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terça-feira, 14 de julho de 2026

LINDAS MÃOS

À beira de um riacho, algumas mocinhas conversavam, contando vantagens de suas lindas mãos. Uma delas mergulhou as mãos na água cintilante, e as gotas que caíam das suas palmas pareciam diamantes.

– Olhem como minhas mãos são lindas! A água corre nelas como jóias preciosas – disse ela, levantando as mãos para as outras admirarem.

Eram muito macias e brancas, pois a única coisa que fazia com elas era lavá-las em água fria e limpa.

Outra mocinha correu para colher morangos e esmagou-os nas palmas das mãos. O suco escorreu pelos dedos como vinho pisado, até os dedos ficarem rosados como o céu ao sol nascente.

– Vejam que lindas mãos as minhas! O suco de morango escorre por elas como vinho – disse ela, levantando as mãos para as outras admirarem.

Eram muito rosadas e macias, pois a única coisa que fazia com elas era lavá-las com suco de morangos todas as manhãs.

Outra mocinha colheu violetas e esmagou-as nas mãos, até ficarem muito perfumadas.

– Olhem que lindas mãos as minhas! São perfumadas como as violetas dos bosques da primavera – disse ela levantando as mãos para que as outras admirassem.

Eram muito macias e brancas, pois a única coisa que fazia com elas era lavá-las com violetas todas as manhãs.

A quarta mocinha não mostrou as mãos, deixando-as no colo. Uma velha veio andando pela estrada e parou perto das mocinhas. Elas lhe mostraram as mãos, perguntando quais eram as mais belas. Para cada uma, ela balançou a cabeça e depois pediu para ver as mãos da última mocinha, que as mantinha no colo. ela levantou as mãos timidamente.

– Hum, estas mãos estão bem limpinhas – disse a mulher – mas estão endurecidas pelo trabalho. Estas mãos ajudam os pais lavando as louças, varrendo o chão, limpando as janelas e semeando a horta. Estas mãos tomam conta do bebê, levam chá quente para a vovó e ensinam o irmãozinho menor como empilhar os toquinhos e empinar pipa. Sim, estas mãos andam muito ocupadas fazendo da casa um lar feliz, cheio de amor e carinho.

Então a velha remexeu no bolso e retirou um anel de diamantes, com rubis mais vermelhos que o morango e turquesas mais azuis que a violeta.

– Tome, use este anel, querida. Você merece o prêmio pelas mais belas mãos, pois são as mais úteis.

E a mulher desapareceu, deixando as mocinhas sentadas à beira do riacho…

Fonte:https://ejesus.com.br

quarta-feira, 27 de maio de 2026

SEM HIPOCRISIA

"O amor seja sem hipocrisia. Odeiem o mal e apeguem-se ao bem"

Romanos 12:9

O amor é um sentimento puro que sempre caminha para o bem. No entanto, muita gente tem fingido amar, e o resultado disso é dor.

Por isso, o apóstolo Paulo aconselha que tenhamos cuidado ao amar; que sejamos verdadeiros e ajamos sempre com sinceridade. - “O amor seja sem hipocrisia.”

O mundo está cada dia mais cheio de histórias de “amor” que não eram amor, mas apenas uma forma desonesta de viver, uma arma usada para se aproveitar do próximo; sentimentos construídos no engano, na falsidade e na mentira, quase sempre com resultados trágicos.

O que Deus espera de nós é que, ao amarmos, sejamos verdadeiros. Que o amor fuja do mal e seja reflexo de tudo aquilo que é bom, porque esse é o amor que Ele deseja que Seus filhos manifestem ao mundo.

Fandermiler Freitas

sábado, 18 de outubro de 2025

A GRANDE DÁDIVA

Um missionário na índia, depois do culto, pediu a todos os seus congregados que contribuíssem com alguma coisa para a construção de um templo. Na reunião seguinte, cada um trouxe uma coisa: pedras, madeiras, pregos, etc Uma velha senhora de cor negra veio à frente e, reverentemente, depositou a sua oferta em dinheiro. Era uma oferta de grande valor. O missionário estranhou que ela pobre, sem posses, depositasse ali uma oferta tão generosa.
Procurou-a depois do culto e perguntou como tinha conseguido tanto dinheiro. Então ela respondeu:

- Ah! pastor... eu não tinha nada para dar; não tinha nada para vender... vendi-me a mim mesma! Agora sou escrava, mas o meu coração continua livre para adorar o Senhor.

