quarta-feira, 14 de agosto de 2019

UMA MENINA PERSISTENTE

Nas planícies do Oeste dos Estados Unidos, vivia um mineiro doente. Muito cedo na vida passara ele o desgosto de perder a esposa e a primeira fi­lha. Tornou-se um revoltado. Enquanto estava doente, uma senhora crente administrava-lhe os cuidados de enfermeira e orava por ele. 

Uma noite, a filhinha desta senhora lhe disse:

— Mamãe, tu não oraste por aquele homem hoje; já desanimaste? 

— Creio que sim - responde a mãe. - E Deus já desanimou, também?

— Creio que não - respondeu a mãe.

— Mamãe, é justo que nós desanimemos, enquanto Deus não desanima? — inquiriu a criança. 

Naquela noite, orou novamente a mãe pelo homem, endurecido na sua obstinação. 

No dia seguinte, ela levou consigo a filhinha para visitar o enfer­mo. Chegando lá, a criança começou a conversar com ele e lhe disse: 

— O senhor já teve uma filhinha, não é verdade? Deus a levou para o céu, mas o senhor vai se encontrar com ela lá. 

— Não, não creio que vá, pois sou um homem mau - replicou ele. 

— Mas Jesus veio a este mundo para fazê-lo um homem bom - acrescen­tou a criança, arguta e crente. 

E foi através daquela criança de fé que o homem obcecado se converteu. 

F. S. Eitelgeorge (Missouri, E.U.A.)

O EVANGELHO DE CRISTO


terça-feira, 13 de agosto de 2019

MÁGOA, O CÁRCERE DA ALMA II

Quem retém o perdão não pode orar a Deus nem receber dele o perdão.

A mágoa é autodestrutiva. Ferimo-nos a nós mesmos quando nutrimos mágoa por alguém. Guardar mágoa no coração é como beber veneno pensando que o outro é quem vai morrer. Quem guarda mágoa no coração vive amarrado pelas grossas correntes da culpa. Quem vive nessa masmorra adoece emocional, física e espiritualmente.

Há muitas pessoas doentes porque se recusaram a perdoar. Na igreja de Corinto havia pessoas fracas, outras doentes e algumas que já estavam mortas em virtude de relacionamentos adoecidos (1Co 11.3).

Tiago ordena os crentes a confessarem seus pecados uns aos outros para serem curados (Tg 5.16). Há muitas pessoas vivendo cativas no calabouço do diabo, prisioneiras do ódio, acorrentadas pela mágoa, cuja vida espiritual está arruinada. Gente que precisa ser liberta dessa prisão existencial, desse cativeiro espiritual.

O salmista Davi orou pedindo a Deus para tirar a sua alma do cárcere (Sl. 142.7).

A chave que abre a porta dessa masmorra é o perdão. O perdão traz cura onde a mágoa gerou doença. O perdão traz reconciliação onde a mágoa gerou afastamento. O perdão traz alegria, onde a mágoa produziu tristeza e dor. O perdão restitui aquilo que a mágoa saqueou.

O perdão é a faxina da mente, a assepsia da alma, a limpeza dos porões do coração.

Perdoar é zerar a conta. É nunca mais lançar no rosto da pessoa a sua dívida. Perdoar é lembrar sem sentir dor. 

Rev. Hernandes Dias Lopes

COMO VIVER

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

MÁGOA, O CÁRCERE DA ALMA I

Nós sofremos mais por causa das pessoas do que por causa das circunstâncias.

As pessoas nos fazem chorar mais do que as vicissitudes da vida. As pessoas nos decepcionam e nós decepcionamos as pessoas.

Os relacionamentos dentro da família, no trabalho e até igreja, algumas vezes, se tornam tensos. Feridas são abertas na alma e mágoas profundas se instalam no coração.

Amizades são rompidas, casamentos são abalados, relacionamentos sólidos entram em colapso. Nesse processo, a comunicação é rompida, o silêncio gelado substitui as palavras de amor e a desconstrução da imagem do outro se torna uma verdadeira ação de desmonte.

