sexta-feira, 12 de abril de 2024
quinta-feira, 11 de abril de 2024
OBJETIVO DIGNO – GANHAR ALMAS
Uma certa senhora, assistindo a uma festa, foi apresentada ao famoso pregador Caesar Aialan, da cidade de Gênova, na Itália. Ele, como tinha por costume, perguntou-lhe se ela era crente em Jesus Cristo. A senhora surpreendida e até mesmo acanhada, respondeu imediatamente que este era um tópico que preferia não discutir. O cavalheiro então, com toda a gentileza, disse que não queria persistir em falar no assunto, mas que pretendia orar por ela, a fim de que ela pudesse dar o seu coração a Cristo e ser uma obreira útil.
Aquela pergunta inesperada seguiu atormentando-a. Depois de quinze dias esta senhora encontrou-se de novo com o ministro e de livre e espontânea vontade perguntou-lhe, como poderia chegar-se a Jesus! O Sr. Aialan respondeu: "Dirija-se a Ele, assim como está!"
Aquela senhora então, entregou-se a Jesus: era Carlota Elliott que escreveu o lindo hino:
Pois o teu sangue remidor
Verteste pelo pecador;
Ó Salvador, me achego a Ti!
(Cantor Cristão, n°. 266).
Foi uma grande bênção o ter-se encontrado naquela festa em Gênova com o bom servo do Senhor e por ter-lhe este fielmente perguntado se ela era crente em Jesus Cristo.
quarta-feira, 10 de abril de 2024
O VELHO SEMEADOR E AS BÍBLIAS EM SUA MALETA
Este belo testemunho, enviado pelo Rev. Severino Lyra, então Secretário Regional da SBB no Recife, e publicado na Revista A Bíblia no Brasil conta a história de um jovem vendedor que recebeu um exemplar da Bíblia de um freguês que comprou parafusos em sua loja:
Com uma maleta na mão, ele entrou mansamente na casa de ferragens. Seu andar cansado e vagaroso contrastava com os dias da mocidade quando, montado em uma motocicleta, percorria velozmente os sertões do Nordeste. Aproximou-se do balcão e comprou alguns parafusos. Depois abriu sua maleta e dali tirou uma Bíblia, que deu de presente ao jovem que o atendera. Disse algumas palavras e foi embora calmamente.
Algumas semanas depois, ao passar pela loja, resolveu entrar novamente. A proprietária o reconheceu, chamou-o de lado e perguntou:
— O que foi que o senhor colocou dentro daquela Bíblia que deu ao meu balconista? Ele mudou tanto, nem parece a mesma pessoa…
— Eu não coloquei nada, minha senhora, respondeu o velho obreiro. A Bíblia é assim mesmo, tem o poder de mudar as pessoas que a leem.
Certo de que, mais uma vez, a semente plantada havia caído em boa terra, o velho pastor deu graças a Deus e continuou a sua semeadura silenciosa e incansável.
Muito tempo depois, em uma de suas costumeiras caminhadas pela cidade do Recife, foi abordado na rua por um rapaz que lhe perguntou:
— O senhor se lembra de mim, pastor? Eu sou aquele balconista da casa de ferragens. O senhor me deu uma Bíblia.
— É claro que me lembro, disse o pastor. Como é que você está? Ainda trabalha naquela loja?
— Não, senhor, respondeu o rapaz. Deixei de vender parafusos. Agora, sou evangelista.
O rapaz e o pastor se olharam em silêncio. E, por um momento, falaram a linguagem misteriosa dos que experimentam os segredos do amor e do poder de Deus. Depois, riram e se abraçaram fortemente.
Ainda hoje é possível encontrar, com bastante frequência, o velho Pr. Manoel Ferreira pelas ruas do Recife. Com sua maleta na mão, já perto dos 90 anos de idade, ele continua a semeadura. E, se algum dia tombar em uma de suas muitas caminhadas, dentro de sua maletinha certamente haverá uma Bíblia destinada a alguém, como uma última mensagem a seus companheiros de pastorado.
terça-feira, 9 de abril de 2024
COPO VAZIO
Um jovem marcou um encontro com seu pastor, no gabinete da igreja. O pastor, após ele entrar na sala, olhou-o fixamente e esperou que falasse. O jovem começou: "Pastor, eu creio que já tenho conhecimento bíblico suficiente para debater com qualquer outra pessoa da igreja. Sou capaz de fazer análises e exegese bíblica usando os originais em hebraico e grego. Prego constantemente em outros lugares e todos me admiram. Quero ser cheio de Deus e ser um grande líder aqui na igreja. Que devo fazer?" O pastor, antes de lhe responder, perguntou se desejava um copo de água. O jovem aceitou e o pastor colocou o copo diante dele. Começou então a derramar água dentro do copo e não parou quando este já estava cheio. O copo começou a transbordar e a água estava escorrendo para o chão. O jovem gritou: "Pare! Está entornando! Não há lugar para mais água no copo". O pastor, então, respondeu à sua pergunta: " assim como este copo, você está cheio de si mesmo e não há lugar para Deus em sua vida a não ser que se esvazie."
Amados, temos deixado Deus tomar nossas vidas e dirigi-las conforme Sua vontade? Temos reconhecido que nada somos sem ele e que o pouco que produzimos é para Sua honra e glória? Temos nos esvaziado de toda vaidade, de toda prepotência, de tudo que é carnal para que Ele possa habitar em nossos corações e brilhar em todos os lugares por onde passarmos? Temos nos oferecido para servi-lo, não por que somos capazes, mas porque confiamos que Ele pode fazer qualquer coisa através de nós?
