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quarta-feira, 4 de maio de 2016

ARREPENDIMENTO

Porque eu declararei a minha iniquidade; afligir-me-ei por causa do meu pecado.


Sal. 38:18

Um jovem falava com o grande evangelista Moody, sobre o arrependimento. – Isso nunca me fulminou – disse o moço.

– Que quer o senhor dizer?, perguntou Moody.

– Ora – respondeu o jovem – a alguns ele fulmina e a outros não. Tenho visto muitos se arrependerem e se colocarem ao lado de Cristo, mas eu mesmo nunca me senti fulminado.

Aquele moço tinha a ideia errada de que o arrependimento fosse coisa que fulminasse, como o raio. Isso, naturalmente, não é verdade. O arrependimento não é uma emoção. É uma profunda convicção de se haver cometido um mal. Leva a pessoa a volver-se para Deus, a fim de ser purificada do mal.

do livro "Mil Ilustrações Selecionadas", Dr. D. Peixoto da Silva, Casa Publicadora Batista, Rio de Janeiro, 1966

terça-feira, 11 de outubro de 2011

PASSO ATRÁS

Salmos 26:2 - Sonda-me, Senhor, e prova-me, examina o meu coração e a minha mente.

Imagine que você possa dar um passo atrás de si mesmo, distante o suficiente para obter um bom e objetivo quadro de onde você realmente se encontra. O que você acha que você veria?

Considere as suas palavras, suas ações e suas prioridades quando examinadas objetivamente. Pense no conselho que você gostaria de dar a si mesmo se você pudesse se auto-observar de uma certa distância.

Dê um passo atrás e observe como você gasta o seu tempo; observe aquilo que realmente está funcionando para você e o que não está funcionando. Isso pode lhe dar uma nova apreciação em relação aos seus pontos fortes e pode também muito lhe ajudar em áreas que precisam ser aprimoradas. Fale com Deus sobre isso. Por que? Porque ninguém te conhece melhor do que Ele e ninguém tem mais interesse em sua vida do que Ele.

Que Deus nos ajude!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

CAMINHO PARA A FELICIDADE

“Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados.”

Salmo 32:1

O homem sempre esteve à procura da felicidade. A prova disso é o uso do tema em propagandas, livros, filmes e novelas. Mas onde está a felicidade? Quem seria realmente uma pessoa feliz? A resposta de um estóico seria bem diferente de um epicureu. Mais ainda é a resposta bíblica. O rei Davi diz que feliz é o homem que tem seus pecados perdoados, apagados. Por que quem tem seus pecados é feliz? Este salmo nos dá uma boa razão.

Quem tem seus pecados perdoados é feliz porque o pecado traz conseqüências ruins para nossa vida (Vs.3-5).  Enquanto Davi não confessou sua transgressão, seu próprio corpo sentiu o peso do pecado. Ele chegava a gemer. Enquanto ele não confessou, Deus o disciplinava (vs.4). Ele experimentava a mão pesada de Deus constantemente.

Davi alcançou o perdão pela confissão (vs.5).  Ele reconheceu que era momento de confessar. Não é fácil confessar algo. Pensamos logo na vergonha.  Mas não podemos esconder nada de Deus. Nossa confissão é na verdade um reconhecimento, arrependimento do que fizemos de errado. Em Provérbios 28:13 diz: O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.Em 1João 1:9 também diz: Se confessarmos os nossos pecados ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”

Então, há algum pecado que precisa ser confessado? Não tentemos esconder de Deus aquilo que Ele pode ver. Não esperemos a mão do Senhor pesar sobre nós. Não pense que será realmente feliz andando em rebelião contra Deus. O que você vai experimentar sem o SENHOR será uma mera ilusão.   
             
