”. Já me disseram que a vida é um circo, um campo minado, uma montanha russa, um quebra-cabeça, uma sinfonia, uma jornada e uma dança. ou “A vida é um jogo de cartas: você tem de jogar com o que lhe deram”.

Se eu perguntasse como você imagina a vida, qual figura lhe viria à mente? Tal imagem é a sua metáfora de vida. É a visão da vida que você tem, consciente ou inconscientemente. Sua velada metáfora de vida influencia sua vida mais do que você percebe. Ela determina suas esperanças, valores, relacionamentos, metas e prioridades. Por exemplo: se você pensa que a vida é uma festa, seu principal valor é divertir-se. Se você vê a vida como uma corrida, certamente valorizará a velocidade e provavelmente estará apressado a maior parte do tempo. Se você vê a vida como uma maratona, valorizará a resistência. Se você vê a vida como uma batalha, ou um jogo, vencer será muito importante para você.

Qual a sua visão da vida? Qual a sua visão da vida? Você pode estar baseando sua vida em uma metáfora falha. Para cumprir os propósitos que Deus lhe deu, você terá de contestar o pensamento convencional e substituí-lo pelas metáforas bíblicas da vida. A Bíblia diz: “Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim vocês conhecerão a vontade de Deus.” Rm 12:2

A Bíblia oferece três metáforas que nos ensinam a visão que Deus tem da vida: a vida é um teste – Deus continuamente testa as pessoas quanto ao caráter, fé, obediência, amor, honestidade e lealdade. Os testes tanto desenvolvem quanto manifestam o caráter de alguém; a vida é uma incumbência de confiança – Nosso tempo sobre a terra, nossa energia, nossos corpo, inteligência, oportunidades, relacionamento e recursos são dádivas que Deus nos confiou para cuidarmos e administramos; e a vida é uma atribuição temporária – Para usar sua vida da melhor forma possível, você não deve nunca esquecer que a vida é extremamente breve, e que a terra é apenas uma residência temporária, então não fique muito apegado.

Essas idéias são os fundamentos da vida dirigida pelos propósitos de Deus.

Rick Warren, em “UMA VIDA COM PROPÓSITOS”

VOCÊ CONSIDERARIA


domingo, 23 de fevereiro de 2020

A FORÇA DO PERDÃO

Em meio da confusão da guerra na Coréia tem havido episódios edificantes. Eis, por exemplo, o caso daquele pastor de aldeia que presenciou o fuzilamento de seus dois filhos, por um oficial norte-americano. Este os reconhecera como cristãos e por isso julgou por bem eliminá-los.

Mais tarde as tropas desse oficial foram rechaçadas e ele foi feito prisioneiro, sendo condenado a fuzilamento, pela prática de crueldades. Então o pastor, a quem aquele havia assassinado os dois filhos, intercede suplicantemente por sua vida: "Meus filhos estão mortos. Agora quero que ele seja meu filho. Irá morar em minha casa, e terei por ele o cuidado que tive por meus filhos".

O rogo do pastor foi atendido, e o jovem oficial testemunhou o cristianismo praticado na vida. O amor perdoador de Deus veio ao seu encontro, na pessoa daquele humilde pastor aldeão.

Por sua vez o oficial americano, que recebera a ordem de mandar fuzilar o coreano, confessou: "O senhor faz uma coisa que eu não compreendo. Se isto é verdadeiro cristianismo, também eu quero tornar-me cristão". – Kraft und Licht.

sábado, 22 de fevereiro de 2020

O FLAUTISTA QUE NÃO TOCAVA

Há muitos anos atrás, na velha China, viveu um homem que era membro da orquestra do Imperador, embora não soubesse tocar uma nota sequer. Obtivera esse lugar, de flautista por sinal, através de conhecimentos pessoais. E, assim, por muitos anos, onde quer que se encontrasse a orquestra, achava-se ali o falso musicista, o qual, colocando o instrumento em seus lábios, dava a impressão que executava belos números. Com esse emprego, ganhava o suficiente para viver confortavelmente.

Mas veio o dia quando o Imperador desejou ouvir um solo de cada componente da orquestra. O flautista, quando soube da notícia, desmaiou, e quanto mais se aproximava o dia da sua apresentação, mais desesperado ficava. Por algum tempo, tomou lições de um profissional, mas em vão; não tinha ouvido para música, nem tampouco talento. Planejou dizer que estava doente, mas lembrou-se de que o médico da corte poderia desmenti-lo. Na manhã em que deveria comparecer perante o monarca, para executar o seu solo, o pretenso flautista pôs fim à sua vida, ingerindo forte dose de veneno. Essa foi a origem de um antigo provérbio chinês, que diz: "Ele não ousou enfrentar a música".

