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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

O TRABALHO ERA PEQUENO DEMAIS

Há muitos anos, um jovem de excelente formação acadêmica foi para a China como missionário, com uma renda anual de US$ 2.500. Uma empresa decidiu que eles queriam que esse jovem trabalhasse para eles e lhe ofereceu uma posição com um salário mensal de US$ 5.000. Ele recusou a oferta, e o valor da proposta foi aumentado para US$ 7.000 e depois para US$ 10.000, mas ele ainda assim recusou. 

A empresa perguntou se o salário era seu ponto de discórdia e ele respondeu:

— Ah, o salário é grande o suficiente, mas o trabalho não é.

Roy B. Zuck - O livro de citações do orador / Ministry 127

sexta-feira, 21 de março de 2025

CRUZAR OU NÃO OS MARES?

"mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra" 

Atos 1:8

Não precisamos cruzar os mares para sermos missionários; basta que olhemos para a cruz."

Cristo é a razão da vida daqueles que almejam ser uma bênção na presença de Deus. Quando Jesus está em nossos corações, somos missionários, discípulos do Senhor, amigos do Salvador, filhos do Deus Altíssimo. Não é a distância percorrida que nos transforma em missionários, mas, o ardor pelos perdidos, o amor pelos que estão de braços estendidos, o desejo de mostrar o caminho da vida eterna para todos.

A cruz de Cristo nos estimula, nos tira da indiferença, nos enche de planos e sonhos, de fé e esperança, de alegria e empolgação. Cristo morreu para nos dar vida e vida abundante. E esta vida abundante nos conduz pelos campos do mundo, semeando paz e alegria, salvação e vida eterna.

Quem tem Cristo no coração é um missionário. Atravessando ou não os mares, subindo ou não as montanhas, caminhando debaixo do sol escaldante dos sertões ou das ruas pavimentadas das grandes cidades. Ser missionário é amar a Cristo, é amar aos homens, é doar a própria vida.

Ser cristão é ser missionário. Todos os que têm o Senhor Jesus no coração têm uma missão -- ser luz do mundo e sal da terra, ser testemunha de Cristo onde mora e por onde passa, ser uma bênção em qualquer situação ou circunstância. O cristão deve ter amor no coração e aplicar esse amor ajudando a todos que ainda não tiveram a mesma experiência de viver na presença de Deus.

Ser missionário é cruzar os mares, é não cruzar mar algum, é fazer tudo para a honra e glória do nome de Jesus.

Você tem olhado para a cruz?

Paulo Barbosa

quinta-feira, 17 de agosto de 2023

A DOAÇÃO DE ROBERT ARTHINGTON

O investidor e filantropo inglês Robert Arthington (1823–1900), embora herdeiro de grande fortuna, vivia em um quarto individual, preparava suas próprias refeições e compartilhava sua amizade com os alunos que precisavam, durante seus estudos na Universidade de Cambridge. No entanto, ele deu enormes quantias de dinheiro durante sua vida para missões cristãs. Quando ele morreu, seu patrimônio valia cerca de cinco milhões de dólares, que ele desejava que fossem enviados para as missões.

Depois de sua morte, uma carta que recebera de um missionário foi encontrada em seus pertences. Dizia: “Se eu estivesse na Inglaterra novamente, eu ficaria feliz em morar em um pequeno quarto, fazer no chão a minha cama, de uma caixa a minha cadeira, de outra a minha mesa, em lugar de assistir, em conforto, aos pagãos morrerem pela falta de conhecimento de Jesus Cristo”. 

Robert Arthington estava determinado a tornar esse tipo de autonegação o padrão de sua vida.

 A Tribuna Batista da Bíblia
Ministry 127

terça-feira, 21 de junho de 2022

GANHADORA DE ALMAS

Um certo ministro havia pregado um sermão muito impressionante sobre o trabalho de ganhar almas. Depois disso, uma mulher aproximou-se dele e disse:

“Eu sou uma viúva pobre, tenho filhos pequenos e tenho que trabalhar em minha máquina de costura desde muito cedo, até muito tarde da noite. Que horas tenho para ganhar almas?”

