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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

EXEMPLO DE PACIÊNCIA

O famoso cientista genovês, Abauzit, que no século XVIII surpreendeu seus contemporâneos pela excelência de seu saber, caracterizava-se também pela sua imensa bondade.

O fato a seguir mostra a medida de sua imensa paciência. Sua criada um dia atirou ao fogo, porque estavam amarelados e sujos, os papéis nos quais Abauzit havia anotado 27 anos de observações do barômetro. O sábio, cruzando os braços, lutou um instante contra sua justa indignação, e disse em tom muito calmo: "Você destruiu 27 anos de trabalho; de hoje em diante, não tire nada mais do meu escritório".

Fé e Vida.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

FABRICANDO UMA AGULHA

Conta-se a história relatada pelos chineses de um de seus filósofos que, durante os anos escolares, lançou o livro em que estudava ao solo, certo de que nunca poderia assenhorear-se dele. Depois deste incidente se encontrou com uma senhora que estava esfregando uma barra de ferro sobre uma pedra.

– Por que está fazendo isto? – perguntou o estudante.

– Porque desejo obter uma agulha e assim estou afinando esta barra até que fique em condições de ser usada para coser.

A lição de paciência e perseverança não foi desprezada pelo jovem, que tomou novamente seus livros e, dedicando-se a eles, tornou-se um dos maiores mestres chineses.

Nossos deveres poderão parecer-nos tão pesados como a tarefa de tornar uma barra de ferro numa agulha. Entretanto, com paciência e a ajuda de Deus, conquistaremos todos eles.

Bem disse o poeta que escreveu: "Mais alto do que o temor e mais forte do que o destino é o amor e a fé que pacientemente esperam".

Amós R. Welles

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

O TESOURO DA PACIÊNCIA

Conta-nos Stewart Robertson de duas fontes. Uma encontra-se na Islândia, fora de vistas, no interior de profunda cratera. Os turistas gostam de jogar uma pedra ou um pedaço de sabão nessa cratera, e então afastar-se e esperar. Daí a pouco ouvem um som de água que murmura e ferve, e uma irada coluna de água suja, juntamente com pedaços de rocha, lixo e lama, é projetada no ar.

A outra fonte de que ele nos fala encontra-se nos planaltos da Escócia. A fonte mana uma água cristalina, num constante e brando murmurejar. Se se lança nela uma pedra, detém-se uns momentos o murmurejar, mas logo a pedra é engolida e a fonte continua plácida como sempre.

Algumas pessoas são como a primeira fonte: a qualquer observação desagradável, a qualquer ofensa do semelhante, lança de si ressentimento e ira. Outros – e estes devem incluir todos os cristãos – são como a pequena fonte da cena: se uma falta de bondade lhes atravessa o caminho, têm uma resposta branda, e jamais se lhes perturba a calma interior. Isto é o que é dar uma resposta branda, como diz  Prov. 15:1.

Palavras que se digam em resposta a uma pessoa irada geralmente agem como um chicote, fustigando-lhe o temperamento e tornando-o mais furioso. Mas a ira que encontra o silêncio, bem depressa desvanece. Refreie o cristão a língua, resolvendo firmemente não falar palavras ásperas, impacientes. Com a língua refreada, poderá ele ser vitorioso, cada vez que for chamado a passar por uma provação da paciência.

Fonte:https://www.iasdemfoco.net

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

SEM PACIÊNCIA

As pessoas andam muito apressadas. Sem tempo e ocupadas demais com tantas coisas. O homem tem-se concentrado em objetivos vãos e cada vez mais urgentes, de tal ponto que ele acaba por se esquecer de muitas coisas fundamentais e importante à alma, ao coração e a harmonia em família.

É triste ver que a paciência é fator raro entre nós e que cada vez mais a impaciência ganha rostos, adquiri formas e vira ação. Homens, mulheres, crianças vivem a fase da urgência e não desenvolvem com prazer o dom da espera.

Se todos entendessem que a paciência mantém o equilíbrio e a razão, a vida seria mais feliz. Pessoas impacientes destroem a união e são causa de conflitos. A Bíblia fala da paciência como um tesouro adquirido pelo homem ou como uma fortaleza a lhe proteger.

Arnaldo Jabor aborda esse fato de forma simples e transparente e, eu gostaria de utilizar suas palavras como se fossem minhas: "Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia. Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo e eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado. Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais. Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para DEUS! "

quarta-feira, 27 de maio de 2020

O MESTRE PACIÊNCIA

Numa das tardes em que o mestre da paciência estava ensinando uma de suas turmas de alunos, chegou até a porta esse homem gritando e dizendo toda sorte de palavras de baixo calão, com a intenção clara de desafiar o mestre.

