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sábado, 22 de maio de 2021

BEM-AVENTURADO OS MISERICORDIOSOS

Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia.

Mateus 5:7

Zélia Walters conta a história de um homem desempregado, por nome Donley, que se viu forçado a mendigar. Certa noite, uma bondosa senhora lhe deu um dólar, dizendo:

- Aí está, compre alimento; e não se desanime ainda quão difíceis as coisas pareçam. Há para o senhor, algures, um trabalho. Espero que o encontre em breve.

- Obrigado, a senhora me deu um novo impulso e um novo coração. Jamais esquecerei sua bondade.

Aquelas palavras o fizeram sentir-se como um homem, não um fracassado.

- O senhor estará se nutrindo do pão de Cristo; passe-o adiante - disse ela.

Donley gastou meio dólar num restaurante barato, e resolveu guardar o outro para o dia seguinte. Mas ao pensar no "pão de Cristo", não podia reservar o dinheiro só para si; e assim o repartiu com um velho camarada que estava com fome. Durante a refeição, Donley observou que o velho estava embrulhando um pedaço do pão num guardanapo de papel.

- Guardando alguma coisa para amanhã, hein?

- Oh, não! E que há um menino lá em baixo, na rua, que tem passado maus bocados, e eu o vi chorando com fome. Quero dar-lhe o pão.

Um terceiro faminto partilharia o pão de Cristo. Ambos levaram o alimento para o menino faminto, que começou a comê-lo avidamente. Logo o garoto parou de comer e chamou um cão perdido e assustado:

- Vem cá, amigo, vou te dar a metade.

A seguir, tomou a atitude de um novo rapaz. Pôs-se de pé, e começou a vender seus jornais com renovado vigor.

Após uma palavra de animação ao velho, Donley voltou-se e viu o cão perdido a farejar-lhe a perna. Acariciou-o e encontrou em torno de seu pescoço uma coleira em que se achava o nome do dono. Ao ir entregar o cão a esse dono, foram-lhe dados em recompensa dez dólares. Donley olhou para a nota, meio aturdido.

- Não desejava receber isto. Queria simplesmente devolver o cão a seu dono.

- Leve-a. O que o senhor fez vale mais do que isto para mim; e, ao que parece, o senhor precisa de um emprego, não é? Venha amanhã ao meu escritório.

Uma pessoa nunca perde ao repartir seu pão com um faminto.

Fonte: Coletânea de Ilustrações Homilética

terça-feira, 8 de setembro de 2020

TENDE BOM ÂNIMO

Logo a seguir, compeliu Jesus os discípulos a embarcar e passar adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia as multidões.


MT 14.22

Por que algumas vezes na vida, temos a impressão de que, mesmo obedecendo a Jesus e seguindo sua vontade, estamos sós em meio a luta? Já aconteceu com você?

Com os discípulos já! Jesus os compeliu (os obrigou, forçou, constrangeu) a deixarem-no na praia. Ele despedia as multidões enquanto os discípulos entrando no barco seguiam para a outra margem do mar da Galileia.

Quando a tarde caiu e a noite começou a lançar seu manto negro sobre a terra, os discípulos, no barco, lutavam contra as ondas e o vento forte que açoitava o barco. Jesus, sobre o monte, orava ao Pai.

Depois das 3 horas da madrugada, A tempestade agigantara-se e os discípulos, cansados e desanimados, estavam a ponto de desistirem. Quando a gente enfrenta este tipo de tempestade o coração deixa-se abater e o diabo vem ao nosso encontro dizendo: "Ei! Você seguiu rigorosamente a voz de Jesus e olhe aonde foi parar. É isso o que ele prometeu?" 

Talvez eu fale com alguém assim, desanimado, cansado, angustiado, desapontado. A obediência a voz de Deus te levou para o meio de uma tempestade. Eu não sei por quê. Mas uma coisa é certa, se foi o Mestre que te conduziu até aí, Ele virá ao teu encontro como aconteceu com os discípulos, por isso, por enquanto, esqueça o vento, não olhe demais para as ondas nem dê ouvido ao inimigo, ouça só a voz de Deus que te diz: Tende bom ânimo! Sou eu. Não temais!