O pastor olhou para ela amavelmente e disse: “Quem traz leite para a senhora?”

Ela respondeu: O leiteiro. 

O pastor perguntou: "Quem lhe traz o pão?" 

Ela respondeu: O padeiro. 

O pastor, sorrindo, olhou para ela e disse: Irmã, que Deus a ajude.

A mulher foi para casa e, como já era tarde, foi para a cama. Mas não conseguiu dormir nem esquecer as palavras de seu pastor, e estava pensando em seu dever de ganhar almas.

Na manhã seguinte, levantou-se mais cedo do que o habitual e não tirou a garrafa vazia. Quando o leiteiro chegou e não viu a garrafa, bateu na porta, a senhora saiu e com uma voz temerosa disse ao leiteiro:

— Ouça-me um momento, por favor. Quero lhe fazer uma pergunta: você já pensou em onde irá depois de morrer?

O leiteiro olhou para ela com ansiedade e disse:

— Sabe, senhora... Essa pergunta me incomoda há dois anos.

A senhora disse:

— Entre e eu lhe direi algo sobre este assunto.

Naquele lugar e naquele momento aquela dama levou seu leiteiro a Cristo, e ele o aceitou como seu salvador. No curto espaço de um ano, aquela senhora ajudou vinte e seis pessoas a aceitarem o Senhor Jesus como seu salvador pessoal.

Sigueme.net

domingo, 6 de março de 2022

UMA ALMA VALE MAIS QUE O MUNDO INTEIRO!

Sophie Muller (???? - 1995) foi uma americana que se converteu ao Senhor ao ouvir uma pregação em praça pública em Nova York na década de 40.

Pouco tempo depois ela cursou o seminário teológico e em seguida foi enviada como missionária para a Amazônia colombiana. 

Uma das coisas que me chamam a atenção em sua biografia são os diversos sofrimentos que ela passou. Sua recepção por parte dos índios foi um ensopado com veneno... certa vez sua canoa virou... outra vez se machucou no meio da selva e ficou quatro dias sem comer nada aguardando ajuda...

Um dia em que ela fugia das autoridades brasileiras rumo à fronteira com a Colômbia, os índios remavam, a chuva caia e se confundia com as lágrimas em seu rosto... então Satanás sussurrou em sua mente: “Vale mesmo a pena?” 

A resposta baseada em Marcos 8.37 logo lhe veio ao coração: “Uma alma vale mais que o mundo inteiro!”

 Do livro Sua voz ecoa nas selvas (Biografia de Sophia Muller)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

A ÚLTIMA SANTA CEIA

Esta história foi vivida pelo animador Teodoro, no estado do Acre, no rio Mácoa, onde realizou um trabalho que só a eternidade revelará o seu resultado.

Teodoro, um dos primeiros missionários dos Gideões Missionários da Última Hora no Acre, subiu o Rio, com sua esposa Sônia. Ante, avisaram no rádio aos da cabeceira do rio que os aguardassem porque ele iria visitá-los. No meio caminho, um lençol abanando em cima de uma árvore os fazem parar.

Ao aproximarem-se, a pessoa que acenava com o lençol disse:

— Me avisaram pelo rádio que iriam subir o rio.

— Sim, somos nós mesmos, em que posso lhe ajudar?

— Missionário, eu estou aqui desde a madrugada abandonando este lençol para todos os barcos que passam por aqui, mas nenhum deles parava. A minha mãe está muito doente, ela está ali numa rede. Ela precisa muito ver o senhor.

— Então me leve até ela, em nome de Jesus.

— Mãe, este é o pastor, o missionário que nós estamos esperando.

— Você é o missionário que há tanto tempo eu esperava. Há cinquenta anos passou por aqui um homem, ele falou da Bíblia para nós e eu aceitei a Jesus como meu Salvador. Ele me batizou nas águas, serviu a Santa Ceia, mas foi embora, e nunca mais voltou!

— Ah minha querida irmã! Que linda história!

— Eu estou aqui, no fundo desta rede já com cento e dez anos de idade meu filho, pedindo a Deus que Ele não me leve antes de tomar mais uma Santa Ceia.

