quarta-feira, 26 de abril de 2017

SOU UM DE SEUS AMIGOS

No corre-corre de um terminal rodoviário algumas pessoas derrubaram um tabuleiro de maçã do amor, esparramando-as pelo chão. Somente um homem parou para ajudar a pequena vendedora.

Ao começar a recolher as frutas, ele percebeu que ela era cega. Gentilmente ajudou-a a levantar o tabuleiro e a ajuntar as maçãs.

Ao ficar verificar que várias de suas frutas se estragaram na queda, a menina ficou visivelmente apreensiva:

- Minha mãe vai ficar muito triste.
- Não se preocupe, minha querida, disse-lhe o homem, eu pago as maçãs que se estragaram.

Pagou e despediu-se dela, mas ela o chamou e perguntou:
- Moço, é você que é Jesus?
- Não, minha querida, mas sou um dos amigos dele.

Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros. João 13.35

Autor desconhecido

NO COMEÇO

terça-feira, 25 de abril de 2017

ANTES DO SOL SE PÔR

Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira.

Efésios 4.26

De vez em quando acontecem coisas que nos deixam tristes, algumas até com raiva, muita raiva. O coração fica machucado, a alma ferida, a boca fala mais do que devia e o rosto entristece. 

A raiva é tão nociva alma que se for alimentada transforma-se em um sentimento embrutecido que deseja, planeja e pratica o mal. o ódio é  consequência de um coração que não perdoa.

O apóstolo Paulo preocupado com essa ação degradante da natureza humana aconselha ao homem a agir sabiamente diante de coisas que nos desagradam. Ele diz "ira-vos" - por mais estranho que parece, não é pecado você ter raiva é um sentimento natural do coração diante de ações que nos revoltam. O problema é: "o que fazer com ela?"

Ele aconselha o homem a resolver qualquer pendência antes do sol se pôr, antes que o dia finde. Se não deixar nada depois, se oferecer o perdão e estiver pronto a esquecer o mal feito, o homem está livre de um coração pesado e distante da influência do ódio, ele dormiria tranquilo e em paz com Deus e com o próximo. Seria mais feliz!

Fandermiler Freitas

UM BOM CORAÇÃO

domingo, 23 de abril de 2017

EU CREIO

Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus?

João 11.40

A maioria das pessoas diz que crê, mas quando a vida exige prova da fé, o coração duvida e os olhos não veem o impossível, naufraga-lhe a esperança e a certeza se dissipa como uma neblina ao amanhecer.

Conta-se a história de um menino de quatro anos que tinha medo de água. Ele não sabia nadar e, por isso, não se arriscava a entrar na piscina, permanecia sentado na borda só com os pés na água. No entanto, quando o pai entrou na piscina, ele gritou: "Pai, me leva para onde o senhor vai."

– Aqui é fundo, meu filho. Você não prefere brincar na piscina das crianças?

– Pai, o senhor não deixa eu me afogar?

– Claro que não!

– Então, eu quero ir  com senhor.

Quantas vezes agimos tão diferente? Pedimos que Deus nos guie, nos ajude, nos abençoe, mas não queremos está com o Pai. Queremos as bênçãos, mas não permitimos que ele nos leve para o fundo!

Exigimos que o Pai nos dê o bem, mas não aceitamos as coisas ruins que nos acontece, clamamos pela felicidade, mas de forma alguma permitimos que Deus interfira na nossa vida com a Sua Palavra. Consideramos Deus, muitas vezes, injusto, mas não ouvimos sua voz quando fala conosco.

A verdade é que crer é algo superior a só acreditar, é confiar mesmo quando temos que ir para o fundo. Crer é entregar-se sem reservas a Deus e permitir que Ele nos diga o que fazer e como fazer. Você vive assim? Então você crê...

A PRÓPRIA TRISTEZA


sábado, 22 de abril de 2017

A ESPERA DE UM MILAGRE

Estava ali um homem enfermo havia trinta e oito anos. Jesus, vendo-o deitado e sabendo que estava assim há muito tempo, perguntou-lhe: Queres ser curado?