O resultado do adoecimento das relações humanas é a mágoa. Esse sentimento de amargura se instala no solo do coração e lança suas raízes trazendo perturbação para a alma e contaminação para os que vivem ao redor.

A mágoa é a ira congelada. A mágoa é o armazenamento do ressentimento. A mágoa é entulhar o coração com o rancor, é alimentar-se do absinto do ranço, é afogar-se no lodo do ódio, é viver prisioneiro na armadilha da vingança.

A mágoa é uma prisão. Ela é o cárcere da alma, o calabouço das emoções, a masmorra escura onde seus prisioneiros são atormentados pelos verdugos da consciência.

Quem se alimenta da mágoa não tem paz. Não tem liberdade. Não tem alegria. Não conhece o amor. Não tem comunhão com Deus. Não pode adorar a Deus, nem trazer sua oferta ao altar.

Rev. Hernandes Dias Lopes

SEGURO

domingo, 11 de agosto de 2019

O EVAGELHO

Porque o nosso evangelho não chegou a vocês somente em palavra, mas também em poder, no Espírito Santo e em plena convicção. Vocês sabem como procedemos entre vocês, em seu favor.

1 Tessalonicenses 1:5

O pequeno pedaço de papel estava machucado para ser apanhado. Mas mesmo assim o jovem pai recuperou-o, e o que leu nele mudou a sua vida. Como devoto Hindu que vivia na Índia, ele era religioso dos quatro costados, fazendo do ritual do templo parte integrante da sua vida. Mas quando ele pôs os olhos no papel que tinha apanhado, notou que ele explicava um novo conceito. Dizia-lhe que era pecador e que necessitava de um Salvador. Ele decidiu, então, colocar a sua fé no Senhor Jesus Cristo, que oferece gratuitamente o perdão dos pecados a todos os que lhe peçam. 

Um folheto minúsculo. Uma semente poderosíssima que teve resultados de grande alcance. Este homem tornou-se depois pregador, levando as boas novas do Senhor Jesus a áreas, na Índia, onde o evangelho ainda não tinha sido proclamado. 

Mais tarde, dois dos seus filhos tornaram-se missionários, levando as boas novas acerca do Senhor Jesus a novas cidades. Como resultado, 22 igrejas foram iniciadas, e milhares de pessoas ouviram a mensagem de Deus acerca da liberdade que há em Cristo. 

Se um pedaço de papel tem o evangelho impresso nele, tem o poder de Deus por trás. Semelhantemente, quando nós comunicamos o evangelho com os outros, as nossas palavras têm o poder de Deus nelas. O evangelho não é estático – vem equipado com o poder de Deus e a convicção do Espírito (I tes. 1.5). Quando falamos a um amigo acerca do Senhor Jesus, plantamos uma semente pequena, mas poderosa. 

 Fonte: www.gospelcom.net

TERÍAMOS MAIS DE DEUS


GRANDE RIQUEZA

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

CARTA LIDA

Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens" 

2 Coríntios 3.2 



Um missionário perguntou, certa vez, a um notável converso o que mais o influenciara a se tornar seguidor de Cristo. 

O crente, que antes de se conver­ter fora muito ímpio, deteve-se um momento antes de responder. 

— Estes olhos já viram muitos males - começou ele lentamente - e estas mãos praticaram muito pecado e violência. Minha mente está constantemente premeditando e forjando o mal. Mas... 

O converso fez prolongada pausa. Depois continuou:

— Mas quando meus amigos que haviam sido ladrões deixaram de rou­bar, quando mentirosos começaram a dizer a verdade, quando homens cruéis se tornaram bondosos, conclui que devia haver na religião cristã algo de va­lor. Vi isso não no templo, mas na vida deles. 

