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segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

APÓS A TEMPESTADE

Os fazendeiros no Alabama estavam acostumados a um único tipo de plantio - algodão. Eles aravam a terra e após a colheita, plantavam novamente. Viveram, assim, do algodão por vários anos. Foi então que, em determinado ano, uma praga - o gorgulho do algodão, devastou a área inteira.

No ano seguinte os fazendeiros hipotecaram suas casas e plantaram algodão mais uma vez, prevendo uma boa colheita. Tão logo o algodão começou a crescer, os insetos retornaram e destruiram toda a colheita, levando à falência a maioria das fazendas. Os que conseguiram sobreviver, decidiram fazer uma experiência no terceiro ano cultivando algo que nunca haviam plantado antes - amendoim.

O resultado foi tão fabuloso e a aceitação do mercado tão voraz que os fazendeiros já no terceiro ano de plantio haviam conseguido saldar todas as dívidas. Continuaram plantando amendoins e prosperaram grandemente. Os fazendeiros, felizes com seu progresso, reuniram-se e construíram um monumento à praga do algodão! Se não fossem aqueles insetos, jamais teriam descoberto o amendoim.

Eles descobriram que até nos grandes desastres pode existir motivos de regozijo.
 

sábado, 15 de abril de 2023

EM PÉ NOVAMENTE

A história tem demonstrado que os mais notáveis vencedores freqüentemente encontraram dificílimos obstáculos antes dos seus triunfos. Eles finalmente venceram porque se recusaram a se desencorajar em função dos seus fracassos. B.C.Forbes

É simplesmente impossível você evitar certos retrocessos nesta vida. Certos tropeços e eventuais quedas são inevitáveis. Porém, você pode estabelecer a prioridade de se recuperar o mais rapidamente possível e voltar à ativa. Em todo e qualquer significativo esforço sempre haverá interrupções, desapontamentos e, até mesmo, eventuais desastres. 

A sua convalescença dependerá, em grande escala, daquilo que você irá decidir fazer. O tempo e a energia que você gastar em murmuração, ira e auto-piedade só servirá para prolongar o período das conseqüências desastrosas da queda e retardar ainda mais o processo de recuperação. 

Aceite o fato de que os retrocessos virão mesmo; e quando eles chegarem tome a decisão de sobrepujá-los colocando-se em pé o mais rápido possível. Busque algo positivo dentro de cada um desses eventuais retrocessos, porque isso o ajudará tremendamente a ajustar seu foco novamente em direção ao seu alvo. Tanto vencedores como derrotados – ambos – tropeçam e eventualmente caem. Os vencedores são aqueles que se levantam rapidamente e continuam seguindo em frente. 

Para Meditação: ... tudo posso naquele que me fortalece. Filipenses 4.13 Filipenses 4:13

Nélio DaSilva

domingo, 5 de abril de 2020

AO OLHAR PRA CRUZ

“Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.”

Hebreus 12:2

Se existe algo que o homem deve fazer em qualquer que seja a circunstância é olhar para cruz. Olhar para cruz é uma ação difícil de praticar, pois implica em reconhecer seus erros e pedir ajuda para seguir em frente. Mas essa atitude sempre faz grande diferença ao coração. 

As pessoas que um dia andaram contigo podem não querer ou poder te perdoar, mas Deus sempre oferece uma segunda chance;

A família pode até desistir de você, mas Deus está sempre de braços abertos;

A sociedade pode não acreditar mais em você, mas Deus deseja que tu sejas um discípulo.

O mundo te considera um derrotado, mas Deus quer te levantar do chão.

A Igreja de Cristo é formada por pessoas que se atreveram a olhar para a cruz e encontraram em Jesus força para recomeçar. Dentre eles haviam ladrões, drogados, alcoólatras, assassinos, desordeiros, blasfemadores, idólatras, etc.... A lista é grande! Mas o que fomos não importa mais, porque Deus nos permitiu recomeçar e encontrar a paz que tanto procurávamos.

ADORADORES - AO OLHAR PRA CRUZ


Fandermiler Freitas

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

AMPARO NA RUÍNA

Quando destruição, o sofrimento, a angústia atingem a nossa alma é comum o desespero, a tristeza e a angústia nos ferir no mais íntimo do coração. Não raro a esperança desaparecer e a gente ficar perdido no deserto que nossa vida se tornou a contemplar as ruínas de nosso passado. Já aconteceu com você?

Aleksander Kircun, natural da Polônia, relata uma experiência sua que nos faz refletir como é precioso a comunhão em tempo de solidão e ruínas.

"Durante a Segunda Guerra Mundial, quando a linha de frente moveu-se um pouco para a direção ocidental, retornei a Varsóvia. A cidade estava em completa ruína. Ao contemplar a confusão reinante e os edifícios destruídos, meu coração quase se despedaçou. Senti-me só, terrivelmente só.