Jo 5.5-6
 
Eu não gosto de esperar. É cansativo, irritante, mas em muitas ocasiões na vida é preciso ter paciência. E, eu não estou falando dos consultórios, nem das filas de banco, mas de coisas que são importantes e que estão além de nossas forças.
 
João narra a história de um homem que estava doente há 38 anos, sem poder andar. Nenhum médico pode ajudá-lo e sua situação só piorava. No entanto, apesar de tudo, ele tinha uma esperança: O tanque de Betesda - diz a Bíblia que um anjo descia em certo tempo, agitando-a; e o primeiro que entrava no tanque, uma vez agitada a água, sarava de qualquer doença que tivesse.
 
Mas aquele homem tinha um problema: Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada; pois, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. Por que isso acontece quando a gente está afligido por problemas? Não sei, mas quando eles prolongam, os amigos desaparecem e a gente acaba ficando só.
 
Posso imaginar quantas vezes aquele homem saiu de casa cheio de esperança e retornou sem nenhuma mudança. Viver a vida a espera de um milagre não é fácil. Muitas pessoas não suportam a dor, perdem a fé, a esperança e põem fim a vida.
 
Mas naquele dia, enquanto estava deitado, um homem foi ao seu encontro e o mandou levanta-se e ir para casa. Ele creu, tomou o seu leito e se foi. Sabe o que eu aprendo sobre milagres?
 
1. Você precisa querer que eles aconteçam;
2. Você precisa está no lugar certo e falar com a pessoa certa;
3. Você precisa saber esperar o tempo de Deus;
4. Você tem que obedecer a voz de Deus;
5. Não se engane, você colhe o que planta. Deus está olhando para você. Quer um milagre, então semeie fé, adube com amor e regue com louvor.

INIMIGO SILENCIOSO

sexta-feira, 21 de abril de 2017

O DESEJO DE MARTIN

"Ensina-me a fazer a Tua vontade, pois Tu és o meu Deus."

"A mãe de Bill disse que não posso mais brincar em sua casa. Por quê?" Martin, seis anos de idade, olhava para a face da mãe esperando uma resposta.

"Sente-se aqui ao meu lado, e eu lhe direi", a Sra. King respondeu. "E porque você é negro, e Bill é branco."  Então ela lhe falou sobre os navios negreiros que iam para a África e voltavam carregados com negros - os primeiros negros que chegaram à América. Ela descreveu para Martin a dura vida desses escravos. Falou-lhe sobre a Guerra Civil Americana e a libertação dos escravos por Abraão Lincoln. Explicou-lhe que muito embora eles não fossem mais escravos, as pessoas negras não se misturavam com as brancas. Os negros e os brancos frequentavam escolas diferentes e usavam sanitários públicos separados. Sentavam-se em lugares separados nos ônibus e nos teatros.

"Isto não é justo", Martin protestou.

"Não, não é", sua mãe concordou. "Mas assim é que é. Um dia as coisas poderão mudar." A medida em que ia se tornando maior, Martin ia também experimentando uma série de insultos que lhe deram a idéia de quanto sofriam também os outros negros. Gradualmente foi crescendo dentro dele o desejo de fazer alguma coisa que apressasse a mudança.

Na luta dos negros pela igualdade de direitos na América, Martin Luther King Jr. encontrou o que ele cria ser a vontade de Deus para a sua vida. A esta causa ele se entregou por completo. Esta entrega levou a seu assassinato na tarde de 4 de abril de 1968.

No dia anterior a sua morte ele tinha dito: "Eu gostaria de ter uma vida bem longa. Mas não estou preocupado com isto agora. Apenas quero fazer a vontade de Deus." O desejo de fazer a vontade de Deus é uma digna ambição para qualquer jovem de hoje. Que nobre alvo - fazer a vontade de Deus não importa o preço a pagar!

Há no mundo hoje a necessidade de homens e mulheres corajosos assim, "que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato... que permaneçam pelo direito ainda que caiam os céus".

