terça-feira, 14 de julho de 2026
LINDAS MÃOS
quarta-feira, 27 de maio de 2026
SEM HIPOCRISIA
"O amor seja sem hipocrisia. Odeiem o mal e apeguem-se ao bem"
Romanos 12:9
O amor é um sentimento puro que sempre caminha para o bem. No entanto, muita gente tem fingido amar, e o resultado disso é dor.
Por isso, o apóstolo Paulo aconselha que tenhamos cuidado ao amar; que sejamos verdadeiros e ajamos sempre com sinceridade. - “O amor seja sem hipocrisia.”
O mundo está cada dia mais cheio de histórias de “amor” que não eram amor, mas apenas uma forma desonesta de viver, uma arma usada para se aproveitar do próximo; sentimentos construídos no engano, na falsidade e na mentira, quase sempre com resultados trágicos.
O que Deus espera de nós é que, ao amarmos, sejamos verdadeiros. Que o amor fuja do mal e seja reflexo de tudo aquilo que é bom, porque esse é o amor que Ele deseja que Seus filhos manifestem ao mundo.
Fandermiler Freitas
sábado, 18 de outubro de 2025
A GRANDE DÁDIVA
Procurou-a depois do culto e perguntou como tinha conseguido tanto dinheiro. Então ela respondeu:
- Ah! pastor... eu não tinha nada para dar; não tinha nada para vender... vendi-me a mim mesma! Agora sou escrava, mas o meu coração continua livre para adorar o Senhor.
"E [Jesus], chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro; porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, de sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento" (Mc 12.43,44).
sexta-feira, 26 de setembro de 2025
ROSAS E ESPINHOS?
A princípio, cuidou muito bem delas, porém, antes que um único botão surgisse em sua plantação, ele ficou abismado com a quantidade de espinhos:
- Como pode uma flor tão linda vir de uma planta tão espinhosa?
Entristecido, abandonou o cultivo e deixou que as plantas morressem por falta d'água.
O amor não se porta inconvenientemente, não se irrita, tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (I Coríntios 13.4-7)
segunda-feira, 12 de junho de 2023
VERDADEIRO AMOR
Um famoso professor se encontrou com um grupo de Idosos 5 jovens que falava contra o casamento.
Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo e que é preferível acabar com a relação quando este se apaga, em vez de se submeter à triste monotonia do matrimônio.
O mestre disse que respeitava sua opinião, mas lhes contou a seguinte história:
“Meus pais viveram 55 anos casados. Numa manhã minha mãe descia as escadas para preparar o café e sofreu um enfarto.
Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde e quase se arrastando a levou até à caminhonete.
Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta.
Durante o velório, meu pai não falou.
Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou. Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados.
Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção: “- Meus filhos, foram 55 bons anos… Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem ideia do que é compartilhar a vida com alguém por tanto tempo.”
Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou: “- Ela e eu estivemos juntos em muitas crises. Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade. Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam. Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, e perdoamos nossos erros… Filhos, agora ela se foi e estou contente. E vocês sabem por que? Porque ela se foi antes de mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida. Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso. Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim… ”
Quando meu pai terminou de falar, meus irmãos e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo: “Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa.”
E, por fim, o professor concluiu: Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor. Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com o erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas.
Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar. Pois esse tipo de amor era algo que não conheciam.
O verdadeiro amor se revela nos pequenos gestos, no dia-a-dia e por todos os dias.
O verdadeiro amor não é egoísta, não é presunçoso, nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoa amada.
“Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado com certeza chegará mais longe e terá a indescritível alegria de compartilhar, alegria esta que a solidão nega a todos que a possuem"
Fonte: https://dulcimelodia.wordpress.com
sexta-feira, 5 de agosto de 2022
O QUE FEZ A DIFERENÇA?
Uma vez eu estudei na mesma turma que uma moça que ficou noiva. Eu não lembro muito sobre a aula, exceto que era cedo e o professor era enfadonho. Eu nem me lembro do nome da moça. Eu lembro que não havia nada demais nela. Ela era tímida e não muito segura.
Um dia, porém, o cabelo dela mudou e sua vestimenta ficou diferente. Até a voz dela mudou. Ela começou a falar com confiança. O que fez a diferença? Simples. Um jovem rapaz que ela amava olhou direto nos olhos dela e disse “Una-se comigo para sempre.” Ele a pediu em casamento. O amor dele a convenceu de que ela valia ser amada.
O amor de Deus pode fazer o mesmo. Ele pode nos transformar! A Bíblia diz “O Senhor lhe apareceu no passado, dizendo: ‘Eu a amei com amor eterno; com amor leal a atrai’.” (Jeremias 31:3).
