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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

UNIDOS DEMAIS

Entretanto, certo homem, chamado Ananias, com sua mulher Safira, vendeu uma propriedade, mas, em acordo com sua mulher, reteve parte do preço e, levando o restante, depositou-o aos pés dos apóstolos.

Atos 5.1-2

A Bíblia narra a história de Ananias e Zafaria. Um casal que vivia a união no seu grau mais extremo. Eles eram unidos na vida, nos negócios, nos pensamentos. Aparentemente, não sabiam dizer não um para outro  e, por isso, até na morte seguiram unidos.

Resolveram mentir para os apóstolos, concordaram em enganar a igreja, se uniram para ludibriar a Deus. Ananias morreu ao entregar sua oferta, porque a fez com interesses escuros. Horas depois, Safira seguiu o mesmo caminho.

Por que Safira não iniciou uma briga com Ananias para não agirem assim? Por que Ananias não disse não para Safira, argumentando que era errado? Se eles tivessem brigado, se tivessem sido um pouquinho desunidos, não teriam morrido daquele jeito!

Um casal não pode ser unido demais quando o pecado está em jogo. É preciso se ter a coragem de dizer: "é errado!" De defender a necessidade de viver no caminho certo. Dessa forma a família irá se proteger do mal e alcançar as bênçãos de Deus.

Que Deus Proteja as Famílias. Banda Giom - Oração da Família.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

DE MÃOS DADAS

Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus.


Mateus 5.48


O mundo vive uma época difícil, de profundo individualismo e dominante egoísmo. As pessoas não pensam no coletivo. Elas só têm tempo para si e suas ambições. Os jornais, a TV e a vida estão cheios de exemplos de gente  que quer levar vantagem em tudo! 

ao observar esta falta de amor ao próximo, Jesus disse certa vez a uma multidão: "Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus;"

Observai que Jesus pensa contrário a multidão. Ele defendia um mundo novo, onde as pessoas seriam diferentes:

O mundo diz para amar os que nos amam, Jesus disse que o nosso amor deve alcançar os que também nos odeiam;

As pessoa defendem fazer bem aos bons, mas Jesus disse que o bem deve ser feito a todos, inclusive aos maus;

É consenso ao corações orarem por aqueles que lhe ajudam e lhe amam, Jesus, porém, disse que oração deve se estender aqueles que nos desejam mal.

Na verdade, o desejo de Jesus é que cada um aniquilasse o mal praticando o bem, que inimigos fossem vencidos pelo amor, que perseguidores fossem abençoados pelas orações. É preciso ter bem claro que o Mestre via um mundo de mãos dadas, vivendo a harmonia e compreendendo que é necessário unir as mãos para ser feliz. Aliás, ele afirma ser isso condição para que o homem se torne filho de Deus.

Existe uma história que expressa muito bem essa necessidade de viver a alegria das mãos unidas: "Certo fazendeiro, ao saber que sua filha de três anos estava perdida no trigal da fazenda, chamou os amigos e, durante dois dias, puseram-se a procurá-la. No entanto, não a encontram. Então, correu até ao delegado da cidade e expôs a situação. O delegado reuniu todos os homens que pode e dirigindo ao fazenda, ordenou que todos dessem as mãos, formando uma grande fileira varrendo praticamente o trigal. Poucos momentos, encontraram a garotinha morta. O legista declarou que a morte ocorrera uma ou duas horas antes de a encontrarem. Ao saber disso, o fazendeiro, pai da menina, clama: "Oh" Deus! Porque não nos demos as mãos bem antes?"

ESPAÇO ENTRE OS DEDOS

quinta-feira, 22 de abril de 2010

DISCÓRDIA

Aqui e acolá temos nossos desentendimentos, isso é normal em um relacionamento, seja ele amoroso, profissional ou social. Afinal, nós humanos, também somo feitos de dúvidas, esperanças, crenças e convicções. E elas interferem em nosso modo de ver o mundo.

Mas quando um desentendimento vira discórdia (falta de acordo, desavença sem entendimento) temos um sério problema. Afinal, Deus não é de confusão (I Cor. 13.33). Pelo contrário, de paz, amor, perdão e comunhão. O sangue de Jesus Cristo nos capacita a negar o nosso eu, desejos, pensamentos, sonhos. O apóstolo Paulo declara uma verdade que norteia o autêntico filho de Deus: já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim.

Por isso, quando Paulo e Barnabé se desentenderam, diz a Bíblia, que eles se separaram (Atos 15.39). Cada um seguiu para o seu lado. As vidas desses homens não se cruzaram mais com a mesma intensidade. Mas o evangelho continuou sendo pregado por eles, só que depois disso em duas direções diferentes. É como se ouvíssemos eles dizendo: Vamos nos separar, você continua sem mim e eu sem você, mas em momento algum, o evangelho deve sofrer baixa.

O que eu e você precisamos saber é que Deus nunca aprovou a discórdia. O apóstolo Paulo, alertando aos coríntios diz: Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões. Que cada um tenha claro que o Pai deseja a harmonia entre os seus filhos e que saiba em Cristo reconhecer a vontade de Deus: se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens;

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

EU PRECISO DE VOCÊ




Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!

Salmo 133. 1


A Bíblia está repleta de passagens que estimulam a proximidade entre irmãos. Estes versículos estão lá, e querem nos lembrar sempre, que o meu próximo, não deve ser apenas uma pessoa que está ao meu lado, mas que eu devo ter por ele, a máxima consideração.

Olhemos para o exemplo de Jesus: Certa vez um homem o questionou sobre o perdão, e Ele homem com certeza impressionou-se com a resposta de Cristo, pois Ele dissera que deveríamos perdoar setenta vezes sete a cada dia uma pessoa, detalhe, num único dia. Um dos requisitos básicos para mantermos comunhão, é a liberação do perdão.

Não vamos esquecer do perdão máximo que obtivemos há mais de dois mil anos atrás. Foi num monte, vários curiosos, dezenas de acusadores, dor, humilhação, desprezo e apenas uma frase: “Pai, perdoa-lhes pois não sabem o que fazem”. O filho de Deus que não merecia está no Gólgota, realizou a obra de seu Pai e para nós, uma lição, não importa quem é o meu próximo, ele merece perdão.

O Salmista está exclamando para mostrar a importância do assunto e a necessidade de se estar em paz com meu irmão. É uma questão prioritária na vida de qualquer crente, deve ser além de real, intrínseca ao evangélico. A comunhão com meu irmão, deve preceder a qualquer atividade que eu venha fazer para Deus, sem união Deus não pode nos perdoar e a Bíblia diz: “Quanto depender de vós, tende paz com todos”.

Em I João 4. 20 diz: “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso, pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê”. No versículo 21 continua: “Ora, temos da parte dele este mandamento: que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão”.