sexta-feira, 24 de dezembro de 2021
quinta-feira, 23 de dezembro de 2021
LEVANTA-TE
Quando Moisés morreu houve luto em Israel por 30 dias. Moisés era mais do que um líder justo e honrado, foi a voz de Deus na terra por quarenta anos. Era o líder do povo no deserto e ensinou-lhes a viver diante de Deus e a enfrentar os problemas com fé. Foram anos difíceis, de lutas constantes, de fome e sede, de inimigos fortes e valentes. As intempéries da vida revelaram-lhe um homem forte e manso que amava a verdade.
Que Deus nos ajude a superar nossas perdas e saber que é preciso avançar, a missão de espalhar o amor, a paz e a alegria não findou. Que a dor não nos destrua nem nos furte o poder de realizar o dever que a nós está imputado.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2021
JESUS JÁ ESTEVE AQUI
Meu pai, um homem de poucas palavras, contou a meu irmão e a mim, “Filhos, Natal é sobre Jesus!” Num daqueles momentos de ler um livro antes de dormir, em algum lugar entre os contos de fada eu pensei no que ele disse. Eu comecei a fazer as perguntas de Natal. E continuo fazendo elas desde então!
Deus sabe como é ser humano. Quando falamos com ele sobre datas de vencimento e tempos difíceis, ele entende. Ele já esteve lá. Ele já esteve aqui. Por causa de Belém, temos um amigo em Jesus. O Natal começa o que a Páscoa celebra. O menino na manjedoura virou o Rei na cruz. Ele não nos diz “Limpe-se antes de entrar.” Ele oferece “Entre e deixe-me lhe limpar.” Não é como agarramos nele que importa, mas o agarrar dele em nós! E o agarrar dele é seguro!
terça-feira, 21 de dezembro de 2021
A IMPORTÂNCIA DO TESTEMUNHO
Quando você entra na magnífica Abadia de Westminster, em Londres, a primeira sepultura que você vê é a do Dr. David Livingstone, missionário, explorador e médico que serviu a Cristo por mais de três décadas na África.
Livingstone está enterrado com os heróis mais reconhecidos da Inglaterra. Uma das lembranças mais doces da vida de David Livingstone foi a de seu antigo professor da escola dominical, David Hogg. Quando Hogg sentiu que iria morrer, chamou o jovem Livingstone para sua presença e o encorajou a viver uma vida entregue a Jesus Cristo sem reservas.
— Faça de Cristo a devoção e ocupação diária de sua vida — Hogg disse ao jovem Livingstone.
A história revela o quanto Livingstone significou na obra do Senhor. Mas o que nunca saberemos até chegarmos ao céu é o quanto o testemunho cristão de David Hogg significou nos anos de formação de Livingstone.
José Luis Martínez - 502 Ilustraciones Selectas
segunda-feira, 20 de dezembro de 2021
domingo, 19 de dezembro de 2021
COINCIDÊNCIAS?
I João 4.8
Há uma igreja nos EUA chamada "Almighty God Tabernacle" (Tabernáculo do Deus Todo-Poderoso).
Num sábado à noite o pastor dessa igreja ficou trabalhando até mais tarde e decidiu telefonar para sua esposa, antes de voltar para casa.
A esposa não atendeu o telefone, apesar de tocar várias vezes. O pastor continuou a fazer mais algumas coisas e, mais tarde, tentou de novo e sua esposa atendeu de imediato. Ele perguntou por que ela não havia atendido antes e ela disse que o telefone sequer havia tocado.
Na segunda-feira seguinte, o pastor recebeu um telefonema. Era de um homem e ele queria saber por quê haviam ligado para sua casa no sábado à noite.
O pastor, então, entendeu que havia cometido um engano e pediu desculpas ao homem por perturbá-lo, explicando que havia tentado falar com sua esposa.
O homem disse-lhe:
O pastor ficou maravilhado com a coincidência e perguntou:
Ele respondeu:
sábado, 18 de dezembro de 2021
sexta-feira, 17 de dezembro de 2021
CRISTIANISMO É CRISTIANISMO PRATICADO
O Dr. T. L. Pennell (1867 - 1912), médico missionário na Índia, conta um episódio interessante da obra de evangelização desse povo. Em missão diplomática, um oficial inglês se dirigia ao Afeganistão, quando foi aprisionado. Após seis meses de cárcere, finalmente, foi decapitado por recusar converter-se ao islamismo.
Seu diário foi enviado às mãos da solícita e carinhosa irmã, que leu todas as páginas com o coração torturado. Mas o amor de Cristo dominou seu coração impedindo que ela odiasse os assassinos do irmão. Sua reação foi diferente. No hospital dirigido pelo Dr. Pennell, na fronteira afegã, os enfermos passaram a usar uma cama doada e mantida pela irmã do oficial inglês.