Mas o que mais me arrasou foi ver as ruínas do templo da Igreja Batista que frequentava. Para aumentar ainda mais minha tristeza descobri que da florescente comunidade de nossa igreja em Varsóvia não restavam mais do que catorze membros.


No meio dessa situação triste e aflitiva, surgiu de repente um lampejo de esperança e alegria. Representantes da Aliança Batista Mundial nos visitaram. E nos disseram: "Não estais sós. Trazemos auxilio para vossa igreja e palavras de encorajamento". Como foram maravilhosas estas palavras, nesse período difícil; e quão esplêndida, a nossa comunhão nessa época."

Quando se confia e espera em Deus a solidão é menor do que imaginamos e a tragédia não irá nos abater para sempre. Porque o nosso Deus levanta o caído e sustenta o aflito.

domingo, 11 de setembro de 2016

SALVO POR UMA ÁGUIA

"Esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo."

Filipenses 3.13

Sam estava ali, em pé no deck do barco olhando a água turbulenta e lodosa do rio. A corrente escura e inquieta parecia bem um reflexo de sua própria alma atribulada.

"De que adianta viver?" ele se indagava. "Tudo está terminado.

Minha esposa me abandonou. Minha carreira terminou. Traí a confiança do povo. Não tenho futuro." Justo neste momento. quando Sam estava prestes a saltar para a morte, uma grande águia veio voando do deserto do Tenessee e pousou junto ao deck onde ele estava. Então, com um grito. ela voou para o oeste rumo ao sol.

Imediatamente Sam se sentiu melhor. Fechando um pouco os olhos ele pode ainda ver a negra ave pairando alto no contraste da luz solar. Por que teria essa águia chegado nesse decisivo momento de sua vida até perto dele? Seria o caso de que ele ainda teria um futuro afinal? Poderia, como a águia, sobrepor-se à vergonha e desventura de seu passado?
O homem que enfrentava o pôr do Sol nesse dia de primavera era Sam Houston, que mais tarde ajudou a conquistar a independência do Texas. Ele se tornou o presidente da República do Texas e mais tarde quando o Texas se tornou parte dos Estados Unidos, ele foi escolhido governador.

Hoje, dia 2 de março, celebra-se no Texas o Dia da Independência em honra de Sam Houston, nascido neste dia do ano 1793.

Como Sam Houston muitos jovens hoje enfrentam tempos de desencorajamento. Como aconteceu com ele, também eles podem achar difícil viver com os enganos e erros de seu passado.

Fonte: 4tons.com

sábado, 21 de janeiro de 2012

SEGUNDA VERSÃO

Quando Thomas Carlyle, historiador e ensaísta inglês, concluiu o segundo volume de sua História da Revolução Francesa, entregou o manuscrito a John Stuart Mill, para que este fizesse observações. Mill leu o manuscrito e emprestou-o a um amigo. Esse amigo deixou-o sobre a escrivaninha certa noite, depois de lê-lo. Na manhã seguinte a empregada, procurando alguma coisa com a qual acender o fogo, encontrou a pilha de papéis soltos e, pensando que fossem rascunhos antigos, usou-os para acender o fogo. Aquilo que havia custado anos de trabalho a Carlyle era cinza agora!

Quando Mill, branco como um lençol, relatou a devastadora notícia a Carlyle, este ficou tão atônito com sua perda que não conseguiu fazer nada durante semanas. Então um dia, sentado diante da janela aberta, remoendo sua terrível perda, observou um pedreiro reconstruindo uma parede de tijolos. Pacientemente, o homem colocava tijolo sobre tijolo, enquanto assobiava uma alegre melodia.
"Pobre tonto", pensou Carlyle, "como pode estar tão alegre quando a vida é tão fútil?" Depois, repentinamente, teve outro pensamento. "Pobre tonto", disse ele de si mesmo, "você está aqui sentado junto à janela, queixando-se e lamentando, enquanto aquele homem reconstrói uma casa que durou gerações."

Levantando-se da cadeira, Carlyle começou a trabalhar no segundo rascunho da História da Revolução Francesa. Conforme seu próprio relato, e o daqueles que tiveram a oportunidade de ler ambas as versões da obra, a última foi bem melhor! A destruição de nossos queridos sonhos não precisa ser o fim do mundo. Pode ser o início de algo melhor!

Carlyle tem sido uma inspiração para muitos, no sentido de recomeçar depois de terem visto destruído o trabalho de sua vida. É improvável, entretanto, que o humilde pedreiro que deu a Carlyle a inspiração de começar de novo, tenha ficado sabendo que ele teve participação em recriar uma obra-prima literária.
Nosso inconsciente exemplo cristão pode ser exatamente o incentivo de que alguém precisa para superar um fracasso na vida.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

QUANTO VALE A SUA VIDA?

Quanto vale a sua vida? Você já parou para pensar o que aconteceria se, de repente, você descobrisse que é portador de uma enfermidade que o pode conduzir para a morte, em breve tempo?

