sexta-feira, 26 de agosto de 2022

ARMAS DE GUERRA ESPIRITUAL

Não se engane. O diabo é um diabo real. Cada conflito é um confronto com Satanás e suas forças. Por essa razão a Bíblia diz “embora vivamos como homens, não lutamos segundo os padrões humanos. As armas com as quais lutamos não são humanas; ao contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas.” (2 Coríntios 10:3-4 NVI).

Quais são essas armas? Oração, adoração e as Escrituras. Quando oramos, engajamos o poder de Deus contra o diabo. Quando adoramos, fazemos o que Satanás não fez. Colocamos Deus no trono. Quando pegamos na espada do Espírito, fazemos o que Jesus fez no deserto. Ele respondeu a Satanás proclamando a verdade. E já que Satanás tem uma alergia severa à verdade, ele se afastou de Jesus. Satanás não demorará muito onde Deus é adorado e orações são oferecidas.

E porque as promessas de Deus são inquebráveis, a nossa esperança é inabalável!

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “Weapons of Spiritual Warfare”

OCUPADO DEMAIS

 

quinta-feira, 25 de agosto de 2022

JUNTO À PORTA

Se você fizer o bem não será aceito? Mas se não o fizer, saiba que o pecado ameaça à porta; ele deseja conquista-lo, mas você deve dominá-lo.
Gênesis 4.7
Quando eu era adolescente, nós tínhamos em casa um cão de guarda, e ele sempre vem a minha cabeça quando eu penso em segurança, porque não importava a hora que você saísse de casa, se manhã, meia-noite, madrugada, na chuva, ele sempre te recebia de pé.
O que Deus disse para Caim no versículo acima é uma verdade incontestável, não importa o dia, a hora, o momento e a circunstância que estamos enfrentando, o pecado vai está sempre a porta de nossa vida, nos convidando para pecar, nos mostrando seus “benefícios”.
Lembremos sempre de Eva, caminhando na paz do jardim, na tranquilidade e alegria de seu viver, sem a presença da violência, sem um coração pecaminoso, perto da presença de Deus: um sonho! Mas, o pecado estava a porta, na forma de uma serpente que lhe convenceu –“quando a mulher viu que a árvore parecia agradável ao paladar, era atraente aos olhos e, além disso, desejável para se obter discernimento, tomou o seu fruto, comeu-o e deu a seu marido...”
Uma coisa que eu aprendi com o tempo é que por mais sábio que eu seja, não dá para eu discutir sobre pecado com ninguém. O diabo é mais sábio que eu, conhece minhas fraquezas, por esta razão, estejamos atentos, pois ele está sempre a porta, sempre nos sondando.Meu querido, o mal se esconde nas formas que parecem menos prováveis, nos aspectos mais singelos, por isso coloque seu cuidado em Deus, pois só ele pode nos proteger e livrar-nos do mal e do poder e influência do pecado.

É PREFERÍVEL


CONTRADIÇÃO COM A VIDA NO LAR


quarta-feira, 24 de agosto de 2022

CORAGEM E FÉ

A história de Dietrich Bonhoeffer é muito trágica e, apesar de tudo, inspiradora. Este jovem teólogo cristão se opôs ativamente ao movimento

nacional socialista na Alemanha, no tempo de Hitler. Foi enviado a um campo de concentração, onde sofreu as mais terríveis torturas. Contudo, com sua fé e esperança, inspiradas por uma profunda devoção a Deus, encorajou seus companheiros de prisão e, por fim, chegou mesmo a ganhar o respeito de seus guardas.

Em seu livro "O Preço do Apostolado", Bonhoeffer diz que muitos de nós não queremos pagar o preço total como servos de Cristo. Temos a tendência de nos acomodar, pela metade, num trabalho espiritual. Esse cristão dedicado foi um exemplo vivo do preço que um discípulo de Cristo tem de pagar. Bonhoeffer, fuzilado, pagou o preço com sua própria vida, pois não deixara de pregar o evangelho, nem mesmo num campo de concentração.

Precisamos ser fortes na fé, a todas as horas. Podemos agora mesmo sondar os nossos corações e mentes, em atitude de prece, e nos dedicarmos completamente para o serviço de Deus. 