Quando as nossas virtudes aparecem mais do que as do Senhor, quando a nossa verdade ecoa mais alto que a Verdade bíblica, quando reivindicamos os direitos por nossos méritos, estamos dizendo ao mundo que não precisamos de Cristo, que não existe mérito no que Ele fez e faz por nós, que somos autossuficientes e não há lugar para Ele em nossos corações.
Se queremos ser cheios de Deus, precisamos esvaziar o copo de nossas vaidades. O seu está cheio ou vazio?
Paulo Barbosa
segunda-feira, 8 de abril de 2024
domingo, 7 de abril de 2024
sábado, 6 de abril de 2024
sexta-feira, 5 de abril de 2024
A CONSAGRAÇÃO DO POLICIAL
Um policial em Birmingham, converteu-se e ficou em grande dificuldade devido ao ambiente de espetáculos, barulhos e pecados no qual ele trabalhava. E por muito tempo ele e sua esposa oraram: "Ó Senhor, tira-me desta ocupação. Dá-me outro trabalho." Entretanto a resposta não vinha e nenhum outro trabalho aparecia.
Afinal disse à esposa: "Creio que cometi um grande erro. Oramos pedindo a Deus para me tirar daquele serviço, mas creio que foi Deus quem me pôs ali. Agora orarei pedindo a Deus que me ajude a servi-Lo bem naquele trabalho mesmo".
Este foi o início de uma vida de maravilhosa utilidade. Sua influência sobre os homens foi tão grande que ele foi promovido a chefe dos detetives. E serviu como instrumento nas mãos de Deus para salvação de muitos criminosos.
quinta-feira, 4 de abril de 2024
TEMOS QUE CUMPRIR COM NOSSOS DEVERES
O 19 de maio de 1780 foi um dia memorável de densa escuridão em pleno meio do dia na Nova Inglaterra, a leste dos Estados Unidos. O céu inteiro escureceu inesperadamente, enchendo milhares de pessoas de medo e perturbação, e agitando as feras da terra. Multidões de pessoas acreditavam que o dia do julgamento havia chegado, com o fim de todas as atividades terrenas. Muitos suspenderam suas atividades habituais e se dedicaram à oração, vendo nas trevas uma expressão da ira de Deus.
A Câmara estadual de Connecticut estava em sessão quando esse fenômeno ocorreu. Alguns dos representantes quiseram suspender a sessão, acreditando que era o fim do mundo. Foi mesmo feita uma moção nesse sentido. Mas, naquele momento, o Sr. Davenport se levantou e disse: "Sr. Presidente do corpo legislativo, não temos certeza de que o dia do julgamento chegou. Se isso não for verdade, não há motivo para suspender a sessão. Mas se esse dia chegou, quero ser encontrado cumprindo meu dever. Proponho que se tragam velas para fornecer iluminação e que continuemos com os negócios que temos em nossas mãos." Não sabemos mais sobre o Sr. Davenport, mas sua exortação foi muito oportuna, pois indica a maneira correta de esperar o dia final.
Senti o desejo de trabalhar com três vezes mais intensidade desde que entendi que meu Senhor está voltando a esta terra novamente.
quarta-feira, 3 de abril de 2024
LEALDADE A NOSSOS PRINCÍPIOS
terça-feira, 2 de abril de 2024
ELE MORA AQUI
Muitos anos atrás, próximo à residência real inglesa, na Ilha de Wight, foram levantadas várias casas para os pobres e idosos. Um missionário, visitando algumas das pessoas de idade avançada que ali moravam, perguntou a uma senhora: "A rainha Vitória já lhes visitou aqui?" "Oh, sim," foi a resposta. "Sua Majestade frequentemente vem nos ver." Então, desejando saber se a mulher era cristã, o missionário perguntou: "O Rei dos reis já fez alguma visita aqui?" A senhora, abrindo um largo sorriso, respondeu: "Não senhor, Ele não visita aqui -- louvado seja Deus, Ele mora aqui. É por isso que nós somos ricamente abençoados!"
Muitos de nós, em diversas ocasiões, recebemos a visita de Deus em alguma circunstância. Sentimos grande alegria no coração por uma graça recebida, chegamos mesmo a testemunhar da grande maravilha operada pelo Senhor, e continuamos a viver a nossa vida de indiferença ao Salvador que, mais do que uma bênção passageira, quer perdoar nossos pecados e dar-nos a salvação e a vida eterna.
Lembro-me de uma irmã que durante alguns meses esteve na igreja orando e pedindo a todos que intercedessem por uma bênção de que tanto necessitava. Após algum tempo Deus a atendeu e todos ficamos muito felizes. A irmã desapareceu das reuniões e ninguém sabia o motivo. Ao ser encontrada, um dia, na rua, foi-lhe perguntado a razão de ter sumido dos cultos. A sua resposta foi: "Eu não estou precisando de Deus para nada no momento."
Por que devemos nos contentar com relances da glória de Deus se podemos contar com Sua presença constante em cada passo de nossas vidas? Por que ser apenas espectadores ou ouvintes das grandes maravilhas que Deus opera se podemos ser participantes de cada uma delas? Por que tê-lo como visitante passageiro se podemos abrir as portas de nosso coração para que Ele ali faça morada?
Quando o assunto é Jesus, você pode dizer "Ele mora em mim?"
Paulo Roberto Barbosa
segunda-feira, 1 de abril de 2024
O GRANDE POETA DA GRAÇA
Ele se tornou o grande poeta da graça. “Mas o que para mim era lucro, passei a considerar como perda, por causa de Cristo.” (Filipenses 3:7 NVI).



















