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segunda-feira, 18 de maio de 2020

OH! DEUS! SALVA O MEU FILHO

E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.

Atos 16:31

Certo pai cristão, zeloso e temente a Deus, lutava para que seu filho se convertesse. De tanto ouvir os conselhos e as orações do pai, o moço sentiu-se incomodado e resolveu sair de casa. A despedida no portão foi triste. O pai com lágrimas nos olhos abençoou o rapaz e o viu partir sem dizer para onde. Ali mesmo no portão, ainda soluçando, ajoelhou-se e orou: "Oh! Deus, salva o meu filho!" Essa luta só ia terminar na hora da morte.

Desde que seu filho partiu, aquele pai orava várias vezes ao dia, a mesma oração: "Oh! Deus! Salva o meu filho".

Depois de vários meses, sumido em uma cidade distante, sem dar notícias; aquele filho foi tomado por uma grande saudade. Sentiu saudades de casa e do velho pai. Na véspera do Natal estava inquieto e deprimido. Pela primeira vez, depois de muitos anos, desejou participar de um culto.

À noite, saiu à procura de uma igreja e lhe informaram sobre um pequeno vilarejo onde funcionava uma pequenina congregação. Em lá chegando, entrou, assistiu, atenta e reverentemente, a programação. Após a mensagem, atendeu ao apelo e entregou sua vida a Jesus.

No outro dia, logo cedo, foi à Agência dos Correios e passou o seguinte telegrama para o velho pai: "Pai, ontem, dia 24 de dezembro, véspera de Natal, às nove da noite, aceitei Cristo como Salvador. Agora sou um crente. Breve irei vê-lo". No rodapé mandou o seu endereço.

Quando o telegrama chegou, a velha esposa e mãe que também orava pela salvação do filho, leu a gloriosa notícia e correu para o quarto. De joelhos sobre o telegrama, rendeu mil graças a Deus.

Depois de agradecer a grande bênção, foi ao correio e mandou a seguinte resposta para o filho: "Querido filho, no dia 24, véspera do Natal, exatamente às nove da noite, seu pai morreu. Às últimas palavras que ele disse foram as seguintes: "Oh! Deus! Salva o meu filho!"

Joaze Gonzaga de Paula, em O Jornal Batista, pg 4b

terça-feira, 16 de julho de 2013

APRENDER A TREINAR SEU FILHO

O parto da girafa é feito com ela em pé, de modo que a primeira coisa que acontece ao recém-nascido é uma queda de aproximadamente dois metros de altura. Ainda tonto, o animal novinho tenta firmar-se nas quatro patas, mas a mãe tem um comportamento estranho: ela dá um leve chute e a girafa-filhote cai de novo no chão.
 
O processo se repete várias vezes, até que o recém-nascido, exausto, já não consegue ficar em pé. Nesse momento, a mãe novamente o instiga com a pata, forçando-o a levantar-se. E já não o derruba mais. A partir daí, ele se levanta sozinho, com forças, e consegue ficar firme de pé. A lição é simples: para sobreviver aos animais predadores, a primeira lição que a girafa deve aprender é levantar-se rápido para fugir dos inimigos.
 
Portanto, a aparente crueldade da mãe-girafa tem a importante função de treinar, educar o filhote, para que não seja devorado pelos outros animais selvagens. Esse aprendizado vai ser fundamental para a própria sobrevivência da espécie. Que você possa aplicar esta lição com amor, para treinar e educar seus filhos, pois vivemos dias difíceis. Grave isto: O mesmo sol que amolece a manteiga, endurece o barro.

Fonte: http://servoporemlivre.blogspot.com.br/2012/10/aprende-treinar-o-seu-filho.htm

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

OS FINS JAMAIS JUSTIFICARÃO OS MEIOS


Gênesis

19.1 Ao anoitecer, vieram os dois anjos a Sodoma, a cuja entrada estava Ló assentado; este, quando os viu, levantou-se e, indo ao seu encontro, prostrou-se, rosto em terra.

19.2 E disse-lhes: Eis agora, meus senhores, vinde para a casa do vosso servo, pernoitai nela e lavai os pés; levantar-vos-eis de madrugada e seguireis o vosso caminho. Responderam eles: Não; passaremos a noite na praça.

19.3 Instou-lhes muito, e foram e entraram em casa dele; deu-lhes um banquete, fez assar uns pães asmos, e eles comeram.

19.4 Mas, antes que se deitassem, os homens daquela cidade cercaram a casa, os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados;

19.5 e chamaram por Ló e lhe disseram: Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles.

19.6 Saiu-lhes, então, Ló à porta, fechou-a após si

19.7 e lhes disse: Rogo-vos, meus irmãos, que não façais mal;

19.8 tenho duas filhas, virgens, eu vo-las trarei; tratai-as como vos parecer, porém nada façais a estes homens, porquanto se acham sob a proteção de meu teto.

