A empresa perguntou se o salário era seu ponto de discórdia e ele respondeu:
— Ah, o salário é grande o suficiente, mas o trabalho não é.
Roy B. Zuck - O livro de citações do orador / Ministry 127
A empresa perguntou se o salário era seu ponto de discórdia e ele respondeu:
— Ah, o salário é grande o suficiente, mas o trabalho não é.
Roy B. Zuck - O livro de citações do orador / Ministry 127
O investidor e filantropo inglês Robert Arthington (1823–1900), embora herdeiro de grande fortuna, vivia em um quarto individual, preparava suas próprias refeições e compartilhava sua amizade com os alunos que precisavam, durante seus estudos na Universidade de Cambridge. No entanto, ele deu enormes quantias de dinheiro durante sua vida para missões cristãs. Quando ele morreu, seu patrimônio valia cerca de cinco milhões de dólares, que ele desejava que fossem enviados para as missões.
Depois de sua morte, uma carta que recebera de um missionário foi encontrada em seus pertences. Dizia: “Se eu estivesse na Inglaterra novamente, eu ficaria feliz em morar em um pequeno quarto, fazer no chão a minha cama, de uma caixa a minha cadeira, de outra a minha mesa, em lugar de assistir, em conforto, aos pagãos morrerem pela falta de conhecimento de Jesus Cristo”.
Robert Arthington estava determinado a tornar esse tipo de autonegação o padrão de sua vida.
Um certo ministro havia pregado um sermão muito impressionante sobre o trabalho de ganhar almas. Depois disso, uma mulher aproximou-se dele e disse:
“Eu sou uma viúva pobre, tenho filhos pequenos e tenho que trabalhar em minha máquina de costura desde muito cedo, até muito tarde da noite. Que horas tenho para ganhar almas?”
O pastor olhou para ela amavelmente e disse: “Quem traz leite para a senhora?”
Ela respondeu: O leiteiro.
O pastor perguntou: "Quem lhe traz o pão?"
Ela respondeu: O padeiro.
O pastor, sorrindo, olhou para ela e disse: Irmã, que Deus a ajude.
A mulher foi para casa e, como já era tarde, foi para a cama. Mas não conseguiu dormir nem esquecer as palavras de seu pastor, e estava pensando em seu dever de ganhar almas.
Na manhã seguinte, levantou-se mais cedo do que o habitual e não tirou a garrafa vazia. Quando o leiteiro chegou e não viu a garrafa, bateu na porta, a senhora saiu e com uma voz temerosa disse ao leiteiro:
— Ouça-me um momento, por favor. Quero lhe fazer uma pergunta: você já pensou em onde irá depois de morrer?
O leiteiro olhou para ela com ansiedade e disse:
— Sabe, senhora... Essa pergunta me incomoda há dois anos.
A senhora disse:
— Entre e eu lhe direi algo sobre este assunto.
Naquele lugar e naquele momento aquela dama levou seu leiteiro a Cristo, e ele o aceitou como seu salvador. No curto espaço de um ano, aquela senhora ajudou vinte e seis pessoas a aceitarem o Senhor Jesus como seu salvador pessoal.
Sigueme.net
Sophie Muller (???? - 1995) foi uma americana que se converteu ao Senhor ao ouvir uma pregação em praça pública em Nova York na década de 40.
Pouco tempo depois ela cursou o seminário teológico e em seguida foi enviada como missionária para a Amazônia colombiana.
Uma das coisas que me chamam a atenção em sua biografia são os diversos sofrimentos que ela passou. Sua recepção por parte dos índios foi um ensopado com veneno... certa vez sua canoa virou... outra vez se machucou no meio da selva e ficou quatro dias sem comer nada aguardando ajuda...
Um dia em que ela fugia das autoridades brasileiras rumo à fronteira com a Colômbia, os índios remavam, a chuva caia e se confundia com as lágrimas em seu rosto... então Satanás sussurrou em sua mente: “Vale mesmo a pena?”
A resposta baseada em Marcos 8.37 logo lhe veio ao coração: “Uma alma vale mais que o mundo inteiro!”
Do livro Sua voz ecoa nas selvas (Biografia de Sophia Muller)
Esta história foi vivida pelo animador Teodoro, no estado do Acre, no rio Mácoa, onde realizou um trabalho que só a eternidade revelará o seu resultado.
Teodoro, um dos primeiros missionários dos Gideões Missionários da Última Hora no Acre, subiu o Rio, com sua esposa Sônia. Ante, avisaram no rádio aos da cabeceira do rio que os aguardassem porque ele iria visitá-los. No meio caminho, um lençol abanando em cima de uma árvore os fazem parar.