— Agora eu tenho certeza que foi Deus que me trouxe nesse lugar, para realizarmos o desejo do seu coração.

— Vamos pegar suco de uva no barco e vamos servir a Santa Ceia para a senhora. Alguém tem uma bolacha para fazermos uma Santa Ceia?

— Não pastor, não temos bolacha nem pão, mas o que temos é beiju.

- Não tem problema minha querida irmã. Deus vai realizar o desejo do coração da sua mãe e o nome de Jesus nesta manhã vai ser glorificado. 

Uma senhora de cento e dez anos, há anos aguardava alguém para lhe servir a última Ceia. E o Senhor não a deixou morrer, porque esta é a lágrima do amor pelas almas. Suco com beiju foi a última Santa Ceia daquela senhora que já nos esperar no paraíso. Esta é a recompensa de quem chora a lágrima do amor pelas almas.

Cesino Bernardino –  As Sete Lágrimas de um Missionário

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

FAZER MISSÕES É COLOCAR A VIDA NO ALTAR

Dietrich Bonhoeffer (1906 - 1945) foi um destacado teólogo do século XX. Pastor luterano, que vivia muito bem nos Estados Unidos. Mas deixou todo o conforto e segurança que tinha e voltou à sua terra natal, Alemanha, para pregar contra Hitlero nazismo. 

Na Alemanha, foi preso e executado em 1945. Depois de morto, fala. Há vários livros de sua autoria que continuam transmitindo a mensagem pela qual ele deu a própria vida. Ele poderia afirmar: sou de Jesus, minha vida está sendo gasta no seu trabalho. Fazer missões é colocar a vida no altar.

 Jilton Moraes - Ilustrações e Poemas para Diferentes Ocasiões

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

SOMOS MINISTROS DE DEUS

O missionário Guilherme (William) Carey, considerado o pai das Missões modernas, tinha vários filhos também missionários. Quando um deles, Félix, começou a pregar, Carey escreveu com satisfação em seu Diário de Vida: 

"Meu filho, Félix, respondeu ao chamado de pregar o evangelho". 

Anos mais tarde, quando esse mesmo filho aceitou o cargo de embaixador da Grã-Bretanha, Carey, desiludido e angustiado, escreveu a um amigo:

"Félix se rebaixou ao tornar-se um embaixador!" 

Carey tinha uma correta visão do valor que as coisas tem para Deus. E é assim também que temos de ver a suprema vocação que temos em Jesus Cristo.

Revista Águas Vivas (Chile)

terça-feira, 21 de setembro de 2021

MISSÕES - TRILHAS MISSIONÁRIAS DE WESLEY

John Wesley preparava-se para seguir com destino à Georgia (EUA), como missionário entre os índios, quando um descrente tentou dissuadi-lo:

— Mas, que é isso? Missionário entre selvagens? Um novo cavaleiro andante? Como foi que o quixotismo entrou em sua inteligente cabeça? 

Com todos os dons que Deus lhe deu, faria melhor figura aqui mesmo, sem necessidade de sair a combater moinhos de vento. 

Calmo, porém seguro de si mesmo, Wesley respondeu:

— Amigo, se a Bíblia não for verdadeira, eu sou realmente o louco de sua criação; mas se ela é de Deus, então eu sou o homem de mente mais sã que possa existir. Não está escrito que todo aquele que tiver deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por causa do Seu nome, receberá muitas vezes mais, e herdará a vida eterna?

Fonte: https://www.academia.edu

terça-feira, 1 de junho de 2021

WILLIAM CAREY E ADONIRAM JUDSON

William Carey, o primeiro missionário moderno em terra estrangeira, desembarcou em Calcutá, na Índia, em 1793. Ele chegou lá quase vinte anos antes da chegada dos cônjuges Ana e Adoniram Judson como missionários da América. Influenciados por Carey ao ler sobre sua vida e obra missionária, marcharam para a Índia em 1817.Quando visitaram Carey em Serampore, na Índia, ficaram em sua casa, desfrutaram de seu belo jardim e conversaram com ele sobre o serviço missionário.