19.9 Eles, porém, disseram: Retira-te daí. E acrescentaram: Só ele é estrangeiro, veio morar entre nós e pretende ser juiz em tudo? A ti, pois, faremos pior do que a eles. E arremessaram-se contra o homem, contra Ló, e se chegaram para arrombar a porta.

19.10 Porém os homens, estendendo a mão, fizeram entrar Ló e fecharam a porta;

19.11 e feriram de cegueira aos que estavam fora, desde o menor até ao maior, de modo que se cansaram à procura da porta.

O texto Sagrado que acabamos de ler mostra que Ló teve um boa intenção – proteger seus hóspedes da violência e devassidão dos sodomitas – todavia, para tal, ofereceu suas filhas – herança do SENHOR - para serem abusadas em lugar deles...MISERICÓRDIA!!!

Os fins jamais justificarão os meios. 

Desse tipo de “boa intensão” o inferno está lotado!

A misericordiosa intervenção divina impediu que Ló levasse adiante seu desvario.

De que meios você tem se utilizado para chegar aos lugares nos quais só Deus pode te levar?

Saibam, meus irmãos, Deus não precisa dos nossos meios para nos levar aonde Ele deseja.

Ainda antes que houvesse dia, eu era; e nenhum há que possa livrar alguém das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá? (Is 43.13)

Pr. Celso Ricardo dos Santos Conceição

quarta-feira, 2 de maio de 2012

PAIS E FILHOS

Nem tudo que é bom é delicioso e nem tudo que é saboroso é bom. Minha esposa Miriam e eu temos constantemente lutado para ensinar isso aos nossos quatro filhos que sempre preferem o delicioso sobre o bom. 

Por exemplo, na medicina, quando há a necessidade de administrar um medicamento contra a gripe, é algo "bom", mas de modo algum se considera "delicioso". As farmacêuticas se dedicam a  encontrar sabores deliciosos o suficiente para que as crianças "gostem" de tomar remédio. Embora a uva marque o sabor, o morango de um colorido especial, nossos filhos terão de ser convencido de que não é algo "delicioso", mas "bom" e necessária para se recuperar a saúde. 

Da mesma forma, temos o problema com alguns alimentos, mas principalmente com legumes. Por exemplo, meu filho Jonathan, com cinco anos, tem a ideia errada de que tudo o que é verde não é de Deus. Embora mão pareça delicioso, sabemos que é algo "bom" e necessário para o desenvolvimento adequado do seu corpo. Nós planejamos mil maneiras de convencê-lo a comer, e às vezes, confesso, não conseguimos. 

Por outro lado, nem tudo "delicioso" é bom. Parece que antes de uma refeição é quando as crianças são dadas por querer comer chocolate, ou algo "delicioso". Fazer isso iria arruinar o apetite para obter o "bom" neste caso é a comida. O melhor exemplo de algo "delicioso" que não contém qualquer "bom" está vendendo o doce nos parques que chamamos de "algodão doce". Quando vamos a esses lugares com nossos filhos, precisamos nos preparar para estragar parte do nosso orçamento neste doce "delicioso", mas "bom para nada". Eu acho que nessa situação haverá pais e filhos para toda a eternidade. Que Deus continue a iluminar os pais para tão difícil "combate". (Fonte: Marcos Witt, publicado em Carisma Internacional (Charisma), 1995)

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

GARDÊNIAS BRANCAS

Desde que completou doze anos, Aline passou a receber, anonimamente, gardênias brancas em seus aniversários, uma a cada ano... Não vinham com cartões, nem com bilhetes e nem tampouco traziam a identificação da floricultura de onde vinham. A garota já não sabia mais o que fazer para tentar descobrir a origem das flores, e a sua curiosidade era crescente na medida em que iam se acrescentando anos à sua idade... Depois de algum tempo, ela já não tentou mais desvendar quem poderia ser o tal misterioso remetente, apenas se deleitava com a beleza e com o perfume estonteante daquela única flor mágica e perfeita, aninhada sob as camadas de um papel de seda especial cor-de-rosa.

No fundo, no fundo, ela nunca deixou de imaginar quem poderia ser o galanteador oculto, e alguns de seus momentos mais felizes foram passados sonhando acordada com aquele alguém maravilhoso e excitante, que apesar de tímido ou excêntrico, mexia demais com o mais profundo do seu ser. Durante a adolescência ela se divertia especulando que o possível remetente fosse o garoto mais bonito do colégio, por quem ela secretamente esteve apaixonada, mas logo ela caia em si, pois ele nunca se aproximou e era totalmente frio e indiferente à sua pessoa...

Sua mãe frequentemente atiçava ainda mais as suas especulações. Queria saber se havia alguém a quem ela tivesse feito uma gentileza e que por isso, poderia estar dessa forma demonstrando o seu apreço e gratidão, e lhe forçava sempre a trazer pra memória momentos em que a filha tivesse sido solidária com alguém... O que sua mãe queria na verdade, era que seus filhos se sentissem também amados e queridos, não apenas por ela, mas pelo mundo como um todo.