"E [Jesus], chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro; porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, de sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento" (Mc 12.43,44).

sexta-feira, 26 de setembro de 2025

ROSAS E ESPINHOS?

Certo homem, que nunca tinha visto uma única rosa em sua vida, entrou numa floricultura e comprou um lindo arranjo para dar para a sua esposa, mas, tanto gostou daquelas maravilhosas flores que, posteriormente, comprou umas mudas de roseira e passou a cultivá-las no quintal da sua casa.

A princípio, cuidou muito bem delas, porém, antes que um único botão surgisse em sua plantação, ele ficou abismado com a quantidade de espinhos:

- Como pode uma flor tão linda vir de uma planta tão espinhosa?

Entristecido, abandonou o cultivo e deixou que as plantas morressem por falta d'água.

O amor não se porta inconvenientemente, não se irrita, tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (I Coríntios 13.4-7)

Autor: Anônimo
Fonte: icp.com.br

segunda-feira, 12 de junho de 2023

VERDADEIRO AMOR

Um famoso professor se encontrou com um grupo de Idosos 5 jovens que falava contra o casamento.

Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo e que é preferível acabar com a relação quando este se apaga, em vez de se submeter à triste monotonia do matrimônio.

O mestre disse que respeitava sua opinião, mas lhes contou a seguinte história:

“Meus pais viveram 55 anos casados. Numa manhã minha mãe descia as escadas para preparar o café e sofreu um enfarto.

Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde e quase se arrastando a levou até à caminhonete.

Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta.

Durante o velório, meu pai não falou.

Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou. Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados.

Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção: “- Meus filhos, foram 55 bons anos… Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem ideia do que é compartilhar a vida com alguém por tanto tempo.”

Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou: “- Ela e eu estivemos juntos em muitas crises. Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade. Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam. Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, e perdoamos nossos erros… Filhos, agora ela se foi e estou contente. E vocês sabem por que? Porque ela se foi antes de mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida. Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso. Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim… ”

Quando meu pai terminou de falar, meus irmãos e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo: “Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa.”

E, por fim, o professor concluiu: Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor. Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com o erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas.

Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar. Pois esse tipo de amor era algo que não conheciam.

O verdadeiro amor se revela nos pequenos gestos, no dia-a-dia e por todos os dias.

O verdadeiro amor não é egoísta, não é presunçoso, nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoa amada.

“Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai  acompanhado com certeza chegará mais longe e terá a indescritível alegria de compartilhar, alegria esta que a solidão nega a todos que a possuem"

Fonte: https://dulcimelodia.wordpress.com

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

O QUE FEZ A DIFERENÇA?

Uma vez eu estudei na mesma turma que uma moça que ficou noiva. Eu não lembro muito sobre a aula, exceto que era cedo e o professor era enfadonho. Eu nem me lembro do nome da moça. Eu lembro que não havia nada demais nela. Ela era tímida e não muito segura.

Um dia, porém, o cabelo dela mudou e sua vestimenta ficou diferente. Até a voz dela mudou. Ela começou a falar com confiança. O que fez a diferença? Simples. Um jovem rapaz que ela amava olhou direto nos olhos dela e disse “Una-se comigo para sempre.” Ele a pediu em casamento. O amor dele a convenceu de que ela valia ser amada.

O amor de Deus pode fazer o mesmo. Ele pode nos transformar! A Bíblia diz “O Senhor lhe apareceu no passado, dizendo: ‘Eu a amei com amor eterno; com amor leal a atrai’.” (Jeremias 31:3).

Jesus pode viver sem a gente – mas ele não quer!

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “What Makes the Difference?”
de “Quando Cristo Voltar”

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

HERANÇA DE AMOR

Lembro-me de sua fé sincera, como era a de sua avó, Loide, e de sua mãe, e […] você […] continua firme. v.5

2 Timóteo 1:5

Minha filha está fascinada pela série americana Nancy Drew. Nas últimas três semanas, ela leu pelo menos uma dúzia de romances com essa garota detetive. Eu também amava Nancy, e as cópias encadernadas em azul que minha mãe leu nos anos 1960 ainda alinham uma prateleira em sua casa.