James M. Buchman (Nova lorque, E.U.A.) 

terça-feira, 23 de agosto de 2022

RIVAIS OU ALIADOS?

Antes, tenham o mesmo parecer, unidos em pensamento e propósito.

1 Coríntios 1.10

A cidade de Texarkana fica na fronteira de dois estados norte-americanos. A cidade de 70 mil habitantes tem dois prefeitos, duas prefeituras e dois departamentos de polícia e bombeiros. A rivalidade esportiva entre as escolas secundárias atrai muitos e reflete a lealdade que cada time tem com a escola de seu próprio estado. As disputas sobre o sistema de água compartilhado também são desafios significativos, pois ele segue as leis de cada estado. No entanto, a cidade é conhecida por sua unidade, apesar da linha que a divide. Os moradores se reúnem anualmente para um jantar realizado na “Avenida linha do Estado” para compartilhar uma refeição em comemoração à sua unidade como comunidade.

Os cristãos não tinham traçado uma linha na via principal, mas estavam divididos. Brigavam porque eram leais àqueles que os ensinaram sobre Jesus: Paulo, Apolo ou Cefas (Pedro). Paulo chamou todos eles à união “… em pensamentos e propósitos” (1 Coríntios 1:10), lembrando-lhes de que Cristo fora crucificado por eles, não os seus líderes espirituais.

Hoje agimos assim, não é? Às vezes, opomo-nos até aos que creem no sacrifício de Jesus por nossos erros tornando-os rivais e não aliados. Como Cristo não está dividido, nós, como Sua representação terrena, Seu corpo, não devemos permitir que as diferenças nos dividam. Em vez disso, celebremos nossa unicidade nele.

Por:  Kirsten Holmberg

SEJA SIMPLES


 

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

UM MURO DE MEDO

Talvez você esteja diante de um muro de medo. Tijolo sobre tijolo de ansiedade e pavor. Assombrando você estão os reis de confusão. Graças a eles você já teve que lutar com sua identidade e destino. Você aceitou a mentira de que a vida não tem propósito… a vida não tem nada de absoluto. Como filho de Deus, tudo chega a uma simples decisão de acreditar e receber a sua posição como herdeiro de Deus e coerdeiro de Cristo.

“Neste mundo somos como Jesus” (1 João 4:17 NVI). Nossa herança é tão abundante quanto aquela que pertence ao próprio Jesus. O que ele recebe, nós recebemos. Qual mensagem você está gravando naquele muro de medo? Quais palavras você está escrevendo? Escolha a esperança e não o medo. Escolha a vida e não a morte. Escolha as promessas de Deus. Você é uma pessoa nova. Viva assim! Porque as promessas de Deus são inquebráveis, a nossa esperança é inabalável!

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “A Wall of Fear”

TANTO A FAZER


 

domingo, 21 de agosto de 2022

QUAL É O SEU SABOR?

Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.

Mateus 5.13

- Nas bem-aventuranças de Mateus 5.3-12, Jesus define os elementos essenciais do caráter do cristão. Entretanto, na metáfora do sal e da luz, nos versos 13 a 16, Ele considera a influência do cristão.

- Na verdade, essas duas seções do Sermão do Monte estão intimamente relacionadas. Afinal, a influência do cristão depende do seu caráter. Sem um caráter cristão, não pode haver influência cristã.

- O que queremos dizer quando falamos que sem um caráter cristão, não há influência cristã?

Simplesmente isto: que os assim chamados cristãos, que não são misericordiosos, mansos, nem puros de coração e outras coisas mais, não são realmente cristãos, embora pertençam à igreja. Essa pessoa exercerá alguma influência, mas sua influência não será cristã.

- E aí está um problema para a igreja. Porque como a pessoa é chamada de cristã e pertence à igreja, suas ações são vistas pela comunidade em geral como representando aquilo que significa cristianismo. Mas isso é um falso testemunho.

A maneira trapaceira de alguns fazerem negócios e o orgulho ou difamação de outros apresentam um falso testemunho à comunidade. Isso não é testemunho cristão.