Fandermiler Freitas

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

ÂNIMO E CORAGEM

Há muito tempo, Napoleão Bonaparte lançou na prisão um jovem da nobreza, acusado de conspirar contra o governo. Esse pobre homem acostumara-se à vida em liberdade, pois fora criado na abastança. Sua vida de estreito confinamento numa cela pequena, sem amigos, sem livros para ler, era por demais solitária. Apenas duas horas por dia lhe era permitido ficar fora, num pátio ladrilhado, onde gozava do ar puro e da luz do Sol.

Como os dias passassem lentos, ele se distraía fazendo, de pedacinhos de madeira, pequenos navios, e rabiscando frases na parede. Entre estas liam-se coisas muito tristes. Num lado da parede escreveu, em letras garrafais: "Todas as coisas vêm por acaso."

Um dia, quando andava para cá e para lá, no pequeno pátio, notou uma plantinha a brotar no interstício das pedras. Na falta de outra coisa para afastar o tédio, abaixou-se e se pôs a examinar a plantinha. No dia seguinte fez a mesma coisa, e lhe pareceu que a planta, crescera um pouco. Dia a dia renovava a visita à planta, que se tornou como um amigo. E ficou a cismar: Teria essa planta também vindo por acaso?

Abaixo das palavras "todas as coisas vêm por acaso", escreveu a palavra "talvez". Após alguns dias, a planta desabrochou uma flor, de linda cor branca e púrpura, com um friso prateado. Como o prisioneiro se alegrou! A bela florzinha parecia trazer-lhe uma mensagem. Como que lhe dizia que coisa alguma acontece por acaso, que o grande Deus tem um propósito em tudo que acontece. Isto o reanimou, e reviveu a fé em Deus.

A influência da florzinha continuou: Chegou aos ouvidos da imperatriz a história do interesse do prisioneiro na flor, e ela se comoveu e persuadiu Napoleão a dar liberdade ao preso.

Ao deixar a prisão, levou consigo a plantinha e a plantou em seu jardim, a fim de que lhe fosse um perpétua lembrança da solicitude de Deus.

Essa bela história lembra outra: O grande explorador Mango Park foi um dia assaltado e roubado por selvagens, no coração da África, a 800 quilômetros da mais próxima colônia européia. Sem roupa nem alimento, pensava em deitar-se ali no deserto e esperar a morte, quando notou uma pequenina flor junto do lugar em que estava sentado.

Ao baixar-se para examiná-la, veio-lhe o pensamento de que, por certo, Aquele que criara aquela flor no deserto não ficaria indiferente a uma criatura feita à Sua própria imagem. A ideia inspirou-lhe novo ânimo, e resolveu prosseguir até que achou socorro. Assim, a pequenina flor foi instrumento em lhe transmitir ânimo e salvar-lhe a vida

domingo, 19 de outubro de 2014

NÃO TEMAS

"O desânimo é o anestésico que o diabo vos dá antes de vos tirar o coração." "Desalento é pecado."

Dizia João Wesley que aborrecia tanto o desanimar-se quanto praguejar ou jurar. Um cristão nunca devia desalentar-se.

Um rapazinho viu num jornal o anúncio "Precisa-se de um rapaz". Precisava daquele trabalho. Às 8 horas da manhã seguinte, lá estava ele na loja. Encontrou, porém, vinte outros rapazes na fila diante da porta. Desanimou-se?

Voltou para casa queixando-se: "Que oportunidade tem hoje um rapaz? Vinte para um emprego!? Não, aquele jovenzinho, não! Coisa alguma lhe podia extinguir a chama no coração. Que fez ele? Escreveu apressadamente um bilhete; correu depressa até à frente, e passou-o ao secretário, dizendo:

-  Quer ter a bondade de entregá-lo ao Chefe imediatamente? É muito importante que ele receba esta mensagem quanto antes."

Seu entusiasmo foi comunicativo. O secretário foi ter com o chefe, e disse:
- Há lá fora um rapazinho que diz ser muito importante que o senhor leia isto imediatamente.

Ele recebeu o bilhete, abriu-o e ali viu na caligrafia de um menino, estas palavras: "Sou o vigésimo garoto da fila. Não tome nenhuma decisão enquanto não me vir."

O chefe sorriu, releu, e levantou-se depois, dizendo:
- Gostarei de ver um rapaz assim. Não se desanimou com vinte outros em sua frente. Tem iniciativa.