Ver esse gosto pelo personagem passado adiante me faz pensar sobre o que mais estou transmitindo a ela. Em sua segunda carta a Timóteo, Paulo escreveu que, quando pensava em seu pupilo, lembrava-se da “fé sincera” que a avó e a mãe de Timóteo tinham. Espero que, com seu amor pelos mistérios, minha filha também esteja herdando a fé, com a qual ela “servirá” como seus avós o fizeram, que orará e se apegará à promessa de vida que está em Cristo Jesus.

Também vejo a esperança para aqueles que não têm pais ou avós que conhecem Jesus. Embora o pai de Timóteo não seja mencionado, Paulo chama Timóteo de “filho amado” (v.2). Aqueles que não têm famílias para legar a fé ainda podem encontrar pais e avós na igreja — pessoas que nos ajudarão a descobrir como viver uma “vida santa” (v.9) e a abraçar os dons de “poder, amor e autocontrole” (v.7) que Deus nos concedeu. Na verdade, todos nós temos uma linda herança.

Por:  Amy Peterson

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

DEIXE O AMOR VENCER

Gritamos muito no pátio da escola primária. Todos os meninos marcharam pelo playground gritando: “Os meninos são melhores que as meninas!” Em resposta, as meninas desfilaram pela escola anunciando: “As meninas são melhores que os meninos”. Nós éramos um campus feliz.

Muitos se sentem bem gritando. Mas faz algum bem? Parece-me que há muitos gritos acontecendo. Nas ondas da rádio, em adesivos de para choques, nas mídias sociais.

“Acima de tudo, amem-se profundamente, porque o amor cobre uma multidão de pecados” (1 Pedro 4:8). Uma coisa é ter uma opinião; é outra coisa provocar uma briga. Vamos raciocinar juntos. Vamos trabalhar juntos. E se a troca de opiniões falhar, deixe o amor vencer. Se o amor cobre uma multidão de pecados, não pode cobrir uma multidão de opiniões? Resista ao impulso de gritar.

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “Let Love Succeed”

sexta-feira, 3 de abril de 2020

O SACRIFÍCIO DO AMOR

Quem não tem lido com interesse o conto do toque de descanso?

Um jovem soldado, por uma ofensa, foi condenado à pena de morte e a hora indicada para sua execução foi o momento do toque de descanso.

Naturalmente tal morte teria sido terrível na primavera da juventude; mas a morte desse desventurado jovem foi duplamente terrível, porque ia logo casar-se com uma senhorita a quem amava muito.

A jovem, que o amava tão ardentemente, fez tudo quanto pôde para evitar sua morte; foi suplicar ao juiz e ainda foi ver Cromwell, o grande general, rogando-lhes que anulassem a pena de morte, mas tudo em vão. Em sua desesperada condição procurou persuadir e subornar o sineiro para que não desse o toque de descanso, mas isto tão pouco teve êxito.

Aproximou-se a hora da execução e todos os preparativos foram feitos. O oficial tomou o criminoso e o levou para o lugar determinado, ficando à espera de que se fizesse o sinal pura o toque de descanso.

Todos ficaram pasmados porque o sino não soou; só um ser humano sabia o motivo daquilo. A pobre senhorita, meio louca de desespero, pensando na terrível situação do noivo, havia subido à escada da torre, até onde ficava o sino e se agarrou ao badalo com toda a sua força. O sineiro estava no seu lugar à hora de costume, puxou a corda que pendia do sino e este começou a bambolear.

A valente jovem agarrou-se com mais força ao badalo e era sacudida juntamente com o sino. A cada movimento parecia-lhe que iria ser atirada pela janela da torre. Toda vez que o sineiro puxava a corda, a jovem ainda que naquela desesperada condição, mais se agarrava ao badalo, mesmo que suas mãos estivessem doridas e sangrentas, e a sua força, se esgotando. Por fim, o sineiro se foi, satisfeito de haver cumprido o seu dever. Sendo velho e surdo não notou que o sino não havia tangido. A valente moça desceu a escada, ferida e trêmula, e apressadamente foi do templo ao lugar da execução.

