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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

JULGAMENTO INCORRETO

Julga erroneamente quem pensa que quando a Palavra se refere a buscarmos as coisas que são do alto e não as que são da terra, que isto signifique ser alienado de nossos deveres como filhos, esposos, pais, empregados, empregadores, cidadãos, etc. Muito ao contrário, prova-se a nossa espiritualidade especialmente nestas relações, agindo conforme nos é ordenado por Deus. 

Mas, sobretudo, a referência a um viver espiritual reporta à busca de sermos transformados em pessoas de fé, de oração, reverentes, de linguagem sã e irrepreensível, misericordiosos, longânimos, mansos, humildes, amorosos, ternos, pacificadores, pacientes, gratos a Deus por tudo, e sempre buscando um crescimento cada vez maior nestas coisas citadas. O alvo é tão grande e sobrenatural que não pode ser atingido sem a operação da graça de Jesus. 

Então, como se justifica a condenação que é geralmente feita por pessoas carnais e mundanas, àqueles que são de fato espirituais, de que não têm qualquer interesse na realidade? Aos tais respondemos que andamos por fé e não por vista, que almejamos aquilo que é eterno e não o que é passageiro. Que esmurramos o corpo com vistas à mortificação de tudo o que é carnal e mundano em nós mesmos, para que a nova criatura, cresça e apareça em graus cada vez maiores, para a glória exclusiva de Deus. 

Silvio Dutra

quarta-feira, 11 de julho de 2018

SUA DOR NÃO É DESCULPA


Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis, tu serás medido 

Mateus 7: 1-2

Não sei por que acreditamos que temos mais privilégios que os outros, que nossa dor é maior, que nosso caso é mais urgente. Às vezes exigimos tanto dos outros e não queremos que os outros exijam nada de nós. alegamos que estamos sofrendo, que nosso filho, nossa mãe etc... Precisamos compreender que outro também sofre, tem filhos...

O homem precisa entender que nossa dor não é desculpa para nada... Podemos até alegar, mas no fundo sabemos que ela é só uma desculpa. Na verdade temos um coração capaz de reagir as macelas da vida e, ainda assim, olhar o próximo com amor e misericórdia.

Conta-se a do médico que entrou no hospital às pressas após ter sido chamado para uma cirurgia de emergência. Ele respondeu a chamada o mais rápido possível, mesmo sem saber de quem se tratava o paciente, pois era um profissional correto, além do que, era um homem de bom coração e temente a Deus. Trocou a roupa, vestiu seu jaleco e foi direto para centro cirúrgico.

No corredor, encontrou-se com o pai do enfermo (e então soube que o paciente em questão era o filho de um influente político da cidade). Vindo ao seu encontro, o tal deputado já chegou demonstrando nervosismo por sua “demora” e em tom áspero perguntou:"Por que você levou tanto tempo para vir? Você não sabe que a vida do meu filho está em perigo? Por acaso você não tem senso de responsabilidade?"

O médico sorriu meio que sem graça e lhe disse:

"Lamento muito, é que eu não estava próximo daqui, mas vim o mais rápido que pude assim que recebi a ligação... Só que agora, gostaria que você se acalmasse para que eu possa fazer da melhor maneira o meu trabalho"

O político no entanto continuou com a sua rabugice e disse: "Você quer que eu me acalme? Estais de brincadeira! Queria ver se fosse o teu filho que estive à beira da morte, se você se manteria calmo? E então, o que você diz?"

O médico, sem perder o ritmo de seus passos, olhou pra ele e falou: "Eu diria o mesmo que disse Jó, lá na Bíblia Sagrada: Do pó viemos e ao pó voltaremos, Deus me deu e Deus me tirou, Bendito seja o nome do Senhor". Vou te dizer uma coisa, os médicos não podem prolongar a vida de ninguém, mas Deus pode. Então te aconselho a interceder a Deus por teu filho, enquanto eu e minha equipe faremos o nosso melhor, dependentes também da graça de Deus"

E antes que o doutor entrasse na sala de operações, ouviu ainda um último murmúrio do deputado: "Dar conselhos é muito fácil...” 

Algumas horas depois, a cirurgia havia sido concluída e com sucesso, o médico fez questão de vir dar a notícia pessoalmente ao pai do garoto, e anunciou: “Graças a Deus! Seu filho está a salvo!"

Dito isso, e sem esperar qualquer palavra, ele saiu às pressas, assim como chegou. O homem o seguiu querendo saber detalhes... ao que o médico disse: "A enfermeira te dará o relatório completo."

