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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

LIMPA POR DENTRO

Uma jovem crente casou-se com um rapaz não-crente. Ele era mecânico de uma firma automobilística. A fim de ajudar o marido, ofereceu-lhe um Novo Testamento muito lindo. Mas quanto à igreja e a religião, o rapaz era completamente indiferente. 

Entretanto, para agradar a esposa, ele levava todos os dias o livrinho para a oficina. Um dia, durante o descanso do almoço, resolveu abrir o Novo Testamento e ler algumas coisas. Gostou. Cada dia lia um pouco naquele mesmo horário. Certo dia a esposa veio ao seu local de trabalho e encontrou o livrinho sujo de graxa. Ele estava envergonhado, pois se tratava de um presente e ele não soube conservá-lo. Ao que a esposa declarou: 

– Querido, enquanto o Novo Testamento vai ficando sujo, sua vida vai ficando limpa e é isso que importa para mim!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

PERGAMINHOS

Logo depois da Segunda Grande Guerra, humilde pastor conduzia seu rebanho nas proximidades do Mar Morto. Violenta tempestade fez com que entrasse numa caverna desconhecida, onde encontrou vasos de barros com alguns rolos dentro. Pelo chão, pedaços de vasos quebrados e rolos desfeitos. Levou alguns pedaços à cidade para estudo dos entendidos. Com auxílio da química, foi possível examinar a parte interior dos rolos. E, cousa admirável, verificou-se que eram cópias dos textos de Isaías e de Habacuque. Velhos de dois mil anos, aqueles rolos haviam sido escondidos ali antes do nascimento de Cristo. Era mais uma ponte que se estendia entre a igreja do Antigo Testamento e a do Novo Testamento.

(Extraído de VASSÃO, Amantino Adorno. Esteiras de Luz. Rio de Janeiro: Juerp, 1971)


terça-feira, 12 de julho de 2011

SALVO PELA BÍBLIA

Moço crente, convocado para defender a Pátria nos campos de batalha, lá se foi ele, deixando um vazio na sua união de jovens.



A guerra era dura. As saudades de casa, da igreja, dos amigos eram tremendas. Estava sempre com Deus, pela oração e pela constante leitura do Novo Testamento e dos Salmos. Na hora da batalha, guardou o precioso volume no bolso da túnica.



No crepitar do tiroteio, sentiu no peito o impacto violento da bala inimiga. Mas, milagre! não estava ferido... A bala se chocara com o volume sagrado e nem atingira sua pele.



Mais uma razão para amar a Palavra de Deus.



(Extraído de VASSÃO, Amantino Adorno. Esteiras de Luz. Rio de Janeiro: Juerp, 1971.)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

CARTA DE DEUS

Deus é um Pai de amor que ama a cada filho de forma infinita e maravilhosa. Ele disse que o amor dele não tem altura, largura nem profundidade é mais vasto que a terra. E para provar o quanto nos ama enviou seu Filho amado, Jesus, para sofrer e morrer numa cruz, com o propósito único de nos salvar de uma condenação eterna a que todo homem sem Deus está destinado.

A Bíblia é a certa de Deus ao homem, nela encontramos tudo o que o Pai tem a dizer ao homem. Ele declara o seu amor, sua bondade, coisas do futuro, fala do coração e do íntimo do homem e lhe ensina como viver neste mundo.

Leia a carta de Deus para você. Tire um tempo para meditar em sua Palavras. Deus quer falar com você.

O vídeo a seguir é um lindo texto todo baseado na Bíblia e é um pouco do que Deus tem a dizer a cada homem.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

A História de uma Bíblia


Na China, durante os anos da Revolução Cultural, uma cristã, Lan Xin, da província de Líaoning, fez muitos esforços para preservar o seu exemplar da Bíblia. Veja seu emocionante relato, extraído da revista cristã mensal "Tiang Feng".

Shenyang, China - "Hoje tenho diversas Bíblias na minha prateleira. É uma maravilha ter tanta escolha, a ponto de, por vezes, não saber qual delas escolher. Mas há um exemplar da Bíblia, muito antigo e gasto, até com folhas caindo, do qual jamais vou me separar. Todas as vezes que meus olhos o vêem, lembro-me da sua história e daqueles anos terríveis...

Há muitos anos, houve um movimento de renovação nacional, surgido com o propósito de varrer e eliminar ‘demônios e maus espíritos’, destruir a ‘antiga cultura’ e estabelecer uma ‘nova cultura’. Mas, de acordo com as definições daqueles que participavam desse movimento, a Bíblia fazia parte da antiga cultura e precisava ser destruída. Além disso, alguns cristãos sofriam toda espécie de perseguição e, nos encontros públicos, eram ‘combatidos’, o que significava que eram denunciados e sofriam oposição. Parte da perseguição era confiscar e queimar as coleções de hinos, literatura devocional e as Bíblias dos cristãos. Quem não quisesse ter sua Bíblia queimada precisava escondê-la ou enterrá-la.