O próprio Cromwell estava ali, e no momento que ia mandar alguém saber o motivo do silêncio do sino, ela o viu, e sua fronte, antes pálida e triste, brilhou com esperança e valor. Contou o que havia feito e lhe mostrou suas mãos e faces ensanguentadas; embora desfalecida pela profunda angústia, encheu-se-lhe o coração de piedade e uma luz deslumbrou-lhe os olhos.

– Vá embora – exclamou Cromwell –, o toque de descanso não soará esta noite.

Pensa você que este jovem, redimido da condenação da lei pelo sacrifício do amor, consideraria difícil qualquer serviço ou sacrifício que fizesse por quem o havia salvo de uma morte segura? De nenhuma maneira; ele teria posto sua vida no altar do sacrifício por ela.

Escutai outra história, de um amor mais glorioso. A cena se deu no Calvário: Jesus, o filho de Deus, estava na cruz. A fronte, uma vez coroada com glória, agora está coroada de espinhos; as mãos uma vez estendidas para feitos de amor, de misericórdia, agora estão cravadas cruelmente na cruz. O coração, que uma vez palpitava e se compadecia das tristezas da humanidade, está atravessado pela lança que derramou seu precioso sangue. Oh! que triste momento na história do mundo! Ele tremeu, as montanhas estremeceram, o sol se escondeu, a pobre humanidade caiu na escuridão porque o Filho do Homem estava moribundo.

Escutai: "Está consumado!" O grande plano da redenção, nascido no amor de Deus, agora recebeu o último toque para cumpri-lo e Deus e o mundo se encontram reconciliados.

Ó amigos! Isto foi por nós! Correspondamos, não somente com nosso coração, e nossa vida, mas também com tudo que temos para glorificar ao Filho e estender Seu reino de pólo a pólo.

 L.G. Broughton.

sábado, 1 de fevereiro de 2020

O AMOR E SUA PSICOLOGIA

Disse um médico:

"Sem amor, perdemos o desejo de viver. Desequilibra-se nossa vitalidade física e mental, diminui nossa resistência, e sucumbimos às enfermidades que se demonstram muitas vezes fatais. 

Talvez escapemos à morte real, mas o que resta é uma existência pobre e vazia, tão empobrecida de emoções que não podemos ser considerados senão semi-vivos. As alternativas são, em verdade, amar ou perecer" (Do livro de Smiley Blanton, "Love or Perish" [Ame ou Pereça]).

É-nos dito em 1 João 4.8: "Aquele que não ama não conhece a Deus; pois Deus é amor". Assim sendo, cheguemos à conclusão de que, seja como for, Aquele que é manancial do amor pode nos ensinar a amar de maneira a vivermos verdadeiramente.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

ATO DE AMOR

A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões. Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de ca ir?...Pensou ela.

O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. E se justamente agora isto não funcionar? Ela pensou. Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final: o empurrão. A águia encheu-se de coragem.

Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida. Enquanto eles não aprenderem a voar não aprenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o melhor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor. Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram!

Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia. São elas que nos empurram para o abismo. E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar... Isaias 40:31: "mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão;andarão e não se fatigarão".

(Internet)

quarta-feira, 12 de junho de 2019

O VELHO QUE NUNCA AMOU

Contam que o elevado e santo Bajezid Bistami encontrava-se falando a uma grande e atenta platéia. Todos os presentes, velhos ou jovens, estavam fascinados com suas palavras. No auge deste encantamento, quando seu discurso enlevava a todos, entrou um fumador de ópio, e com a fala algo arrastada disse:

– Mestre, meu burro se perdeu. Ajuda-me a encontrá-lo.

– Paciência, meu filho, eu vou achá-lo – disse-lhe Bajezid Bistami, continuando seu sermão.

Após algum tempo, enquanto ainda discursava, perguntou aos presentes:

– Existe alguém entre nós que nunca amou?

– Eu – disse um velho levantando-se – eu nunca amei ninguém, desde minha mais remota juventude. Nunca o fogo da paixão consumiu minha alma. Para que não turvasse minha mente, nunca deixei o amor ocupar meu coração.

O venerando Bajezid Bistami voltou-se então para o fumador de ópio que pouco antes o havia interrompido e lhe disse:

– Vê, meu filho, acabo de achar teu burro! Pega-o e leva-o daqui.