Quando estava com dezessete anos, um rapaz que ela conhecera num cursinho, e que era muito bonito, corpo sarado, bom de conversa e conquistador, aproximou-se dela com o intuito de apenas se aproveitar dela. Ela estava encantada por ele, e quando percebeu suas intenções, ficou com o coração despedaçado. Na noite em que descobriu que ele era casado, chorou muito, a noite toda, sem conseguir pegar no sono. Quando saiu do quarto, pela manhã, havia uma mensagem escrita com batom vermelho no espelho do banheiro: "Alegre-se, quando os semideuses vão, Deus vêm." Ela pensou durante o dia todo a respeito daquela citação adaptada de Emerson e de como sua mãe foi capaz de se inspirar ao ponto de escrever algo tão profundo que fez seu coração sarar. Quando finalmente ela foi buscar o limpa-vidros, sua mãe constatara então que estava tudo bem novamente.

Mas houve certas feridas que sua mãe não pôde curar. Um mês antes de sua formatura no segundo grau, o pai dela morreu subitamente de enfarte, e ambas precisavam de socorro. Os sentimentos da moça variavam de dor a abandono, de medo a desconfiança e de uma decepção avassaladora por seu pai estar perdendo alguns dos acontecimentos mais importantes da sua vida. Ela perdeu totalmente o interesse na formatura que se aproximava, na peça de teatro da turma dos formandos e no baile de gala – eventos pelos quais ela havia trabalhado arduamente, e que esperava com ansiedade. Pensou até mesmo em entrar em uma faculdade local, ao invés de ir para outro estado como havia planejado, pois se sentiria mais segura.

Sua mãe, mesmo em meio à sua própria dor, não queria de forma alguma que ela faltasse a nenhuma dessas coisas. Um dia antes do velho morrer, ela e a filha tinham ido comprar um vestido para o baile e haviam encontrado um espetacular (metros e metros de musselina estampada em vermelho, branco e azul). Ao experimentá-lo, a garota se sentia como Scarlett O"Hara em “O Vento Levou...” Mas não era do tamanho certo e, quando o pai morreu no dia seguinte, esqueceu totalmente do vestido, ou de qualquer outro. Sua mãe, no entanto, não! E na véspera da formatura, lá estava o vestido, deslumbrante, e devidamente ajustado pra ela, no tamanho exato . Estava estendido majestosamente sobre o sofá da sala. Aline podia até não se importar em ter um vestido novo, mas sua mãe se importava. Ela estava atenta à imagem que seus filhos tinham de si mesmos.

Na verdade, Dona Ester queria que seus filhos se vissem como a gardênia - graciosos, fortes, perfeitos, com uma aura de magia e, talvez, um pouco, com um singelo ar de mistério.

Dona Ester morreu quando a filha estava com vinte e dois anos, apenas dez dias depois de ter se casado. E foi justamente nesse ano em que ela parou de receber gardênias.

“Tão somente guarda-te a ti mesmo, e guarda bem a tua alma, para que não te esqueças das coisas que os teus olhos viram, e que elas não se apaguem do teu coração todos os dias da tua vida; porém as contarás a teus filhos, e aos filhos de teus filhos” (Deuteronômio 4:9)

Silvana Lacerda
Fonte: www.webservos.com.br

domingo, 20 de novembro de 2011

OS TRÊS POTES

Três mulheres estavam retirando água em um poço. Nisso, chegou um ancião que queria saciar a sua sede. Então, sem querer, ele passou a ouvir tudo o que elas falavam. 

A primeira mulher disse:  "Meu filho tem muita saúde e também é muito lindo, corre, pula, e tem uma energia que nunca se finda..."

A segunda também falou: "O meu menino é um artista, canta como os passarinhos, e faz versos como os poetas...”

A terceira mulher, no entanto, se manteve calada e indiferente... Então o velho a interrogou: "E você, não tem filhos?"

Ela respondeu: "Tenho, mas ele é um menino normal e não tem nada de extraordinário, mesmo assim eu o amo muito, e do jeitinho que ele é..."

As três mulheres, já com seus potes cheios, colocaram-nos sobre as cabeças e foram caminhando de volta para as suas casas. No meio do caminho, elas pararam para descansar e o velho, que as acompanhava, sentou ao lado delas, para também repor suas forças.

Pouco depois, os filhos delas vieram correndo para encontrá-las... O primeiro vinha correndo e pulando com a sua exuberante beleza, o segundo vinha cantando lindas canções compostas por ele mesmo e o terceiro não vinha nem pulando e nem cantando, mas quando chegou perto de sua mãe, lhe deu um terno beijo, pegou o pote cheio de água e o levou para casa, sem que ninguém lhe pedisse isso.

Então as duas outras mulheres, ainda com o peso dos potes sobre os ombros perguntaram para o idoso: "O que o senhor achou dos nossos filhos?"

O velho homem respondeu: "Realmente, eu acabei de ver três meninos, todavia, vi apenas um filho."

Cícero Volney