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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

BRIGAMOS PELO QUÊ?

É melhor morar numa terra deserta do que com a mulher rixosa e irritadiça.

Provérbios 21:19


Eu não sei se você já se envolveu numa questão, que a principio, pelas circunstâncias, aparentava ser séria e importante, mas que depois, após uma boa reflexão,  descobriu-se que ela não valeria a luta, uma vez que não havia nada a ganhar além de desentendimento e perca de tempo.

Ouvi a história de dois vizinhos que entraram em atrito por causa de uma cerca. Ambos defendia que ela estava no lugar errado e pleiteavam que ela fosse recuada alguns centímetros para o terreno do vizinho. A coisa agravou-se tanto que foi parar na justiça.

Enquanto a questão ficou tramitando nas salas judiciais, um dos vizinhos vendeu a propriedade. O novo proprietário resolveu visitar a fazenda e encontrou o vizinho.

— Bom dia! Sou seu novo vizinho.

— Bom dia! Vou logo avisando que esta cerca está no lugar errado!

— Muito bem, e onde seria o lugar certo?

— dois palmos dentro do seu terreno.

— Sem problemas, vamos desmanchar a cerca e a faremos três palmos dentro do meu terreno!

— Isso está além do que eu exijo!

— Tudo bem! Faço questão, pois prefiro viver em paz com meu vizinho a ter um palmo de terra a mais.

Semelhantes a estes homens, muitas vezes estamos em luta por coisas tão insignificantes e desnecessárias. Muitas brigas seriam amenizadas ou, até mesmo, evitadas, se amássemos a paz e nos empenhássemos em alcançá-la. No entanto, porque preferimos a briga à paz é que constantemente estamos em atrito e vivemos sempre com o coração pesado.

Fandermiler Freitas
 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

DISCERNIMENTO ESPIRITUAL

Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido.

2 Coríntios 2.14-15

A palavra discernimento é derivada de um termo grego que significa “julgamento completo”. É a capacidade de distinguir os fatos com clareza. É a aptidão que o Espírito Santos dá ao homem para julgar com convicção a procedência das ações ao seu redor, reconhecendo-as como divina, humana ou maligna.

Certa vez, Jesus falava aos seus discípulos sobre sua morte e ressurreição e  Pedro, não gostando do que ouvia, repreendeu o Mestre dizendo que aquilo não poderia acontecer. Jesus, porém, viu nisso uma manifestação diabólica e lhe disse:  Retira-te de diante de mim, Satanás; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas as que são dos homens. (Marcos 8.33).

Por outro lado, havia um homem cego de nascença que mendigava em Israel. As pessoas indagavam sobre o porquê daquele homem ser assim. Jesus sabendo disso, disse: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus. (João 9.3)

Quantas vezes não compreendemos as coisas ao nosso redor e as julgamos conforme os nossos pensamentos? Muitas... Mas, quando Deus enche o nosso coração, Tendemos a enxergar tudo conforme a ótica de Deus. Que o Pai nos ajude a ter esse discernimento espiritual.

Fandermiler Freitas