Carey já havia sofrido três atentados contra sua vida. Um incêndio provocado matou cinco colaboradores na missão. Sua gráfica e as traduções da Bíblia em que ele trabalhava foram todas destruídas. Os Judsons queriam saber como Carey foi capaz de enfrentar e superar tais adversidades.

Quando a jovem Ana Judson, que estava destinada a morrer no campo missionário, perguntou a Carey como ele conseguia continuar, ele respondeu: "Oh, só poderia ser pela graça de Deus ... deixe-me lhes mostrar o caminho para a fortaleza divina". Ele então os levou para um lugar tranquilo no jardim e disse com reverência: "Venho aqui todas as manhãs às cinco horas para orar em voz alta, falando com Deus e ouvindo-o no meio dessas flores que Ele criou com toda a sua beleza. Deixo o jardim às 6h para tomar café da manhã e começar meu trabalho diário. Depois do jantar, volto ao jardim para orar e meditar com a Bíblia na mão."

O trabalho de Carey foi monumental. Sob sua supervisão, a Bíblia, no todo ou em parte, foi traduzida para mais de trinta e cinco idiomas ou dialetos. Ele também compilou gramáticas em sânscrito, bengali, marathi, telugo e sikh; apenas para mencionar algumas de suas muitas realizações literárias. 

Em 1832, Carey completou a oitava edição do Novo Testamento em bengali. "Meu

trabalho está feito", disse ele. “Só espero que a vontade de Deus seja cumprida”.

Carey morreu em 9 de junho de 1833, depois de servir ao Senhor na Índia por quarenta e três anos. Na lápide de sua sepultura em Serampore está o epitáfio que ele próprio escreveu: “Um verme pobre e miserável. Em tuas mãos amorosas descanso”.

 José Luis Martínez - 502 Ilustraciones Selectas (adaptado)

quinta-feira, 27 de maio de 2021

A INFLUÊNCIA

Josiah Elliott era um humilde pregador rural da Carolina do Norte. Por quase cinquenta anos, ele serviu a Deus fielmente em pastorado nas áreas rurais. Mas Elliott queria ser pastor de uma igreja na cidade, mesmo que apenas uma vez na vida. Ele orava frequentemente: "Senhor, não me deixe para sempre no campo. Deixe-me pastorear uma igreja na cidade".

Elliott nunca pastoreou uma igreja na cidade, mas Deus sempre abençoou seu ministério. De uma de suas igrejas no campo saíram dois jovens que se tornaram presidentes da Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos, e um deles chegou a ser presidente da Aliança Batista Mundial.

Um deles foi Casper C. Warren, um grande pregador que serviu como pastor da grande congregação da Primeira Igreja Batista de Tulsa, Oklahoma. O outro foi George W. Truett, que foi durante 47 anos pastor da Primeira Igreja Batista de Dallas, Texas, uma das maiores igrejas batistas do mundo.

Esses dois homens tocaram centenas de milhares de vidas durante seu ministério. Parece que Josiah Elliott teve um ministério mais frutífero nas igrejas rurais do que talvez ele jamais teria na cidade.

 J. B. Fowler / José Luis Martínez - 502 Ilustraciones Selectas

quarta-feira, 14 de abril de 2021

A FORÇA DO EXEMPLO

Em 1912 o missionário batista Adoniram Judson foi para a Birmânia. Sua vida não foi fácil ali. O governo do lugar fez todo o possível para estorvar-lhe a tarefa. O missionário sofreu muito. Passou fome até ficar esquelético. Foi levado preso pelo deserto até o ponto de desejar a morte. Seus pés e mãos ficaram para sempre marcados pelas cadeias. Quando ao fim foi liberado, foi ao rei da Birmânia lhe pedir permissão para ir a certa cidade, pregar ali o evangelho.

O rei respondeu: “Estou disposto a deixar que vão uma dezena de pregadores, mas não você. Meu povo não responderá facilmente à pregação, porém vendo as marcas das correntes em suas mãos e pés, isso lhes convenceria”.