Pr. José Roberto

sexta-feira, 10 de julho de 2009

ABISMO


Lucas 16:26 - “...Está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós”


Ao observarmos este versículo, constatamos que não existia nenhuma possibilidade de alívio para o rico que se encontrou na agonia do inferno. Existia ali um grande abismo que o separou de Lázaro, que estava no seio de Abraão. Ele não teria nenhuma água viria para amenizar o seu sofrimento e resfriar a sua língua. E só de imaginar este sofrimento, chegamos a conclusão de temor para que possamos compreender e pensar nesta possibilidade para nós ou até para outras pessoas. O abismo foi posto e os destinos destes dois homens, decididos. Um teria conforto eterno, e o outro, agonia sem fim.

Mas antes destes homens terem seus destinos selados, ambos tiveram todas as oportunidades sem fim para decidirem seu destino. Mas havia também entre eles em vida carnal, um grande abismo que os separava, mas teria sido possível o rico atravessar. Ele tinha oportunidade para atravessar aquele abismo e aliviar o sofrimento de Lázaro. Mas era preciso mostrar amor e preocupação com o outro, e ele tinha condições para fazer isso. Mas quando viu Lázaro à sua porta, poderia ter levantado o mendigo e, com a ajuda dos seus servos, poderia ter lavado as feridas e colocado curativos, vestido em roupas limpas, sem mau cheiro ou manchas, poderia ter sentado à mesa do rico para comerem juntos.

Porém, generosidade, bondade e amor ao próximo não existiu na vida daquele rico, ao ponto de ele perder a oportunidade de que quando morressem, Lázaro e o rico poderiam ter continuado a comer juntos, mas em uma mesa especial, à mesa do Senhor no seio de Abraão. Quantos não almejam esta maravilhosa possibilidade! Mas que realidade trágica! E vemos isso em nossos dias. Pessoas que se enchem de orgulho, e desprezam a palavra de Deus. Esquecem de que satanás cria abismos falsos nas nossas vidas e que estes abismos levam muitos à beira do mesmo abismo que foi o rico, ao inferno. Não deixe satanás te enganar. Deus revela ao nosso coração, por meio da palavra dele, as oportunidades oferecidas em sua vida. Egoísmo, cegueira espiritual, ignorância, são abismos que podem ser atravessados agora, por isso, deixe Deus mostrar o caminho.

1 Coríntios 15:57-58 “Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão”

quinta-feira, 2 de abril de 2009

MOMENTO DE ARREPENDIMENTO


Números – 20:12 – “Mas o Senhor disse a Moisés e a Arão: visto que não crestes em mim, para me santificardes diante dos filhos de Israel, por isso, não fareis entrar este povo na terra que lhe dei.”

A nação de Israel passou por muitos momentos desagradáveis em sua história, mas em termos de desvio, poucas eras corresponderiam à caminhada registrada no livro de Números.

Ao invés de aproveitarem a nova vida de bênçãos na Terra Prometida, as doze tribos foram sentenciadas a vagar pelo deserto por causa de sua indisposição de confiar em Deus. Quando os filhos de Israel não estavam reclamando de falta d’água, estavam murmurando sobre comida. Entre uma coisa e outra, reclamavam da liderança de Moisés e participavam de vinte funerais por dia!

Dificilmente poderemos culpar Moisés por ficar cheio desse bando de estômagos vorazes. Mas ele deixou que a ira e o orgulho o consumissem. Ao invés de falar à rocha da qual Deus pretendia tirar água para seu povo, Moisés bateu nela. E ele bateu não uma, mas duas vezes!

O julgamento de Deus foi imediato. Por fracassar em obedecer, Moisés e Arão não tiveram permissão para entrar em Canaã. Deveríamos considerar essa sentença dura? Não. Deveríamos vê-la como um poderoso lembrete da santidade de Deus e do horror do pecado.

Não há dúvida de que Moisés foi perdoado por seu ato impulsivo. Porém, aquele único incidente mudou o curso de sua vida. Como Moisés descobriu, é possível fazer alguma coisa num instante e arrepender-se pelo resto da sua vida.

Apesar de Deus poder apagar qualquer pecado, Ele nem sempre retira as consequencias.