Jesus pode viver sem a gente – mas ele não quer!
quinta-feira, 4 de agosto de 2022
HERANÇA DE AMOR
Lembro-me de sua fé sincera, como era a de sua avó, Loide, e de sua mãe, e […] você […] continua firme. v.5
2 Timóteo 1:5
Minha filha está fascinada pela série americana Nancy Drew. Nas últimas três semanas, ela leu pelo menos uma dúzia de romances com essa garota detetive. Eu também amava Nancy, e as cópias encadernadas em azul que minha mãe leu nos anos 1960 ainda alinham uma prateleira em sua casa.
Ver esse gosto pelo personagem passado adiante me faz pensar sobre o que mais estou transmitindo a ela. Em sua segunda carta a Timóteo, Paulo escreveu que, quando pensava em seu pupilo, lembrava-se da “fé sincera” que a avó e a mãe de Timóteo tinham. Espero que, com seu amor pelos mistérios, minha filha também esteja herdando a fé, com a qual ela “servirá” como seus avós o fizeram, que orará e se apegará à promessa de vida que está em Cristo Jesus.
Também vejo a esperança para aqueles que não têm pais ou avós que conhecem Jesus. Embora o pai de Timóteo não seja mencionado, Paulo chama Timóteo de “filho amado” (v.2). Aqueles que não têm famílias para legar a fé ainda podem encontrar pais e avós na igreja — pessoas que nos ajudarão a descobrir como viver uma “vida santa” (v.9) e a abraçar os dons de “poder, amor e autocontrole” (v.7) que Deus nos concedeu. Na verdade, todos nós temos uma linda herança.
Por: Amy Peterson
segunda-feira, 17 de janeiro de 2022
DEIXE O AMOR VENCER
Muitos se sentem bem gritando. Mas faz algum bem? Parece-me que há muitos gritos acontecendo. Nas ondas da rádio, em adesivos de para choques, nas mídias sociais.
“Acima de tudo, amem-se profundamente, porque o amor cobre uma multidão de pecados” (1 Pedro 4:8). Uma coisa é ter uma opinião; é outra coisa provocar uma briga. Vamos raciocinar juntos. Vamos trabalhar juntos. E se a troca de opiniões falhar, deixe o amor vencer. Se o amor cobre uma multidão de pecados, não pode cobrir uma multidão de opiniões? Resista ao impulso de gritar.
sexta-feira, 3 de abril de 2020
O SACRIFÍCIO DO AMOR
sábado, 1 de fevereiro de 2020
O AMOR E SUA PSICOLOGIA
quinta-feira, 26 de dezembro de 2019
ATO DE AMOR
quarta-feira, 12 de junho de 2019
O VELHO QUE NUNCA AMOU
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
terça-feira, 12 de junho de 2018
NÃO DEIXE O AMOR PASSAR
Carlos Drumond
domingo, 12 de junho de 2016
FAZENDO ESCOLHAS
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
ALGUÉM AMA VOCÊ
Ele se importa, procura e tem feito muito por você: pagou a sua dívida, providenciou-lhe um lar e tem uma herança guardada para você. Faz de você o feliz filho de um Rei. Ele cuida de todas as suas preocupações, remove todos os seus problemas e enxuga as suas lágrimas.
Você pode perguntar: “Será isso verdade?” Sim, verdadeiramente! Que fato maravilhoso e alegre! Esta Pessoa maravilhosa não é outra senão o Criador de todo o universo, o Deus todo-poderoso e eterno, que tem tudo à Sua disposição. Você pode alegrar-se com o fato de que Deus lhe ama.
Por um genuíno amor a você, Ele enviou Seu único Filho para sofrer o juízo e a morte a fim de lidar com os seus pecados. isso teria de ser feito antes que Deus pudesse torná-lo filho dEle. E é por isso que o Senhor Jesus veio ao mundo para morrer pela culpa de outros. Ele derramou Seu sangue para lhe purificar e lhe dar Sua vida, a fim que você receba a vida eterna. Não rejeite Seu maravilhoso amor. “Quem crê no Filho tem a vida eterna” (João 3:36).
sexta-feira, 12 de junho de 2015
O TOQUE DO DESCANSO
Naturalmente tal morte teria sido terrível na primavera da juventude; mas a morte desse desventurado jovem foi duplamente terrível, porque ia logo casar-se com uma senhorita a quem amava muito.