Não é sem razão que a Palavra de Deus adverte: "Sabei que o vosso pecado vos há de achar". Núm. 32:23.

CAMINHOS


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

PERDÃO

Conta-se que João Wesley, viajando certa vez em um transatlântico, ouviu um ruído incomum na cabina vizinha, ocupada pelo General Oglethorpe, então Governador do Estado de Geórgia. Wesley foi à cabina para saber o que acontecia e soube que o criado do general tomara todo o vinho predileto do Governador.

– Eu ordenei, explicou o general, que ele seja atado e entregue à justiça, porque o senhor deve saber, Sr. Wesley, que eu nunca perdôo!

– Neste caso, respondeu Wesley, eu espero que o senhor nunca peque!

O general ficou confuso com a objeção, e, pondo a sua mão no bolso, tirou de novo as chaves de sua bagagem e atirou-as ao criado, dizendo: "Toma aí, vilão, e comporta-te melhor no futuro."

Oglethorpe revelou, assim, ser pobre na arte de perdoar.

A BELEZA


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

FUGINDO DO PECADO

Uma menina, no tempo em que a conversão das crianças não era motivo de tanta oração como agora, pediu para ser aceita como membro da Igreja Batista.

– Você era pecadora antes da transformação de que agora fala? perguntou-lhe um idoso diácono.

– Sim, senhor, foi a resposta.

– E agora, ainda é pecadora?

– Sim, senhor, sinto que sou maior pecadora que nunca.

– Então, que transformação se operou em você?

– Não sei explicar exatamente – disse ela – mas eu costumava ser uma pecadora que corria atrás do pecado, e agora sou uma pecadora que foge do pecado.

Eles a aceitaram e, por muitos anos, foi ela uma luz brilhante e irradiante, e está agora onde não mais existe pecado de que fugir.

– A.B. Webber

ÚNICAS COISAS


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

SEM NADA A GANHAR


NO PRÓXIMO DOMINGO

...aproveitai as oportunidades.
Cl 4.5

Há alguns anos, meu pai me contou essa história. Era o final da década de 70 ou o início da de 80. Não me lembro muito bem. Naquele tempo, Dr. Tomé era quem conduzia os trabalhos na nossa igreja. Ele era médico e sozinho cuidava da saúde da cidade. Mas, aos domingos, levava a mensagem de salvação no pequeno templo de madeira que empenhara-se em construir.

Foi assim, pregando a mensagem de salvação e fazendo apelos no final de cada culto que muitos vieram a conhecer Jesus Cristo. Dentre eles, meu pai e minha mãe.

Mas uma coisa veio chamar a atenção do médico: um homem. Ele estava na casa de Deus todos os domingo. Ouvia a Palavra de Deus e saia sem dizer nada. Isso aconteceu durante algum tempo. Dr Tomé e a esposa oravam em casa pela alma daquele homem. Mas o tempo passou e nada.

Um dia, quando o homem saia da igreja, o missionário o segurou pela mão enquanto dizia boa-noite e olhando-o nos olhos, falou carinhosamente:

— Você não quer aceitar Jesus como seu Salvador?

— Hoje, não. No próximo domingo, doutor.

E a cena se repetiu por vários meses. Até que um dia, o homem não compareceu ao culto. Oito dias depois, ele também não veio. Preocupado, Dr. Tomé foi procurá-lo. Queria saber onde e como ele estava e por que não fora mais aos cultos.

Era possível, ver a tristeza do homem de Deus contando o final dessa história: "Ele morreu enquanto dormia, foi o que me disseram!"

Para aquele homem não houve próximo domingo. É perigoso quando deixamos decisões sérias e importante para depois. O tempo não nos pertence e as oportunidades podem fugir rapidamente de nós. Hoje é dia que o Senhor nos deu. Portanto, sejamos sóbrios e diligentes e não desperdicemos as oportunidades que o Pai nos dá.

Fandermiler Freitas 

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

O MUNDO É MEU

Uma senhora viajando num ônibus, viu uma jovem amável, com lindas tranças loiras, que parecia tão alegre! E teve o desejo íntimo de ser tão bela quanto ela. Súbito a jovem foi descer. Quando ela se arrastou pelo corredor do ônibus, a senhora viu então o cruel aparelho que lhe mantinha em posição os membros inferiores – era vítima de paralisia. Mas, ao passar junto daquela senhora, que sorriso esboçou! Diante disso, ela pensou: "Ó meu Deus, perdoa-me quando lamento! Tenho dois pés sadios. O mundo é meu!"