- Devemos observar também que Mateus 5.13 diz que os cristãos são o sal da Terra. Se eles são cristãos, não há outra escolha.

Marcelo Augusto de Carvalho

MUITO SE PERDE


quinta-feira, 18 de agosto de 2022

ATENTOS NO CAMINHO

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“Não se desvie para os seus caminhos o teu coração, e não andes perdido nas suas veredas” 
Provérbios 7:25

Um homem comprou um novo cão de caça. Ansioso para ver se era realmente bom, saiu com ele para localizar um urso. Tão logo chegaram no bosque o cão farejou a trilha. De repente, o animal parou, cheirou o chão e disparou em uma nova direção. Ele sentiu o cheiro de um cervo que havia cruzado o caminho do urso. Alguns momentos mais tarde ele se deteve novamente, sentindo o odor de um coelho que cruzara o caminho do cervo. Finalmente, muito cansado e ofegante, o caçador encontrou seu cão latindo triunfalmente diante do buraco de um rato do campo. Nós, cristãos, muitas vezes agimos da mesma maneira. Colocamos Jesus em primeiro lugar em nossas vidas confiando ser este o melhor caminho a seguir. Porém, pouco depois desviamos nossa atenção para coisas sem a menor importância. A partir daí, acabamos nos afastando mais e mais do nosso propósito original.

A Palavra de Deus nos diz que ao conhecermos a Verdade somos, por Ela, libertos. A partir daí devemos centralizar nossa fé na perseverança em caminhar no centro desta Verdade, para que não mais venhamos a nos enroscar nas correntes enganadoras deste mundo.

Quantas vezes, após momentos de grandes provações e desacertos, vemos novamente o sol da alegria brilhar sobre os dias nebulosos que teimavam em ser os únicos companheiros de todos os momentos. Sentimos que acordamos de um terrível pesadelo e que dali para a frente apenas a felicidade sentaria ao nosso lado.

Mas, distraídos com a calma que agora passou a imperar em nossos corações ou mesmo com algum novo ingrediente que passou a frequentar os mesmos locais de nosso caminhar,
acabamos perdendo, sem o perceber, as bênçãos que até bem pouco tempo enchiam de regozijo a nossa alma.

Que estejamos sempre vigilantes para que a nossa fé não desfaleça e para que sob hipótese alguma deixemos a presença do Senhor. Só assim os nossos dias serão sempre claros e
abençoados e poderemos viver, desde agora, a vida abundante e eterna que Deus preparou para nós.

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado

CAMINHO SEM OBSTÁCULO


segunda-feira, 15 de agosto de 2022

A ARTE DE RESOLVER CONFLITOS

O trem atravessava sacolejando os subúrbios de Tóquio numa modorrenta tarde de primavera.

Um dos vagões estava quase vazio: apenas algumas mulheres e idosos e um jovem lutador de Aikidô.

O jovem olhava, distraído, pela janela, a monotonia das casas sempre iguais e dos arbustos cobertos de poeira.

Chegando a uma estação as portas se abriram e, de repente, a quietude foi rompida por um homem que entrou cambaleando, gritando com violência palavras sem nexo.

Era um homem forte, com roupas de operário. Estava bêbado e imundo.

Aos berros, empurrou uma mulher que carregava um bebê ao colo e ela caiu sobre uma poltrona vazia. Felizmente nada aconteceu ao bebê.

O operário furioso agarrou a haste de metal no meio do vagão e tentou arrancá-la. Dava para ver que uma das suas mãos estava ferida e sangrava.

O trem seguiu em frente, com os passageiros paralisados de medo e o jovem se levantou.

O lutador estava em excelente forma física. Treinava oito horas todos os dias, há quase três anos.

Gostava de lutar e se considerava bom de briga. O problema é que suas habilidades marciais nunca haviam sido testadas em um combate de verdade. Os alunos são proibidos de lutar, pois sabem que Aikidô "é a arte da reconciliação.

Aquele cuja mente deseja brigar perdeu o elo com o universo.

Por isso o jovem sempre evitava envolver-se em brigas, mas no fundo do coração, porém, desejava uma oportunidade legítima em que pudesse salvar os inocentes, destruindo os culpados.