O mestre levantou-se calmamente, como de costume, e foi em direção aquele homem. Todos se levantaram para acompanhar o que o mestre faria. O mestre chegou perto do homem e parou. Então o homem começou a insultá-lo gritando muito e com muitas ofensas. Vendo que o mestre parecia não ser atingido começou a jogar pedras em sua direção; também cuspia tentando acertá-lo e o ofendia de todas as formas possíveis.

Várias e várias horas se passaram, os insultos continuavam, mas o velho mestre permaneceu inalterado, sem esboçar qualquer reação.

No final da tarde, o homem que ofendia o mestre, sentindo-se humilhado e bastante cansado, parou com os insultos e as tentativas de violência e retirou-se cabisbaixo.

Os alunos do mestre da paciência, impressionados com tudo aquilo que presenciaram, chamaram o mestre e lhe perguntaram:

– Mestre, como o senhor pode aguentar tamanha provocação? Aquele homem te humilhou, te xingou, feriu a sua dignidade e também agiu com violência contra o senhor!

Então o mestre respondeu aos seus alunos, após pensar por alguns segundos:

– Alunos, quando alguém lhe traz um presente, e você não o aceita, esse presente pertence a quem?

– A pessoa que mandou entregá-lo, mestre!

– Assim também acontece com a inveja, com a cobiça, com a raiva, com os insultos e com toda e qualquer coisa negativa que as pessoas tentem te entregar, seja com violência ou não. Quando essas coisas não são aceitas, permanecem pertencendo a quem as carregava consigo. Aquele homem tentou por toda a tarde me entregar ódio, raiva, ira, insultos e violência, mas eu não os recebi, portanto, ele teve de os levar de volta!

Então, os alunos viram na prática mais uma aula do mestre da paciência, que conseguira vencer mais uma batalha apenas colocando em prática a sua paciência!

 “Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração” (Tiago 5:8)

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

PACIÊNCIA

"Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.

Por muito pouco a madame que parece uma "lady", solta palavrões e berros que lembram as antigas "trabalhadoras do cais", e o bem comportado executivo, "o cavalheiro", se transforma numa "besta selvagem" no trânsito que ele mesmo ajuda tumultuar.

Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma "mala sem alça", aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice. O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio viraram novela.

Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela Internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos. Pobre de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para a espiritualidade, a paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta. Pergunte para alguém que você saiba que é "ansioso demais", onde ele quer chegar? Qual é a finalidade de sua vida? Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.

E você? Onde quer chegar? Está correndo tanto para que? Por quem? Seu coração vai aguentar? Se você morrer hoje de infarto o mundo vai parar? A empresa que você trabalha vai acabar? As pessoas que você ama vão parar? Será que você conseguiu ler até aqui? Respire...Acalme-se... O mundo está apenas na sua primeira volta e com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência".

Teilhard de Chardin

domingo, 1 de julho de 2018

A LONGO PRAZO


Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor… 

Tiago 5:7
Uma pesquisa feita em 2006 com mais de mil adultos revelou que a maioria das pessoas leva em média 17 minutos para perder a paciência enquanto espera em uma fila. A maioria das pessoas também perde a paciência em apenas nove minutos enquanto espera no telefone. A impaciência é uma característica comum.

Tiago escreveu para um grupo de cristãos que lutavam para ser pacientes na espera pela volta de Jesus (Tiago 5:7). Eles estavam vivendo sob exploração e aflição e Tiago os encorajou a “arrumar seus despertadores de humor” para o modo longo prazo. Desafiando estes cristãos a perseverar sob o sofrimento, ele tentou encorajá-los a permanecer firmes e a viver sacrificialmente até que o Senhor voltasse para consertar tudo que estava errado. Ele escreveu: “…fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima” (v.8).

Tiago os chamou para ser como o fazendeiro que espera pacientemente pela chuva e pela colheita (v.7) e como os profetas e o patriarca Jó, que demonstraram perseverança em meio às dificuldades (vv.10-11). A linha de chegada estava logo adiante e Tiago encorajou os cristãos a não desistir.

Quando estamos sendo provados e submetidos a provas ou angústias extremas, Deus deseja nos ajudar a continuar vivendo por fé e confiando em Sua compaixão e misericórdia (v.11).

Marvin Williams
Fonte: pão diário

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

VENCIDO PELO SILÊNCIO

Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência.

O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo. Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu em sua direção e gritou todos os tipos de insultos. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e retirou-se.

Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade. O mestre perguntou:

– Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?

– A quem tentou entregá-lo. -  respondeu um dos discípulos.

– O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.A sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir...