Mas quando finalmente me cansei de ficar sentado no lamaçal, senti a graça de Deus. Vim a Jesus, e Ele me recebeu de volta. Ele não encobriu o Max egocêntrico que eu havia criado. Ele não aceitou meu comportamento pecaminoso. Mas Ele me aceitou, seu filho rebelde. Ele aceitou o que podia fazer comigo. Ele não me disse para me limpar e depois voltar. Ele disse: “Volte, e eu te limparei”. Ele nos aceita. Que possamos aceitar os outros da mesma forma.
sábado, 4 de abril de 2026
JESUS QUER LHE RECEBER
sexta-feira, 3 de abril de 2026
FOI JUSTIÇA DE DEUS
“E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!”
Filipenses 2:8
Jesus foi acusado pelos líderes religiosos por causa de sua fé e de sua conduta. Foi levado a Pilatos como um agitador do povo, alguém que ameaçava a ordem. No entanto, o silêncio de Jesus começou a inquietar aquele que o julgava. Pilatos percebeu que nem sempre a voz da multidão carrega a verdade.
Houve uma tentativa de livrá-lo. Um instante em que a justiça poderia ter prevalecido. Mas, quando os gritos se levantaram em favor de César, o medo falou mais alto. Pilatos recuou. Lavou as mãos, como se fosse possível se isentar da responsabilidade — e, assim, condenou um inocente.
Mas essa não é apenas mais uma história de injustiça humana.
A história de Jesus é, acima de tudo, uma história de propósito. Nada estava fora do lugar. Nada escapava ao plano. A cruz não foi um acidente, nem um desvio — foi o caminho.
Jesus morreu por nós.
Não havia outro destino para o Filho de Deus senão a entrega, senão o sacrifício, senão o sangue derramado por amor.
Aquilo que aos olhos humanos parecia derrota, era, na verdade, o cumprimento perfeito da vontade divina.
A cruz não foi apenas injustiça. Foi a Justiça de Deus por nós.
Fandermiler Freitas
quinta-feira, 2 de abril de 2026
QUANDO JESUS FOI PRESO
“Então, a escolta romana, o seu comandante e os guardas do templo prenderam Jesus e o amarraram. E o levaram primeiro a Anás…”
João 18:12-13
Quando Jesus foi preso, muitas coisas mudaram no mundo.
Primeiro, a ilusão dos discípulos começou a se desfazer. À medida que as profecias se cumpriam e o poder do mal se manifestava, cada vez mais intenso, a fé deles foi provada — e todos, sim, todos, falharam em algo.
Jesus estava só. Ninguém o acompanhou em sua caminhada.
Ele enfrentou a lei dos homens, a inveja, a mentira e a ganância dos líderes políticos e religiosos — e o fez em silêncio, sem reclamar.
O coração dos discípulos não compreendia como o Filho de Deus podia ser entregue daquela forma. O medo os invadiu, e a ilusão se instalou: assustando o presente, manchando o futuro.
Mas o que eles não conseguiam ver era que tudo seguia o plano divino.
Nada havia saído do controle de Deus. Nada jamais saiu.
Jesus era o Cordeiro de Deus.
E tudo aquilo — cada dor, cada silêncio, cada queda — fazia parte do sacrifício por nós.
Fandermiler Freitas
quarta-feira, 1 de abril de 2026
UM CORAÇÃO DISPOSTO
Há alguns dias, enquanto caminhava, fui interrompido por um homem que me pediu ajuda. Era um pedido simples: alguns reais. Mas dentro de mim, não foi simples. Meu coração hesitou.
Por um instante, pensei em negar. Pensei nas possibilidades, nas dúvidas, nos receios. Mas, no silêncio daquele momento, a Palavra ecoou — não como imposição, mas como lembrança viva:
“Dá a quem te pedir e não vires as costas a quem te pede emprestado” (Evangelho de Mateus 5:42).
Percebi, então, como é fácil encontrar razões para não obedecer. A mente rapidamente constrói argumentos, levanta suspeitas, protege-se. Mas o amor… o amor não se apoia em garantias. Ele se oferece.
Quantas vezes complicamos aquilo que Deus já simplificou? Amar o próximo não exige certezas — exige disposição.
Sim, há maldade no mundo. Sim, há quem engane. Mas também há dor verdadeira, fome real e corações invisíveis passando diante de nós todos os dias.







