sábado, 29 de março de 2025
ERA RICO E NÃO SABIA
domingo, 2 de julho de 2023
RICO... MUITO RICO
sábado, 12 de dezembro de 2020
DEIXAR TUDO
Nem a sua prata nem o seu ouro os poderá livrar no dia da indignação do Senhor, mas pelo fogo do seu zelo toda esta terra será consumida, porque certamente fará de todos os moradores da terra uma destruição total e apressada.
Sofonias 1:18
Quando, em 12 de setembro de 1857, em consequência de um violento temporal perto do Cabo Hatteras, foi a pique o navio "Central América", com quase 600 passageiros a bordo. Havia entre eles muitos homens que vinham das minas de ouro da Califórnia. Eles traziam cinturões nos quais guardavam seus tesouros. Agora, no momento do perigo iminente, desfizeram-se dos cinturões e o lançaram sobre o convés, e quem quisesse poderia levá-los. Pois, esse peso, atado ao corpo, ia levá-los à morte segura. Outros tinham bolsas que guardavam valores de milhares de dólares, e estas também foram abandonadas e ninguém as tocou. Também as malas foram abertas e o metal resplandecente foi derramado sobre o chão.
Um dos mineiros abriu um saco de viagem e esvaziou seu conteúdo. Era ouro em pó, no valor de 20.000 dólares. Ao mesmo tempo que fazia isso, disse que quem quisesse satisfazer-se de ouro, poderia levá-lo. Mas todos o deixaram de lado como se fosse pó da terra. – Our First Century.
Fonte: http://www.iasdemfoco.net
sexta-feira, 31 de julho de 2020
VERDADEIRA RIQUEZA
segunda-feira, 6 de julho de 2020
AS JANELAS DOURADAS
quinta-feira, 16 de abril de 2020
RIQUEZA E POBREZA
Afinal, a menina tinha tudo que precisava: nove irmãos e irmãs para brincar, livros para ler, uma boneca feita de retalhos e roupas limpas que ela habilmente remendava ou, às vezes, fazia.
À noite, ela lavava e trançava o cabelo da filha, para que ela fosse à escola no dia seguinte. Seus sapatos estavam sempre limpos e engraxados.
A menina era feliz na escola. Adorava o cheiro de lápis novos e do papel grosso que a professora distribuía para os trabalhos.
Até o dia em que, subindo os degraus da escola, encontrou duas meninas mais velhas. Uma segredou para a outra:
- Olha, essa é a menina pobre. E riram.
Mary ficou transtornada. No caminho para casa, ficou imaginando porque as meninas a consideravam pobre. Então olhou para seu vestido e, pela primeira vez, notou como era desbotado, um vinco na bainha denunciava que tinha sido aproveitado.
Olhou para os pesados sapatos de menino que estava usando e se sentiu envergonhada por serem tão feios.
Quando chegou em casa, sentia pena de si própria. Também, pela primeira vez, descobriu que o tapete da cozinha era velho, que havia manchas de dedos na pintura meio descascada das portas.
Tudo lhe pareceu feio e acanhado. Trancou-se em seu quarto até a hora do jantar perguntando-se porque sua mãe nunca lhe contara que eles eram pobres.
Decidiu sair do quarto e enfrentar sua mãe.
- Nós somos pobres? Perguntou de repente e ficou esperando que sua mãe negasse ou desse uma explicação satisfatória.
- Pobres? Repetiu a mulher, pousando a faca com que descascava batatas.
- Não, não somos pobres. Olhe para tudo que temos. Apontou para os filhos que brincavam na outra sala.
Através dos olhos de sua mãe, a menina pôde ver o fogo da lareira que enchia a casa com seu calor, as cortinas coloridas e os tapetes de retalhos que enfeitavam a casa. Viu o prato cheio de biscoitos de aveia sobre a cômoda. Do lado de fora, o quintal que oferecia alegria e ventura para dez crianças.
- Talvez, algumas pessoas pensem que somos pobres em matéria de dinheiro, mas, temos tanto.
E com um sorriso, a mulher se virou para preparar mais uma refeição para sua família. Em sua grandeza, ela nem se dava conta que, a cada noite, ela alimentava muito mais do que estômagos vazios. Ela alimentava o coração e a alma de cada um dos seus filhos.
“Tenho a firme convicção de que nenhuma riqueza de bens materiais pode fazer progredir o homem, mesmo que ela esteja nas mãos de homens que demandam uma meta superior. Pode alguém imaginar Moisés, Jesus ou Gandhi, armados de um saco de dinheiro de milionário?” - Albert Einstein
domingo, 15 de março de 2020
A CAIXA DOS CORREIOS
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020
O MAR MORTO
Logo que Jerusalém foi conquistada em 1917 pelo General Allenby, um geólogo britânico começou a investigar as riquezas do Mar Morto. O cientista tem em mãos um relatório pormenorizado dos vários minerais, e também a extensão e o valor deles.
Somos agora informados de que naquele local desolado acha-se enterrado o valor de um trilhão e duzentos bilhões de dólares de sais aproveitáveis. É-nos dito que há o valor de 260 milhões de dólares em crômio, de grande utilidade nos domínios médicos; de potassa há o valor de 70 bilhões de dólares; e de cloreto de magnésio há o valor de 825 bilhões de dólares, e grandes valores de outros minerais. É-nos dito que a riqueza que jaz naquele solo é de maior valor do que todo o ouro que se sabe ter sido extraído das entranhas de toda a Terra.


















