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sábado, 22 de agosto de 2026

AGARRANDO UMA SOMBRA

Henry Martyn (1781 - 1812), um estudante da Universidade de Cambridge, foi honrado com apenas 20 anos de idade por suas conquistas em matemática. De fato, ele recebeu o maior reconhecimento possível nesse campo. E ainda assim ele sentia um vazio imenso em sua alma. Ele disse que, em vez de encontrar satisfação em suas realizações, ele havia "só agarrado uma sombra".

Depois de avaliar os objetivos de sua vida, Martyn viajou para a Índia como missionário aos 24 anos. Quando ele chegou, orou: "Senhor, deixe-me queimar por Ti." Nos próximos sete anos que precederam sua morte, ele traduziu Novo Testamento em três línguas orientais difíceis.

 J. Oswald Sanders
Enfrentando a solidão/Ministry 127

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

O TRABALHO ERA PEQUENO DEMAIS

Há muitos anos, um jovem de excelente formação acadêmica foi para a China como missionário, com uma renda anual de US$ 2.500. Uma empresa decidiu que eles queriam que esse jovem trabalhasse para eles e lhe ofereceu uma posição com um salário mensal de US$ 5.000. Ele recusou a oferta, e o valor da proposta foi aumentado para US$ 7.000 e depois para US$ 10.000, mas ele ainda assim recusou. 

A empresa perguntou se o salário era seu ponto de discórdia e ele respondeu:

— Ah, o salário é grande o suficiente, mas o trabalho não é.

Roy B. Zuck - O livro de citações do orador / Ministry 127

quarta-feira, 17 de maio de 2023

MARY REED – MISSIONÁRIA AOS LEPROSOS

Ela olhou atentamente para o indicador de sua mão direita. Havia uma estranha ferida nele e um constante latejamento de dor. Então ela olhou outra vez em um espelho e viu uma igualmente estranha mancha em uma das faces, perto da orelha. Ela estava perplexa, como também os médicos haviam estado. Então, com rapidez de um relâmpago, veio-lhe a convicção de que eram sintomas de lepra e que ela era portadora da moléstia.

A moça era Mary Reed (1854 - 1943); o lugar, seu lar, em Cincinnati, em 1890. Seis anos antes, em 1884, ela se havia apresentado voluntariamente para o serviço missionário na Índia e foi enviada pela filial de Cincinnati da Sociedade Missionária de Mulheres da Igreja Metodista Episcopal. Ela serviu em Cawnpore e no magistério em Gonda, mas, sofrendo um abalo na saúde, foi forçada a voltar para casa.

Seria um baque aterrorizador a qualquer um, naquele tempo, convencer-se de que estava leprosa, porque não havia esperança de cura. Foi um choque para Mary Reed.

Ela poderia repetir as palavras registradas nas Escrituras: “meus propósitos estão destruídos”. O que ela disse foi: “Estamos perplexos, mas não desesperados; abatidos, mas não destruídos”. Com sua convicção de que estava leprosa, veio uma determinação, uma dedicação: dar sua vida como missionária aos leprosos da Índia. Ela levou a efeito essa dedicação. Voltou à Índia e, depois de pouco tempo, começou seu serviço, que se estendeu por meio século no Lar dos Leprosos de ChandagHeights, sendo diretora durante a maior parte do tempo.

É uma história heroica, um pouco mais dramática, possivelmente, que muitas outras, mas somente uma dentre centenas de histórias de mulheres missionárias na linha de esplendor sem fim de vidas dedicadas.

O esplendor se reflete naquelas que saíram, naquelas que cooperaram para enviá-las para fora e sustentá-las nos seus trabalhos.

Halford E. Luccok - Linha de Esplendor Sem Fim