Ao aproximarem-se, a pessoa que acenava com o lençol disse:
— Me avisaram pelo rádio que iriam subir o rio.
— Sim, somos nós mesmos, em que posso lhe ajudar?
— Missionário, eu estou aqui desde a madrugada abandonando este lençol para todos os barcos que passam por aqui, mas nenhum deles parava. A minha mãe está muito doente, ela está ali numa rede. Ela precisa muito ver o senhor.
— Então me leve até ela, em nome de Jesus.
— Mãe, este é o pastor, o missionário que nós estamos esperando.
— Você é o missionário que há tanto tempo eu esperava. Há cinquenta anos passou por aqui um homem, ele falou da Bíblia para nós e eu aceitei a Jesus como meu Salvador. Ele me batizou nas águas, serviu a Santa Ceia, mas foi embora, e nunca mais voltou!
— Ah minha querida irmã! Que linda história!
— Eu estou aqui, no fundo desta rede já com cento e dez anos de idade meu filho, pedindo a Deus que Ele não me leve antes de tomar mais uma Santa Ceia.
— Agora eu tenho certeza que foi Deus que me trouxe nesse lugar, para realizarmos o desejo do seu coração.
— Vamos pegar suco de uva no barco e vamos servir a Santa Ceia para a senhora. Alguém tem uma bolacha para fazermos uma Santa Ceia?
— Não pastor, não temos bolacha nem pão, mas o que temos é beiju.
- Não tem problema minha querida irmã. Deus vai realizar o desejo do coração da sua mãe e o nome de Jesus nesta manhã vai ser glorificado.
Uma senhora de cento e dez anos, há anos aguardava alguém para lhe servir a última Ceia. E o Senhor não a deixou morrer, porque esta é a lágrima do amor pelas almas. Suco com beiju foi a última Santa Ceia daquela senhora que já nos esperar no paraíso. Esta é a recompensa de quem chora a lágrima do amor pelas almas.
Cesino Bernardino – As Sete Lágrimas de um Missionário
Dietrich Bonhoeffer (1906 - 1945) foi um destacado teólogo do século XX. Pastor luterano, que vivia muito bem nos Estados Unidos. Mas deixou todo o conforto e segurança que tinha e voltou à sua terra natal, Alemanha, para pregar contra Hitlero nazismo.
Na Alemanha, foi preso e executado em 1945. Depois de morto, fala. Há vários livros de sua autoria que continuam transmitindo a mensagem pela qual ele deu a própria vida. Ele poderia afirmar: sou de Jesus, minha vida está sendo gasta no seu trabalho. Fazer missões é colocar a vida no altar.
Jilton Moraes - Ilustrações e Poemas para Diferentes Ocasiões
John Wesley preparava-se para seguir com destino à Georgia (EUA), como missionário entre os índios, quando um descrente tentou dissuadi-lo:
— Mas, que é isso? Missionário entre selvagens? Um novo cavaleiro andante? Como foi que o quixotismo entrou em sua inteligente cabeça?
Com todos os dons que Deus lhe deu, faria melhor figura aqui mesmo, sem necessidade de sair a combater moinhos de vento.
Calmo, porém seguro de si mesmo, Wesley respondeu:
— Amigo, se a Bíblia não for verdadeira, eu sou realmente o louco de sua criação; mas se ela é de Deus, então eu sou o homem de mente mais sã que possa existir. Não está escrito que todo aquele que tiver deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por causa do Seu nome, receberá muitas vezes mais, e herdará a vida eterna?
Fonte: https://www.academia.edu
William Carey, o primeiro missionário moderno em terra estrangeira, desembarcou em Calcutá, na Índia, em 1793. Ele chegou lá quase vinte anos antes da chegada dos cônjuges Ana e Adoniram Judson como missionários da América. Influenciados por Carey ao ler sobre sua vida e obra missionária, marcharam para a Índia em 1817.Quando visitaram Carey em Serampore, na Índia, ficaram em sua casa, desfrutaram de seu belo jardim e conversaram com ele sobre o serviço missionário.
Carey já havia sofrido três atentados contra sua vida. Um incêndio provocado matou cinco colaboradores na missão. Sua gráfica e as traduções da Bíblia em que ele trabalhava foram todas destruídas. Os Judsons queriam saber como Carey foi capaz de enfrentar e superar tais adversidades.
Quando a jovem Ana Judson, que estava destinada a morrer no campo missionário, perguntou a Carey como ele conseguia continuar, ele respondeu: "Oh, só poderia ser pela graça de Deus ... deixe-me lhes mostrar o caminho para a fortaleza divina". Ele então os levou para um lugar tranquilo no jardim e disse com reverência: "Venho aqui todas as manhãs às cinco horas para orar em voz alta, falando com Deus e ouvindo-o no meio dessas flores que Ele criou com toda a sua beleza. Deixo o jardim às 6h para tomar café da manhã e começar meu trabalho diário. Depois do jantar, volto ao jardim para orar e meditar com a Bíblia na mão."
