domingo, 9 de agosto de 2026
UM CAMINHO LIMPO
quarta-feira, 24 de setembro de 2025
ROQUEIRO, FILHO DE PASTOR
O filho roqueiro de um pastor está prestes a completar 18 anos. Louco pra dirigir, o rapaz resolve pedir o carro emprestado ao pai.
Depois de pensar um pouco, o pastor responde:
– Filho, vamos fazer o seguinte: você melhora suas notas na escola, estuda a Bíblia todos os dias e corta esse cabelo. E aí voltamos a conversar.
Um mês depois, o rapaz volta a perguntar ao pai se pode usar o carro.
– Filho, eu estou realmente orgulhoso: você dobrou suas notas na escola e estudou bem a Bíblia. Mas não cortou o cabelo! E como fica o nosso trato?
– Papai, lendo a Bíblia, eu fiquei intrigado – responde o filho – Sansão usava cabelos longos, Noé também. Provavelmente, até Jesus tinha cabelos compridos! E todos eram boas pessoas!
E o pai lhe diz:
– É verdade… e todos eles andavam a pé…
Fonte: www.SitedoPastor.com.br
domingo, 13 de agosto de 2023
PEQUENO OU GRANDE
domingo, 8 de agosto de 2021
AQUELA HORA EM ORAÇÃO
Quando George casou e começou a criar filhos, decidiu investir uma hora por dia em oração por eles.
Com o tempo ele começou a orar pela fé de seus netos e bisnetos. Cada dia ele passava uma hora em oração pelos filhos e pelas próximas gerações da sua família.
Escute o resultado: As duas filhas de George se converteram e se casaram com homens que entraram no ministério Cristão em tempo integral.
As quatro netas de George se casaram com pregadores e seu neto se tornou pastor.
Os primeiros dois bisnetos, entraram na faculdade juntos.
Um deles entrou no ministério Cristão, e o outro não.
Talvez George tenha ficado um pouco desapontado com este neto. Mas, depois ele entendeu melhor os desígnios de Deus.
Aquele segundo neto se formou em Psicologia e começou a escrever livros para orientar pais na criação de seus filhos. Com o tempo ele começou a falar no rádio e seus livros ajudaram cada vez mais pais Cristãos.
O nome daquele bisneto de George é James Dobson, autor de diversos livros sobre casamento e a criação de filhos.
É um dos autores Cristãos mais influentes da atualidade.
Por meio da perseverança diária nas suas orações, George teve um impacto nas vidas não só dos seus filhos, mas, de netos e bisnetos, e por meio deles nas vidas de milhares de famílias e de várias gerações de Cristãos.
Pais, como é seu tempo de oração pelos seus filhos?
Quanta diferença será que uma hora por dia em oração faria pelos seus?
Aquela hora que você gasta surfando na Internet, assistindo jornal ou novela – vai valer quanto depois?
Se você mudasse aquele horário e usasse para oração, você sabe a diferença que faria?
- de Dennis Downing da pregação "Pais de Oração".
domingo, 9 de agosto de 2020
O MELHOR PRESENTE
quarta-feira, 28 de agosto de 2019
DEUS , SALVA O MEU FILHO!
domingo, 12 de agosto de 2018
QUANDO O SENTIMENTO FALA MAIS ALTO DO QUE A JUSTIÇA
domingo, 14 de fevereiro de 2016
UM PAI QUE OUVE
terça-feira, 5 de maio de 2015
ANTES DE CONDENAR
- Desejo apenas ser obedecido, retorquiu o marido e, voltando-se para o menino, disse: Agora vá para a escola e, quando voltarem, vem diretamente para casa; do contrário eu te ensinarei.
Carlos despediu-se enxugando as lágrimas que ocultamente lhe deslizavam pelas faces. Era um belo e guapo rapaz de nove anos de idade, cheio de vida, e, portanto, naturalmente disposto a toda sorte de desenvoltura. O pai, porém, parecia antes inclinado a olvidar que os meninos são meninos e que seria fora do natural, em um tal rapaz, não ser desembaraçado e esperto.