Então a senhora desceu, para comprar uns doces. O rapaz que servia ao balcão era tão simpático e amável! Falou com ela, dizendo:

– É muito agradável falar com pessoas como a senhora. A senhora vê – sou cego!

Novamente, a senhora com gratidão, diz: "Ó Deus, perdoa-me quando me queixo. Tenho dois olhos. O mundo é meu!"

Então, descendo a rua, ela deparei com uma criança de olhos azuis. Ali estava a observar outras crianças que brincavam. Parecia não saber que devia fazer. Ela se deteve um momento e lhe perguntou:

– Meu bem, por que você não vai brincar com os outros?

A garotinha continuou olhando para as crianças sem lhe responder, e então a senhora compreendeu que ela não ouvia.

E outra vez, disse:

"Ó Deus, perdoa-me quando me queixo! Tenho dois ouvidos. O mundo é meu!

"Com pés que me levam aonde quero, com olhos para contemplar a beleza de um pôr-do-sol, com ouvidos para ouvir tudo que quero – ó  meu Deus, perdoa-me quando solto queixas! Sou de fato abençoada. O mundo é meu!" – Seleto.

A VERDADE



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

TEMPESTADES

Nos Andes há ocasiões em que um pesado silêncio desce sobre a montanha. As aves param de cantar, as abelhas cessam a colheita do mel, as árvores não se mexem. Os moradores desses lugares sabem o que está acontecendo: é a tempestade que se aproxima.

Quando isso acontece, os habitantes da região também começam seus preparativos. A tempestade deve ser enfretada com coragem e prudência. Não é preciso enfrentá-la, mas proteger-se dela.

Assim é a nossa vida. As tempestades sempre virão. É inevitável. Quando os seus sinais forem vistos na nossa montanha é preciso proteger-se do vento, da chuva, dos raios e da neve. O melhor lugar para passar uma tempestade é nos branços do Pai. No entanto, se a sua paz não é a de Cristo, mau sinal. Sinal de tormenta e destruição.

PACIENTE


sábado, 15 de fevereiro de 2020

CORAGEM E CONFIANÇA

J. Stuart Robertson conta a história de um sargento por nome Tubby. Durante a Primeira Guerra Mundial um grupo de homens tomou posse de uma casa de campo meio derrubada na zona do conflito na França, dela se servindo como igreja em que se reuniam para buscar força espiritual em meio dos tormentosos dias de guerra. Certo dia o sargento Tubby foi solicitado a pregar um sermão. 

Ele leu a história da tempestade no mar de Galiléia, e depois falou sobre "os outros barquinhos". Disse que eles partilharam da tempestade quando o barco dos discípulos a estava combatendo, e partilharam da calma quando Jesus proferiu as palavras: "Cala-te, aquieta-te." Agora acontece justamente a mesma coisa na grande tempestade da guerra que ruge ao nosso redor, disse o sargento. "Há grandes navios nela, mas há outros barquinhos também – a Dinamarca, a Holanda, a Suécia, a Noruega, a Suíça e a Suécia. Estes estão sendo jogados de um lado para outro, sofrendo um tempo de ansiedade. E então, quando a paz vier afinal, aqueles outros "barquinhos" também receberão o beneficio dela.

"E não se dá o mesmo com vocês e comigo?" perguntou o sargento Tubby. "Se vocês se põem a andar como loucos, bebendo e cometendo outros pecados, não serão os únicos a sentir a tempestade. Haverá outros barquinhos com vocês: as esposas e os filhos, as noivas. Também elas partilharão da tormenta. Mas quando um homem abre o coração a Jesus e Ele aí entra, levando grande calma, aqueles outros barquinhos fruirão alegria e paz também."

 Não se esqueçam disto, juvenis. Quando vocês procedem mal, as pessoas de casa sofrem. Trazem ondas tempestuosas de ansiedade, de má influência e de opróbrio. Mas, quando vocês desfrutam a paz de Jesus no coração, então os membros de sua família sentem aquela paz e a partilham com vocês.

Fonte: http://www.iasdemfoco.net

CONFIAR EM DEUS


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

PREPARAÇÃO PARA O CÉU

Um homem sonhou que estava parado junto à porta que conduz os redimidos ao Céu. Veio um homem rico e procurou entrar expondo as suas riquezas e o apreço que o povo lhe devotava. O anjo, ou porteiro, lhe disse que estas coisas pertenciam ao mundo e que assim ele não podia entrar. O homem voltou muito triste.