Deus necessita de moços e moças com a dedicação e coragem de Martin Luther King Jr. Ele precisa de jovens que não temam repetir a oração de Davi: "Ensina-me a fazer a Tua vontade." Ele necessita de jovens que O sigam aonde Ele os levar, não importa quão perigoso possa ser o caminho.

Martin Luther King, Edward Preston, 1968, págs, 1-9 e 141

quarta-feira, 19 de abril de 2017

O QUARTO HOMEM

"Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações." Salmo 46: 1.

Aconteceu durante a Primeira Grande Guerra. O comandante H.G. Stoker e dois amigos escaparam da prisão de um campo de concentração na parte central da Turquia. Eles planejaram seguir na direção sudoeste rumo à costa, onde esperavam ser resgatados.

Antes de poderem estar em segurança eles tinham de cruzar as inóspitas montanhas Taurus onde havia lobos e soldados inimigos. O terreno era difícil e eles não tinham mapa nem bússola.

No dia 2 de abril de 1916, a décima primeira noite de sua viagem, eles chegaram à parte mais penosa. Foi então que aconteceu uma coisa estranha.

Os homens estavam caminhando em fila indiana a uns 15 passos afastados do comandante Stoker que ia à frente. De repente ele como que sentiu haver uma quarta pessoa acompanhando-os. Quando os homens paravam para descansar, o estranho não se juntava a eles, mas permanecia na sombra. Tão logo os homens retomavam a marcha, ele assumia o seu lugar. Jamais proferia uma só palavra, mas parecia ser um amigo chegado.

Teria o comandante Stoker imaginado a presença de um quarto homem, ou este realmente estivera ali? Na manhã seguinte contou aos outros sua experiência. Eles também haviam notado o estranho, e se indagavam aonde ele teria ido. "Parecia ser um encorajamento para nós aquela presença", um deles disse.

Na noite seguinte o estranho permaneceu com eles outra vez.

Neste período eles cobriram duas vezes a distância usual e escaparam aos guardas num dos pontos mais vigiados da rota.

Quem era o quarto homem?

Será que Jesus acompanhou aqueles homens através de perigosas montanhas, tal como havia estado com os três hebreus na fornalha ardente? Teria sido imaginação deles, ou o quarto homem era um anjo enviado para encorajá-los? Poderemos nós ter uma experiência semelhante a esta?

"Aquele que andou com os hebreus valorosos na fornalha ardente estará com os Seus seguidores em qualquer lugar. Sua constante presença confortará e sustentará. Em meio do tempo de angústia - angústia como nunca houve desde que houve nação - Seus escolhidos ficarão inamovíveis. Satanás com todas as hostes do mal não pode destruir o mais fraco dos santos de Deus. Anjos magníficos em poder os protegerão, e em favor deles Jeová Se revelará como 'Deus dos deuses', capaz de salvar perfeitamente os que nEle puseram a sua confiança." - Profetas e Reis, pág. 513.

Não é esta uma bela promessa

Pr. Marcelo Augusto de Carvalho

terça-feira, 18 de abril de 2017

A BÍBLIA DO CAPITÃO BLIGH

"Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito." Hebreus 4:12.

Um exemplo do poder da Palavra de Deus é retratado na história da Bíblia do capitão Bligh. Esse volume foi colocado na bagagem do capitão quando ele saiu para o Taiti no navio Bounty. No retorno, a tripulação se amotinou. Eles colocaram o capitão Bligh e 18 de seus homens num bote e deixaram-no à deriva no Oceano Pacífico.

Os amotinados tomaram seis homens e 12 mulheres de Taiti e navegaram para a ilha de Pitcairn, onde esperavam estar a salvo do governo inglês e estabelecer sua própria ilha-paraíso nos Mares do Sul.

Entretanto, eles não desfrutaram o paraíso, pois um dos homens sabia produzir cerveja, e logo eles passavam a maior parte do tempo em bebedeiras. Nesta condição eles brigavam pelas mulheres, matando-se uns aos outros. Depois de 10 anos só restou um dos homens: John Adams.