Teve, porém, de aprender à sua custa. Durante a tarde os seus negócios o embaraçaram um pouco, pelo que volveu à casa um tanto indisposto. Ele não era mau; enfadava-se, porém, facilmente quando as coisas não corriam conforme os seus desejos. Muito exato e pontual em tudo, não lhe suportava que outros não o fossem também.
Sentado ao fogão da sala, sua fisionomia revelava mau humor, que ainda mais se acentuou quando sua mulher lhe anunciou que Carlos voltara da escola todo molhado e coberto de lama.
- Onde está ele?, perguntou severamente o pai.
- Na cozinha, volveu a mãe; ele teme entrar, porquanto a empregada o avisou de que estavas em casa.
- Não admira que receie entrar, pois ainda ontem o exortei a não ir tão perto do rio. Manda-o entrar.
Carlos entrou, tiritando de frio. Um olhar do pai bastou para o convencer do que o aguardava.
- Não disse para você não ir tão perto do rio? Amanhã mostrarei a você o que penso deste procedimento, mas de um modo que você não esquecerá tão facilmente.
- Mas papai, disse o menino, permita-me que explique ao senhor como foi?...
- Não quero ouvir, vá para a cama!
- Desejo somente dizer ao senhor, papai, que...
- Já disse: cale-se! e com um gesto significativo acrescentou: Você vá para a cama ou se arrependerá.
O menino obedeceu vagarosamente, recolhendo-se ao quarto sem haver jantado. Quando Carlos deixou a sala, disse a mãe, comovida:
- Eu acho que você devia ter escutado o que Carlos tinha a dizer. Você sabe que no mais ele sempre tem sido bom filho, e que, se comete alguma travessura, é mais por inadvertência do que acintosamente.
- Bem, mas ele devia obedecer-me, visto como lhe proibi terminantemente de ir tão perto do rio.
Entretanto, parecia que uma nuvem sombria pairava sobre aquela habitação, em geral risonha e alegre. Quando os dois esposos se recolheram, o pai sentiu-se impelido a espreitar para dentro do quarto em que Carlos dormia.
Aproximando-se cautelosamente do leito e interceptando com a mão a luz da vela, fixou longamente o rosto do menino que ressonava tranquilo. Intimamente se arrependia de sua atitude, embora procurasse reprimir esse sentimento dizendo de si para si que a consciência do dever o aconselhava a ser firme. Falando depois com a esposa, prometeu ouvir primeiro o que Carlos tinha a lhe dizer, antes de recorrer à medida extrema.
Essa ocasião, porém, não veio. No dia seguinte, ao acordar, notaram com surpresa que o menino tinha sida acometido de uma inflamação cerebral, de que não mais conseguiu restabelecer-se. A despeito de todos os desvelos e do desejo ardente com que estavam os pais de que Carlos os tornasse a reconhecer, o infeliz menino faleceu algum dias depois.
Quando a notícia da morte de Carlos alcançou a escola, um dos colegas íntimos do menino veio ter com sua família.
- Eu estava com ele quando entrou na água.
- Deveras?, inquiriu o pai. E você pode me dizer como foi?
- Sim. Dois meninos estavam pescando, quando, não sei como, um deles escorregou e caiu. Carlos, sem hesitar, atirou o boné, lançando-se após o rapaz, conseguindo, com dificuldade, arrastá-lo para fora do rio. Ele e eu o pusemos na margem. Carlos me pediu que nada dissesse, porque lhe haviam proibido de ir perto do rio, Pelo caminho sempre repetia: "Que dirá meu pai quando me vir assim? Porém, eu não podia proceder de outra maneira, devia salvar Tomé."
- Meu pobre e desventurado filho!, exclamou o pai. Era isto que me desejava contar, recusando-me a ouvi-lo. Deus me perdoe!
Lágrimas lhe rolaram pelas faces e ainda muitos anos depois o aspecto dos brinquedos e dos livros de Carlos lhe pungia o coração, o que podia ter evitado, se tivesse ouvido o filho antes de o condenar