Outra pessoa desejava entrar tendo como razão a sua integridade, porém o anjo replicou: "Pelas obras da lei nenhuma carne se justificará."

Ainda outra quis penetrar valendo-se do seu zelo para com sua denominação, suas orações fervorosas e sua profunda emoção; mas também esta foi proibida a entrada com estas palavras: "Em nenhum outro há salvação; porque não há outro nome debaixo do Céu pelo qual devamos ser salvos."

Pouco depois foi vista outra pessoa acercar-se, dizendo com terna voz: "O sangue de Jesus Cristo nos limpa de todo o pecado." A este a porta do Céu se abriu e o anjo lhe disse: "Passa adiante porque há uma entrada abundante no reino de Nosso Senhor Jesus Cristo."

New Cyclopedia of Illustrations

A VIDA DE DEUS

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

LENIE FOI ENGANADO

"O vinho é escarnecedor, e a bebida forte alvoroçadora; todo aquele que por eles é vencido, não é sábio." 

Provérbios 20:1

Durante a última parte da década de 1800 as mulheres cristãs da América se uniram para combater as bebidas alcoólicas. Trabalhando por intermédio das igrejas e das escolas elas conseguiram suficiente apoio para levar sua luta até Washington. Lá pediram uma lei que proibisse a fabricação e venda de bebidas alcoólicas.

A décima oitava emenda tornou-se lei no dia 16 de janeiro de 1920. As casas de venda de bebida foram fechadas e os membros da União Feminina de Temperança se rejubilaram. Naturalmente, os fabricantes não ficaram felizes. Nem os frequentadores e proprietários de bares. Treze anos depois a lei foi abolida.

Hoje cerveja, vinho, whisky e gin são vendidos livremente em toda parte. Os pais estocam nas adegas ou conservam no refrigerador suas bebidas favoritas, e os adolescentes seguem-lhes o exemplo. O resultado é ruína, vidas em pedaços, lares desfeitos, e morte.

Pergunte a Jerry Rogers. Ele contará a você a respeito de Lenie.

Aconteceu na noite de festa no colégio. Alguns dos estudantes levaram bebidas alcoólicas. Lenie foi um deles. Ele convidou Jerry para subir em seu belo carro novo, tirou de debaixo do assento uma garrafa de whisky e ofereceu-lhe.

- Obrigado; eu não bebo - Jerry disse.

Mais tarde nessa noite ele se alegrou em ter tido a sabedoria suficiente para dizer não. Ele estava sentado junto ao balcão tomando chocolate quente quando ouviu sons agudos de sirene, e instintivamente sentiu que se tratava de Lenie e seu grupo.

Deixando a bebida em meio, Jerry correu para seu carro e seguiu a sirene da ambulância. Não foi muito longe antes de ver as luzes pisca-pisca dos carros da polícia rodoviária. Então viu a ambulância passar veloz à sua frente rumo ao hospital.

A uns 30m do acidente Jerry parou e desceu do carro. Lentamente ele se aproximou do local. Era o belo carro novo de Lenie. Havia capotado. A lataria estava inteiramente amassada. Jerry sentiu que ninguém poderia ter saído com vida desse acidente.

Cacos de vidro em mistura com sangue podiam ser vistos no terreno. E ali, bem no meio de tudo, a garrafa de whisky de Lenie ainda intacta, porém vazia.

World Book Encyclopedia, vol.11, págs. 28 e 29.
Creeping Madness (em português, Juventude Ameaçada, da CPB), pág. 85.

TER PACIÊNCIA

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

PRONTO PARA PERDOAR? - INTERROMPA A MORTE

“Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Eu digo a você: Não até sete, mas até setenta vezes sete.”

Mateus 18:21-22

Ao decidir perdoar, você interrompe a morte dentro de você e dá oportunidade às pessoas de conhecerem o verdadeiro amor. José salvou a sua família, todo o Egito e a região à sua volta.

Nossa decisão em obedecer a Deus vai muito além de um momento de reconciliação. Ela traz bênção para nossa própria vida e para muitos à nossa volta, até para as gerações futuras.

E quanto às feridas causadas? Acredite: com o tempo, o Espírito Santo as sara. Obedeça ao que Deus pede mesmo que esteja doendo, e Deus te honrará.

Oração: Pai, apesar de toda do que vivi, eu decido perdoar para te obedecer. Eu libero o/a (cite o nome) que me causou mal e me entrego ao teu Espírito Santo, pois creio que ele sarará cada ferida do meu coração. Ajuda-me a seguir em frente, em nome de Jesus. Amém.

