“E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!”
Filipenses 2:8
Jesus foi acusado pelos líderes religiosos por causa de sua fé e de sua conduta. Foi levado a Pilatos como um agitador do povo, alguém que ameaçava a ordem. No entanto, o silêncio de Jesus começou a inquietar aquele que o julgava. Pilatos percebeu que nem sempre a voz da multidão carrega a verdade.
Houve uma tentativa de livrá-lo. Um instante em que a justiça poderia ter prevalecido. Mas, quando os gritos se levantaram em favor de César, o medo falou mais alto. Pilatos recuou. Lavou as mãos, como se fosse possível se isentar da responsabilidade — e, assim, condenou um inocente.
Mas essa não é apenas mais uma história de injustiça humana.
A história de Jesus é, acima de tudo, uma história de propósito. Nada estava fora do lugar. Nada escapava ao plano. A cruz não foi um acidente, nem um desvio — foi o caminho.
Jesus morreu por nós.
Não havia outro destino para o Filho de Deus senão a entrega, senão o sacrifício, senão o sangue derramado por amor.
Aquilo que aos olhos humanos parecia derrota, era, na verdade, o cumprimento perfeito da vontade divina.
A cruz não foi apenas injustiça. Foi a Justiça de Deus por nós.
Fandermiler Freitas

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