Foi uma situação dessas que aconteceu com um executivo que durante 29 anos somente viveu para o trabalho. As suas jornadas eram de 15 a 16 horas diárias. Férias de 30 dias, jamais!

Então, veio um dia e uma noite de febre. Ele foi ao médico que diagnosticou nada além de sintomas de gripe, mas a febre persistia. Exames mais acurados apontaram a possibilidade de ele ser portador de uma grave doença no pulmão.

O executivo descreve sua surpresa e suas decisões assim: "é impressionante como a vida da gente pode mudar de sentido com uma simples radiografia. O profissional seguro, acostumado a liderar grandes equipes, estava agora à mercê dos médicos, dos exames clínicos e, de Deus."

Uma forte crise renal aconteceu em seguida e ele viu sua vida toda passar pela mente em minutos.

Medo de deixar de viver era o que sentia. Queria continuar vivo para ver seu primeiro filho se formar em medicina. E ele estava apenas no segundo ano. Queria ver o segundo filho entrar na universidade. Ele nem vestibular havia feito ainda.

Vinte dias depois, finalmente veio o diagnóstico. O problema do pulmão não era maligno e ele poderia se tratar no ambulatório. No período em que aguardava o resultado da biópsia a que se submetera, ele aprendeu muito sobre muitas pessoas e o carinho que elas tinham por ele.

Uma funcionária veio lhe dizer que sua mãe estava orando por ele. Seu gerente lhe falou que sua mãe também estava orando muito pelo seu restabelecimento. E ele nem a conhecia. Mas ela estava orando porque ele fora bom para seu filho, um dia.

O executivo descobriu finalmente que a mulher com a qual estava casado há vinte anos era muito mais forte do que ele supunha. Enquanto ele se abalou, ela se manteve de ânimo firme, incentivando-o a crer e esperar o melhor. E ela mesma deu a notícia da enfermidade do pai para os garotos.

Depois de tudo o que passou, o executivo mudou a sua forma de viver. Acredita que Deus lhe deu um grande presente, ensinando-lhe a verdadeira importância de viver o dia-a-dia, de curtir a família e os amigos, de cuidar da saúde e, de trabalhar com prazer.

Hoje, na condição de professor, ele se envolve com os alunos muito além da sala de aula. Aprendeu a gostar da chuva e de brincar com seu cachorro.

Passou a dar valor, de fato, à família e aos amigos.

Passou a dividir as tarefas com seus colaboradores, em vez de ser centralizador.

E concluiu, em seu depoimento: "quero viver cada minuto como se fosse o último, já que dessa experiência ficou a impressão de que, na hora do adeus, só restarão os arrependimentos pelo que deixamos de fazer.

Espero que essa mudança seja perene. Deus me permita aproveitar todo minuto como único, o trabalho como diversão, os amigos com paixão, minha mulher e meus filhos como verdadeiro elixir da longevidade.

E então? Quanto vale a sua vida?

Não espere adoecer para descobrir que a saúde é precioso talento, que a família é um tesouro, e os amigos, jóias raras.

Pense nisso. Comece desde agora a viver com intensidade, desfrutando de todas as oportunidades.  Não trabalhe somente para produzir, ganhar e crescer. Lembre-se que o crescimento vem do prazer de realizar.

Fonte: Revista Exame - agosto/2000 - A segunda chance

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

TEMPOS MELHORES

Todas as vezes que o diabo disse a alguém: “É o fim”, ali, na verdade, era o começo dos melhores dias, das maiores vitórias, dos melhores casamentos, das maiores curas.

O diabo disse para José do Egito, na cisterna do deserto: “É o fim!” , e Deus disse: “É o começo, José, o governo do Egito te espera.”

O diabo disse para Moisés no deserto de Sim: “É o fim!” , e Deus disse: “É o começo, transformar-te-ei no libertador do meu povo.”

O diabo disse a Ester no tempo de escravidão: “É o fim!”, e Deus disse: “É o começo, transformar-te-ei na rainha dos Medos e Persas.”

O diabo disse a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego na fornalha: “É o fim!”, e Deus disse: “É o começo, vocês serão grandes governadores da Babilônia!”

O diabo disse a Daniel na cova dos leões: “É o fim!”, e Deus disse: “É o começo, sua história mudará o mundo.” 13:03

O diabo disse a Jonas, na barriga de um peixe: “É o fim!”, e Deus disse: “É o começo, Nínive será salva através da tua pregação.

O diabo disse a João, exilado na Ilha de Patmos: “É o fim!”, e Deus disse: “É o começo, você escreverá a maior revelação de todos os tempos – o Apocalipse.”

O diabo disse a Jesus, morto na cruz: “É o fim!”, e Deus disse: “É o começo, todo o poder no céu e na terra Eu entrego nas tuas mãos.”

Por isso se o diabo disser a você que “É o fim!” comece a dar Glória a Deus e Aleluia, porque Deus está dizendo: “É apenas o começo.”

O diabo não tem poder de decretar o fim de nenhum filho de Deus.