sexta-feira, 31 de maio de 2019

SENSÍVEL

Algumas coisas na vida só são alcançadas com a união, a paz e a harmonia. De vez em quando, é preciso que nós tenhamos a consciência de que existe um bem maior a ser conquistado do que nossos próprios anseios. Quem dera que nosso coração compreendesse que é nessas vitórias que residem muitos dos tesouros desta terra. A Bíblia declara: OH! quão bom e agradável é que os irmãos vivam em união (Sl 133.1).

É incrível como em tempo de calamidade ou tragédias as pessoas são tão sensíveis a dor alheia! No entanto, Jesus nunca deixou de atender uma súplica que vinha de um coração angustiado. Ele curou, alimentou, ressuscitou, abençoou a quem precisava. Jesus nos ensina que precisamos deixar de ser tão egoístas, tirar os olhos de nós mesmos e ver a dor de quem passa por nós seja em que tempo for.

O que se espera do homem de Deus é que "Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens." Paz aqui não é só brigar, ter problemas, mas num contexto mais amplo, significa sentir a dor do próximo e querer auxiliá-lo.

Que Deus abra os nossos as oportunidade de fazer o bem, de buscar a união e o bem comum acima de nossos próprios interesses.

DEUS AS OBSERVA MAIS


quarta-feira, 29 de maio de 2019

A BONDADE QUE RECOMPENSA

Não se esqueçam de ser bondosos com os estranhos, porque alguns que fizeram isso hospedaram anjos sem percebê-lo!

 Heb. 13:2 (A Bíblia Viva).

Tarde da noite, muitos anos atrás, um casal de idade encaminhou-se ao encarregado da portaria no turno da noite, em um hotel de terceira categoria em Filadélfia.

- O senhor teria um quarto onde pudéssemos passar a noite? Já andamos por toda a cidade procurando um lugar onde hospedar-nos, e nada encontramos. Por favor, não nos diga que não tem um quarto onde possamos pernoitar.

- Bem - respondeu o encarregado. - Não tenho um único quarto disponível no hotel, mas podem ficar no meu próprio quarto. Não é tão bom como alguns outros quartos, mas é limpo e para mim será um prazer recebê-los como hóspedes.

- Que Deus o abençoe - suspirou a esposa.

Na manhã seguinte, na hora do desjejum, o marido pediu que um dos garçons chamasse o funcionário da noite. Queria tratar de um assunto importante com ele. Quando este chegou, o marido agradeceu-lhe a bondade e pediu que ele se assentasse.

- Eu sou John Jacob Astor - informou o hóspede. - O senhor é uma pessoa nobre demais para passar o resto de sua vida como porteiro noturno de um hotel de terceira categoria. O que acharia de ser o gerente geral de um grande, belo e luxuoso hotel na cidade de Nova Iorque?

- Isso é maravilhoso demais! - gaguejou o homem.

E assim a bondade de um obscuro funcionário do período noturno de um hotelzinho foi recompensada quando ele se tornou o gerente geral do famoso Hotel Waldorf-Astoria.

Nosso verso faz alusão à hospitalidade demonstrada por Abraão aos três viajantes que na verdade eram anjos. Sim, a bondade compensa. Mas o pagamento nem sempre é recebido nesta vida. Em muitos casos, o dia do pagamento não chegará antes daquele dia em que Jesus dirá: "Vinde, benditos de Meu Pai! entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome e Me destes de comer; tive sede e Me destes de beber; era forasteiro e Me hospedastes; estava nu e Me vestistes; enfermo e Me visitastes; preso e fostes ver-Me." (Mt. 25:34-36.)

Fonte: Jesus Voltará

segunda-feira, 27 de maio de 2019

DEUS O ABENÇOE

Um moço seguia todos os dias pelo mesmo caminho. Em suas viagens diárias do subúrbio, onde morava, à cidade, onde trabalhava, o trem sempre passava por um viaduto de onde se podia ver o interior de alguns apartamentos no prédio localizado em nível inferior.

Naquele lugar o trem diminuía a velocidade e por isso o rapaz podia observar através da janela de um dos apartamentos, uma senhora idosa deitada sobre a cama. Ele via aquela cena há mais de um mês.

A senhora certamente convalescia de alguma enfermidade, era o que ele pensava. O jovem teve pena dela e desejou vê-la restabelecida. Num domingo, achando-se casualmente naquelas imediações, cedeu a um impulso sentimental e foi até o prédio onde a senhora morava. Perguntou ao porteiro o nome da anciã e depois lhe enviou um cartão com votos de restabelecimento, assinando apenas: "um rapaz que passa diariamente de trem."