Assim é com Jesus Cristo, as marcas de seu amor sacrificial tomando nosso lugar na cruz nos comovem e nos convencem. Que possamos ser seus imitadores.

 José Luis Martínez - 502 Ilustraciones Selecta

segunda-feira, 8 de março de 2021

A ABÓBORA MISSIONÁRIA

Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.

Mateus 28.19-20

Uma mulher pobre queria muito participar da campanha de missões que sua igreja vinha fazendo, mas, decididamente, não tinha dinheiro.

Ajoelhou-se em seu quarto e pediu a Deus que lhe desse uma ideia, um jeito de ganhar algum, para poder participar.

Logo após a oração, saiu para o quintal e viu que uma abóbora da sua horta caseira já estava no ponto de ser colhida. Decidiu, então, dar aquela abóbora para missões.

Para tentar vendê-la por um preço melhor, resolveu partir a abóbora em 4 pedaços, mas, ao ver as sementes, teve uma ideia brilhante. Resolveu "batizar" as sementes de "Semente de Abóbora Missionária". Secou-as e saiu às ruas vendendo-as.

E vendeu todas. Muitos compraram pela criatividade da mulher; outros, por sua insistência; outros, ainda, por amor a Jesus e às missões. Para cada comprador ela dava um folheto evangelístico de sua igreja.

Quando a campanha se encerrou, todos ficaram espantados ao ver que aquela mulher, uma das mais pobres da comunidade, foi a que deu a maior oferta de missões daquele ano. Superando em muito o valor doado por pessoas de posse.

E Deus, na sua graça, salvou algumas pessoas por meio dos folhetos que ela distribuiu.

Fonte: http://missaoreviver.no.comunidades.net

terça-feira, 23 de junho de 2020

CADA UM PODE FAZER ALGO

O dia foi especial. Jesus estava na cidade. As pessoas pediram para ele ler as escrituras e ele aceitou. Ele leu: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos.” (Lucas 4:18) Jesus tinha uma audiência-alvo. Os pobres… os oprimidos. Esta é a minha declaração de missão, Jesus proclamou.

O Manifesto de Nazaré. Não deveria ser o nosso também? Não deveria ser algo parecido como isto: Que a igreja atue em favor dos pobres e dos quebrantados. Ninguém pode fazer tudo, mas cada um pode fazer alguma coisa. A solução final para a pobreza se encontra na compaixão do povo de Deus. A pobreza não é a falta de caridade, mas a falta de justiça. A ira justa faria um monte de bem.


MAX LUCADO
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “Everyone Can Do Something”

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

UMA MISSÃO EXTRAORDINÁRIA

"Quando a multidão ficou sabendo disso, seguiu-o até lá. Ele os recebeu bem, falou-lhes a respeito do reino de Deus e curou os que precisavam de cura" 

Lucas 9:11

Ana confidenciava a uma irmã da igreja: "Eu penso que o nosso mundo é muito agitado. Não aguento o pessoal do trabalho, nem os colegas da faculdade onde estudo e nem os vizinhos que encontro quando saio de casa. Minha vontade é me mudar para uma montanha e viver sozinha por lá". A irmã falou em seguida: "O nosso querido Senhor e Salvador Jesus Cristo também ficava cansado, caminhava sempre por longas distâncias e era assediado por grandes multidões. Porém, sempre atendia a todos com amor, com um sorriso nos lábios, com um desejo ardente de ver todos felizes. Eu também me canso, às vezes, mas ao lembrar do Senhor, sinto-me renovada e procuro testificar do quanto sou abençoada por Deus."

Temos compreendido que a nossa missão, no mundo, é anunciar, tanto com nossas palavras como com nosso exemplo, a bênção de ter Jesus no coração? Temos feito isso com alegria e gratidão a Deus por ter enviado Jesus para nos salvar e nos dar a vida eterna? Temos nos sentido privilegiados por sermos escolhidos para esse trabalho extraordinário?