A jovem, que o amava tão ardentemente, fez tudo quanto pôde para evitar sua morte; foi suplicar ao juiz e ainda foi ver Cromwell, o grande general, rogando-lhes que anulassem a pena de morte, mas tudo em vão. Em sua desesperada condição procurou persuadir e subornar o sineiro para que não desse o toque de descanso, mas isto tão pouco teve êxito.
Aproximou-se a hora da execução e todos os preparativos foram feitos. O oficial tomou o criminoso e o levou para o lugar determinado, ficando à espera de que se fizesse o sinal pura o toque de descanso.
Todos ficaram pasmados porque o sino não soou; só um ser humano sabia o motivo daquilo. A pobre senhorita, meio louca de desespero, pensando na terrível situação do noivo, havia subido à escada da torre, até onde ficava o sino e se agarrou ao badalo com toda a sua força. O sineiro estava no seu lugar à hora de costume, puxou a corda que pendia do sino e este começou a bambolear.
A valente jovem agarrou-se com mais força ao badalo e era sacudida juntamente com o sino. A cada movimento parecia-lhe que iria ser atirada pela janela da torre. Toda vez que o sineiro puxava a corda, a jovem ainda que naquela desesperada condição, mais se agarrava ao badalo, mesmo que suas mãos estivessem doridas e sangrentas, e a sua força, se esgotando. Por fim, o sineiro se foi, satisfeito de haver cumprido o seu dever. Sendo velho e surdo não notou que o sino não havia tangido. A valente moça desceu a escada, ferida e trêmula, e apressadamente foi do templo ao lugar da execução.
O próprio Cromwell estava ali, e no momento que ia mandar alguém saber o motivo do silêncio do sino, ela o viu, e sua fronte, antes pálida e triste, brilhou com esperança e valor. Contou o que havia feito e lhe mostrou suas mãos e faces ensangüentadas; embora desfalecida pela profunda angústia, encheu-se-lhe o coração de piedade e uma luz deslumbrou-lhe os olhos.
sexta-feira, 27 de março de 2015
O AMOR QUE SACRIFICA
Um dia a mãe daquele menino adoeceu e o canto do passarinho a incomodava muito. Vocês sabem que se uma pessoa tem dor de cabeça forte, ou febre, qualquer ruído a incomoda. Quando a mãe do menino lhe disse como o canário a incomodava com o seu canto, o pequenino ficou muito triste, mas não disse nada. Tomou lago a gaiola com o canário, e levou-os ao seu primo. Disse então à mãe que o canário não mais a incomodaria, pois havia dado de presente ao primo. A mãe, admirada, perguntou se ele então não amava o canário...
- Muito, disse o pequeno, mas a senhora sabe que eu amo a senhora muito mais, e não poderia ficar com uma coisa que lhe desse incômodo.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
A CHAVE DE OURO
E um dos garotinhos, um "ratinho de armazém", como lhe chamavam, foi trazido para a casa de um fazendeiro exatamente na ocasião em que eles iam ter um convescote com os membros da igreja. Não sabiam que fazer com ele. Não desejavam levá-lo consigo, para que não lhes servisse de embaraço. Não queriam deixá-lo em casa sozinho, receando que fizesse qualquer roubo. Escolheram, portanto, o menor dos dois males, e o levaram também ao piquenique.
Os meninos fizeram uma jangada no rio e começaram a divertir-se com ela na corrente. Tudo ia muito bem, mas eis que um dos pequenos caiu na água. Os mais velhos achavam-se afastados da corrente, quando ouviram os gritos frenéticos que soltava e correram a salvá-lo. Antes que chegassem, porém, o "ratinho de armazém" atirou-se à água e salvou o rapaz.
Era pleno inverno. Fazia frio e a água estava, por assim dizer, gelada, o que produz uma sensação deveras desagradável. Assim que o rapaz tinha sido salvo, as pessoas presentes tiraram suas capas e o envolveram. Animaram-no e sufocaram-no de beijos, afagando-lhe ternamente o rosto. Entretanto, o outro rapazinho permanecia de pé junto à multidão, tremendo de frio. Alguém propôs fazerem ali uma subscrição para ele. Tiraram 20 reais e mandaram o superintendente da escola dominical oferecer o presente ao pobre pequeno. E ele disse: "Meu homenzinho, desejamos dar-lhe isso como uma pequena prova de nossa apreciação." E passou-lhe a carteira.
Mas o rapaz ali ficou a tremer de frio, e disse: "Senhor, não aceito o seu dinheiro. Quero antes que o senhor me faça uma coisa. Não quer fazer o favor de dizer a alguém aí que me ame?"




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