 Dali a uma semana mais ou menos, a caminho de casa no trem, o jovem olhou, como sempre, para a janela. No quarto não havia ninguém e a cama estava cuidadosamente arrumada. No parapeito da janela, porém, estava afixado um pequeno cartaz escrito à mão e iluminado por uma lâmpada de cabeceira. Mostrava apenas uma frase singela de gratidão, dizendo: "Deus o abençoe".


sábado, 25 de maio de 2019

PERDIDO DENTRO DA IGREJA

"Entrou na sala sem bater e jogou-se na cadeira em frente da minha mesa. Suava. Era evidente que estava nervoso.

– Pastor, estou perdido! – disse sem rodeios. Apenas três palavras. Seria desnecessário dizer mais para descrever a tragédia de uma alma em conflito. Podia aceitar essa declaração de qualquer outra pessoa, não daquele rapaz. Eu o conhecia muito bem: era um jovem exemplar, um fiel membro da igreja. Mas estava ali, com os olhos lacrimejantes repetindo:

– Pode crer, pastor, estou perdido! Sou cristão de berço. Todo mundo acha que sou um bom membro da igreja. Meus pais acreditam que sou um filho maravilhoso. Os membros da igreja acham que sou um jovem consagrado. Eles até me nomearam Diretor dos Jovens. Muitas vezes ouço os pais dizendo a seus filhos: "Gostaria que você fosse como aquele rapaz!" Todos acham que sou um modelo de cristão, mas não é verdade pastor, eu sou uma miséria. Acabo de fazer algo horrível e não é a primeira vez. Fiquei desesperado, angustiado como das outras vezes. Tive vontade até de morrer. Eu não sou o que todos pensam que sou.

Tentei dizer alguma coisa, mas ele cortou:

– Eu não quero ser assim pastor, eu quero ser um cristão de verdade, mas não consigo. Tenho lutado tantas vezes, tenho me esforçado, mas sempre acabo derrotado.

Doeu-me ver assim aquele jovem.

– O senhor está desapontado comigo, não está? – perguntou depois, com ansiedade.

Desapontado? Eu tinha era um nó na garganta. Procurei esconder minha tristeza, minha dor, porque na realidade o drama não era só daquele jovem. Eu sabia que muitos jovens de minha igreja também vivem essa triste realidade. "Pastor, estou perdido!" Perdido? Sim, perdido dentro da igreja.

Alejandro Bullón

O EVANGELHO


sexta-feira, 24 de maio de 2019

A ROSEIRINHA TORTA

Era uma vez um homem que possuía um grande jardim, onde foram cultivadas as mais variadas flores.

Perto desse jardim morava um menino que amava muito as plantas. Muitas vezes ele abandonava os brinquedos e encostava o rosto na cerca para olhar o jardim e admirar o colorido das flores. O garoto também tinha o seu canteirinho na frente da casa. Possuía uma pá, um regador mas não tinha ainda nenhuma muda de flor para plantar.

O dono desse grande jardim é muito estranho – pensou o menino. Ele não tem o menor cuidado com as suas plantas. Não limpa os canteiros, não afofa a terra e nem a rega com frequência. Um dia, quando o homem visitava o seu jardim, parou em frente a uma pequena roseira torta com apenas umas poucas folhinhas verdes. Chamando o empregado, disse-lhe: – Arranque esta roseirinha. Ela nunca produzirá flores. Atire-a para fora da cerca. E o empregado fez exatamente como ele mandou.

Naquele dia, quando o garoto voltava da escola, viu a roseirinha arrancada na beira da cerca e monologou: – Pobre roseirinha! Como ele teve coragem de arrancá-la… Aí onde a jogaram, você nunca dará rosas. Vou colocá-la no meu canteiro e cuidar de você. Chegando em casa, trocou a roupa e, juntando a pá e o regador com água, cavou bem no centro do seu canteirinho, revirou a terra e ali depositou a roseirinha torta, deixando-a na melhor posição possível. Não se descuidou da planta. O calor do sol a aquecia, ele a regava e algumas vezes a chuva a refrescava. Um dia, ele reparou que nela surgia um botãozinho verde. A mãe lhe explicou que dali certamente sairia uma bonita rosa.

De fato, na semana seguinte ele olhou da janela e, radiante, chamou sua mãe. Nem podia esperar se vestir… Desabrochava uma linda rosa branca da roseirinha torta. Cada pessoa que por ali passava, naquele dia, parava para admirar a pequena roseira com a sua única rosa branca.

À tardinha, o garoto ouviu uma voz do outro lado da cerca. Era o dono do grande jardim que dizia: – Que rosa lindíssima tem aí no seu canteirinho, meu filho.É mais rara e mais bonita do que qualquer uma das minhas. Como foi que você a conseguiu? – O senhor não se lembra daquela roseirinha torta que mandou arrancar e jogar fora? Pois é ela. Eu a apanhei murcha, ressecada e a plantei. Colaborei com o Pai do céu no cuidado com a planta e ela cresceu e produziu já esta bonita rosa – respondeu o menino. O dono do grande jardim compreendeu a lição e saiu repetindo para si mesmo a expressão do menino: “Colaborei com o Pai do céu no cuidado com a planta e ela cresceu…”

O QUE MACHUCA


quinta-feira, 23 de maio de 2019

EU QUERO ESTAR

"Quem, Senhor, habitará na tua tenda? Quem morará no teu santo monte?" 