NÃO IMPORTAM AS CIRCUNSTÂNCIAS


terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

PRONTO PARA PERDOAR?

“Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Eu digo a você: Não até sete, mas até setenta vezes sete.”

Mateus 18:21-22

Você acha que está pronto para perdoar? Ninguém está, mas o perdão é uma decisão necessária; é uma questão de vida.

Pense no exemplo José do Egito. Enganado e traído pelos irmãos, vendido como escravo, preso por anos injustamente e, ainda assim, fiel a Deus… Ele tinha tudo para se revoltar e sentir pena de si mesmo…

Com certeza, o que ele viveu o machucou demais, o decepcionou num nível inimaginável. As pessoas que foram más com ele eram do seu próprio sangue, o que piora bastante as coisas.

Podemos dar muitas desculpas para manter em nosso coração o ressentimento por termos sido tão machucados, mas Deus não abre precedentes. Ele nos manda perdoar quantas vezes forem necessárias, inclusive, a mesma pessoa.

José, apesar de tudo, se manteve firme no que acreditava e não se tornou uma pessoa amarga. Isso não quer dizer que ele não sofreu. É óbvio que sim!

Quando foi liberto, ganhou poder como governador do Egito e reencontrou a sua família, precisou decidir que atitude tomar. Sua posição o permitia fazer o que quisesse com seus irmãos, mas ele escolheu perdoar e continuar o propósito para o qual Deus o tinha preparado.~

Por: Hélio Peixoto

PALAVRAS


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

PREPARATIVOS

E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo… 

João 14.3

Enquanto olhávamos o corpo de meu sogro em um caixão na capela funerária, um de seus filhos pegou o martelo que era do pai e o colocou ao lado de suas mãos. Anos depois, quando minha sogra morreu, um dos filhos colocou um jogo de agulhas de tricô sob os dedos dela. Esses doces gestos nos consolaram ao lembrarmos como usavam essas ferramentas enquanto viviam.

Sabíamos que não iriam precisar destes itens na eternidade. Não tínhamos ilusões, como os egípcios da antiguidade, de que as ferramentas, dinheiro ou armas enterradas com alguém preparariam melhor a pessoa para a vida seguinte. Você não pode levar nada! (Salmo 49:16,17; 1 Timóteo 6:7).

Mas meus sogros tinham se preparado para a vida eterna. E isso ocorreu anos antes, quando eles confiaram em Jesus como seu Salvador.

O planejamento para a vida eterna não pode começar no momento de nossa morte. Cada um de nós deve preparar o coração aceitando o dom da salvação proporcionado pelo sacrifício de Jesus na cruz.

Ao mesmo tempo, Deus também fez os Seus preparativos: “E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também” (João 14:3). Ele prometeu preparar um lugar para nós passarmos a eternidade com Ele.

Deus nos dá tempo para nos prepararmos para a eternidade.

por Cindy Hess Kasper

domingo, 9 de fevereiro de 2020

BOAS COMPANHIAS

Deixem a companhia dos tolos e vivam. Sigam o caminho do entendimento.

Prov. 9.6

A vida é uma caminhada. E, no decorrer desse percurso nunca estamos sozinhos. A gente vai sempre acompanhado. É muito importante saber escolher os companheiros de jornada. Isso faz uma tremenda diferença, pois dessa escolha dependerá o sucesso de nossa empreitada.

Boas companhias, segundo provérbios tornam o caminho mais belo e seguro, mesmo quando a estrada não é boa ou os vales são os da morte. Um bom amigo não só caminha ao nosso lado, mas nos orienta, conforta e ajuda a viver sabiamente.

Só a sabedoria nos permitirá reconhecer os tolos que nos cercam e a fugir deles. Viver sabiamente é a porta que nos permitirá alcançar grandes coisas e a colher os doces frutos da paz, do amor e do viver tranquilo.

Todo dia, nosso coração deve indagar: Quem são os meus companheiros de estrada? Tolos ou sábios? Como eles têm me influenciado? Para o bem ou para mal? E minhas escolhas tem me levado a paz ou a guerra?