Podemos nos sentir cansados, frustrados, decepcionados e até angustiados com os enganos do mundo, mas não podemos deixar de reconhecer que tudo isso é passageiro e não impede que glorifiquemos ao Senhor por ter escrito nossos nomes no Livro dos Céus e ter ido preparar uma casa para vivermos a seu lado para sempre. Quando entendemos isso, o cansaço desaparece, as frustrações deixam de ser importantes, as angústias se transformam em momentos de regozijo e felicidade.

Você ainda deseja fugir do mundo ou louva a Deus pela oportunidade de ser, aqui, uma bênção em Suas mãos?

Paulo Barbosa

domingo, 15 de outubro de 2017

O FÓSFORO E A VELA

Certo dia o fósforo disse para a vela: "Minha missão é te acender."

- Ah, não, disse a vela. Tu não vês que se me acendes meus dias estarão contados. Não faz uma maldade dessa não.

- Então queres permanecer toda a tua vida assim dura, fria, sem nunca ter brilhado, perguntou o fósforo.

- Mas ter que me queimar. Isso dói. Consome as minhas forças, murmurou a vela.

- Tens toda razão, respondeu o fósforo, esse é precisamente o mistério de tua vida. Tu e eu fomos feitos para ser luz. O que eu, como fósforo, posso fazer é muito pouco. Mas se passo a minha chama para ti, cumprirei com o sentido de minha vida. Eu fui feito justamente para isso: para começar o fogo. Tu és vela. Tua missão é brilhar. Toda tua dor, tua energia se transformará em luz e calor.

Ouvindo isso a vela olhou para o fósforo que já se estava apagando e disse: "Por favor, acende-me."

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

UM CHAMADO DIVINO

Filho do homem: eu te dei por atalaia sobre a casa de Israel; e tu da minha boca ouvirás a palavra e avisa-lo-ás da minha parte.

Ezequiel 3.17 

O Atalaia no contexto histórico em que o Livro de Ezequias foi escrito era um homem de muita responsabilidade. Dele dependiam cidades, reinos, pessoas, colheitas. Se o atalaia falhasse em avisar que o inimigo se aproximava, a morte, a destruição, a fome e a escravidão abateria a muitos.

No contexto bíblico, Deus afirma que o Atalaia não é um simples homem, ele recebeu um chamado divino. É a Deus que ele representa, não a homem ou religião - Eu te dei. 

Ter um chamado divino é uma responsabilidade gigantesca. Pois seu comissionamento ultrapassa todos os limites do entendimento humano. O apóstolo Paulo disse a respeito disso: Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele (I Cor 9.22-23)

O Atalaia deve está em sua torre todos os dias a observar a vida caminhar, a ver as estações passarem. Ele não temerá o céu escuro nem se iludirá com as nuvens avermelhas ou com o firmamento azul. Ele nunca esquecerá que a sua vida não é maior que sua missão.

O seu chamado é divino. Deus o deu as nações por Atalaia e, ele se sente honrado em ser usado por Deus.

Fandermiler Freitas

domingo, 26 de julho de 2015

FAZEI DISCÍPULO

Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

Mateus 28.19

Certo dia, ao romper da manhã, eu estava nas costas da Fenícia e observava um aeroplano levantar vôo. A bordo daquela aeronave, estava o evangelista que havia trazido às congregações daquelas terras bíblicas a mensagem viva do evangelho. Duas horas depois, estaria ele em outro pais, onde igualmente entregaria a preciosa mensagem.

Quando o aeroplano sumiu-se no horizonte sob o céu de cristal que cobria o Mediterrâneo, lembrei-me de Paulo e Barnabé que, séculos atrás, partiram daquela mesma baía. Embarcaram para navegar por semanas e semanas e visavam chegar às terras pagãs, onde havia pontes para o cristianismo. Não tinham juntas de missões para sustentá-los, nem levavam nos bolsos cheques de turismo. A falta destas coisas tão convenientes não os impediu de empreenderem a viagem.

No mundo moderno, muitas são as oportunidades, conveniências e estímulos para aqueles que querem ser testemunhas da graça salvadora de nosso Senhor. A necessidade maior é que sejamos testemunhas de Cristo.

P. C. Krikorian (Líbano)