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domingo, 9 de agosto de 2026

UM CAMINHO LIMPO

"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele" 

Provérbios 22:6


Uma pequena menina seguia seu pai que vistoriava uma nova plantação. Ela andava exatamente por onde seu pai andava. Em determinado momento ela fala ao pai: "Papai, se você conseguir evitar a lama em seus pés eu também não me sujarei de lama!" O pai que ama a seus filhos procura andar em um caminho limpo.

Estamos nós conscientes de que somos responsáveis pela vida e futuro de nossos filhos? Temos procurado ser um modelo ou exemplo para eles? Temos nos esforçado para lhes dar uma educação correta a fim de que sejam vitoriosos e felizes?

Os filhos costumam seguir os passos dos pais. Vêem o que eles fazem e tentam imitá-los. Eles são seus heróis, as pessoas que julgam perfeitas e tentam, de todas as formas, parecer com eles.

Um pai que vive bêbado pode conduzir os filhos ao mesmo caminho. Um pai que não respeita a ninguém não poderá impedir que seus filhos sejam iguais. Um pai que mente na frente dos filhos não conseguirá fazer com que estes sejam sempre verdadeiros. Ele pode ser a razão de um futuro vitorioso ou pleno de derrotas para a sua casa.

Precisamos cuidar de nossos filhos, conduzi-los pelos caminhos da honestidade e respeito, da verdade e da retidão, da pureza e da humildade. Precisamos iluminar os caminhos por onde irão passar e, com muito amor e dedicação, ensinar-lhes o caminho de Deus. Seguros nas mãos do Senhor, eles caminharão em segurança, fortalecerão as esperanças, crescerão em fé, realizarão os bons sonhos, serão mais que vencedores e viverão satisfeitos. 

Se você deseja que seus filhos sejam felizes e abençoados, evite os "caminhos de lama"... ande por "caminhos limpos."

Paulo Roberto Barbosa

quarta-feira, 24 de setembro de 2025

ROQUEIRO, FILHO DE PASTOR

O filho roqueiro de um pastor está prestes a completar 18 anos. Louco pra dirigir, o rapaz resolve pedir o carro emprestado ao pai.

Depois de pensar um pouco, o pastor responde:

– Filho, vamos fazer o seguinte: você melhora suas notas na escola, estuda a Bíblia todos os dias e corta esse cabelo. E aí voltamos a conversar.

Um mês depois, o rapaz volta a perguntar ao pai se pode usar o carro.

– Filho, eu estou realmente orgulhoso: você dobrou suas notas na escola e estudou bem a Bíblia. Mas não cortou o cabelo! E como fica o nosso trato?

– Papai, lendo a Bíblia, eu fiquei intrigado – responde o filho – Sansão usava cabelos longos, Noé também. Provavelmente, até Jesus tinha cabelos compridos! E todos eram boas pessoas!

E o pai lhe diz:

– É verdade… e todos eles andavam a pé…

Fonte: www.SitedoPastor.com.br

domingo, 13 de agosto de 2023

PEQUENO OU GRANDE

Certa ocasião presenciei uma discussão entre uma cliente e um gerente de supermercado. Enquanto a mãe escolhia cuidadosamente as uvas, o filho ia comendo as frutinhas. Com delicadeza o gerente informou à criança que as uvas estavam à venda e não eram amostra grátis. A mãe saiu em defesa do filho: "Pelo amor de Deus!" disse, indignada. "Reclamar por algo tão pequeno!". Eu me perguntei que critérios ela usaria para traçar a linha entre "pequeno" e "grande". Talvez "grandes" fossem as frutas que se descascam, como a laranja? A única distinção que o garoto fazia era entre o que queria ou não. E ele queria aquelas uvas. Se a mãe corrigiu o filho em particular, nunca saberemos. Mas a mensagem que lhe transmitiu em publico foi clara e direta: roubar "pequenos objetos" é permitido, na verdade, nem chega a ser roubo.

Fonte: http://www.pastorwalterpacheco.com.br/

domingo, 8 de agosto de 2021

AQUELA HORA EM ORAÇÃO

Quando George casou e começou a criar filhos, decidiu investir uma hora por dia em oração por eles.

Com o tempo ele começou a orar pela fé de seus netos e bisnetos. Cada dia ele passava uma hora em oração pelos filhos e pelas próximas gerações da sua família.