- Por que ele é tão arrogante? (resmungou o político), Será que ele não podia esperar nem mais uns minutinhos para falar sobre o estado do meu filho? ", 

A enfermeira, que ouvira seus muxoxos, respondeu: "Senhor, o filho único do doutor que acabou de salvar o seu, morreu ontem em um acidente de avião, ele estava no velório quando o hospital o chamou para a cirurgia de seu menino. Agora que ele cumpriu a missão de fazer o melhor por seu filho, ele saiu correndo, pois quer chegar a tempo de enterrar o seu querido filho."

Que Deus nos ensine a não usar a dor como desculpa nem a julgar o próximo por nosso modo egoísta de ver o mundo.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

RÉU


Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo.

Mateus 5:21

Já presenciei um júri em que não havia corpo, armas nem testemunhas. Como saber se houve um crime? Como dizer com certeza que houve vítima se não há provas? Em alguns casos existem evidências capazes de absolver ou culpar os réus; noutros só o depoimento do acusado é capaz de revelar o desconhecido. Mas, na verdade, não há como se livrar da dúvida.

Jesus Cristo defendia a necessidade de levarmos em juízo aqueles que, por algum motivo, desrespeitavam as leis. Ele disse certa vez a um homem que queria que ele julgasse um caso de divisão de herança: quem me constituiu juiz entre vós?

A gente precisa compreender que todo homem é réu de um julgamento futuro. No entanto, precisamos entender que Deus não é como nós. Ele não é falho, não erra nem é influenciado pela emoção. O Pai tudo vê, tudo sabe, e  compreende os motivos e as intenções do coração. Portanto seu julgamento é justo e Ele jamais inocenta o culpado.

Fandermiler Freitas

sábado, 21 de maio de 2016

JULGAMENTO INJUSTO

Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus.


João 3.17-18

Alguém certa vez me disse: Se eu for para o inferno Deus será injusto comigo.

Curioso, com essa afirmação respondi: por quê?

— Eu já fiz tanta coisa boa nesse mundo. Já ajudei tanta gente. Se Deus me condenar ao inferno ele seria muito injusto.

— As coisas não funcionam assim! Deus é um bom Juiz e, um bom juiz não condena ou absolve um réu baseado nessa lógica.

— Não?!! - Respondeu admirado o homem. E qual é a lógica de Deus?

— Imagine se um homem matasse alguém e o bandido fosse preso e levado a julgamento. Ao chegar diante do juiz, falasse: "Senhor juiz, eu realmente cometi esse crime, mas, gostaria de mostrar aqui que eu também já fiz muitas coisas boas". E passasse a narrar fatos e apresentar testemunhas que comprovassem que realizou boas ações. Ao final do julgamento, dissesse: "gostaria que o senhor me absolvesse em razão das muitas coisas boas que já fiz." Em sua opinião, meu amigo, o juiz seria justo ou injusto se absolvesse o assassino?

— Totalmente injusto!!

— Da mesma forma, Deus não julga o homem levando em consideração apenas o que de bom ou mal ele fez. Pelo contrário, a Bíblia diz que Deus olha para o coração do homem e Vê se ele crê em seu Filho Unigênito. Só aceitar Jesus como o seu Salvador poderá conduzir sua alma ao céu.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

JULGAMENTO INJUSTO

Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus.


João 3.17-18

Alguém certa vez me disse: Se eu for para o inferno Deus será injusto comigo.

Curioso, com essa afirmação respondi: por quê?

— Eu já fiz tanta coisa boa nesse mundo. Já ajudei tanta gente. Se Deus me condenar ao inferno ele seria muito injusto.

— As coisas não funcionam assim! Deus é um bom Juiz e, um bom juiz não condena ou absolve um réu baseado nessa lógica.

— Não?!! - Respondeu admirado o homem. E qual é a lógica de Deus?

— Imagine se um homem matasse alguém e o bandido fosse preso e levado a julgamento. Ao chegar diante do juiz, falasse: "Senhor juiz, eu realmente cometi esse crime, mas, gostaria de mostrar aqui que eu também já fiz muitas coisas boas". E passasse a narrar fatos e apresentar testemunhas que comprovassem que realizou boas ações. Ao final do julgamento, dissesse: "gostaria que o senhor me absolvesse em razão das muitas coisas boas que já fiz." Em sua opinião, meu amigo, o juiz seria justo ou injusto se absolvesse o assassino?

