Todos nós conhecemos a história da lagarta que se transforma em borboleta, mas a ciência moderna descobriu detalhes sobre esse processo que revelam uma verdade espiritual avassaladora.
Uma lagarta vive rastejando pelo chão. Ela é uma criatura pesada, limitada, cuja única função é consumir tudo o que vê pela frente para saciar o próprio apetite. Ela tem uma visão extremamente limitada e está presa à terra.
Chega um dia em que o instinto a chama para o isolamento. Ela tece um casulo e se fecha ali dentro. Quem olha por fora pensa que ela está apenas descansando ou dormindo em um quarto fechado. Mas o que acontece lá dentro não é uma simples reforma ou o crescimento de asas no corpo antigo.
A biologia revela que, dentro do casulo, o corpo da lagarta se dissolve por completo. Ela libera enzimas que destroem seus próprios tecidos até que ela se transforme em uma espécie de líquido espesso, uma "sopa de células". A lagarta antiga deixa de existir completamente. Ela morre para a sua forma anterior.
A partir daquele líquido orgânico, um DNA completamente novo começa a reorganizar a matéria. Células especiais começam a dar forma a algo que nunca existiu ali antes. Quando o casulo finalmente se abre, não sai dali uma lagarta com asas coladas. Sai uma criatura inteiramente nova. Ela não rasteja mais; ela voa. Ela não consome folhas destrutivamente; ela se alimenta do néctar das flores e poliniza a vida por onde passa.
O encontro com Cristo exige que a nossa velha natureza passe pelo casulo da cruz e seja desfeita. O orgulho, o egoísmo, os vícios e os traumas morrem ali.
Assim como a borboleta ganha asas e uma nova perspectiva, o homem transformado por Jesus passa a enxergar a vida do alto. Os destinos e os prazeres da terra que antes o prendiam perdem o sentido. Agora ele vive na dimensão do Espírito, voando alto na fé e espalhando a beleza da graça de Deus por onde caminha.

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