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quinta-feira, 4 de junho de 2026

NO MEIO DAS BAGUNÇAS DA VIDA

Quando a vida torna-se sombria e tempestuosa, será que Deus se importa? A resposta, nos milagres poderosas do evangelho de João, é um “sim” em alto e bom som. Você acredita num Jesus, que não só tem poder, mas um amor apaixonado pelos fracos e machucados deste mundo? Você acha que ele se importa o suficiente para lhe encontrar nas solitárias salas de espera, nos centros de recuperação e nos abrigos desta vida?

Você e eu ansiamos por alguém que nos encontrará no meio das bagunças da vida. Se este for o seu desejo, olhe de perto as palavras de João e os milagres de Cristo e veja se não alcançam o seu alvo declarado: “Para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e, crendo, tenham vida em seu nome” (João 20:31). Lembre-se amigo, você nunca está só.

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “In the Midst of Life’s Messes”

sexta-feira, 27 de março de 2026

NÃO JULGANDO O TODO PELA PARTE

No mundo inteiro o homem possui crenças religiosas e seculares as mais diversas, sendo que algumas são aprovadas por Deus e outras reprovadas, conforme se vê pelo critério das Escrituras e conforme ensina a própria natureza.

Chamar, por exemplo, a um pedaço de pau ou de pedra, ou a qualquer criatura de Deus e adorar isto como se fosse o criador de tudo e de todos, não é porventura contrário à própria natureza da criatura racional que é inteligente o suficiente para saber que isto é impossível e portanto uma grande ofensa contra o único e grande Deus que é espírito, santo, justo e poderoso?

Como atribuir à criatura a perfeição do poder e do amor divinos, que tudo podem e que nunca falham?

Como considerar como sendo perfeitamente religioso a quem procede com violência para fazer valer as suas crenças? Há algo de divino nisto?

Será achada então a verdadeira religião em nossas crenças humanas e imperfeitas?

Não é necessário que a verdadeira religião seja proveniente da fonte em que é gerada, a saber no próprio Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo?

O verdadeiro crente então não será identificado pelo título de alguma instituição religiosa à qual pertença, ou pela simples afirmação verbal do que diz ser, senão pelo testemunho de uma vida realmente transformada pelo poder de Cristo em uma nova criatura coparticipante da natureza divina.

Quão improcedente portanto, é todo o debate e confronto de ideias religiosas e até mesmo seculares, da sociedade, quando o que se tem em vista é o conhecimento daquela verdade eterna encarnada na pessoa do próprio Cristo.

Portanto, quão insensato é tomar a parte pelo todo, considerando que o conjunto de igrejas, congregações, sociedades e denominações chamadas cristãs sejam o reflexo exato de uns poucos membros que caminhem de modo desordenado com a verdade do Evangelho que é perfeita e eterna, de da qual estes não são representantes em razão do mau testemunho de suas vidas.

Silvio Dutra

sábado, 1 de novembro de 2025

VALE A PENA?

"Sabedoria! Força! Riqueza! Se eu tão somente tivesse estas coisas poderia verdadeiramente viver." Assim pensam os homens mundanos. Essas coisas, porém, à parte de Deus não trazem nenhuma alegria nem felicidade duradouras.

Conta-se a história de um marinheiro que estava a bordo de um navio prestes a naufragar, carregado de ouro, nos tempos das conquistas espanholas. O comandante ordenara que todos os homens abandonassem o navio. Ao fazer ele a derradeira ronda para certificar-se de que ninguém seria deixado a bordo, encontrou um homem assentado sobre um barril de barras de ouro, e com outro aberto diante dele.

— Que está afinal fazendo aqui, homem? Não sabe que a embarcação está afundando? - gritou o capitão.

— Sim, senhor - respondeu o homem. Mas não me importo. Fui um homem pobre toda a minha vida, e pelo menos vou morrer rico. 

Mas o preço da concupiscência humana é alto, pois: "Que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" (Mt 16.26). 

sábado, 14 de setembro de 2024

CRESCENDO FORA DO AQUÁRIO

"e o Senhor vos faça crescer e abundar em amor uns para com os outros" 

1 Tessalonicenses 3:12


Um rapaz estava mergulhando em busca de peixes exóticos para colocar em aquários. Ele contou que um dos mais populares peixes de aquário é o tubarão. Ele explicou que se ele for confinado, ainda pequeno, seu crescimento será proporcional ao aquário. Ele poderá medir cerca de 15 centímetros quando estiver plenamente desenvolvido. Porém, se o tubarão for solto no oceano, crescerá até seu tamanho normal de cerca de três metros.

Isso acontece também com muitos que abrem o coração para Jesus. São cristãos atraentes, de 15 centímetros, que nadam em círculos dentro de uma poça. Mas, se forem colocados dentro de uma arena maior, entre toda a criação, crescerão bem mais e se tornarão verdadeiramente grandes.

Que tipo de crescimento temos experimentado em nossa vida cristã? Temos limitado nosso campo de testemunho às quatro paredes de nossa igreja ou temos nos oferecido a Deus para que a beleza de Cristo seja vista em nós até os confins da terra?

O amor de Deus tem sido vivenciado por nós no tamanho de quinze centímetros, limitado à nossa família e alguns irmãos da igreja ou tem ultrapassado as margens de nossa pequena poça e transbordado no oceano de nosso dia-a-dia, alcançando tanto os já amigos como aqueles que, em Cristo, poderão vir a ser?

Deus é poderoso e quer fazer sua vida brilhar em águas muito maiores. Creia nisso e você será muito mais feliz.

Paulo Roberto Barbosa

quarta-feira, 3 de julho de 2024

SAIA E EMPURRE

Porque cada qual levará a sua própria carga.

Gálatas 6:5

Nos dias dos carros puxados a cavalo um homem foi informado de que havia primeira, segunda e terceira classes; como todos os bancos lhe pareciam iguais, ele comprou passagem de terceira por ser evidentemente mais barata.

Durante algum tempo, tudo correu bem e o homem congratulou-se por ter feito alguma economia. Contudo, mais um pouco e chegaram ao pé de uma íngreme ladeira e o cocheiro, freando os cavalos, gritou: 

— Passageiros de primeira classe conservem seus lugares, de segunda saiam e andem a pé e vocês de terceira empurrem o carro".

O que precisamos no trabalho do Reino são passageiros de terceira classe, aqueles que empurram. Não os de primeira que somente apreciam os outros trabalhando, nem os de segunda que estão prontos a andar e se afastam quando se apresentam as dificuldades, mas os de terceira que suportam "a carga e o calor do dia".

Christian Herald / D. P. Silva - Mil Ilustrações