DEUS NÃO ESTÁ DESILUDIDO


sábado, 8 de fevereiro de 2020

PROFESSOR ATEU EVOLUCIONISTA E ALUNO CRIACIONISTA

Anos atrás, quando eu ainda estava fazendo o curso de Ciências Biológicas na UFRGS, enfrentei o desafio que me pareceu o mais difícil de todo o curso. Estava cursando a disciplina de Evolução. Eu e outra colega éramos as únicas criacionistas na turma e, às vezes, saíamos bastante desanimadas das aulas. O professor apresentava muitas “evidências” da evolução em cada aula. Os argumentos eram bem construídos e ele apresentava argumentos criacionistas e os desmantelava em cada aula. Os argumentos criacionistas que ele apresentava para desmantelar pareciam frágeis e ridículos. Algumas vezes saíamos perplexas das aulas! Ele fazia provas do tipo argumentativo. Colocava algumas questões sobre o que era dito por criacionistas e tínhamos que responder às questões. O problema é que aqueles argumentos criacionistas não eram realmente bons e eu não podia defendê-los.

As pessoas nas igrejas achavam que era muito fácil desarmar os argumentos evolucionistas e não se davam ao trabalho de estudar o que era ensinado na universidade; acabavam combatendo a visão popular do que é a evolução. E era essa a visão que minha colega e eu tínhamos quando chegamos, totalmente despreparadas, ao nosso primeiro contato com a teoria da evolução ensinada nos meios acadêmicos.

Um dia cheguei em casa e comecei a falar com o Eduardo, meu marido, sobre o assunto, e resolvemos estudar teoria da evolução em mais profundidade. Eu precisava saber mais do que os meus colegas e, se possível, mais do que meu professor.

O professor fazia três tipos de avaliação da turma: uma prova escrita de cada área, um seminário feito em grupo em que era escolhido um dentre os assuntos propostos por ele e uma espécie de resenha de algum artigo ou capítulo de livro. A resenha era a última tarefa a ser entregue antes do fim do semestre e eu escolhi a introdução do livro texto que ele recomendou para a turma e para o qual ele tinha conseguido um preço especial, de tal forma que toda a turma o comprou, inclusive minha colega e eu.

Escolhi a introdução do livro porque ela dava uma visão panorâmica de tudo o que o livro ensinava sobre evolução. Rebati cuidadosamente um a um dos argumentos apresentados no capítulo, verificando o que cada capítulo que tratava do assunto aprofundava. Para essa tarefa, pedi conselhos para o meu marido sobre alguns assuntos.

O resultado é que nesse trabalho acabou até aparecendo uma fórmula da ação mínima, que o Eduardo forneceu para mim. Tudo isso aconteceu muito antes de o Eduardo realizar sua primeira palestra criacionista para a Sociedade Criacionista Brasileira.

No último dia de aula, quando eu estava saindo da sala, o professor se aproximou para conversar comigo. Ele me perguntou se eu tinha feito o curso de Física. Respondi que meu marido era físico. Ele parecia desconfortável e incomodado, mas ao mesmo tempo havia uma enorme curiosidade nos olhos dele.

Depois disso, cada vez que passava por ele nos corredores do Instituto de Biociências, ele me cumprimentava de um modo simpático.

Alguns semestres depois, minha cunhada, que também fez o curso de Ciências Biológicas na UFRGS, estava cursando a disciplina de Evolução. Naquele semestre, ele colocou o tema “Ciência vs. Religião” para ser escolhido entre os temas a serem apresentados em seminário pelos grupos. O grupo da minha cunhada escolheu esse tema.

Ela me disse que em certa aula uma aluna perguntou ao professor se ele acreditava em Deus. A resposta dele foi mais ou menos assim: “Bem, eu não acreditava, mas agora já não tenho tanta certeza. Tive uma aluna que entendia de evolução, ela respondia muito bem às questões da prova, mas não acreditava em nada daquilo, e ela me fez pensar.”

Essa experiência me fez perceber que não sabemos nada do que vai no coração humano. Quem pode saber quem está além das esperanças? Um professor ateu convicto que trabalha para destruir as convicções religiosas dos alunos?

(Maria da Graça Friedrich Lütz, bióloga e bioquímica)

O ÊXITO DA VIDA



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

PRESTE MUITO ATENÇÃO

…todo o povo tinha os ouvidos atentos ao Livro da Lei. 

Neemias 8:3

Sentado no auditório, eu mantinha os meus olhos fixos no pastor. Minha postura sugeria que eu estava absorvendo tudo o que ele estava dizendo. De repente, ouvi todos rindo e aplaudindo. Surpreso, olhei à minha volta. Aparentemente, o pregador tinha dito algo engraçado, mas eu não imaginava o que poderia ter sido. Todas as aparências indicavam que eu estivera escutando com atenção, mas, na realidade, minha mente estava muito distante.

É possível ouvir o que está sendo dito, mas não escutar; observar, mas não ver; estar presente, contudo ausente. Em tal condição, podemos perder mensagens importantes dirigidas a nós.