— Totalmente injusto!!

— Da mesma forma, Deus não julga o homem levando em consideração apenas o que de bom ou mal ele fez. Pelo contrário, a Bíblia diz que Deus olha para o coração do homem e Vê se ele crê em seu Filho Unigênito. Só aceitar Jesus como o seu Salvador poderá conduzir sua alma ao céu.

terça-feira, 12 de maio de 2015

JULGAMENTOS EQUIVOCADOS


"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei" 

Mateus 11:28

Um famoso explorador inglês foi convidado para falar de suas aventuras na selva africana. "Vocês podem imaginar", disse ele, "pessoas muito primitivas que amam comer o embrião de certos pássaros, e fatias da barriga de certos animais? Pessoas que moem aquilo tudo formando uma pasta, passam tudo no fogo, e, então, juntam toda aquela bagunça lambuzada e gordurenta a um fluído mamário extraído de certos outros animais?" Quando os alunos se mostraram surpresos com tanto barbarismo, o explorador acrescentou suavemente: "O que eu acabei de descrever para vocês, é claro, é um café da manhã composto de bacon, ovos mexidos e torrada amanteigada."

Muitas vezes nós julgamos, também, com certo desdém, as pessoas que parecem ter costumes diferentes dos nossos. Nem percebemos que, o que achamos estranho nelas, é o que mais fazemos constantemente.

Não nos aproximamos e nem nos interessamos por aqueles que, por exemplo, têm uma religião diferente da nossa. Achamos seu culto impróprio, sua maneira de agir inconveniente, sua indiferença absurda. Não são como nós, que vamos todas as semanas à igreja, que ouvimos nossas músicas de louvor, que oramos antes das refeições e de dormir, que usamos camisetas com versículos bíblicos, que carregamos a Bíblia debaixo do braço. Não são espirituais como nós!

Mas, será que nossa religião é, verdadeiramente, a que agrada ao Senhor? Será que nós, mesmo indo à igreja e fazendo tudo que descrevo acima, não somos igualmente indiferentes à vontade do Pai? Não somos, talvez, menos religiosos e mais hipócritas que eles?

O apóstolo Paulo era diferente dos cristãos, perseguia-os e os levava cativos. Porém, era um escolhido do Senhor! O Senhor tinha planos para ele e, após ser alcançado pelo amor do Senhor Jesus, tornou-se um grande servo de Deus e um dos maiores missionários que o Cristianismo já conheceu. E os nossos amigos? Aqueles que julgamos não valer a pena investir? Não serão, porventura, escolhidos de Deus para grandes obras? Não seria importante continuarmos investindo neles?

Jesus disse que todos deviam ir a Ele. Não cabe a nós ajudá-los nesse encontro?

Paulo Barbosa

quarta-feira, 6 de maio de 2015

JULGAMENTO FALÍVEL

Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida com que tiverdes medido vos medirão também. 

Mat. 7:1 e 2.

A Bíblia Viva traduz a primeira parte desse texto da seguinte maneira: "Não critiquem, e assim vocês não serão criticados!" Em geral isso pode ser verdade, mas há exceções. Algumas pessoas que nunca condescendem com a crítica aos outros, são criticadas pelos outros assim mesmo. A Bíblia na Linguagem de Hoje diz: "Não julguem os outros para não serem julgados por Deus". Isso está mais próximo da verdade, mas acho que a Edição Revista e Atualizada tem o melhor texto.

Um dos casos mais incríveis de julgamento errado de que já ouvi falar, foi feito por Honoré de Balzac, o prolífico romancista francês. Além de escrever romances, ele se considerava um perito em grafologia - o estudo (não, não é ciência) de textos escritos à mão para determinar o caráter e a personalidade de uma pessoa.

Certo dia, uma senhora levou ao grande escritor um caderno que continha uns rabiscos infantis. Pediu que ele os analisasse. Depois de esquadrinhar cuidadosamente o texto, o culto homem concluiu que a criança era mentalmente retardada; mas ele quis ser diplomático e perguntou: "A senhora é a mãe da criança?"

- Não, eu não tenho laço nenhum de parentesco com ele - respondeu a senhora.

- Ótimo.

A testa de Balzac enrugou-se. Ele perguntava a si mesmo: "Como posso ser bondoso e ainda assim contar a verdade?" A franqueza venceu.

- A escrita dessa criança dá todos os indícios de imbecilidade. Temo que o menino nunca se torne grande coisa na vida, se é que vai ser alguém.