Chegou o dia! Pensou consigo mesmo. Há pessoas correndo perigo e se eu não fizer alguma coisa é bem possível que elas acabem se ferindo.

O jovem se levantou e o bêbado percebeu a chance de canalizar sua ira.

Ah! Rugiu ele. Um valentão! Você está precisando de uma lição de boas maneiras!

O jovem lançou-lhe um olhar de desprezo.

Pretendia acabar com a sua raça, mas precisava esperar que ele o agredisse primeiro, por isso o provocou de forma insolente.

Agora chega! Gritou o bêbado. Você vai levar uma lição. E se preparou para atacar.

Mas, antes que ele pudesse se mexer, alguém deu um grito: Hei!

O jovem e o bêbado olharam para um velhinho japonês que estava sentado em um dos bancos.

Aquele minúsculo senhor vestia um quimono impecável e devia ter mais de setenta anos...

Não deu a menor atenção ao jovem, mas sorriu com alegria para o operário, como se tivesse um importante segredo para lhe contar.

Venha aqui disse o velhinho, num tom coloquial e amistoso. Venha conversar comigo insistiu, chamando-o com um aceno de mão.

O homenzarrão obedeceu, mas perguntou com aspereza: por que diabos vou conversar com você?

O velhinho continuou sorrindo. O que você andou bebendo? Perguntou, com olhar interessado.

Saquê rosnou de volta o operário e não é da sua conta!

Com muita ternura, o velhinho começou a falar da sua vida, do afeto que sentia pela esposa, das noites que sentavam num velho banco de madeira, no jardim, um ao lado do outro.

Ficamos olhando o pôr do sol e vendo como vai indo o nosso caquizeiro, comentou o velho mestre.

Pouco a pouco o operário foi relaxando e disse: é, é bom. Eu também gosto de caqui...

São deliciosos concordou o velho, sorrindo. E tenho certeza de que você também tem uma ótima esposa.

Não, falou o operário. Minha esposa morreu.

Suavemente, acompanhando o balanço do trem, aquele homenzarrão começou a chorar.

Eu não tenho esposa, não tenho casa, não tenho emprego. Eu só tenho vergonha de mim mesmo.

Lágrimas escorriam pelo seu rosto. E o jovem estava lá, com toda sua inocência juvenil, com toda a sua vontade de tornar o mundo melhor para se viver, sentindo-se, de repente, o pior dos homens.

O trem chegou à estação e o jovem desceu. Voltou-se para dar uma última olhada. O operário escarrapachara-se no banco e deitara a cabeça no colo do velhinho, que afagava com ternura seus cabelos emaranhados e sebosos.

Enquanto o trem se afastava, o jovem ficou meditando... O que pretendia resolver pela força foi alcançado com algumas palavras meigas. E aprendeu, através de uma lição viva, a arte de resolver conflitos.

Autor desconhecido

domingo, 14 de agosto de 2022

SALVO PELA GRAÇA

Alguns anos depois da morte de Hunt, um ateu inglês visitou Fidji. Ele sabia o que tinha sido aquela ilha, viu a transformação que nela se operara, mas não cria em Deus, que fora o Autor dessa transformação. Disse a um velho chefe fidjiano, que tinha aparência de muito civilizado e respeitável:

– Você é um grande chefe, e é uma lástima que seja tão tolo que dê ouvidos aos missionários, que para cá vieram só para ficar ricos. Hoje em dia ninguém mais acredita naquele velho livro que chamam Bíblia; tampouco acreditam os homens naquela história acerca de Jesus Cristo. Hoje o povo tem mais conhecimentos eu tenho pena de vocês que são tão tolos.

Os olhos do velho brilharam, e ele respondeu:

– O senhor vê aquele forno ali adiante? Naquele forno nós assassinamos corpos humanos, para nossos grandes banquetes. Se não fossem esses bons missionários, e aquele velho Livro, e Jesus Cristo, que nos transformou de selvagens para filhos de Deus, o senhor seria morto e torrado naquele forno, e em três tempos nos banquetearíamos com o seu corpo. – Tidings.