Quando Esdras leu as instruções de Deus para o povo de Judá, “…todo o povo tinha os ouvidos atentos ao Livro da Lei” (Neemias 8:3). Sua atenção à explicação produziu entendimento (v.8), o que resultou em seu arrependimento e restauração. Em outra situação, em Samaria, Filipe pregou aos samaritanos após o início da perseguição dos cristãos em Jerusalém (Atos 8:1). As multidões não só observavam os sinais milagrosos que ele fazia, mas também “…atendiam, unânimes, às coisas que Filipe dizia…” (v.6). “E houve grande alegria naquela cidade” (v.8).

A mente pode ser como um aventureiro errante que perde muito do entusiasmo ao seu lado. Nada merece mais atenção do que as palavras que nos ajudam a descobrir a alegria e as maravilhas de nosso Pai celestial.

A recepção da Palavra consiste em atenção da mente e intenção da vontade. 

William Ames

Por: acharles
Devocional Pão Diário

CONHECER A DEUS


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

PROFESSOR ATEU

Havia um professor de filosofia que era um ateu convicto.

Sua principal meta era tomar um semestre inteiro para provar que DEUS não existe.

Os estudantes sempre tinham medo de debater com ele, por causa da sua lógica impecável.

Por 20 anos ensinou e mostrou que jamais haveria alguém que ousasse contrariá-lo; embora, às vezes surgisse alguém que o tentasse, nunca o venciam.

No final de todo semestre, no último dia, fazia a mesma pergunta à sua classe de 300 alunos:

– Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé!

Em 20 anos ninguém ousou levantar-se.

Sabiam o que o professor faria em seguida.
Diria: Qualquer um que acredita em Deus é um tolo! Se Deus existe impediria que este giz caísse ao chão e se quebrasse.

Esta simples questão provaria que Ele existe, mas, não pode fazer isso!

E todos os anos soltava o giz, que caia ao chão partindo-se em pedaços.

E todos os estudantes apenas ficavam quietos, vendo a demonstração.

A maioria dos alunos pensavam que Deus poderia não existir. Certamente, havia alguns cristãos mas, todos tiveram muito medo de ficar de pé.

Bem…. há alguns anos chegou a vez de um jovem cristão que tinha ouvido sobre a fama daquele professor. O jovem estava com medo, mas, por 3 meses daquele semestre orou todas as manhãs, pedindo que tivesse coragem de se levantar, não importando o que o professor dissesse ou o que a classe pensasse. Nada do que dissessem abalaria sua fé… ao menos era seu desejo.

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Finalmente o dia chegou. O professor disse:
– Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé!

O professor e os 300 alunos viram, atônitos, o rapaz levantar-se no fundo da sala.

O professor gritou:
– Você é um TOLO!!! Se Deus existe impedirá que este giz caia ao chão e se quebre!

E começou a erguer o braço, quando o giz escorregou entre seus dedos, deslizou pela camisa, por uma das pernas da calça, correu sobre o sapato e ao tocar no chão simplesmente rolou, sem se quebrar.

O queixo do professor caiu enquanto seu olhar, assustado, seguia o giz.
Quando o giz parou de rolar levantou a cabeça… encarou o jovem e… saiu apressadamente da sala.

O rapaz caminhou firmemente para a frente de seus colegas e, por meia hora, compartilhou sua fé em Jesus.

Os 300 estudantes ouviram, silenciosamente, sobre o amor de Deus por todos e sobre seu poder através de Jesus.

Muitas vezes passamos por situações em que acreditamos que “nosso giz” vai quebrar, mas Deus, com sua infinita sabedoria e poder, faz o contrário…

Fonte: Papo Cristão

RAZÕES PARA NÃO SER AMADO


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

ATÉ O FIM

Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo.

Mateus 24.13

Nos meus vários anos de magistério, já testemunhei muitas coisas, no entanto, nada me deixa mais triste do que ver um bom aluno, que inicia o ano muito bem, e que por uma série de fatores, problemas, desisti e fica pelo caminho.

Na vida espiritual, não é diferente, algumas pessoas têm até a disposição de ir até ao mestre, foi assim com o jovem rico - mostrou interesse, teve iniciativa e parecia decidido. Mas bastaram apenas poucas palavras de Jesus para ele retira-se triste. Por que isto acontece? Porque as pessoas querem servir a Jesus do seu jeito, da sua maneira.