Escute o resultado: As duas filhas de George se converteram e se casaram com homens que entraram no ministério Cristão em tempo integral.

As quatro netas de George se casaram com pregadores e seu neto se tornou pastor.

Os primeiros dois bisnetos, entraram na faculdade juntos.

Um deles entrou no ministério Cristão, e o outro não.

Talvez George tenha ficado um pouco desapontado com este neto. Mas, depois ele entendeu melhor os desígnios de Deus. 

Aquele segundo neto se formou em Psicologia e começou a escrever livros para orientar pais na criação de seus filhos. Com o tempo ele começou a falar no rádio e seus livros ajudaram cada vez mais pais Cristãos.

O nome daquele bisneto de George é James Dobson, autor de diversos livros sobre casamento e a criação de filhos.

É um dos autores Cristãos mais influentes da atualidade.

Por meio da perseverança diária nas suas orações, George teve um impacto nas vidas não só dos seus filhos, mas, de netos e bisnetos, e por meio deles nas vidas de milhares de famílias e de várias gerações de Cristãos.

Pais, como é seu tempo de oração pelos seus filhos?

Quanta diferença será que uma hora por dia em oração faria pelos seus?

Aquela hora que você gasta surfando na Internet, assistindo jornal ou novela – vai valer quanto depois?

Se você mudasse aquele horário e usasse para oração, você sabe a diferença que faria?

- de Dennis Downing da pregação "Pais de Oração".

domingo, 9 de agosto de 2020

O MELHOR PRESENTE

Um jovem e bem-sucedido advogado disse:

— O maior presente que já recebi foi uma pequena caixa que ganhei de meu pai um Natal. Dentro estava um recado que disse, ‘Filho, este ano eu lhe darei 365 horas, uma hora a cada dia depois do jantar. É sua. Falaremos daquilo que você quiser falar, iremos por onde você quiser ir, brincaremos o que você quiser brincar. Será sua hora!’ 

— Meu pai não somente guardou aquela promessa - disse o advogado - Mas, a cada ano ele a renovou – e é o melhor presente que recebi na minha vida. Eu sou o resultado do tempo dele.

Fonte: http://missaoaupe.com.br/

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

DEUS , SALVA O MEU FILHO!

Certo pai cristão, zeloso e temente a Deus, lutava para que seu filho se convertesse. De tanto ouvir os conselhos e as orações do pai, o moço sentiu-se incomodado e resolveu sair de casa. 

A despedida no portão foi triste. O pai com lágrimas nos olhos abençoou o rapaz e o viu partir sem dizer para onde. Ali mesmo no portão, ainda soluçando, ajoelhou-se e orou: "Oh! Deus, salva o meu filho!" Essa luta só ia terminar na hora da morte. 

Desde que seu filho partiu, aquele pai orava várias vezes ao dia, a mesma oração: "Oh! Deus! Salva o meu filho". Depois de vários meses, sumido em uma cidade distante, sem dar notícias; aquele filho foi tomado por uma grande saudade. Sentiu saudades de casa e do velho pai. 

Na véspera do Natal estava inquieto e deprimido. Pela primeira vez, depois de muitos anos, desejou participar de um culto. 

À noite, saiu à procura de uma igreja e lhe informaram sobre um pequeno vilarejo onde funcionava uma pequenina congregação. Em lá chegando, entrou, assistiu, atenta e reverentemente, a programação. Após a mensagem, atendeu ao apelo e entregou sua vida a Jesus. 

No outro dia, logo cedo, foi à Agência dos Correios e passou o seguinte telegrama para o velho pai: "Pai, ontem, dia 24 de dezembro, véspera de Natal, às nove da noite, aceitei Cristo como Salvador. Agora sou um crente. Breve irei vê-lo". No rodapé mandou o seu endereço. 

Quando o telegrama chegou, a velha esposa e mãe que também orava pela salvação do filho, leu a gloriosa notícia e correu para o quarto. De joelhos sobre o telegrama, rendeu mil graças a Deus. Depois de agradecer a grande bênção, foi ao correio e mandou a seguinte resposta para o filho: "Querido filho, no dia 24, véspera do Natal, exatamente às nove da noite, seu pai morreu. Às últimas palavras que ele disse foram as seguintes: "Oh! Deus! Salva o meu filho!" 