Sem dúvida, haverá maior número de pessoas no reino de Deus por te­rem visto sermões, do que por os terem ouvido. Paulo diz que somos "car­tas... conhecidas e lidas por todos os homens".

terça-feira, 6 de agosto de 2019

ESTAMOS SENDO PREPARADOS

Todos conhecemos o sentimento de espera e a frustração que vem quando o que desejamos parece bem longe do alcance. Assim, pegamo-nos pedindo ao Senhor para se apressar em nos atender, então nos lembramos que é Ele quem está no comando, e sabe exatamente o que está fazendo. Ele não se atrasará para atender à nossa causa, mas chegará na hora certa com a bênção esperada, proporcionando-nos maturidade e glória ao Seu nome.

Muitos cristãos estão sempre esperando por mudanças bruscas em suas vidas, ficam deprimidos quando nada de novo acontece logo após suas orações. Acredito que boa parte das transformações que experimentamos é resultado de uma fé constante, persistente e perseverante, que encara os desafios e as provações da forma como se apresentam. Neste processo, a fé e a maturidade crescem gradualmente até o momento em que recebemos aquilo que pedimos passionalmente há tempos.

Se parece que Deus está demorando muito para intervir na sua causa, não se angustie, não se preocupe, não se apresse. Continue acreditando na sabedoria do Pai. O Senhor está preparando você primeiro, amadurecendo-o espiritualmente, para receber a bênção. Quando alcançamos a devida fé e maturidade aguardada por Deus, Ele nos concede o que tanto almejamos ou necessitamos.

Myles Munroe, em “RE-DESCOBRINDO A FÉ”
http://salmo37.wordpress.com/

VERDADEIRO E ETERNO


sábado, 3 de agosto de 2019

VOLTANDO PARA CASA

"Ele imaginara que, por uma coincidência, o pai estivesse a olhar pela janela, e quando o visse aproximar-se de casa, correria ao seu encontro; con­tudo, ninguém apareceu. 

Chegou, afinal, à porta da frente. Bateu, mas ninguém respondeu. Ouvindo um ruído no interior da residência, bateu outra vez e com mais vigor. Após longa espera e novas batidas, percebeu que se movia a fe­chadura da porta, que se abriu finalmente. Surgiu então o pai, espiando atra­vés da brecha. 

"Pai", exclamou o rapaz, "é seu filho. Terrível foi a messe que colhi. Es­tou atemorizado. Reconheço que a culpa é toda minha mas, sinceramente, quero pedir perdão, uma vez que o senhor tão somente me deixe voltar. Re­ceber-me-á o senhor? Apenas como um de seus servos?" 

O pai olhava-o como a um estranho. "Meu filho? Tenho unicamente um filho, e este está em casa comigo." 

E, enquanto se afastava, o filho ouvia atrás de si sons de música e de vozes como se a sua triste condição e rejeição causassem júbilo aos de­mais. 

Não foi assim, porém, que aconteceu segundo as páginas do Evangelho. O bom pai, diz a Bíblia, perdoou o filho pródigo e o recebeu com alegria, da mesma forma que o Pai celeste o faz a todos quantos, se arrependendo, o buscam.

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

INJUSTIÇAS

Há uma história do tempo das monarquias que ilustra esta verdade: Um rei, famoso pela prática da justiça em todo o seu reino, colocou um sino numa torre, num morro bem visível. 

Qualquer cidadão que se achasse injustiçado, bastava puxar as cordas do sino para ter o seu caso julgado imediatamente. Mas o reino era tão justo que o sino caiu em desuso e a vegetação tomou conta da torre. 

Um dia, para espanto de todos, o sino começou a tocar. Os oficiais, despachados imediatamente ao lugar, descobriram que um jumento velho, magro e abandonado, ao tentar comer o capim que cobria o pé da torre, puxava a corda e o sino tocava. Os oficiais, às gargalhadas, foram contar o caso ao rei. O rei não achou graça nenhuma. Mandou descobrir quem era o dono do animal. 

O dono, um lavrador próspero, que costumava maltratar animais e empregados, foi levado diante do rei. A sentença não demorou: 

— Este animal te serviu durante longos anos; agora, que não pode mais trabalhar, o abandonaste. Homem ingrato! Cuida deste animal o resto de sua vida.

http://pastorwalterpacheco.com.br

O QUE É O MAL