sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021
JULGAMENTO INCORRETO
quarta-feira, 11 de julho de 2018
SUA DOR NÃO É DESCULPA
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
RÉU
Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo.
Mateus 5:21
A gente precisa compreender que todo homem é réu de um julgamento futuro. No entanto, precisamos entender que Deus não é como nós. Ele não é falho, não erra nem é influenciado pela emoção. O Pai tudo vê, tudo sabe, e compreende os motivos e as intenções do coração. Portanto seu julgamento é justo e Ele jamais inocenta o culpado.
Fandermiler Freitas
sábado, 21 de maio de 2016
JULGAMENTO INJUSTO
Alguém certa vez me disse: Se eu for para o inferno Deus será injusto comigo.
— As coisas não funcionam assim! Deus é um bom Juiz e, um bom juiz não condena ou absolve um réu baseado nessa lógica.
— Não?!! - Respondeu admirado o homem. E qual é a lógica de Deus?
— Imagine se um homem matasse alguém e o bandido fosse preso e levado a julgamento. Ao chegar diante do juiz, falasse: "Senhor juiz, eu realmente cometi esse crime, mas, gostaria de mostrar aqui que eu também já fiz muitas coisas boas". E passasse a narrar fatos e apresentar testemunhas que comprovassem que realizou boas ações. Ao final do julgamento, dissesse: "gostaria que o senhor me absolvesse em razão das muitas coisas boas que já fiz." Em sua opinião, meu amigo, o juiz seria justo ou injusto se absolvesse o assassino?
— Totalmente injusto!!
— Da mesma forma, Deus não julga o homem levando em consideração apenas o que de bom ou mal ele fez. Pelo contrário, a Bíblia diz que Deus olha para o coração do homem e Vê se ele crê em seu Filho Unigênito. Só aceitar Jesus como o seu Salvador poderá conduzir sua alma ao céu.
quarta-feira, 10 de junho de 2015
JULGAMENTO INJUSTO
Alguém certa vez me disse: Se eu for para o inferno Deus será injusto comigo.
— As coisas não funcionam assim! Deus é um bom Juiz e, um bom juiz não condena ou absolve um réu baseado nessa lógica.
— Não?!! - Respondeu admirado o homem. E qual é a lógica de Deus?
— Imagine se um homem matasse alguém e o bandido fosse preso e levado a julgamento. Ao chegar diante do juiz, falasse: "Senhor juiz, eu realmente cometi esse crime, mas, gostaria de mostrar aqui que eu também já fiz muitas coisas boas". E passasse a narrar fatos e apresentar testemunhas que comprovassem que realizou boas ações. Ao final do julgamento, dissesse: "gostaria que o senhor me absolvesse em razão das muitas coisas boas que já fiz." Em sua opinião, meu amigo, o juiz seria justo ou injusto se absolvesse o assassino?
— Totalmente injusto!!
— Da mesma forma, Deus não julga o homem levando em consideração apenas o que de bom ou mal ele fez. Pelo contrário, a Bíblia diz que Deus olha para o coração do homem e Vê se ele crê em seu Filho Unigênito. Só aceitar Jesus como o seu Salvador poderá conduzir sua alma ao céu.
terça-feira, 12 de maio de 2015
JULGAMENTOS EQUIVOCADOS
quarta-feira, 6 de maio de 2015
JULGAMENTO FALÍVEL
Um dos casos mais incríveis de julgamento errado de que já ouvi falar, foi feito por Honoré de Balzac, o prolífico romancista francês. Além de escrever romances, ele se considerava um perito em grafologia - o estudo (não, não é ciência) de textos escritos à mão para determinar o caráter e a personalidade de uma pessoa.
Certo dia, uma senhora levou ao grande escritor um caderno que continha uns rabiscos infantis. Pediu que ele os analisasse. Depois de esquadrinhar cuidadosamente o texto, o culto homem concluiu que a criança era mentalmente retardada; mas ele quis ser diplomático e perguntou: "A senhora é a mãe da criança?"
- Não, eu não tenho laço nenhum de parentesco com ele - respondeu a senhora.
- Ótimo.