O trabalho de Carey foi monumental. Sob sua supervisão, a Bíblia, no todo ou em parte, foi traduzida para mais de trinta e cinco idiomas ou dialetos. Ele também compilou gramáticas em sânscrito, bengali, marathi, telugo e sikh; apenas para mencionar algumas de suas muitas realizações literárias.
Em 1832, Carey completou a oitava edição do Novo Testamento em bengali. "Meu
trabalho está feito", disse ele. “Só espero que a vontade de Deus seja cumprida”.
Carey morreu em 9 de junho de 1833, depois de servir ao Senhor na Índia por quarenta e três anos. Na lápide de sua sepultura em Serampore está o epitáfio que ele próprio escreveu: “Um verme pobre e miserável. Em tuas mãos amorosas descanso”.
José Luis Martínez - 502 Ilustraciones Selectas (adaptado)
Josiah Elliott era um humilde pregador rural da Carolina do Norte. Por quase cinquenta anos, ele serviu a Deus fielmente em pastorado nas áreas rurais. Mas Elliott queria ser pastor de uma igreja na cidade, mesmo que apenas uma vez na vida. Ele orava frequentemente: "Senhor, não me deixe para sempre no campo. Deixe-me pastorear uma igreja na cidade".
Elliott nunca pastoreou uma igreja na cidade, mas Deus sempre abençoou seu ministério. De uma de suas igrejas no campo saíram dois jovens que se tornaram presidentes da Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos, e um deles chegou a ser presidente da Aliança Batista Mundial.
Um deles foi Casper C. Warren, um grande pregador que serviu como pastor da grande congregação da Primeira Igreja Batista de Tulsa, Oklahoma. O outro foi George W. Truett, que foi durante 47 anos pastor da Primeira Igreja Batista de Dallas, Texas, uma das maiores igrejas batistas do mundo.
Esses dois homens tocaram centenas de milhares de vidas durante seu ministério. Parece que Josiah Elliott teve um ministério mais frutífero nas igrejas rurais do que talvez ele jamais teria na cidade.
J. B. Fowler / José Luis Martínez - 502 Ilustraciones Selectas
Em 1912 o missionário batista Adoniram Judson foi para a Birmânia. Sua vida não foi fácil ali. O governo do lugar fez todo o possível para estorvar-lhe a tarefa. O missionário sofreu muito. Passou fome até ficar esquelético. Foi levado preso pelo deserto até o ponto de desejar a morte. Seus pés e mãos ficaram para sempre marcados pelas cadeias. Quando ao fim foi liberado, foi ao rei da Birmânia lhe pedir permissão para ir a certa cidade, pregar ali o evangelho.
O rei respondeu: “Estou disposto a deixar que vão uma dezena de pregadores, mas não você. Meu povo não responderá facilmente à pregação, porém vendo as marcas das correntes em suas mãos e pés, isso lhes convenceria”.
Assim é com Jesus Cristo, as marcas de seu amor sacrificial tomando nosso lugar na cruz nos comovem e nos convencem. Que possamos ser seus imitadores.
José Luis Martínez - 502 Ilustraciones Selecta
Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.
Mateus 28.19-20
Uma mulher pobre queria muito participar da campanha de missões que sua igreja vinha fazendo, mas, decididamente, não tinha dinheiro.
Ajoelhou-se em seu quarto e pediu a Deus que lhe desse uma ideia, um jeito de ganhar algum, para poder participar.
Logo após a oração, saiu para o quintal e viu que uma abóbora da sua horta caseira já estava no ponto de ser colhida. Decidiu, então, dar aquela abóbora para missões.
Para tentar vendê-la por um preço melhor, resolveu partir a abóbora em 4 pedaços, mas, ao ver as sementes, teve uma ideia brilhante. Resolveu "batizar" as sementes de "Semente de Abóbora Missionária". Secou-as e saiu às ruas vendendo-as.
E vendeu todas. Muitos compraram pela criatividade da mulher; outros, por sua insistência; outros, ainda, por amor a Jesus e às missões. Para cada comprador ela dava um folheto evangelístico de sua igreja.
Quando a campanha se encerrou, todos ficaram espantados ao ver que aquela mulher, uma das mais pobres da comunidade, foi a que deu a maior oferta de missões daquele ano. Superando em muito o valor doado por pessoas de posse.
E Deus, na sua graça, salvou algumas pessoas por meio dos folhetos que ela distribuiu.
Fonte: http://missaoreviver.no.comunidades.net