Salmos 15:1

Estar perto de Deus é bom demais. Sentir sua presença é uma das coisas mais preciosa da vida humana, além de fazer bem ao coração produz paz, alegria, amor e harmonia na alma. "É muito radical! viver debaixo da graça do Pai"

Eu quero a vida de Deus, a vida com Deus, a vida pura e simples que Deus nos oferece. Eu quero é viver na tenda com Deus, habitar no monte do Pai e entrar no seu templo para adorar.

E você o que deseja?
 
Fandermiler Freitas

ESPERANÇA DE VENCER

segunda-feira, 20 de maio de 2019

ENSINANDO CAVALO A VOAR

Conta-se que havia um rei cruel e desumano, que por um motivo banal, condenou à morte o seu humilde e fiel súdito. O homem, apesar da pena imposta, continuou tranquilo e sereno, e quando já estava prestes a ser executado, pediu então pra falar pela última vez com o rei, e aí lhe fez uma surpreendente proposta: que ele o permitisse ensinar o lindo cavalo branco real a voar... e que caso não o conseguisse, dentro do prazo de um ano, que então o rei cumprisse sua sentença de forma bem dolorosa, arrancando membro por membro de seu corpo, até que não pudesse mais resistir.... O rei adorou a ideia, não porque acreditasse que o seu cavalo pudesse voar, mas pelo sinistro prazer de vê-lo morrer com todo aquele requinte de crueldade, e então aceitou o acordo.

Ouvindo tudo aquilo, um amigo do ex-súdito lhe perguntou: “Por que adiar o inevitável? Não vês que cavalos nunca hão de voar???” O rapaz sorriu, e com aquela calma de sempre respondeu: “Nada é inevitável nessa vida, pois se adio a minha morte, as chances de eu vencer passam a ser de cinco a um...” O outro arregalou os olhos e quis saber: “Como assim???” e ele então explicou: “Dentro de um ano, o rei pode perder o trono; ou pode morrer; o cavalo pode fugir; ou então eu posso fugir; e se nada disso acontecer, poderei ainda tentar ensinar o cavalo a voar...”

Frequentemente nos vemos diante de obstáculos difíceis e aparentemente impossíveis de transpor. Por mais que busquemos soluções, elas parecem não existir. O primeiro impulso nos convida a desistir, mas é preciso que jamais esqueçamos que para o nosso amado Deus não existe impossíveis! (Lucas 1:37)

Antes de Santos Dumont, se dizia que o homem jamais poderia voar ("Oras! se Deus quisesse que o homem voasse, teria lhe dado um par de asas."), porém hoje, em poucas horas, o homem atravessa o vasto oceano e chega num outro continente! Assim como o súdito da nossa estória, aprendamos que é preciso olhar a situação com otimismo. Para cada possibilidade adversa, muitas favoráveis poderão ser encontradas, e, com muita fé e determinação, tudo o que nos parecia impossível, tornar-se-á realidade.

Não esmoreça nunca! mesmo que tudo indique o contrário, pois com certeza, Deus é fiel e não será preciso você ensinar um cavalo a voar...

ADAPTAÇÃO

Celso Ribeiro

O SILÊNCIO DA ATITUDE


domingo, 19 de maio de 2019

AS DÚVIDAS DE TOMÉ

Uma lenda dos primeiros séculos de nossa era, diz que Tomé, tempos depois da ascensão de Jesus, voltou a ter dúvidas. Precisando de ajuda, foi procurar outros discípulos. Mas Paulo estava ocupado em refutar alguns ensinos dos helenistas e não pôde atendê-lo. Filipe estava preocupado em escrever uma longa carta ao ministro da rainha dos Etíopes e também não pode atendê-lo. Pedro, por sua vez, tinha partido para Cesaréia a fim de pregar ali o Evangelho. Ninguém pôde ajudar a Tomé. Um tanto desesperado, Tomé resolveu ir a Jope procurar Dorcas, cuja fama de devoção e fé, todos conheciam. Mas Dorcas também estava tão ocupada em trabalhos de costura para socorrer aos pobres, que também não lhe pôde dar atenção. Tomé, então, voltou para casa e no caminho refletiu que ele era o único a ter dúvidas porque estava sem fazer nada. Os outros, imersos em seus trabalhos, nem tinham tempo para alimentar dúvidas. A lenda termina dizendo que Tomé caiu em si e tratou de realizar um velho projeto: a evangelização dos partas. Nunca mais teve dúvidas.

A CRUZ DO CALVÁRIO