Foi à porta da frente e começou a contar até vinte e um. E o número vinte e um obteve o emprego!

MIL ILUSTRAÇÕES

quarta-feira, 29 de abril de 2009

NÃO DESANIME!


Por isso não desanimamos; pelo contrário,...

II Coríntios 4. 16


Desanimado, quem nunca se sentiu assim? Há dias que esse sentimento chega com mais força, e torna as manhãs difíceis e sem brilho. O desânimo é quase sempre uma conseqüência negativa de ações que realizamos ou deixamos de realizar, é também, provocado por falta de perspectivas, oportunidades e sonhos interrompidos.

É inevitável, não há como escaparmos dele. O desânimo um dia virá. Entretanto, poderá ser breve ou durar minutos, mas quando sentido, torna-se uma eternidade. Então como fugir dele? Será que há uma fórmula pronta e acabada para espantá-lo? As respostas são difíceis de encontrar, mas tentaremos achar algumas.

Em primeiro lugar, é preciso analisar que não temos razões reais para o desânimo, pois ele só age, quando damos lugar, e não temos motivos para isso, uma vez que, muitos, e eu falamos de centenas de milhões, são desprovidas de vários bens e até da liberdade. Razões para irmos avante, existem, é só olharmos a situação de muitos ao nosso redor.

Muitas vezes reclamamos de quase tudo, como se apenas isso fosse suficiente, e não é. Nós podemos modificar o entorno, um simples gesto pode tornar seu dia melhor e sem dúvida, transformar o de muitos.

Quando olho para a Bíblia, noto que muitos homens e mulheres poderiam desanimar ante os desafios impostos em seu viver, contudo estes encontravam forças para continuar. Certa vez, um homem chamado Paulo, pediu várias vezes para que o Senhor o livrasse de uma situação incômoda, mas a resposta do Senhor foi: “A minha graça te basta”. Uma resposta curta e, aparentemente lacônica.

Muitos homens e mulheres poderiam desistir de fazer o trabalho mandado por Deus, entretanto, os revezes nas suas vidas só aumentaram os motivos de continuar nos seus ministérios e com o trabalho. Não sei o que se passa pela sua vida para causar tanto desânimo, mas eu sei de uma coisa, “Com Cristo no barco tudo vai muito bem”.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

DIAS MELHORES VIRÃO


Homem de ânimo dobre...
Tiago 1. 8


Algumas vezes já ouvi alguém falar a seguinte frase: “O ser humano é uma máquina.” Concordo em parte, apesar de não termos nenhuma parte constituída de ferro ou outro elemento de composição resistente, somos ao mesmo tempo fortes e fracos. Fortes para enfrentar os desafios da vida e as circunstâncias que julgamos dolorosas, e fracas quando pensamos que seres microscópios podem nos tirar a vida.

Em determinados momentos de nossa vida, passamos por certas situações desoladoras e que causam um sentimento de desanimo, a desesperança cresce, e nos toma conta, ao ponto de desistirmos de viver. O desânimo é natural do ser humano, há dias que pensamos que nada mais dará certo. Mas aí vem o dia seguinte, e com ele, o brilho do sol trazendo raios de esperança.

A esperança deve ser um dos remédios na cura do desânimo. Ela nos faz enxergar o que está aparentemente oculto, nos move a crescer, nos incita a criar, e nos faz ver que vale a pena viver. Dias melhores certamente virão, não é um clichê, mas uma maneira de menos pesada de ver as coisas, especialmente nos dias em que vivemos.

Em meio ao caos social que hora vivemos, resta-nos pensar no futuro. Embora incerto, faz-se necessário lembrar que todos chegaremos envelheceremos um dia, e isso não tem nada de novidade, mas como será quando tivermos 67 anos? Você terá esse mesmo animo para realizar as tarefas que hoje faz? Certamente não.

Nessa idade nos restam apenas as dores de um corpo que sofreu com o desgaste que os anos trouxeram. Mas restará um motivo para manter o animo: A esperança de ir para o lar celestial, um lugar especial onde cada detalhe foi preparado para você!

Talvez a certeza de que ficaremos velhos não é um motivo para mantermos o ânimo, não é mesmo? Mas a convicção de um descanso eterno, nos enche de esperanças.