Um dia, na primavera de 1967, vi um grupo de pessoas irem à casa de um crente e vasculhá-la em busca de Bíblias. Finalmente, não tendo encontrado nenhuma, começaram a examinar o assoalho. Um dos homens começou a escavar exatamente no local onde eu sabia que as Bíblias haviam sido enterradas. Fiquei tão preocupada, que mordi meu lábio inferior até sangrar. Mas mantive-me em oração, pedindo a Deus proteção e paz para aquela família. Aquele incidente despertou medo na comunidade, e algumas pessoas decidiram que era mais seguro enterrar suas Bíblias secretamente. Eu era apenas adolescente, mas via pessoas adultas, que realmente amavam a Deus, sentindo-se ameaçadas a ponto de fazer uma coisa tão estranha como aquela.

Minha mãe, no entanto, pensava diferente. Para ela, a Bíblia era mais importante que ouro, prata ou qualquer riqueza, até mesmo mais preciosa que a vida. Ela era incapaz de queimar sua Bíblia. Entre os fatos de minha infância que ficaram gravados em minha memória, estão à lembrança de minha mãe ao chegar do trabalho todos os dias. Quando tinha algum tempo livre, pegava sua Bíblia e começava a ler. Ela lia até tarde da noite. E, quando eu acordava no dia seguinte, ela já estava lá sentada, lendo sua Bíblia novamente. Essa rotina causou em mim profunda impressão e curiosidade a respeito do conteúdo desse livro. Quando aprendi a ler, senti pessoalmente a doçura da Bíblia e me deliciei com o seu conteúdo.

Na época em que as Bíblias estavam sendo queimadas, tentamos esconder nossos exemplares em casa. Escondíamos nossas Bíblias debaixo do fogão. Era um tempo de grande ansiedade. Um crente foi acusado publicamente e pressionado para dar o nome da nossa família. O chefe da organização em que trabalhávamos nos chamou ao seu escritório repetidas vezes para lhe darmos explicações. A nossa situação tornou-se perigosa e estávamos sentindo medo. Se queimássemos os livros, o problema desapareceria. Mas não pensávamos fazer isso. Decidimos orar e pedir orientação ao Senhor Jesus. Resolvemos enterrar as Bíblias num canteiro do jardim de nossa casa. Embrulhamos cada Bíblia cuidadosamente em plástico e as colocamos sob as raízes das plantas, recolocando a terra de modo que nada parecesse alterado. Pensávamos que teríamos paz.

Certa noite, o Comitê do Bairro, repentinamente, convocou uma reunião em que todos deveriam comparecer. Foram feitas graves acusações contra os crentes. “Todas as coisas reacionárias precisam ser combatidas, do contrário não conseguiremos eliminá-las”, disse o líder. Todas as pessoas presentes que forem crentes devem dar espontaneamente seus nomes, do contrário faremos com que confessem à força...

Quando voltamos daquela reunião, pude notar que mamãe estava preocupada. É melhor encontrar um local mais seguro para aquelas Bíblias, longe da nossa casa, disse ela. Na noite seguinte, bem tarde, assegurando-me de que não estava sendo observada por ninguém, desenterrei as Bíblias, coloquei-as num saco e saí pela noite levando comigo uma pá e o saco nos ombros, como se fora um ladrão.

Em que local esconde-las? À medida que ia andando, pedia a Deus e sentia lágrimas escorrendo em meu rosto: Senhor! É da tua vontade que isso aconteça? O que devo fazer? Subitamente, vi um trem passando; eu havia chegado até a estrada de ferro. Resolvi enterrar as Bíblias ao lado dos trilhos, no meio do capim que ali havia. Escavei um buraco e enterrei o saco com as Bíblias. Marquei o local com um pedaço de tijolo. Fiquei ali parada até que um vento soprou-me no rosto. Estremeci. Parecia que estava acordando de um sonho. Voltei para casa e agradeci a Jesus a sua direção e proteção. Chegando à minha casa, contei para minha mãe o que tinha feito, e ela só repetia: Graças a Deus!

Anos mais tarde, o ambiente político mudou o suficiente para que se tornasse seguro ir desenterrar as Bíblias. Lembro-me de que isso ocorreu num mês de outubro. Estava frio quando fui desenterrar as Bíblias. Voltei logo para casa com a preciosa carga. Mamãe voltou a ler e estudar. Posteriormente, foram empreendidos esforços no sentido de que a Bíblia voltasse a ser publicada dentro da China. Eu fiquei muito feliz com essa notícia. Nossa família era constituída por quatro pessoas, e nossa renda mensal era de cem yuans (cerca de 15 Reais). Não tive dúvida em doar cem yuans durante a coleta para publicação da Bíblia na China.

Hoje, quando vou à livraria da igreja, vejo todos os tipos de versões da Bíblia e me emociono vendo as pessoas comprarem a sua versão preferida. Deus é verdadeiramente grande. Temos de guardar preciosamente a sua Palavra e devemos estudar e distribuir a Bíblia com mais entusiasmo do que nunca.”

Pr. Diogo Queiroz Fontes