Extraído de: Türkische Märchen, Eugen Diederichs Verlag, Jena, 1925
Traduzido do Alemão por Sergio C. Bello

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

Em Miami, Flórida, jaz num leito de hospital o pequeno Allen McDonalds, de 10 anos de idade. Tinha mais da metade do corpo coberto de queimaduras de segundo e terceiro graus. O cirurgião declarou que uma operação de enxerto da pele era necessária a fim de salvar-lhe a vida.

Sem um momento de hesitação, o irmão de Allen, de 14 anos, prontificou-se a dar a quantidade de pele que fosse necessária. Sua oferta foi aceita, e o médico cortou 1625 centímetros quadrados de tecido das coxas de João e enxertou-as no corpo queimado de seu irmão.

Que admirável exemplo de dedicação fraternal! João McDonalds aceitara o repto de João, o apóstolo: "Amemo-nos uns aos outros." Aceitamos nós também? Talvez não sejamos chamados a ajudar um irmão queimado, mas que faremos ao deparar um animal ferido, uma criança perdida, uma família em necessidade?

Fonte: http://www.iasdemfoco.net

terça-feira, 12 de junho de 2018

NÃO DEIXE O AMOR PASSAR


Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.



Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.



Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.



Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.


Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR

Carlos Drumond

domingo, 12 de junho de 2016

FAZENDO ESCOLHAS

"Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um, e amar ao outro; ou se devotará a um e desprezará ao outro." 

Mateus 6:24

Você não pode fazer omelete sem quebrar os ovos. Você não pode estar em Londres e em Paris ao mesmo tempo. Você não pode servir a dois senhores.
Pergunte-o a Edward Albert Christian George Andrew Patrik Davi, melhor conhecido como duque de Windsor, e ele pode lhe dar a resposta. Ele teve uma vez de fazer uma escolha muito difícil.

Nascido neste dia em 1894, o duque de Windsor estava destinado a ser o rei da Inglaterra. Seu avô era o rei Eduardo VII e seu pai, o rei George V. Quando o pai morreu, ele se tornou herdeiro do trono do Império Britânico.

Antes do término do ano, Eduardo se viu em face de uma séria decisão: permanecer como rei da Inglaterra ou casar com Wallis Simpsono Ele não podia ter as duas coisas. As leis e costumes de seu país não lhe permitiam casar com uma mulher divorciada. Então ele pediu que fosse criada uma lei especial que lhe permitisse ser rei da Inglaterra e marido de Wallis Simpson ao mesmo tempo. Como esta lhe fosse recusada, ele fez a sua escolha.

"Estou decidido a casar com Wallis Simpson e pronto para partir", o rei decidiu. No dia 11 de dezembro de 1936 ele abandonou o trono inglês, dizendo: "Tenho considerado impossível desempenhar meus deveres de rei como gostaria de fazê-Io, sem a ajuda da mulher que amo." Se Eduardo VIII estava certo ou errado na decisão que tomou, é questão de opinião. Ele tinha de fazer uma escolha. Fazendo-a, deixou claro o que era mais importante para ele.

Cada dia você e eu temos de fazer escolhas. Algumas são de pouco significado, mera questão de gosto. Outras, porém, são muito importantes, e revelam que espécie de senhor temos escolhido em nossa vida.

Enciclopédia Britânica, sobre o assunto

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

ALGUÉM AMA VOCÊ

Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós.

Romanos 5:8
Dificilmente podemos imaginar amor maior do que o de um jovem por aquela mulher com quem decidiu casar-se. Mas há um amor com um elevado grau de intimidade, mas sem nenhum sinal visível e nenhuma motivação egoísta. É um amor que você pode experimentar. Nem mesmo o amor da mãe mais terna e dedicada pode comparar-se a ele. Você pode sentir-se só e pensar que ninguém lhe entende; talvez passe pela vida sem saber o que é o amor realmente. Todavia há Alguém que ama você e quer preencher sua vida com gozo e amor.

Ele se importa, procura e tem feito muito por você: pagou a sua dívida, providenciou-lhe um lar e tem uma herança guardada para você. Faz de você o feliz filho de um Rei. Ele cuida de todas as suas preocupações, remove todos os seus problemas e enxuga as suas lágrimas.