- Mas, senhor - protestou a mulher - esses rabiscos são seus. O senhor não reconhece a letra? Esse caderno foi seu, quando frequentava a escola de Vendôme.

Balzac evidentemente não conseguiu reconhecer a própria letra! 

Tenho visto grafólogos fazerem fascinantes e espertas "adivinhações" - e acertarem. Mas também já tive oportunidade de ver erros deles. Os julgamentos humanos são falíveis e isso é especialmente verdade no que se refere aos motivos. Só Deus pode ler o coração; você e eu não podemos (ver I Sam. 16:7). Não é surpreendente, portanto, que condenemos a nós mesmos quando julgamos os outros em questões nas quais não somos competentes.

sexta-feira, 4 de março de 2011

JULGAMENTO FALÍVEL

Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida com que tiverdes medido vos medirão também. 

Mat. 7:1 e 2.

A Bíblia Viva traduz a primeira parte desse texto da seguinte maneira: "Não critiquem, e assim vocês não serão criticados!" Em geral isso pode ser verdade, mas há exceções. Algumas pessoas que nunca condescendem com a crítica aos outros, são criticadas pelos outros assim mesmo. A Bíblia na Linguagem de Hoje diz: "Não julguem os outros para não serem julgados por Deus". Isso está mais próximo da verdade, mas acho que a Edição Revista e Atualizada tem o melhor texto.

Um dos casos mais incríveis de julgamento errado de que já ouvi falar, foi feito por Honoré de Balzac, o prolífico romancista francês. Além de escrever romances, ele se considerava um perito em grafologia - o estudo (não, não é ciência) de textos escritos à mão para determinar o caráter e a personalidade de uma pessoa.

Certo dia, uma senhora levou ao grande escritor um caderno que continha uns rabiscos infantis. Pediu que ele os analisasse. Depois de esquadrinhar cuidadosamente o texto, o culto homem concluiu que a criança era mentalmente retardada; mas ele quis ser diplomático e perguntou: "A senhora é a mãe da criança?"

- Não, eu não tenho laço nenhum de parentesco com ele - respondeu a senhora.

- Ótimo.

A testa de Balzac enrugou-se. Ele perguntava a si mesmo: "Como posso ser bondoso e ainda assim contar a verdade?" A franqueza venceu.

- A escrita dessa criança dá todos os indícios de imbecilidade. Temo que o menino nunca se torne grande coisa na vida, se é que vai ser alguém.

- Mas, senhor - protestou a mulher - esses rabiscos são seus. O senhor não reconhece a letra? Esse caderno foi seu, quando frequentava a escola de Vendôme.

Balzac evidentemente não conseguiu reconhecer a própria letra! 

Tenho visto grafólogos fazerem fascinantes e espertas "adivinhações" - e acertarem. Mas também já tive oportunidade de ver erros deles. Os julgamentos humanos são falíveis e isso é especialmente verdade no que se refere aos motivos. Só Deus pode ler o coração; você e eu não podemos (ver I Sam. 16:7). Não é surpreendente, portanto, que condenemos a nós mesmos quando julgamos os outros em questões nas quais não somos competentes.

domingo, 29 de agosto de 2010

JULGAMENTO DE JESUS



E deliberam prender Jesus, à traição e matá-lo.


Mateus 26. 4



A morte de Jesus talvez esteja entre os assuntos mais comentados na Bíblia, pois todos os assuntos acabam se reportando para sacrifício e sangue. Tudo se encaminha para a morte redentora do Filho de Deus, e assim é assunto e sempre o julgamento do nosso Senhor. Mas humanamente sabemos que foi uma covardia o que aconteceu até sua morte.

Os judeus, considerados zelosos pela lei de Moisés e pela ordem social, forjaram provas e testemunhas contra Jesus e, apoiados pelos senadores e pelos césares Jesus foi preso e crucificado.

Um fato importante a se considerar está justamente no fato de que Jesus foi traído pelo menos duas vezes: Pelos judeus e por Judas. Eles decidiram prendê-lo traicoeiramente e em seguida julgá-lo e em seguida crucifica numa cruz junto com ladrões. Mas apesar de tanta humilhação os cravos não foram suficientes para segurá-lo na cruz, depois de três dias as rochas foi fendida, a terra tremeu por causa da descida do anjo e o impensável para os mortais aconteceu: Jesus ressuscitou. É o que estamos hoje, mais uma vez, falando e não iremos para até que um dia o veremos entre nuvens.