Joaze Gonzaga de Paula, em O Jornal Batista,

domingo, 12 de agosto de 2018

QUANDO O SENTIMENTO FALA MAIS ALTO DO QUE A JUSTIÇA

Ali está o pequeno Absalão brincando com seus irmãos nos jardins do palácio real.

Os olhos de seu pai o contemplam cheios de admiração e orgulho por ele, não por vislumbrar um espírito reto e piedoso que nele se formaria no futuro, mas senão somente por seus belos dotes físicos e sagacidade.

O pequeno cresceu e se transformou num monstro, a ponto de tentar contra a vida do próprio pai e levantar um exército contra ele com o intento de ocupar o trono em seu lugar. 

Ainda assim, Davi se conduzia apenas pelos sentimentos e gratas recordações dos tempos de infância e juventude do rapaz.

Então ordenou insistentemente a seus homens que poupassem a vida de Absalão na batalha que Deus ordenara que se levantasse contra ele e o seu exército infiel.

Mas o Senhor tinha outros planos em relação a isto e ordenou que fosse morto.

Joabe ouviu a Deus e não a Davi naquela ocasião e o matou.

Quando retornaram em triunfo da batalha, os homens que haviam colocado suas vidas em risco por causa de Davi e do seu reino - tendo inclusive havido baixas entre eles – não receberam boa acolhida da parte do rei, que recusava ser consolado pela morte de seu filho, e não conseguia vencer a tristeza que sentia.

Joabe o repreendeu com respeito e com sábias palavras, mostrando-lhe que procedia mal naquele caso pois estava desprezando os que haviam colocado suas vidas em risco por amor a ele, e estava prezando a quem odiava tanto a ele quanto a Deus.

Somente então ele se dispôs a demonstrar a devida gratidão aos que haviam lutado por ele. 

De igual modo, quantos não têm desprezado aqueles que lutam por seus interesses e que os amam em justiça e de fato, por causa de laços sentimentais que os cegam para a verdade?

Silvio Dutra

domingo, 14 de fevereiro de 2016

UM PAI QUE OUVE

Um dos agradecimentos mais expressivos da história saiu dos lábios de um filho. Ele disse assim: "Pai, graças dou ao Senhor, porque me ouviu. Eu sei que o Senhor sempre me ouve, mas digo isto por causa destas pessoas que se encontram aqui, para que creiam que o Senhor me enviou". Um filho agradece a um pai que sempre ouve.

Tem pai que nunca ouve; é idolatrado por muitas pessoas, mas não ouve o filho. Tem pai que gosta de agradar os outros e pouco se importa em expressar seu amor, admiração pelo próprio filho ou filha. Eu não sei que tipo de pai você é, mas você sabe que tipo de pai você tem sido.

Jesus Cristo foi o filho que agradeceu ao Pai sempre por ser ouvido. Aquele agradecimento foi uma oração pública. Ele revelou profunda intimidade com o Pai Celestial e confiança profunda.Você sabe o que Ele fez depois desta oração? "Jesus gritou bem alto: "Lazaro, venha para fora!" Quem Ele chamou era um homem que estava morto há três dias, já todo enfaixado. E aquele homem voltou à vida e saiu do túmulo" (Ev. João 11:43 ss).

Quando um filho é ouvido por seu pai todos reconhecem a unidade entre pai e filho. Este é um princípio divino para ser vivido: um pai que ouve tem um filho obediente. Um pai que ouve, que ensina, que não se omite nos problemas, não se esconde no serviço. Este é o tipo de pai que os filhos precisam. Somente pais que conhecem a Deus, que são filhos obedientes de Deus podem andar nesse caminho de modo perfeito.

Assim todo dia é dia de ser pai no sentido mais profundo dessa palavra. É esse pai que você pode ser. Quer?

Hagton Henrique Bastos

terça-feira, 5 de maio de 2015

ANTES DE CONDENAR

-    Não te precipites com o menino, disse Maria a seu marido, ouvindo-o exortar asperamente o filho a que se não demorasse pela rua quando tornasse da escola.

-    Desejo apenas ser obedecido, retorquiu o marido e, voltando-se para o menino, disse: Agora vá para a escola e, quando voltarem, vem diretamente para casa; do contrário eu te ensinarei.