Você pode perguntar: “Será isso verdade?” Sim, verdadeiramente! Que fato maravilhoso e alegre! Esta Pessoa maravilhosa não é outra senão o Criador de todo o universo, o Deus todo-poderoso e eterno, que tem tudo à Sua disposição. Você pode alegrar-se com o fato de que Deus lhe ama.

Por um genuíno amor a você, Ele enviou Seu único Filho para sofrer o juízo e a morte a fim de lidar com os seus pecados. isso teria de ser feito antes que Deus pudesse torná-lo filho dEle. E é por isso que o Senhor Jesus veio ao mundo para morrer pela culpa de outros. Ele derramou Seu sangue para lhe purificar e lhe dar Sua vida, a fim que você receba a vida eterna. Não rejeite Seu maravilhoso amor. “Quem crê no Filho tem a vida eterna” (João 3:36).

 

sexta-feira, 12 de junho de 2015

O TOQUE DO DESCANSO

Um jovem soldado, por uma ofensa, foi condenado à pena de morte e a hora indicada para sua execução foi o momento do toque de descanso.

Naturalmente tal morte teria sido terrível na primavera da juventude; mas a morte desse desventurado jovem foi duplamente terrível, porque ia logo casar-se com uma senhorita a quem amava muito.
A jovem, que o amava tão ardentemente, fez tudo quanto pôde para evitar sua morte; foi suplicar ao juiz e ainda foi ver Cromwell, o grande general, rogando-lhes que anulassem a pena de morte, mas tudo em vão. Em sua desesperada condição procurou persuadir e subornar o sineiro para que não desse o toque de descanso, mas isto tão pouco teve êxito.

Aproximou-se a hora da execução e todos os preparativos foram feitos. O oficial tomou o criminoso e o levou para o lugar determinado, ficando à espera de que se fizesse o sinal pura o toque de descanso.

Todos ficaram pasmados porque o sino não soou; só um ser humano sabia o motivo daquilo. A pobre senhorita, meio louca de desespero, pensando na terrível situação do noivo, havia subido à escada da torre, até onde ficava o sino e se agarrou ao badalo com toda a sua força. O sineiro estava no seu lugar à hora de costume, puxou a corda que pendia do sino e este começou a bambolear.

A valente jovem agarrou-se com mais força ao badalo e era sacudida juntamente com o sino. A cada movimento parecia-lhe que iria ser atirada pela janela da torre. Toda vez que o sineiro puxava a corda, a jovem ainda que naquela desesperada condição, mais se agarrava ao badalo, mesmo que suas mãos estivessem doridas e sangrentas, e a sua força, se esgotando. Por fim, o sineiro se foi, satisfeito de haver cumprido o seu dever. Sendo velho e surdo não notou que o sino não havia tangido. A valente moça desceu a escada, ferida e trêmula, e apressadamente foi do templo ao lugar da execução.

O próprio Cromwell estava ali, e no momento que ia mandar alguém saber o motivo do silêncio do sino, ela o viu, e sua fronte, antes pálida e triste, brilhou com esperança e valor. Contou o que havia feito e lhe mostrou suas mãos e faces ensangüentadas; embora desfalecida pela profunda angústia, encheu-se-lhe o coração de piedade e uma luz deslumbrou-lhe os olhos.

— Vá embora - exclamou Cromwell -, o toque de descanso não soará esta noite.

O amor é capaz de tantas coisas

sexta-feira, 27 de março de 2015

O AMOR QUE SACRIFICA

O exercício da caridade, ou amor, às vezes exige algum sacrifício de nossa parte. Um menino tinha um lindo canário que cantava, maravilhosamente. Como ele gostava de ouvir aquele trinado mavioso! E como cuidava bem de seu canário, nunca lhe deixando faltar comida nem água!

Um dia a mãe daquele menino adoeceu e o canto do passarinho a incomodava muito. Vocês sabem que se uma pessoa tem dor de cabeça forte, ou febre, qualquer ruído a incomoda. Quando a mãe do menino lhe disse como o canário a incomodava com o seu canto, o pequenino ficou muito triste, mas não disse nada. Tomou lago a gaiola com o canário, e levou-os ao seu primo. Disse então à mãe que o canário não mais a incomodaria, pois havia dado de presente ao primo. A mãe, admirada, perguntou se ele então não amava o canário...