Ele parou de beber ao ver a responsabilidade que lhe pesava com o encargo de tantas mulheres e crianças. Ele desejava abrir uma escola, mas não tinha livros. Então lembrou-se da caixa de bagagem do Bounty, onde havia ficado a Bíblia do capitão Bligh. Depois de examina-Ia cuidadosamente, ele tratou de reunir as mulheres e as crianças cada dia em torno de si para ouvirem a leitura do livro santo.

Nunca mais se tocou em bebida. As crianças se tornaram limpas, bem comportadas, controladas, ordeiras. Aprenderam a ler e escrever. Foi construída uma igreja onde se realizavam reuniões aos domingos de manhã e nas terças-feiras à noite: Em lugar de palavras rudes, grosseiras, ouviam-se risos e palavras de louvor por toda a ilha.

Captain Bligh's Bible, George Vandeman, 1956.
Origin and Progress of SDA, M. E. Olsen, RH, 1925.
SDA Encyclopedia, pág. 998

O VENTO

segunda-feira, 17 de abril de 2017

DOMÍNIO PRÓPRIO

Um senhor disse a um jovem: "Eu tenho muito que fazer durante o dia".

O jovem lhe indagou dizendo: "Que tanta coisa o senhor faz durante o dia que eu não percebo?"

O senhor lhe respondeu: "Preciso domesticar 2 FALCÕES, tenho 2 COELHOS para vigiar, 2 ÁGUIAS para dirigir, 1 SERPENTE para controlar, 1 LEÃO para acorrentar e 1 DOENTE para tratar e esperar o seu fim".

O jovem contestou: "Mas nenhum homem tem de fazer todas estas coisas ao mesmo tempo!"

"Ah!" Corrigiu o velho. "Mas comigo acontece justamente isto. Os 2 FALCÕES são os meus OLHOS; Os 2 COELHOS são os meus PÉS; As 2 ÁGUIAS minhas MÃOS; A SERPENTE é a minha LÍNGUA; O LEÃO o meu CORAÇÃO e O DOENTE o meu próprio corpo.

Esta é a tarefa diária que temos para conquistar Domínio Próprio.

A VIDA É CURTA

quinta-feira, 13 de abril de 2017

OLHANDO PARA A CRUZ

"e que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus" (Colossenses 1:20).

Um avião, quando estava a trezentas milhas de São Francisco, rumando para o Havaí, começou a apresentar problemas no motor. O piloto resolveu retornar. Em menos de uma hora o avião estava sobre São Francisco, mas uma densa névoa tinha coberto toda a área acima da baía. Virando-se para o co-piloto, ele disse: "existe uma montanha ao leste da cidade em cujo topo encontra-se um cemitério onde há uma enorme cruz. Se eu puder achar os braços daquela cruz,
conduzirei meu avião com segurança até o aeroporto." Ele voou por cima da névoa e localizou a cruz aterrissando sua nave tranquilamente na pista.

Muitas vezes deparamos com sérios problemas espirituais que causam transtornos ao nosso viver diário. Ficamos sem saber o que fazer para que a situação não se agrave. Nosso desejo é sair o mais rápido possível daquele momento de crise.

Continuar da mesma maneira será impossível. Nosso primeiro pensamento é retornar ao ponto de partida para que os problemas sejam sanados.

Após nossa decisão, verificamos que retornar é tão difícil como seguir avante. Muitos obstáculos surgirão diante de nós e o melhor caminho a seguir é o da cruz. O mundo tentará enredar-nos de todas as formas. Mostrará atalhos, acenderá holofotes que nos dirigirão a lugares aprazíveis, nos tentará com todo tipo de ofertas que, a primeira vista, parecerão melhores do que buscar o caminho de Deus, mas precisamos estar alicerçados na fé de que apenas a cruz
poderá nos conduzir à paz e à vida abundante e eterna.

Muitas névoas espirituais poderão surgir para que não consigamos encontrar o caminho da salvação, mas não há neblina que possa impedir a visão da cruz de Cristo, nosso Senhor e Salvador, nossa segurança e fonte de amor e felicidade.

Se você enfrenta algum contratempo em sua vida pessoal, levante-se, olhe para o alto, contemple a cruz do Senhor e comece a ser verdadeiramente feliz.

Paulo Roberto Barbosa