A testa de Balzac enrugou-se. Ele perguntava a si mesmo: "Como posso ser bondoso e ainda assim contar a verdade?" A franqueza venceu.
- A escrita dessa criança dá todos os indícios de imbecilidade. Temo que o menino nunca se torne grande coisa na vida, se é que vai ser alguém.
- Mas, senhor - protestou a mulher - esses rabiscos são seus. O senhor não reconhece a letra? Esse caderno foi seu, quando frequentava a escola de Vendôme.
Balzac evidentemente não conseguiu reconhecer a própria letra!
Tenho visto grafólogos fazerem fascinantes e espertas "adivinhações" - e acertarem. Mas também já tive oportunidade de ver erros deles. Os julgamentos humanos são falíveis e isso é especialmente verdade no que se refere aos motivos. Só Deus pode ler o coração; você e eu não podemos (ver I Sam. 16:7). Não é surpreendente, portanto, que condenemos a nós mesmos quando julgamos os outros em questões nas quais não somos competentes.
sexta-feira, 4 de março de 2011
JULGAMENTO FALÍVEL
Um dos casos mais incríveis de julgamento errado de que já ouvi falar, foi feito por Honoré de Balzac, o prolífico romancista francês. Além de escrever romances, ele se considerava um perito em grafologia - o estudo (não, não é ciência) de textos escritos à mão para determinar o caráter e a personalidade de uma pessoa.
Certo dia, uma senhora levou ao grande escritor um caderno que continha uns rabiscos infantis. Pediu que ele os analisasse. Depois de esquadrinhar cuidadosamente o texto, o culto homem concluiu que a criança era mentalmente retardada; mas ele quis ser diplomático e perguntou: "A senhora é a mãe da criança?"
- Não, eu não tenho laço nenhum de parentesco com ele - respondeu a senhora.
- Ótimo.
A testa de Balzac enrugou-se. Ele perguntava a si mesmo: "Como posso ser bondoso e ainda assim contar a verdade?" A franqueza venceu.
- A escrita dessa criança dá todos os indícios de imbecilidade. Temo que o menino nunca se torne grande coisa na vida, se é que vai ser alguém.
- Mas, senhor - protestou a mulher - esses rabiscos são seus. O senhor não reconhece a letra? Esse caderno foi seu, quando frequentava a escola de Vendôme.
Balzac evidentemente não conseguiu reconhecer a própria letra!
Tenho visto grafólogos fazerem fascinantes e espertas "adivinhações" - e acertarem. Mas também já tive oportunidade de ver erros deles. Os julgamentos humanos são falíveis e isso é especialmente verdade no que se refere aos motivos. Só Deus pode ler o coração; você e eu não podemos (ver I Sam. 16:7). Não é surpreendente, portanto, que condenemos a nós mesmos quando julgamos os outros em questões nas quais não somos competentes.
domingo, 29 de agosto de 2010
JULGAMENTO DE JESUS
E deliberam prender Jesus, à traição e matá-lo.
Mateus 26. 4
A morte de Jesus talvez esteja entre os assuntos mais comentados na Bíblia, pois todos os assuntos acabam se reportando para sacrifício e sangue. Tudo se encaminha para a morte redentora do Filho de Deus, e assim é assunto e sempre o julgamento do nosso Senhor. Mas humanamente sabemos que foi uma covardia o que aconteceu até sua morte.
Os judeus, considerados zelosos pela lei de Moisés e pela ordem social, forjaram provas e testemunhas contra Jesus e, apoiados pelos senadores e pelos césares Jesus foi preso e crucificado.
Um fato importante a se considerar está justamente no fato de que Jesus foi traído pelo menos duas vezes: Pelos judeus e por Judas. Eles decidiram prendê-lo traicoeiramente e em seguida julgá-lo e em seguida crucifica numa cruz junto com ladrões. Mas apesar de tanta humilhação os cravos não foram suficientes para segurá-lo na cruz, depois de três dias as rochas foi fendida, a terra tremeu por causa da descida do anjo e o impensável para os mortais aconteceu: Jesus ressuscitou. É o que estamos hoje, mais uma vez, falando e não iremos para até que um dia o veremos entre nuvens.