Apesar da costumeira rebeldia dos pacientes, ao saberem da origem da cama, reagiram de modo favorável ao cristianismo, que produz tal espírito perdoador. Por causa daquela cama, inúmeras almas já foram conquistadas para Cristo, confirmando a palavra do apóstolo Paulo: "O amor jamais acaba"
Fonte: Fonte: https://www.academia.edu/
quinta-feira, 16 de dezembro de 2021
SOMOS MINISTROS DE DEUS
segunda-feira, 13 de dezembro de 2021
O GUARDA-CHUVA
domingo, 12 de dezembro de 2021
sábado, 11 de dezembro de 2021
LEALDADE AO SALVADOR EM MEIO A PERSEGUIÇÃO
Felícitas foi uma viúva nobre e rica de Roma, no tempo de Marco Aurélio. Tinha sete filhos os quais haviam sido instruídos na fé cristã, e sua influência contribuíra para que outras pessoas aceitassem a religião cristã. Felícitas e seus filhos foram denunciados a Públio, prefeito da cidade, que procurou com súplicas e ameaças induzi-los a adorarem falsos deuses e a negar a Cristo.
Apelou aos sentimentos maternos de Felícitas, porém ela respondeu que seus filhos haviam escolhido entre a vida eterna e a morte eterna. A cada um foi pedido que abjurasse a Cristo, porém a mãe os exortava a permanecerem firmes, falando-lhes da grande promessa futura e gloriosa.
Permaneceu ao lado deles e viu como o filho mais velho foi barbaramente espancado até morrer; os dois seguintes foram golpeados com clavas até morrerem; o quarto filho foi jogado vivo num grande despenhadeiro; os outros três foram decapitados. Então, Felícitas, no meio dos seus mortos glorificou a Deus, porque lhe havia dado sete filhos e os sete foram achados dignos de sofrerem por Cristo e candidatos ao Paraíso celestial. Por fim, depois de prolongada e cruel tortura, Felícitas também foi decapitada.
A.T. / D. P. Silva - Mil Ilustrações
sexta-feira, 10 de dezembro de 2021
MAOMÉ OU CRISTO?
Conta Margarida White Eggleston, em seu livro Seventy-five Stories for the WorshipHour (Editora Harper & Brothers), a seguinte história:
Dentre o grande número de refugiados que um dia chegaram a um campo de socorro americano, havia uma menina com grandes olhos negros que refletiam uma dor aguda, e seu corpo parecia não ser capaz de suportar o esforço de esperar pelo médico. De quando em quando colocava a mão ao pescoço ou ao ombro, sem, porém, dizer nenhuma palavra de queixa.
Afinal alguém, percebendo quanto ela sofria, perguntou:
— Você não quer reclinar-se aqui ao meu ombro, para descansar um pouco? Sou forte, e terei prazer em ajudá-la.
— Não, – respondeu a menina — não posso encostar-me. Tenho que ficar ereta até que melhore.
— Tem algum ferimento? – perguntou a nova amiga.
— Estou levando à cruz – disse a jovem – trago no corpo a cruz de Jesus Cristo.
Agora sei quanto Ele sofreu.
Justamente nesse instante aproximou-se uma enfermeira, e, vendo quanto ela precisava de cuidados, inclinou-se para ajudá-la.
— Espere um momento! – disse a menina. — Devo mostrar-lhe algo primeiro. A senhora vai ver...
Então, descendo dos ombros a blusa, folgada e suja, mostrou aos circunstantes uma cruz que lhe havia sido gravada no ombro, com ferro em brasa. O ombro ardia em febre, inchado e infeccionado.
— Dia-a-dia – continuou ela, lentamente — eles avivavam essa cruz. Perguntavam-me cada dia: "Cristo ou Maomé? Cristo ou Maomé?". Quando eu dizia: "Cristo", traziam o ferro em brasa e davam-me a cruz de Cristo. Pensei que havia de morrer com Cristo e por Ele, mas vieram os americanos e me salvaram da morte. Eu trago a cruz. Enquanto eu viver levarei a cruz de Cristo. Algum dia ficarei satisfeita!
Amorosamente levaram-na ao hospital e ligaram as cruéis feridas que lhe haviam sido infligidas por ter sido fiel a seu Senhor. Ficaram impressionados com sua coragem e bravura. Ansiosamente aguardavam seu restabelecimento, a fim de virem a familiarizar-se mais com a menina armênia "Portadora da Cruz."
Review and Herald / D. P. Silva - Mil Ilustrações