Lembra de Caim? Ele buscou a Deus e lhe ofereceu um sacrifício. Parece uma atitude louvável, não acha? Mas mesmo com toda a disposição, iniciativa foi reprovado, porque não obedeceu a voz de Deus, preferiu fazer o sacrifício do seu modo. É engraçado como nós homens somos - Deus sempre nos diz como devemos agir e achamos que o nosso modo de pensar é melhor.

E Judas, que ouviu os sermões de Jesus, viu seus milagres, sentiu o poder e amor que emanava do Mestre quando acalmou a tempestade, andou sobre o mar e alimentou uma multidão? O que dizer dele? Ele andou com Jesus, foi eleito tesoureiro e durante três anos dormiu, comeu e esteve em comunhão com o Mestre. Isto foi suficiente para salvá-lo? De modo algum, porque ele desprezou tudo o que aprendeu, trocando por 30 moedas de prata.

Nós criticamos tanto Judas, mas acabamos praticando o mesmo. Não é verdade? Quantas vezes mesmo conhecendo a verdade, agimos erradamente, e tentamos culpar os outros, dizendo que fomos pressionados.

E Saul, rei de Israel? Ele foi escolhido por Deus para uma missão, mas desobedeceu a voz de Deus e preferiu trilhar o seu próprio caminho que o levou para longe de Deus e a morte numa guerra contra os filisteus.

O que estes três homens tiveram em comum? Iniciaram bem sua caminhada, mas terminaram longe de Deus. E terminar longe de Deus significa que perderam tudo, até mesmo sua alma. O versículo acima nos adverte da importância de perseverarmos até o fim.

A GRANDIOSIDADE DE DEUS


terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

JOGUE-O AOS CÃES SELVAGENS

Em uma pequena e longínqua comunidade existia um rei extremamente perfeccionista que tinha prazer em torturar qualquer de seus servos que cometesse um erro. E para isso ele sempre mantinha vários vigilantes atentos e também dez cães selvagens dos mais bravos e violentos que se conhecia ali naquele lugar, para punir os culpados.

Numa tarde de outono o rei observava o trabalho de um dos seus servos. Ele não gostava muito daquele servo e procurava ocasião para castigá-lo. Foi então que o rei lhe fez uma pergunta e o servo respondeu da maneira incorreta.Então o rei, sem demora, ordenou que esse servo fosse jogado aos cães selvagens como exemplo para todos os outros servos de que o rei não toleraria erros.

Porém, antes de ser jogado aos cães, o servo fez um último pedido ao rei:

– Senhor Rei, eu o servi por mais dez anos, e estou muito triste por o senhor fazer isso comigo. Permita-me ter mais dez dias de vida antes de me jogar aos cães, para que eu coloque minha vida em dia e me despeça de minha família?

O rei achou justo e lhe concedeu esses dez dias.

Nesses dez dias, o servo foi designado para ajudar o guarda que lida com os cães do rei. Ele disse a ele que gostaria muito de alimentar aqueles cães selvagens durante os próximos dez dias que lhes restavam.

O guarda, um tanto confuso com o pedido, concordou e o servo foi designado para trabalhar na alimentação dos cães, na limpeza, e no banho deles, pois eram queridos do rei.

Os dez dias se passaram e o rei ordenou que o servo fosse buscado imediatamente para que a pena de seu erro fosse aplicada a ele.

Os guardas imediatamente jogaram o servo em meio aos cães à vista de muitas pessoas que esperavam agoniadas que ele fosse despedaçado por eles.

No entanto, algo aconteceu! Os cães, ao invés de devorá-lo, começaram a lambê-lo. Começaram a pular nele, a correr, a brincar e a demonstrar grande alegria pela presença daquele servo ali.

O rei, perplexo com o que estava vendo, disse:

– O que aconteceu com meus cães selvagens?

O servo olhou nos olhos do rei e lhe respondeu:

– Eu servi os seus cães apenas por dez dias. Nesse tempo fiz tudo que podia por eles. Não fiz um trabalho perfeito, cometi erros, mas os servi de coração. E eles não se esqueceram de mim, não me maltrataram por eu ser um homem imperfeito. No entanto, eu servi o senhor rei por dez anos e o senhor se esqueceu de tudo que lhe fiz de todo coração, por causa de um único erro que cometi e me condenou à morte.

O rei, impactado pela sabedoria daquele servo, percebeu seu erro e ordenou que o servo não fosse mais morto.

Nós, como esse rei perfeccionista, temos condenado pessoas com nossos julgamentos muitas vezes injustos? Será que não somos muitas vezes como esse rei que não valoriza as pessoas por conta de alguns erros que cometem?

Fonte: https://www.esbocandoideias.com