-    Muito, disse o pequeno, mas a senhora sabe que eu amo a senhora muito mais, e não poderia ficar com uma coisa que lhe desse incômodo.

Mil Ilustrações

terça-feira, 23 de setembro de 2014

A CHAVE DE OURO

O amor é a chave do coração humano. Anos atrás, no intuito de ajudar alguns pequenos das ruas escuras de Nova York, uma organização humanitária recorreu a certos agricultores residentes nos distritos adjacentes, a fim de tomarem esses rapazes em suas casas, no campo, onde os verdes gramados de Deus, as árvores e os belos prados espaçosos poderiam ser vistos pela primeira vez por esses pobres párias.

E um dos garotinhos, um "ratinho de armazém", como lhe chamavam, foi trazido para a casa de um fazendeiro exatamente na ocasião em que eles iam ter um convescote com os membros da igreja. Não sabiam que fazer com ele. Não desejavam levá-lo consigo, para que não lhes servisse de embaraço. Não queriam deixá-lo em casa sozinho, receando que fizesse qualquer roubo. Escolheram, portanto, o menor dos dois males, e o levaram também ao piquenique.

Os meninos fizeram uma jangada no rio e começaram a divertir-se com ela na corrente. Tudo ia muito bem, mas eis que um dos pequenos caiu na água. Os mais velhos achavam-se afastados da corrente, quando ouviram os gritos frenéticos que soltava e correram a salvá-lo. Antes que chegassem, porém, o "ratinho de armazém" atirou-se à água e salvou o rapaz.

Era pleno inverno. Fazia frio e a água estava, por assim dizer, gelada, o que produz uma sensação deveras desagradável. Assim que o rapaz tinha sido salvo, as pessoas presentes tiraram suas capas e o envolveram. Animaram-no e sufocaram-no de beijos, afagando-lhe ternamente o rosto. Entretanto, o outro rapazinho permanecia de pé junto à multidão, tremendo de frio. Alguém propôs fazerem ali uma subscrição para ele. Tiraram 20 reais e mandaram o superintendente da escola dominical oferecer o presente ao pobre pequeno. E ele disse: "Meu homenzinho, desejamos dar-lhe isso como uma pequena prova de nossa apreciação." E passou-lhe a carteira.

Mas o rapaz ali ficou a tremer de frio, e disse: "Senhor, não aceito o seu dinheiro. Quero antes que o senhor me faça uma coisa. Não quer fazer o favor de dizer a alguém aí que me ame?"

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

O AMOR



O evangelista Moody contava a seguinte história: Em Brooklyn fiquei conhecendo um jovem. Quando rompeu a guerra, esse jovem estava noivo de uma moça da Nova Inglaterra e o casamento foi adiado. O jovem foi muito feliz nas batalhas em que tomou parte, até que, pouco antes de terminar a guerra, teve início a Batalha do Deserto. A noiva contava os dias que levaria para o noivo voltar. Esperava cartas, que não chegavam.

Afinal recebeu uma, trazendo no subscrito uma caligrafia diferente da que lhe era conhecida. A carta dizia o seguinte: "Houve outra batalha terrível. Desta vez fui infeliz: perdi ambos os braços. Não posso escrever eu mesmo, de maneira que estou ditando a um companheiro. Escrevo para avisá-la de que você me é tão querida como nunca; mas agora terei que depender de outras pessoas para o resto dos meus dias, e faço-lhe esta para desobrigá-la do compromisso do noivado."

Esta carta não teve resposta. No trem seguinte a moça se dirigiu para o cenário da última batalha e mandou avisar o capitão da finalidade de sua chegada, e conseguiu o número da cama do rapaz. Percorreu a enfermaria e, no momento que os olhos caíram sobre o número dado, correu para o ferido e, lançando-lhe os braços em torno do pescoço, beijou-o

– Jamais o abandonarei, disse ela. Estas mãos nunca o deixarão; sou forte para sustentá-lo; hei de cuidar de você. Meus amigos, vós não podeis cuidar de vós mesmos. Pelo pecado estais condenados. Cristo, porém, diz: "Eu cuidarei de ti."