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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

MORRER É VOLTAR PARA CASA


E o pó volte a terra, como era, e o espírito a Deus, que o deu.

Ecl. 12.7


Quando a morte chega, com sua bagagem de mistério, traz junto divergências e indagações.

Afinal quando os olhos se fecham para a luz, o coração silencia e a respiração cessa, terá morrido junto à essência humana?

Materialista negam a continuação da vida. Mas os espiritualistas dizem que sim, a vida prossegue além da sepultura.

E eles tem razão. Há vida depois da morte. Vida plena, pujante e encantadora.

Prova disso? As evidências estão alcance de todos os que querem vê-las.

Basta olhar o rosto de um ser querido que faleceu e veremos claramente que falta algo: a alma já não está ali!

O espírito deixou o corpo feito de nervos, sangue, ossos e músculos. Elevou-se para regiões diferentes, misteriosas onde as leis que prevalecem são as criadas por Deus.

Como acreditar que somos um amontoado de células, se dentro de nós agita-se um universo de pensamento e sensações.

Não. Nós não morremos junto com o corpo. O organismo voltará à natureza - restituiremos à terra os elementos que recebemos - mas o espírito jamais terá fim.

Viveremos para sempre em dimensões diferentes desta. Somos imortais. O sopro que nos anima não se apaga ao toque da morte.

Prova disso está nas mensagens de renovação que vemos em toda parte. Ou você nunca notou as flores delicadas que nascem sobre as sepulturas? É a mensagem silenciosa da natureza, anunciando a continuidade da vida.

Para aquele que buscou viver com ética e amor, a morte é apenas o final de um ciclo. A volta para casa. Com a consciência pacificada, o coração purificado, o homem de bem fecha os olhos do corpo físico e abre as janelas da alma.

Do outro lado da vida, a multidão de seres amados o aguarda. Homens e mulheres que foram lavados pelo sangue do cordeiro.

Nesse dia, as lágrimas podem regar o solo dos túmulos e até respingar nas flores, mas haverá felicidade para aquele que se foi em paz.

Ele vai descobrir um novo mundo. Entenderá em sua essência o quanto é amado e experimentará a essência de um amor poderoso e contagiante: o amor de Deus.

Depois daquele momento em que os olhos se fecharam no corpo material uma voz ecoará na alma que acabou de deixar a terra e dirá suave: "Vem, ser bem vindo de volta à tua casa!"


* * * * * *

A morte tem merecido considerações de toda ordem, ao longo da estada do homem sobre a terra. É fenônemo orgânico inevitável, porque a Lei divina prescreve que tudo quanto nasce deve morrer. Por isso, a morte não é o fim, mas o momento do recomeço.

Pense Nisso!
Autor Desconhecido

quinta-feira, 21 de maio de 2009

QUANDO CHEGAR O DIA DE MORRER


Não há nenhum homem que tenha domínio sobre o vento para o reter; nem tampouco tem ele poder sobre o dia da morte;

Ec 8.8

Conta-se à lenda de um povo que para aliar-se ao exército de um grande imperador e guerrear ao lado do Império do Tigre como soldado no combate aos inimigos do império, foi lhe prometido o poder de ver o futuro.

E assim, após anos de duros combates e muitas mortes, o império sobrevive e vence todos os inimigos. A paz humana passa a reinar em meio à pobreza e a miséria. Naqueles dias, o rei daquele povo dirigiu-se ao grande imperador e exigiu-lhe o que havia sido prometido: “o poder de ver o futuro”. Diante do impossível, o imperador do Império do Tigre ordenou que todo aquele povo fosse exterminado. Os poucos que fugiram foram amaldiçoados com o poder de ver o dia de sua morte.

Já Heinrich Heine, o poeta conhecido pela sua zombaria espirituosa de seus poemas, já no final de sua vida encontrou a paz de Deus (reconheceu que toda a sua vida estava errada e precisa encontrasse com Deus) através do Senhor Jesus Cristo. Ele escreveu: “Quando se está no leito da morte, fica-se muito sensível e gostar-se-ia de fazer paz com Deus e com o mundo. Desde que eu mesmo sou necessitado da misericórdia de Deus, concedi anistia a todos os meus inimigos. Poemas que continham quaisquer alusões contra Deus, foram entregues com zelo temeroso as chamas. É melhor que queime os versos que o autor dos versos”.

Lembremos ainda dos ladrões da cruz. Condenados a morte. Eles sabiam que nada mais os salvariam. Eles esperavam apenas o momento em que a alma deixaria o corpo. E mesmo assim, eles se dividiram entre acusar e aceitar a Jesus.

Não sabemos quando morreremos! Não sabemos quando partiremos para o reino dos mortos. Mas que bom, se no momento de nossa partida, quando Deus falar ao teu coração dizendo: Prepara a tua casa, Pois morrerás, não viverás – Ezequias - ou está próxima a minha partida – Apóstolo Paulo – tu possas está em paz com Deus.

Nenhum homem tem a capacidade de ver o futuro, nem de saber o dia em que há de morrer – salvo os suicidas – no entanto, todo o dia somo entregues a morte, por isso “prepara-te Israel para encontrares com teu Deus”