Carlos despediu-se enxugando as lágrimas que ocultamente lhe deslizavam pelas faces. Era um belo e guapo rapaz de nove anos de idade, cheio de vida, e, portanto, naturalmente disposto a toda sorte de desenvoltura. O pai, porém, parecia antes inclinado a olvidar que os meninos são meninos e que seria fora do natural, em um tal rapaz, não ser desembaraçado e esperto.

Teve, porém, de aprender à sua custa. Durante a tarde os seus negócios o embaraçaram um pouco, pelo que volveu à casa um tanto indisposto. Ele não era mau; enfadava-se, porém, facilmente quando as coisas não corriam conforme os seus desejos. Muito exato e pontual em tudo, não lhe suportava que outros não o fossem também.

Sentado ao fogão da sala, sua fisionomia revelava mau humor, que ainda mais se acentuou quando sua mulher lhe anunciou que Carlos voltara da escola todo molhado e coberto de lama.

-    Onde está ele?, perguntou severamente o pai.

-    Na cozinha, volveu a mãe; ele teme entrar, porquanto a empregada o avisou de que estavas em casa.

-    Não admira que receie entrar, pois ainda ontem o exortei a não ir tão perto do rio. Manda-o entrar.

Carlos entrou, tiritando de frio. Um olhar do pai bastou para o convencer do que o aguardava.

-    Não disse para você não ir tão perto do rio? Amanhã mostrarei a você o que penso deste procedimento, mas de um modo que você não esquecerá tão facilmente.

-    Mas papai, disse o menino, permita-me que explique ao senhor como foi?...

-    Não quero ouvir, vá para a cama!

-    Desejo somente dizer ao senhor, papai, que...

-    Já disse: cale-se! e com um gesto significativo acrescentou: Você vá para a cama ou se arrependerá.

O menino obedeceu vagarosamente, recolhendo-se ao quarto sem haver jantado. Quando Carlos deixou a sala, disse a mãe, comovida:

-    Eu acho que você devia ter escutado o que Carlos tinha a dizer. Você sabe que no mais ele sempre tem sido bom filho, e que, se comete alguma travessura, é mais por inadvertência do que acintosamente.

-    Bem, mas ele devia obedecer-me, visto como lhe proibi terminantemente de ir tão perto do rio.

Entretanto, parecia que uma nuvem sombria pairava sobre aquela habitação, em geral risonha e alegre. Quando os dois esposos se recolheram, o pai sentiu-se impelido a espreitar para dentro do quarto em que Carlos dormia.

Aproximando-se cautelosamente do leito e interceptando com a mão a luz da vela, fixou longamente o rosto do menino que ressonava tranquilo. Intimamente se arrependia de sua atitude, embora procurasse reprimir esse sentimento dizendo de si para si que a consciência do dever o aconselhava a ser firme. Falando depois com a esposa, prometeu ouvir primeiro o que Carlos tinha a lhe dizer, antes de recorrer à medida extrema.

Essa ocasião, porém, não veio. No dia seguinte, ao acordar, notaram com surpresa que o menino tinha sida acometido de uma inflamação cerebral, de que não mais conseguiu restabelecer-se. A despeito de todos os desvelos e do desejo ardente com que estavam os pais de que Carlos os tornasse a reconhecer, o infeliz menino faleceu algum dias depois.

Quando a notícia da morte de Carlos alcançou a escola, um dos colegas íntimos do menino veio ter com sua família.

-    Eu estava com ele quando entrou na água.

-    Deveras?, inquiriu o pai. E você pode me dizer como foi?

-    Sim. Dois meninos estavam pescando, quando, não sei como, um deles escorregou e caiu. Carlos, sem hesitar, atirou o boné, lançando-se após o rapaz, conseguindo, com dificuldade, arrastá-lo para fora do rio. Ele e eu o pusemos na margem. Carlos me pediu que nada dissesse, porque lhe haviam proibido de ir perto do rio, Pelo caminho sempre repetia: "Que dirá meu pai quando me vir assim? Porém, eu não podia proceder de outra maneira, devia salvar Tomé."

-    Meu pobre e desventurado filho!, exclamou o pai. Era isto que me desejava contar, recusando-me a ouvi-lo. Deus me perdoe!

Lágrimas lhe rolaram pelas faces e ainda muitos anos depois o aspecto dos brinquedos e dos livros de Carlos lhe pungia o coração, o que podia ter evitado, se tivesse ouvido o filho antes de o condenar
Pérolas Esparsas